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#CheckIn

🎯 Essência O combate político faz‑se reforçando instituições, criando enquadramento legal claro, organizando discurso público e mobilizando cidadãos em torno da laicidade e dos direitos fundamentais. 🧭 Estratégias políticas (democraticamente válidas) 1. Defesa ativa da laicidade Propor legislação que clarifique limites entre religião e política. Reforçar fiscalização da CNE sobre intervenções religiosas em campanhas. Exigir que políticas públicas tenham fundamentação técnica, não doutrinária. 2. Transparência e escrutínio Defender auditorias regulares a financiamentos de organizações religiosas. Propor registo obrigatório de lobbies religiosos, como existe noutros países europeus. Exigir divulgação pública de apoios institucionais a candidatos. 3. Mobilização cívica laica Criar movimentos ou plataformas que defendam Estado laico e direitos civis. Incentivar partidos a assumir compromissos explícitos com laicidade. Organizar debates públicos sobre separação entre fé e governo. 4. Contraponto argumentativo baseado em evidência Responder a propostas religiosas com dados científicos, estudos e impacto social. Evitar confronto identitário; focar sempre em políticas públicas concretas. Promover fact-checking independente. 5. Educação cívica e literacia democrática Apoiar programas escolares e comunitários sobre funcionamento das instituições. Reduzir dependência de discursos moralistas ou simplistas. Incentivar participação informada em assembleias municipais e debates locais. 6. Regulação do uso político de espaços religiosos Defender aplicação rigorosa das regras que proíbem propaganda eleitoral em cultos. Reforçar penalizações quando líderes religiosos usam influência espiritual para fins partidários. 📌 O ponto crítico O combate é político, institucional e argumentativo — nunca religioso ou identitário. O objetivo é proteger a democracia, não atacar crentes.

H

The allegations against Meta are serious. But instead of simply asking whether children should be allowed on social media, perhaps we should ask a different question: Should social media be continuously available to children? I would propose a system of scheduled access windows, with the platform itself enforcing the boundaries. A possible weekly schedule Monday–Thursday 06:30–07:30 — 🟢 Open 07:30–15:30 — 🔴 Closed 15:30–16:30 — 🟢 Open 16:30–18:00 — 🔴 Closed 18:00–19:00 — 🟢 Open 19:00–21:00 — 🔴 Closed 21:00 onward — 🔴 Closed Friday 06:30–07:30 — 🟢 Open 07:30–15:30 — 🔴 Closed 15:30–17:00 — 🟢 Open 17:00–19:00 — 🔴 Closed 19:00–21:00 — 🟢 Open 21:00 onward — 🔴 Closed Saturday 08:00–09:00 — 🟢 Open 09:00–10:00 — 🔴 Closed 10:00–12:00 — 🟢 Open 12:00–14:00 — 🔴 Closed 14:00–16:00 — 🟢 Open 16:00–18:00 — 🔴 Closed 18:00–20:00 — 🟢 Open 20:00–22:00 — 🔴 Closed 22:00–23:00 — 🟢 Open 23:00 onward — 🔴 Closed Sunday 08:00–09:00 — 🟢 Open 09:00–10:00 — 🔴 Closed 10:00–12:00 — 🟢 Open 12:00–14:00 — 🔴 Closed 14:00–16:00 — 🟢 Open 16:00–18:00 — 🔴 Closed 18:00–20:00 — 🟢 Open 20:00 onward — 🔴 Closed The exact timetable could obviously be debated and adjusted according to age. The important principle is that the social network itself creates the stopping points. During closed periods, messages and notifications could simply be queued. Nothing disappears. But there is no infinite scrolling at 2 a.m., no checking the phone every five minutes, and no expectation that the online social world must be available every waking moment. It also creates a completely different incentive for the platforms. Instead of: “How do we keep this child engaged for another hour?” the objective becomes: “How do we make the hour they have available genuinely worthwhile?” And perhaps weekends should deliberately be different. Children and teenagers should have more freedom when they are not in school — but even then, social media doesn’t need to become a 16-hour continuous session. This would not ban social media. It would regulate continuous access. Maybe that is the better question to ask: If a technology is genuinely safe for children, why must it be available to them 24 hours a day? https://www.breitbart.com/tech/2026/08/14/mark-zuckerbergs-meta-heads-to-court-to-face-youth-social-media-addiction-claims-from-29-states/

