UFC võitleja Raoni Barcelos kaotas UFC Vegas 121 võitlusõhtul ootamatult teadvuse, kui tema matš Raul Rosas Junioriga jõudis viiendasse raundi. #UFC #raoniBarcelos #vabavõitlus

UFC võitleja Raoni Barcelos kaotas UFC Vegas 121 võitlusõhtul ootamatult teadvuse, kui tema matš Raul Rosas Junioriga jõudis viiendasse raundi. #UFC #raoniBarcelos #vabavõitlus

Treinador do Raoni Barcelos, Davi Ramos: “O Raoni está bem, está tudo certo, todo mundo pode ficar tranquilo, ele foi fazer tomografia agora, estamos na expectativa esperando ele, podem ficar todos tranquilos.” https://t.co/8lrz7ixgDI #RaoniBarcelos #DaviRamos #MMA
Raoni Barcelos est conscient !! Il est transporté vers l'hôpital, ils vont lui faire une radio de la tête, du cou etc Ça ne semble pas être le cœur mais attendons les resultats 🙏 https://t.co/XxDHAGchd6 #Santé #Urgence #Support
A Raoni Barcelos lo están llevando al hospital, está consciente y le van a hacer tomografía de la cabeza cuello y otros estudios No parece ser el corazón pero esperemos un informe Oficial antes de decir nada mas 🙏 #UFCVegas121 https://t.co/4neCMLGZos #UFC #Salud #RaoniBarcelos
Raoni Barcelos está consciente y lo han trasladado al hospital para realizarle pruebas y que todo esté bien, esperemos que todo esto haya quedado en un susto #UFCVegas121 #UFC #RaoniBarcelos #Salud
🇲🇽 CHIWIWIIIII ! 🩸 Raul Rosas Jr. s'impose au terme de l'ultime round face à Raoni Barcelos, à l'issue d'une guerre spectaculaire ! 😲 Il affiche un bilan de 7-1 à l'UFC à seulement 21 ans ! #RMCMMA https://t.co/yUPTjdAeUU #UFC #MMA #RaulRosasJr
Raoni Barcelos s’écroule et il est évacué sur civière… Aucune explication pour le moment. https://t.co/iB6zRtDDun #RaoniBarcelos #MMA #Sport
Ver o Raoni Barcelos saindo de maca é uma daquelas imagens que fazem qualquer análise da luta perder a importância. A gente torce, cobra, comemora. Numa hora dessas, só quer saber se o cara está bem. Que venham boas notícias sobre o brasileiro! 🙏 https://t.co/IeMp4J7ggu #RaoniBarcelos #Luta #Saúde
Ni que decir que Barcelos tenía la pelea en el bolsillo llegando al R5 con sus 39 años #UFCVegas121 #UFCHBOMax https://t.co/wpYehQ3dUO #UFC #MMA #Barcelos
Sigo sin entender que pasó con Barcelos, la caída no parece ser fuerte, Rosas no parece golpearlo con la cabeza en la caída tampoco. Esperemos que se recupere pronto. Les cuento en cuanto tenga más información. https://t.co/UpRINcciEq #Barcelos #Lesiones #Fútbol
🫣Así salía el peleador brasileño Raoni Barcelos después de una batalla intensa 🫣 Toda la fuerza para él. Recupérate campeón, regresarás más fuerte ‼️ #UFCVegas121 | Ver en vivo por @PPlusDeportes https://t.co/HaUlcibOcz #UFC #MMA #Deportes
Eu queria distinguir o seguinte: eu acho que das três notícias de ontem, há uma que eu atribuo mais gravidade que as outras, e essa é a notícia de que aquela empresa dos Barcelos também estava a fazer arranjinhos, obras, sei lá o quê, na residência do diretor financeiro da Polícia Judiciária.
Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,
Obrigado, Dragões 🙌 Hoje em Barcelos, sábado em nossa casa. Vamos todos 𝗝𝗨𝗡𝗧𝗢𝗦 💙 https://t.co/VcSCB40yub #Obrigado #Dragões #Barcelos
André Ventura požaduje rezignaci ministra vnitra Luíse Neveés v důsledku vyšetřování souvisejícího se zneužitím atrelátu spojeného s firmou Constru Barcelos a nedostatku jeho politické autority. #EstadoDaNação #Educação #PolíticaPortuguesa

⚽ Gil Vicente-FC Porto 🗓 Quarta-feira ⌚ 20h 📍 Barcelos ℹ As informações relativas à venda de bilhetes serão divulgadas nos próximos dias ➡ https://t.co/QaCknk7OaH https://t.co/WROxhEWJdG #Futebol #GilVicente #FCPorto
A empresa portuguesa N9VE anunciou a produção de óxidos de terras raras com pureza superior a 99,8% em Barcelos, destacando a importância da recuperação destes materiais para reduzir a dependência de importações e promover uma economia mais circular na Europa. #TerrasRaras #EconomiaCircular #IndústriaVerde

O julgamento da Operação Teia, que envolve os ex-presidentes das câmaras de Barcelos e Santo Tirso, Miguel Costa Gomes e Joaquim Couto, e mais sete arguidos acusados de corrupção e prevaricação, terá início no dia 15 de setembro no Porto, com o Ministério Público a alegar apropriação indevida de 591 mil euros através de contratos ilegais com empresas familiares. #OperaçãoTeia #corrupção #julgamento