Há um ano começava a CPMI do INSS. Como relator, enfrentei pressões, investiguei o caminho do dinheiro e ajudei a revelar um esquema bilionário contra aposentados e pensionistas. https://t.co/pdIjaP7sHQ #INSS #Transparência #Justiça
Há um ano começava a CPMI do INSS. Como relator, enfrentei pressões, investiguei o caminho do dinheiro e ajudei a revelar um esquema bilionário contra aposentados e pensionistas. https://t.co/pdIjaP7sHQ #INSS #Transparência #Justiça
Pessoas que não gostaram desse vídeo: -eleitores de um político que pediu R$ 130 milhões pra um dono de banco envolvido em uma fraude bilionária -eleitores de um outro político que teve reformas em triplex e sítio pagas por empreiteira envolvida em esquema bilionário de corrupção #Corrupção #Política #Vídeo
Dia ruim para quem tenta a falsa equivalência entre Dark Horse e o roubo bilionários dos aposentados que beneficiou Lulinha. Recebam! #justiça #corrupção #politica
Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook
🚨ESPALHAR É FUNDAMENTAL: Áudio vazado mostra que o perito contratado pelo @plnacional_ para verificar as contas do filme em homenagem a Jair Bolsonaro admitiu que não sabe o paradeiro final do dinheiro destinado pelo bilionário corrupto Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, ao Dark Horse!🇧🇷👍👀😭😎 🗞️Jornalista @opaulomm, na NewsTeller Noites Húngaras! #Corrupção #Brasil #Jornalismo
🚨URGENTE: Depois que o Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ligou 5 vezes em 15 dias para o bilionário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, o filme Dark Horse recebeu novos aportes financeiros, de R$ 10 milhões. Quantia foi depositada na conta de investimentos ligada ao Deputado Federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e aliados no Texas! #Política #Brasil #Investimentos
Mercadinho de Pernambuco. O povo mais simples abandonando o PARTIDO DAS TREVAS enquanto bilionários financiam Tabata Amaral e Marcelo Freixo. Banqueiros felizes com LULA. Já o povo sofrido, apoia BOLSONARO. https://t.co/axQ6N8G5Hr #Brasil #Política #Eleições
Pablo Marçal é um quebrado que espalha fake toda hora. O cascateiro inventou que era bilionário e depois disse que errou na digitação. Isso é pra enganar otario e vender cursinho de coach, ele só é isso na vida. Quem tem milhão dá calote de 60 mil reais? O cara me deve há 2 anos. Nesse dia aqui além de perder a linha e me ameaçar de processo, ele apostou 60 mil que venceria a prefeitura de SP, mas perdeu a aposta e nunca pagou. Um sujeito sem palavra ainda faz promessa pra ser presidente? Aí Pablo perdendo a linha pouco antes da aposta que nunca pagou. #FakeNews #Coaching #Eleições
Bolsonaro entregou estatais no azul porque promoveu uma gestão profissional e impediu o aparelhamento. Lula devolveu o toma lá dá cá, aparelhou estatais para seus e entrega um rombo bilionário. Vamos eleger @FlavioBolsonaro presidente para resgatar gestão séria, valores e Estado a serviço do povo! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/sUsAHt6V0t #Bolsonaro #Lula #Política
Pablo vai ser o escudo do Capitão América? Esse papo de quem farma aura é cheio de códigos. Flávio é o vira-lata do Trump, então é o Capitão América. Pablo irá servi-lo. Mas o bilionário aí ainda me deve 60 mil reais, chegou a hora de voltar a cobrar. https://t.co/vBPNdWDSwF #CapitãoAmérica #Pablo #Trump
🚨 VITÓRIA! O Senado finalmente destravou a PEC do FIM da Escala 6x1! E isso só é possível graças aos meses de luta e mobilização, nas ruas, nas redes e no Congresso, do @Movimento_VAT, do @RickAzzevedo, do meu mandato, do Governo @LulaOficial, das centrais sindicais, dos movimentos sociais, da comunidade LGBTQIA+ e até dos fãs-clubes de divas pop e do k-pop. Foi uma verdadeira guerra contra os interesses da direita, dos patrões, dos bilionários e de parlamentares como Flávio Bolsonaro, que pregam a “negociação com o patrão” ao invés do direito ao descanso do trabalhador. E essa luta ainda não acabou! A CCJ é só mais um passo necessário pra que a PEC seja aprovada no Plenário do Senado. Mas sabemos que, perante a força do povo trabalhador desse país, essa escala está com as horas contadas! #Vitória #DireitosTrabalhadores #MovimentoSocial
O Bolsonaro tinha prometido a isenção de até 5 mil reais de imposto de renda e não cumpriu. Nós conseguimos cobrar o andar de cima, os fundos offshore, os fundos fechados, os dividendos dos bilionários. E conseguimos os recursos necessários de mais ou menos 140 mil brasileiros que não pagavam imposto e passaram a pagar, isentando 15 milhões de brasileiros que ganham até 5 mil. #HaddadNaCNN #ImpostoDeRenda #JustiçaFiscal #Brasil
Podemos ter um BRASILEIRO como um dos donos do Liverpool! 😳🏴 Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, se juntou ao Jeff Bezos em consórcio que busca comprar 30% do Liverpool. Outro nome importante é o líder do projeto: Amit Bhatia, genro de um bilionário do setor siderúrgico. Eduardo tem uma fortuna estimada em US$ 33 bilhões. 💰🇧🇷 O negócio deve avaliar o Liverpool em 6 bilhões de dólares, sendo uma das maiores transações na história do futebol. Via @g1 #Liverpool #EduardoSaverin #Futebol