Mark Zuckerberg's Meta Heads to Court to Face Youth Social Media Addiction Claims from 29 States

@vitalbaa @itapacifici Quando in albergo ti chiedono i documenti per il check in sono usciti da Schengen? Fremi di sdegno? Ricorri alla CEDU? Dimmi sono curioso #checkin #Schengen #CEDU

𝗔𝗝𝗨𝗗𝗘 𝗔 𝗟𝗢𝗧𝗔𝗥 𝗢 𝗕𝗘𝗜𝗥𝗔-𝗥𝗜𝗢! 🔥🏟️ Hoje é o último dia de exclusividade para as modalidades que fazem Check-In confirmarem presença no duelo diante do Remo. Por isso, se você é sócio ou sócia Carteira Vermelha, Patrimonial Clube e Parque Check-in e não poderá apoiar o Inter no confronto da próxima segunda-feira, 𝗘𝗠𝗣𝗥𝗘𝗦𝗧𝗘 𝗦𝗘𝗨 𝗔𝗖𝗘𝗦𝗦𝗢 para outro colorado(a)! 🤝🇦🇹 🤳 A única exigência é que o seu convidado substituto tenha a biometria facial cadastrada para entrar no Beira-Rio. Realize o processo agora mesmo em https://t.co/OZFmTHVVf6 #Inter #BeiraRio #CheckIn

Document exclusif. Les 3 vieillards du Puppet-Show en train de réaliser que toutes les révélations autour de Fauci sont en train de fragiliser leur business de fact-checking, à base de "consensus médical de la communauté scientifique sérieuse et responsable" https://t.co/kB6ywQTX6V #PuppetShow #Fauci #FactChecking

O melhor amigo do Menino Deus, Praia de Belas e arredores chega com um recado importante para todos e todas cuja paixão mora na Avenida Padre Cacique, 𝟖𝟗𝟏. 🕷️🏟️ 📲 Desliza o carrossel, te programa para aproveitar as promoções e vem pro Beira apoiar o Inter na próxima segunda-feira! 🇦🇹 ⚠️ O Check-In para o duelo com o Remo estará disponível a partir das 10h desta terça-feira, e os 𝟐𝟎𝟎𝟔 primeiros sócios(as) a garantir presença ganharão uma entrada gratuita para acompanhante! #Inter #CheckIn #Promoções

Il Post 2w

Meta and TikTok will collaborate with the European Union to fact-check content regarding the migration crisis in Ceuta, in order to limit the spread of false information on social networks, creating a dedicated channel to facilitate the reporting of misleading content. (translated)

Meta e TikTok si sono accordate con l’Unione Europea per fare fact checking dei contenuti sulla crisi migratoria a Ceuta

The article outlines how disinformation and manipulative videos, including those created by artificial intelligence, contributed to mass migration from Morocco to the Spanish Ceuta, and how European fact-checking portals are uncovering false information that triggered panic and concerns, while the migration situation was quickly stabilized without major consequences for the EU. (translated)

Ceuta jako příležitost rozeštvat Evropu. Některá manipulační videa vytvořila AI
Jaf 3w

