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#Cartão

Essa Copa serviu, acima de tudo, para uma coisa. Expôs ao mundo o que todos latinos-americanos já sabem: O quão lixo são os argentinos. Um grupo de torcedores argentinos começou a xingar e provocar um homem só porque ele estava usando uma camisa do México. Em vez de ligar, o cara caiu na gargalhada, tirou um cartão vermelho do bolso para eles, começou a sambar e, para fechar com chave de ouro, arrancou a camisa do México e mostrou que estava com a da Espanha por baixo. Os argentinos ficaram espumando de raiva! 🤣 #Copa #Futebol #Humor

A Espanha conquistou o seu segundo título mundial ao derrotar a Argentina na final, demonstrando um domínio claro durante o jogo, que terminou em 1-0 após um prolongamento marcado por intensa rivalidade e um cartão vermelho para a Argentina. #CopaDoMundo #EspanhaCampeã #Futebol

“Contra futebol não há argumentos”. Espanha vence o Mundial

BEM FEITO! Enzo Fernández recebeu um CARTÃO AMARELO na Final da Copa do Mundo 2026. É o terceiro cartão amarelo da Argentina. https://t.co/BCHFjSUBSE #CopaDoMundo #EnzoFernández #Argentina

A Espanha não pede um cartão quando seus jogadores sofrem falta. Rodrigo De Paul quando um jogador argentino recebe alguma falta é o primeiro a pressionar o árbitro. #Futebol #Arbitragem #Argentina

Arbitragem tá fazendo por onde. Um lance desse não ser cartão amarelo é um completo absurdo. 📷CazeTV https://t.co/yuaFzvR8WO #Arbitragem #Futebol #Justiça

“Na minha visão, os marcadores do Pelé, com os recursos de hoje, talvez jogassem 100% melhor do que jogaram. O Pelé jogaria 1.000% melhor, porque o Pelé é um gênio, porr*!” “O Messi joga hoje com material espetacular, gramados sensacionais, preparação de alto nível, VAR… o Pelé sai da Copa de 1966 depois de ser surrado pelos portugueses. Não existia cartão!” “Eu prefiro preservar a história, entender que o Pelé é o maior jogador de todos os tempos e que o Messi é o melhor jogador da atualidade.” 🎙️ Mauro Cezar. 🎥 @CharlaPodcast https://t.co/ZTc6YiTrdt #Pelé #Messi #Futebol

Fica claro que o Marquinho liberou o cartão para o Vasco usar já em 2026. Problema é que ele deu esse cartão na mão do nosso atual departamento de futebol e lambanças. Aí que mora o perigo. #Vasco #Futebol #Cartão

🚨 COMPARTILHE! Visa, principal bandeira de cartão dos EUA, rebate argumentos do tarifaço e afirma que faturamento da empresa dobrou mesmo após a criação do Pix. Diretor da empresa afirma nunca ter registrado reclamação sobre o Pix à Trump. https://t.co/gUBScxArMR #Visa #Pix #Economia

👀🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Jornal inglês Telegraph lista "truques sujos" usados pela Argentina contra a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo: 1 minuto: Mac Allister atinge Elliot Anderson após pressioná-lo. 2 minutos: Paredes empurra Bellingham pelas costas sem necessidade; o jogador do Real Madrid reage verbalmente. 3 minutos: A tática argentina de impedir a construção de jogadas fica evidente quando, segundos após o reinício da partida, Enzo Fernández chega atrasado em uma dividida com Anderson. 6 minutos: Giuliano Simeone chuta a parte de trás do pé de Anderson. 11: Jogadores ingleses começam a reagir quando Fernández não é punido por mais uma falta em Anderson; com a bola rolando, os dois acabam se agarrando no chão enquanto tentam se levantar. 11: Morgan Rogers sofre um carrinho proposital. 13: Após o bandeirinha marcar impedimento de Simeone, Pickford avança contra ele na tentativa de pegar a bola, e o meia do Atlético de Madrid responde chutando em direção ao goleiro. 15: Paredes ganha uma dividida contra Bellingham; o inglês sente o impacto e permanece no chão, ouvindo provocações do argentino. 16: Gordon dispara em velocidade e é imediatamente derrubado por Simeone, que lhe dá um tapinha condescendente na cabeça. 24: Simeone recebe uma advertência do árbitro durante uma cobrança de escanteio por bloquear Pickford, mas repete a ação e comete falta no goleiro. 33: Marc Guéhi se coloca à frente de Simeone e, na disputa pela bola, o ponta vai com a cabeça em direção ao adversário, tentando cometer uma falta. 34: Molina também entra na confusão ao atingir Bellingham pelas costas. 37: Os jogadores da Argentina protestam após falta em Messi, gerando uma grande discussão. Kane cobre levemente a boca ao falar com o árbitro, enquanto Anderson recebe o amarelo, levando Mac Allister e Paredes a pedirem desesperadamente a expulsão do atacante. 41: Rogers dispara em contra-ataque, mas Lisandro Martínez o segura e recebe cartão. 46: Enquanto Reece James tenta cobrar um lateral rapidamente com uma bola nova, alguém do banco da Argentina joga a bola antiga de volta ao campo para atrasá-lo. 47: Paredes atinge Anderson com a sola da chuteira em lance de jogo perigoso. 48 minutos: Bellingham pressiona Messi junto à linha de fundo e, enquanto ambos rolam para fora do campo, Messi empurra o meio-campista inglês, lançando-o contra a placa de publicidade. 51 minutos: Cristian Romero recebe o cartão por derrubar Bellingham no chão, agarrando-o com os dois braços. 53 minutos: Simeone faz um movimento com o braço e atinge o rosto de Djed Spence. Nenhum cartão amarelo. 58: Enquanto Pickford tenta agarrar a bola, Romero permanece de pé em vez de se abaixar, e o goleiro inglês cai por cima dele. 73: O gol da Inglaterra tira o ímpeto da Argentina, mas eles recuperam a agressividade. Após a pausa para hidratação, Messi dá um leve empurrão em Spence durante uma cobrança de lateral. 85: Após o gol de Fernández, Romero aproveita a oportunidade para comemorar gritando na cara de um Pickford abatido. 88: Pouco depois do empate, Stones cai no gramado com um ferimento na cabeça, paralisando a partida, e os jogadores da Argentina cercam o árbitro para reclamar. 92: Bellingham tenta levar a Inglaterra ao ataque e, quando a bola sai para lateral, Montiel discute com o camisa 10 inglês. 97: Com a Inglaterra correndo atrás do resultado, Emiliano Martínez segura uma bola alta e cai no chão para ganhar tempo, exibindo um sorriso irônico no rosto. 🗞️ @geglobo 📸 Seleção Inglesa | AFA/Seleção Argentina #CopaDoMundo #Futebol #Esporte

