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#Aprovado

SENATOR, DID YOU IGNORE THE ARREST OF BOLSONARO AND THE PRISONERS OF JANUARY 8? NO! I submitted a project to free Bolsonaro and all the prisoners of January 8. It is called: THE END OF EXAGGERATIONS LAW! I achieved, together with @rogeriosmarinho, @cleitinhotmj, @DamaresAlves @MagnoMalta and more 41 senators, the necessary number of signatures to be approved in the Senate, but the president of the House, OMISSIVE, has not scheduled it to this day. This is one of the reasons for my impeachment request against Davi Alcolumbre. (translated)

The Marco Civil da Internet was not wrong at all. It was approved after extensive debate. It was in 2014, when all the major social networks already existed. The left decided to break with this consensus because the free networks have disadvantaged them in referendums like Brexit and elections like those of Trump and Bolsonaro. It then used its influence on the intellectual elites and bureaucratic backrooms to betray this consensus at every opportunity. It fabricated last-minute "theories," like the nonsense of "informational disorder." It sponsored the censorship of the Hunter Biden report in 2020 and applauded the censorship against Bolsonaro supporters between 2019 and 2026. In 2026, finally, it began to reap the fruits of its own actions, of its own decision to break with a democratic and pro-free speech consensus. I await the repentant ones who participated in the pro-gag shift to return to the democratic and pro-free speech consensus. (translated)

🚨 Exclusive: Marcelo Portugal Gouvêa, candidate for the presidency of São Paulo on behalf of the Opposition, declares that he voted in favor of the contract with Ticketmaster, which was approved by the Council. "After weeks of analysis and discussion, I voted for the approval of the contract with Ticketmaster. I believe that the process of selecting the new ticket company had flaws in its handling. Nevertheless, given the club's financial situation, I understand that approving the contract is the most prudent decision to protect São Paulo and reduce risks, especially in football. Rejecting it now would bring more uncertainty to a club that needs stability. I also voted for the two reservations: the reduction of the termination penalty and the exclusion of the Supporter Member program from the contract. We cannot move forward without being clear that this inclusion does not conflict with the current contract of the program, which could lead to legal disputes and significant financial losses. São Paulo must respect the contracts it signs. Finally, we guided the counselors of the Salve o Tricolor Paulista group to vote in a technical manner, not politically, allowing each one to decide according to their own convictions. This is how we believe the club should be conducted." (translated)

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“E peço aos grupos parlamentares um último esforço para que seja aprovado no parlamento”Face à pressão nas ruas e apelos diretos da própria Maricarmen Abascal, o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, revelou no domingo que o Governo e o PSOE estão a “trabalhar em contrarrelógio” para levar na terça-feira ao Conselho de Ministros um decreto com várias medidas para a habitação. #Despejo #DireitosHumanos #CriseHabitacional

Maricarmen pode regressar à casa de onde foi despejada
observador.pt
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“Maricarmen, tenho uma mensagem para ti. O Governo está a trabalhar em contrarrelógio para apresentar na próxima terça-feira o decreto-lei sobre habitação, e peço aos grupos parlamentares um último esforço para que seja aprovado no parlamento”“Maricarmen, tenho uma mensagem para ti. O Governo está a trabalhar em contrarrelógio para apresentar na próxima terça-feira o decreto-lei sobre habitação, e peço aos grupos parlamentares um último esforço para que seja aprovado no parlamento”, afirmou Pedro Sánchez. #EmergênciaHabitacional #DireitosDosInquilinos #ReformaDaHabitação

Sanchez anuncia reforma da habitação na terça-feira
observador.pt

Para os desavisados que adoram desmentir sem ter o mínimo de informações: O governo federal apresentou uma MP E um Projeto de Lei. Na MP ele proibiu as bets. No Projeto de Lei ele criminaliza a divulgação. O MP entra em vigor agora e dura 120 dias, prazo que deve ser apreciado pelo congresso. O Projeto de Lei tem que antes ser aprovado para entrar em vigor. Ninguém precisa jogar fora camisa de futebol agora. Só precisará se o projeto de Lei proposto for aprovado sem alteração da redação do artigo que generaliza toda e qualquer propaganda (não ressalva que camisetas antigas estão liberadas). #Legislação #Apostas #Futebol

Os preços dos combustíveis irão descer na próxima semana, com uma redução de 5 cêntimos no gasóleo e 2 cêntimos na gasolina, contando já com a diferença do imposto que precisa ser aprovado. #Combustíveis #Preços #Portugal

20h. Combustíveis baixam 5 cêntimos gasóleo e 2 gasolina

🚨 "Isso é uma medida muito drástica. Eu estaria mentindo se eu dissesse que a gente tem um plano B. NÃO TEMOS um plano B! Nós nunca consideramos a possibilidade de que contratos, em cima de um modelo legal, aprovado pelo Congresso Nacional, pudessem ser eliminados num curto espaço de tempo. Então, nós estamos apreensivos com essa possibilidade e não temos ainda um plano alternativo de forma nenhuma." 🎙️ Bap, presidente do Flamengo. 🎥 @Metropoles https://t.co/YRrnYZuI9p #Flamengo #Futebol #Brasil