⚠️🇲🇦 Le Maroc fait désormais face à des vagues de désinformation sans précédent dans son histoire. J’appelais déjà @MarocDiplomatie il y a plusieurs mois à ouvrir un compte officiel de fact-checking (après les décisions de la CAF) Aujourd’hui, on est passé de fake news provenant essentiellement du continent africain et centrées sur l’organisation d’une CAN, à des campagnes gigantesques de désinformation, cette fois à l’échelle internationale. Et la portée, ainsi que la fréquence de ces campagnes -on le prédisait déjà il y a deux ans- vont exploser d’ici la Coupe du monde 2030. Malheureusement, force est de constater qu’on est complètement à la ramasse en matière de communication. Que ce soit @MarocDiplomatie, nos médias officiels, @2MInteractive et les autres, désolé, mais vous n’êtes pas outillés aujourd’hui pour faire face à ces vagues de désinformation visant notre pays. Il faut moderniser votre communication, comprendre que la bataille se joue en 2026 sur les réseaux sociaux, pas au JT de 21 h. Il faut être plus réactifs, agir plutôt que réagir, et arrêter d’arriver avec 5 jours de retard à chaque crise. Il faut se réveiller, et vite, car c’est à vous de faire face à ces fake news, pas à de simples citoyens bénévoles. #Désinformation #Maroc #FactChecking

Oggi, attraverso il mio legale di fiducia, l’avvocato Carlo Alberto Zaina, ho depositato presso il tribunale di Belluno querela contro la testata OPEN e il signor Enrico Mentana (in quanto direttore responsabile della stessa), con l’accusa di DIFFAMAZIONE AGGRAVATA ai danni del sottoscritto, per aver oscurato il mio recente video dal titolo “Ceuta: chi c’è dietro l’emergenza migranti?” apponendo la dicitura “Informazione false” sopra lo stesso (sulle piattaforme Facebook e Instagram). È mia intenzione inoltre, una volta ottenuta l’auspicata condanna, inoltrare la documentazione a META richiedendo di sospendere la collaborazione di fact-checking vista l’evidente inadempienza, parzialità e faziosità dello staff di OPEN. Infine, chiederò all’Ordine dei Giornalisti di aprire un procedimento disciplinare, sempre nei confronti della redazione di OPEN e del suo direttore responsabile, valutando provvedimenti per l’inaccettabile censura e diffamazione che ho subito. Vi terrò aggiornati. Non si molla un cazzo! #Diffamazione #LibertàDiStampa #Giustizia

Onet.pl 3w

The Spanish fact-checking service Maldita has uncovered over a thousand YouTube accounts that spread medical misinformation in more than 30 languages, including several channels in Polish, with these profiles, often featuring AI-generated avatars, promoting false health data and warning patients against consulting a doctor for high blood pressure. (translated)

Fałszywi lekarze w polskiej sieci. Zagrażają zdrowiu pacjentów

I wonder if the mere existence of current AI is forcing scholars to be more exacting in actually checking references, since a flawed reference now looks like professionally embarrassing sloppy AI use. #AI #AcademicIntegrity #ReferenceChecking #Nocountrycodesfound.

What’s at stake here is not the future of the Democrats but of democracy itself. A midterm change in control of the House is the absolute minimum needed to start checking—if not actually reversing—the unprecedented erosion of liberal democracy under Trump https://t.co/3vZAIVj3Jo #Democracy #Midterms #Vote2024 #US

🚨🎥 FACT-CHECKING : Contrairement aux affirmations relayées par de nombreux comptes d’extrême-gauche, il y a bien eu PLUSIEURS jets de projectiles en direction de la DJ Barbara Butch. L’analyse image par image de la vidéo publiée par @le_Parisien permet d’identifier au moins 4 projectiles distincts lancés vers la scène. Le premier projectile semble, au vu du bruit de l’impact, être compatible avec une bouteille en verre, ce qui est cohérent avec les déclarations de la municipalité de Grenoble, qui a évoqué des « jets de bouteilles en verre » visant délibérément la scène. Et ce n’est que ce qui a pu être filmé sur ces séquences vidéo, d’autres témoignages font également état de jets de graviers en direction de la scène et des platines. ➡️ « Il n’y a eu aucun projectile » 🤡 ➡️ « Montrez les vidéos ! » 🤡 ➡️ « Il y a eu qu'un seul projectile, mais c’était du plastique » 🤡 ➡️ « Bon… il y en a plusieurs, mais lancés par des militants pro-israéliens » 🤡 ➡️ « Et puis de toute façon, les projectiles n'ont pas touché la génocidaire » 🤡 #FactChecking #Grenoble #FakeNews