Três nulidades no Senado que receberão um monumental CARTÃO VERMELHO em outubro. https://t.co/vqIYEG8aKb #Política #Senado #CartãoVermelho

Estamos presenciando o MAIOR roubo da história da copa do mundo, Enzo Fernadez fez 4 faltas do tipo e o juíz não deu um cartão, Inglaterra na primeira fata que cometeu recebeu um cartão. Que a UEFA entre em contato com as federações e promova outra copa, pois a FIFA... #INGxARG https://t.co/MV0dTpoZZK #CopaDoMundo #Futebol #UEFA

Antes do pênalti para a Espanha, Olise deu essa entrada no Rodri. A arbitragem não deu nem cartão amarelo. 📸 Reprodução/CazéTV https://t.co/RpUvgoKLEr #Futebol #Arbitragem #Espanha

🇺🇸 Balogun admite que polêmica do cartão vermelho suspenso afetou os Estados Unidos na Copa do Mundo: “Minha reação inicial foi de felicidade por estar de volta à equipe. Mas, ao refletir, percebi que isso causaria muita controvérsia.” “E eu quase conseguia ver um pouco de nervosismo nos meus companheiros. Conforme o jogo se aproximava, eu tentava me concentrar, mas era difícil. Havia muita interferência externa e é difícil ignorá-la.” “Nem foi falta (no lance da sua expulsão), então fiquei em choque. Quando algo não é intencional, nunca deveria ser cartão vermelho. Foi apenas uma situação infeliz e acho que isso nos pressionou muito mais do que o necessário.” 🗞️ CBS Mornings 📸 Seleção dos Estados Unidos #CopaDoMundo #Futebol #Polêmica

🚨 Há um apoio crescente na UEFA para apoiar um candidato para concorrer com Gianni Infantino na próxima eleição presidencial da FIFA. A UEFA está insatisfeita com a condução de Infantino, especialmente após a polêmica envolvendo a suspensão do cartão vermelho do atacante americano Balogun, episódio que gerou críticas sobre uma suposta influência política de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Apesar da movimentação europeia, Infantino continua com amplo apoio na África, na Ásia e na América do Norte. Infantino enfrenta uma disputa real pela presidência da FIFA. 🗞️ @JacobsBen 📸 FIFA TV #FIFA #Infantino #UEFA

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Esclarecendo a regra da expulsão do Embolo. A expulsão do Embolo só aconteceu porque o árbitro achou que a entrada do Paredes era para cartão amarelo. Se o Paredes não tivesse tomado cartão amarelo, o lance continuaria sendo falta para a Suíça e o Embolo não seria expulso. Como Paredes levou o amarelo pela interpretação errada do árbitro de que a entrada do argentino era para cartão, abriu a janela para o conceito de "identificação errada de jogador" que foi ampliada pela IFAB a partir da Copa do Mundo. A Fifa aumentou, antes da Copa, o conceito de 'identificação errada". Passou a considerar que um cartão (de qualquer cor) aplicado para um jogador incorreto poderia ser revisado mesmo se for do time adversário. Como a simulação do Embolo é claríssima, no fim, a regra foi cumprida conforme está determinada. E após o árbitro ir ao VAR, não tinha como voltar sem amarelo para o Embolo. O debate que se pode ter é se isso é muita permissão de intromissão do VAR. Mas a regra foi corretamente cumprida. #futebol #VAR #arbitragem

Uma compilado de 9 minutos com a Argentina cometendo faltas e roubando a Suíça sem levar nenhum cartão https://t.co/5LGLMFufES #Futebol #Argentina #Suíça

DataFut 1w

Embolo foi o primeiro jogador a receber um segundo cartão amarelo (e consequentemente expulso) em uma partida de Copa do Mundo desde 2006. #CopaDoMundo #Embolo #Futebol

joão 1w

@CentralDoBrega ombro com ombro e os cara querendo cartão, as vezes eu acho q vcs nao assistem os jogos e só ficam teclando no twitter mesmo #futebol #jogos #Twitter

Cadê o cartão pro jogador da Argentina naquele lance? Pra Suíça o juiz acha o cartão no bolso, interessante… #ARGxSUI #Futebol #Arbitragem #CopaDoMundo