Rapaz, que absurdo é esse? Grupo de evangélicos quer, através de um projeto de lei, tirar a Nossa Senhora da Aparecida como padroeira do Brasil. Não duvido desse projeto ser aprovado em caso de vitória de Flávio Bolsonaro, candidato apoiado por eles. https://t.co/Hsl31J375Q #Brasil #Religião #Política

Vanessa Lopes realiza a PRIMEIRA PERFORMANCE de “Sequência”, seu single DEBUT. Aprovado? https://t.co/oJkG3qv0uh #VanessaLopes #Sequência #Música

Família com 300 medalhas de xadrez é condenada a pagar R$ 65 mil por educar os filhos em casa. Em Blumenau (SC), a Justiça condenou Diego e Patrícia Vieira a pagar 40 salários mínimos (cerca de R$ 65 mil) e a matricular os filhos na escola regular. Motivo: praticar homeschooling há 13 anos. Os 7 filhos somam mais de 300 medalhas de xadrez. O mais velho, Igor, é Mestre Nacional de Xadrez, cursa duas faculdades e ainda dá aula. Isso é perseguição pedagógica e ideológica! Por isso apresentei o PL 3262/2019, que deixa claro no Código Penal: educação domiciliar NÃO configura crime de abandono intelectual. O projeto já foi aprovado na CCJ e está pronto para ser votado no Plenário da Câmara. A perseguição, não vai nos calar! SEM MEDO! PARA O SENADO VOTE - BIA KICIS 2️⃣2️⃣3️⃣ #Homeschooling #EducaçãoDomiciliar #LiberdadeEducacional

🚨 ESTOU NAS URNAS, MAS SEM VOZ PARA FAZER CAMPANHA. Uma decisão individual do TSE tentou calar minha voz antes que o plenário analisasse o caso, apesar de o TRE-PR ter aprovado minha candidatura por 4 votos a 3. Não vou burlar a decisão. Mas agradeço a cada brasileiro que está denunciando esse absurdo e sendo minha voz enquanto tentam me silenciar. Compartilhe este vídeo para que o Brasil inteiro saiba que estão tentando calar o Paraná. #LiberdadeDeExpressão #Democracia #Eleições2024

O vídeo de Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o jatinho Legacy 650 de Daniel Vorcaro em 22/8/2025 é mais um batom na cueca do ministro do STF que Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e seus porta-vozes tentam blindar contra investigação. “Já usaram aviões e helicópteros”, havia respondido a Vorcaro em 16/7/2025 o dono da Prime You, Marcos Matta, responsável pela gestão do uso das aeronaves. “E deixa tudo à disposição”, havia orientado o dono do Banco Master, acrescentando: “E fica em contato com eles pra poderem usar”. Dito e - ao que tudo indica - feito. O sistema da impunidade agora se mobiliza, com suas perfomances histriônicas e pressões contra outros magistrados pelo WhatsApp e pelas colunas amigas na imprensa, porque a investigação confirmaria a gravidade das provas expostas até aqui. Os elos familiares entre tribunais superiores e escritórios de advocacia contratados por empresários interessados na atuação formal e informal de seus magistrados foram objeto do meu artigo “Cai o tráfico, fica a influência”, publicado em 14/3/2024, quase 1 ano e meio antes do desembarque da família Moraes registrado em vídeo. O título sintetizava como o desmantelamento da Lava Jato, que havia investigado e até denunciado familiares de magistrados por tráfico de influência nos respectivos tribunais, manteve aberto o caminho para a contratação da mesma influência pela via transversa dos serviços alegadamente advocatícios. A sabotagem da CPI da Lava Toga no Senado reforçou o passe-livre para novas temporadas de farra, como a do caso Master, a cujos capítulos temos assistido, dia após dia, com muita pipoca e indignação. O sistema então repete os mesmos métodos e expedientes, os mesmos truques retóricos e gritos, as mesmas ofensas e tentativas de intimidação, para varrer novamente a sujeira de seus integrantes para baixo do tapete e manter tudo como era antes, com direito a jatinhos, charutos e whisky Macallan; além dos cachês sigilosos de “palestras”, aprovados em 2016 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sob presidência de Ricardo Lewandowski. Um país que abre mão de investigar supostos e punir comprovados autores poderosos de infrações penais em prol da acomodação geral de interesses fica aprisionado em escândalos em série, insegurança jurídica, desigualdade perante a lei e atos violentos de extremismo, incapaz de ir além de voos de galinha em matéria de crescimento econômico. Vimos esse filme repetidamente ao longo das últimas décadas e não vale a pena ver de novo. Moraes, com sua combinação de soberba e tosquice, comprometeu o sistema como um todo, porque aparentemente tentou imitar e acabou escancarando práticas já adotadas por figuras mais sofisticadas, astutas e habilidosas do que ele na construção de fortuna familiar com o chamariz do cargo ocupado na cúpula dos Três Poderes. Até os promotores do lobby em eventos patrocinados por empresários que buscam proximidade com magistrados tiveram de interromper a programação normal e perder dinheiro em razão do desgaste decorrente das presepadas alexandristas. Moraes tem de ser investigado e afastado do STF por suas condutas não republicanas, antes que o presidente eleito ou reeleito costure outro acordão da casta, ou que o próprio ministro chegue, em setembro de 2027, à presidência da Corte e use a força do cargo em causa própria, como fazia na relatoria do inquérito das “fake news”. O batom na cueca de Moraes já é mais degradante para a “democracia” que o da estátua pintada com “perdeu, mané”. E derrotar um “mané” pela via constitucional é sempre melhor que pelo quebra-quebra. #STF #Justiça #Corrupção