Trocha fact-checkingu. Meltingpot na Colours je diskuzní fórum, není to koncert. Diskutující tam nechodí jak se jim zlíbí, ale dostávají pozvánku. A když se zrovna točí speciální vydání pořadu Host Radiožurnálu, tak diskusi vede moderátor, host odpovídá. Fyi @borisstastny #factchecking #diskuze #Colours

Titulares 21 de julio, 2026 El Centro Democrático se une al Pacto histórico para darle un golpe político a Abelardo de la Espriella y gana puja por la presidencia del Congreso Honorio Henríquez, senador uribista, se impuso al candidato del gobierno electo, Alfredo Deluque. Nicolás Barguil, ganó la Cámara. 'Fact-Checking': el presidente Gustavo Petro niega crisis en seguridad, pero las cifras oficiales lo contradicen Detalles en #VelezPorLaManana por @YouTube Suscríbete y comparte https://t.co/hoLADXBfKa #PolíticaColombiana #Congreso #Elecciones2026

Journalists in Gaza 🇵🇸 provide critical, lifesaving information. Through the Gaza Digital Voices initiative, supported by @UNESCO's MDP, young media workers gain skills in mobile journalism, professional standards, and fact-checking. @UNESCO_Ramallah https://t.co/uTFZbdHkSi #GazaJournalism #MediaFreedom #FactChecking #PS