A PF agora apura se autoridades receberam vantagens para beneficiar Lulinha. Três inquéritos. Relatórios pesados no STF. E um dossiê apontando que ele estaria sendo sustentado na Espanha por empreiteira com contratos bilionários no governo. Enquanto isso, tentam manobras para tirar os casos das mãos de André Mendonça. Não é coincidência. É padrão. Quando a investigação chega perto do poder, o sistema se mexe para proteger. O filho do presidente não é intocável. O esquema que sangrou o aposentado continua entregando nomes. Tem que ir até o fim. Sem blindagem. Doa a quem doer. #Lulinha #Corrupção #Investigação
E a festa pronta na Lagoa, para assinatura com o bilionário? Não era só cair a liminar? Onde foram parar os salgadinhos e os refri? Me prometeram que teria bolo e tudo.. #Festa #Lagoa #Bilionário
Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
O escândalo que começou com descontos bilionários sobre aposentados acaba de atingir o homem de maior confiança de Lula. Mais uma vez, o dinheiro ligado ao universo do Careca do INSS alcança o círculo mais íntimo de Lula. Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como o “Marcola”, ex-chefe do Gabinete Pessoal de Lula e um dos auxiliares de sua maior confiança, confirmou ter recebido dinheiro de Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e empresária apontada nas investigações como ligada ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Marcola afirma que os repasses eram um “empréstimo pessoal” já quitado. Mas até agora ninguém apresentou publicamente o contrato, os comprovantes de pagamento, o valor exato, as datas das transferências ou a forma como essa dívida teria sido liquidada. A gravidade aumenta porque empresas ligadas ao Careca do INSS transferiram cerca de R$ 1,5 milhão a Roberta, segundo as investigações. Ela também aparece no centro das apurações sobre a atuação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, investigado por suspeitas de corrupção e tráfico de influência em inquérito autorizado pelo ministro André Mendonça. A PF aponta que Roberta, o Careca e Lulinha mantinham relações próximas, com viagens em comum e articulações para abrir portas no Ministério da Saúde. Entre os negócios sob investigação está a tentativa de viabilizar projetos ligados à cannabis medicinal e outras iniciativas empresariais junto ao governo federal. Mensagens apreendidas também mostram Roberta orientando o Careca a “jogar fora” os telefones após o avanço das investigações. Marcola administrava a agenda presidencial, acompanhava Lula em viagens, participava das decisões do gabinete e integrava o círculo de confiança mais restrito do presidente. Foi exonerado do cargo em 21 de julho,oficialmente para integrar a campanha de reeleição de Lula. Dias depois, vieram a público as informações de que ele havia recebido dinheiro de Roberta Luchsinger, investigada por sua ligação com o Careca do INSS e citada no inquérito que apura a atuação de Lulinha. Resta saber até quando Lula sustentará que seu governo não tem nada a ver com esse caso. #Lula #Corrupção #INSS
Existe um Brasil que funciona em horário comercial e outro que decide o destino da República no silêncio do recesso. Foi nesse segundo Brasil que se desenrolou, na última semana de julho, uma das movimentações mais reveladoras do ano dentro do Supremo Tribunal Federal: a tentativa de tirar das mãos do ministro André Mendonça a investigação sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República. A cronologia fala por si. No dia 24 de julho, sexta-feira, em pleno recesso do Judiciário, a Polícia Federal protocolou no STF o pedido de abertura de inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência em negócios ligados à cannabis medicinal. Detalhe que não é detalhe: o pedido chegou justamente no período em que Alexandre de Moraes exercia a presidência interina da Corte. Segundo reportagem da CNN Brasil, uma ala do próprio Supremo avalia que a PF esperou Moraes assumir o plantão para evitar que a decisão coubesse ao presidente Edson Fachin, que tem dado respaldo integral a Mendonça na condução dos inquéritos do INSS. Na representação, a PF sustentou uma tese, no mínimo, curiosa: a de que o novo caso não teria conexão com a Operação Sem Desconto, aquela que apura o desvio bilionário nos benefícios de aposentados e pensionistas. Sem conexão? A investigação nasceu de elementos encontrados na própria Sem Desconto e envolve os mesmos personagens, a começar pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o famoso Careca do INSS, preso desde setembro do ano passado. Ministros da Corte, em conversas reservadas relatadas pela imprensa, apontam exatamente isso. #Brasil #STF #Justiça
Ao lado do meu pai, @jairbolsonaro , já tomamos buscas e apreensões, vidas vasculhadas, esculachos e todos os absurdos possíveis, e até hoje nem o maior dos entusiastas democráticos conseguiria explicar! Então pergunto: frente a mais um escândalo, em tese envolvendo totalmente os grandes peixes do PT, desta vez com desvios bilionários no INSS, tudo recheado de provas públicas, por qual motivo nada, absolutamente nada, ainda aconteceu com Lulinha e seu pai, o sujeito que o sistema alçou ao poder? #Política #Brasil #Corrupção
O helicóptero apreendido na Operação Falsa Las Vegas, que fazia parte de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, agora pertence à Polícia Civil de São Paulo. Em vez de servir ao crime organizado, vai reforçar operações de segurança, ajudar em resgates e até salvar vidas no transporte de órgãos para transplantes. É assim que a gente transforma o prejuízo causado pelo crime em benefício para quem anda do lado certo da lei. #SegurançaPública #CombateAoCrime #TransporteSeguro