É estarrecedora a normalização do golpismo. Até parece que um dos candidatos não ameaçou usar a força contra o STF caso o indulto de seu pai não fosse aprovado. Que o seu grupo político não foi condenado por tentar um golpe. Impressionante. É tão absurdo que não cabe num tweet. #Golpismo #Democracia #Política

🚨 AGORA! NOTA OFICIAL EMITIDA POR VÁRIOS CLUBES: "O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais sobre as pessoas mais vulneráveis exigem atenção do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. É fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. O investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro a dominar o cenário sul-americano em competições como CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Os recursos alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe outro segmento econômico capaz de substituir esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado preocupação em todos os clubes, federações e entidades do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios. Contratos firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. O futebol está mobilizado, reconhece suas responsabilidades e quer participar da solução, de uma forma racional e consciente. O TORCEDOR NÃO PODE PAGAR ESSA CONTA. SE ACABAR COM O MERCADO REGULADO, AS APOSTAS NÃO ACABAM. O FUTEBOL É QUEM ACABA." #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. #FutebolBrasileiro #Regulamentação #ApostasResponsáveis

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

A Damares enlouqueceu? Quem indicou Moraes foi Temer, que foi eleito como vice de Dilma. Moraes foi aprovado no Senado em 2017, Flávio só assumiu como senador em 2019. De quem ela está falando? https://t.co/M5rfDThLhZ #politica #Brasil #Damares

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o relatório apresentado por André Mendonça é ilegal e pediu a nulidade do pedido. Moraes diz, ainda, que “não há indício de infração penal”. Segundo ele, o pedido de Mendonça é uma “vingança”. A defesa foi apresentada em resposta ao presidente da Corte, Edson Fachin, na noite desta segunda-feira (14/9). “Apesar da farsa montada e divulgada, não existe absolutamente nada e todos sabem a motivação político-eleitoral dessas criminosas mentiras. VINGANÇA. Está muito clara a tentativa de vingança dos aliados daqueles que tentaram acabar com a Democracia e o Estado de Direito e foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal”, afirma. Ministro apresentou uma defesa de 44 páginas um dia antes da sessão que vai definir se ele deve ser investigado no caso Master. São 121 tópicos em que ele lista os motivos pelos quais pede que o relatório produzido pela Polícia Federal deve ser anulado. A resposta tinha sido solicitada por Fachin em 3 de setembro, quando ele abriu prazo para Moraes, Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, se manifestassem sobre o caso. Moraes alega que o pedido de Mendonça tem motivação política e relacionou a ação à tentativa de golpe de 8 de Janeiro.  “A tentativa de Golpe não se encerrou em 8/1/2023, simplesmente mudou seu modus operandi. Mas assim como na primeira vez, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL saberá resistir e sairá fortalecido, mantendo a Defesa plena da CONSTITUIÇÃO, do ESTADO DE DIREITO e da DEMOCRACIA”, escreveu. Segundo o ministro, o pedido de investigação é ilegal, uma vez que, não foi aberto pela PGR e nem aprovado em plenário. Moraes também afirma que os metadados relatório da PF indicariam que ele não foi interalemente produzido pela corporação. “O relatório é imprestável porque houve total quebra da cadeia de custódia, inclusive com relatório não realizado integralmente na Polícia Federal, mas sim com auxílio de órgão externo, provavelmente órgão estrangeiro, demonstrando clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026, ao tentar incriminar o Juiz relator das ações julgadas pela Primeira Turma contra a organização criminosa que tentou dar um Golpe de Estado no Brasil, abolindo o Estado Democrático de Direito”, diz. (Metrópoles) #Democracia #EstadoDeDireito #STF

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O STF fechou o cerco para a sessão desta terça (15). Só convidados aprovados pelo cerimonial poderão entrar no Plenário. Jornalistas estão proibidos. Celulares terão de ficar lacrados e desligados durante toda a sessão. Quem romper o lacre poderá ser retirado. https://t.co/8IU9NxllgJ #STF #Política #Jornalismo