La première fois que j’ai vu apparaître les fact-checkers, c’était après le 11 Septembre. Leur rôle semblait alors simple et plutôt sain : démonter les photomontages grossiers, les fausses citations, les histoires de missile sur le Pentagone et les théories les plus extravagantes. Sur le principe, rien de choquant. Je m’étais pourtant immédiatement interrogé sur le caractère contre-productif de la méthode. C’est précisément par les articles et les émissions censés réfuter ces récits que j’ai découvert l’existence de la plupart des « versions alternatives » des attentats. Internet était alors beaucoup moins développé qu’aujourd’hui : sans cette publicité offerte par les grands médias, nombre de ces théories seraient probablement restées confinées à quelques forums obscurs. Le fact-checking prétendait éteindre une rumeur, mais commençait souvent par lui donner un nom, une audience et une importance qu’elle n’avait pas. Le rôle des médias était d’autant plus paradoxal qu’ils avaient eux-mêmes entretenu pendant des années tout un imaginaire du secret et du soupçon. Sur RMC et ailleurs, les pyramides, les Templiers, les civilisations disparues, les sociétés secrètes, les prophéties et les mystères de l’Histoire fournissaient des heures de programmes. Tant que le complotisme faisait de l’audience et restait cantonné aux tombeaux égyptiens, il était un divertissement. Il ne devenait soudain dangereux que lorsqu’il quittait les Templiers pour s’intéresser au pouvoir contemporain. Les médias jouaient donc sur les deux tableaux : ils popularisaient le goût des vérités cachées, puis se présentaient comme les seuls arbitres légitimes du doute. Ils choisissaient généralement la théorie la plus grotesque, lui offraient une exposition nationale, la réfutaient sans difficulté, puis utilisaient cette victoire facile pour disqualifier en bloc des interrogations parfois beaucoup plus sérieuses. Mais le véritable changement d’échelle intervient après l’élection de Donald Trump en 2016. Sa victoire est vécue par une grande partie des médias comme un accident inexplicable. Plutôt que d’interroger leur perte d’influence, leur homogénéité idéologique ou leur incapacité à comprendre une partie de la population, ils trouvent une explication plus confortable : les électeurs auraient été trompés par Internet, Facebook, les Russes et les « fake news ». Le fact-checking cesse alors d’être un outil journalistique parmi d’autres. Il devient une réponse politique à un scrutin jugé incompréhensible. Il ne s’agit plus seulement de corriger une fausse citation, mais de comprendre comment les électeurs ont pu « mal voter », puis de construire les outils censés empêcher que cela se reproduise. Les cellules de vérification se multiplient. Les déclarations politiques sont découpées, notées et classées. Puis on ne juge plus seulement les informations, mais les médias eux-mêmes. Avec le Décodex, un grand journal ne se contente plus de vérifier un fait : il distribue des certificats de fiabilité à ses concurrents. Le fact-checker n’est plus seulement un journaliste corrigeant une erreur ; il devient une agence de notation idéologique. L’étape suivante consiste à travailler directement avec les plateformes. Les verdicts peuvent désormais entraîner avertissements, limitation du partage, réduction de visibilité ou suppression. Une erreur journalistique n’est plus seulement publiée dans un article : elle peut produire immédiatement une sanction technique. Or les erreurs et les emballements s’accumulent. Des hypothèses encore discutées sont présentées comme définitivement fausses avant de redevenir recevables. L’hypothèse d’une fuite de laboratoire pour le Covid est confondue avec les théories les plus extravagantes. L’affaire de l’ordinateur de Hunter Biden est traitée dans l’urgence comme une possible opération de désinformation, au moment même où sa diffusion est limitée. Les rectifications arrivent plus tard, discrètement, lorsque l’élection ou la polémique est terminée. À cela s’ajoute une sélection de plus en plus visible. Certaines approximations sont traquées pendant plusieurs jours ; d’autres deviennent une maladresse, du second degré ou une phrase sortie de son contexte. Le fact-checking prétend vérifier des faits objectifs, mais choisit lui-même les sujets, les formulations et le degré d’indulgence accordé à chacun. Surtout, il continue à servir de caisse de résonance à ceux qu’il veut marginaliser. Une publication confidentielle peut devenir un sujet national après sa reprise par Les Décodeurs, l’AFP ou CheckNews. Le « débunkage » reproduit le message, l’image, le raisonnement et le nom de son auteur. Même lorsqu’elle est juste, la correction fait connaître ce qu’elle prétend neutraliser. Restait alors le problème le plus embarrassant : que faire de ceux qui ne diffusent pas de fausses informations ? Les extraits de Samuel Laurent consacrés à Fdesouche sont à ce titre révélateurs. Il reconnaît que le site reprend principalement des informations publiées par des médias fiables. Le reproche ne porte donc plus sur la fausseté des faits, mais sur leur sélection, leur accumulation, leur « ratio » et l’intention politique supposée de celui qui les rassemble. Les informations sont vraies, mais leur répétition fabriquerait un récit jugé malhonnête. À partir de là, le fact-checking change totalement de nature. Puisqu’on ne peut plus réfuter les faits, on juge leur dosage. Puisqu’on ne peut plus dénoncer le mensonge, on examine le cadrage, l’intention et l’effet produit sur le lecteur. C’est ainsi que l’on passe de la « fake news » à la « malinformation », puis aux contenus « borderline », aux « zones grises de l’information » et enfin aux « ingérences intérieures ». Le vocabulaire s’élargit à mesure que le domaine du faux se révèle trop étroit. Une information peut désormais devenir suspecte sans être inexacte, simplement parce qu’elle alimente le mauvais récit, insiste sur les mauvais faits ou produit le mauvais effet politique. L’évolution est parfaitement cohérente. Le fact-checking avait commencé par demander si une photographie était truquée. Après Trump, il a voulu comprendre pourquoi les électeurs n’avaient pas voté comme prévu. Il finit aujourd’hui par se demander si les citoyens ne voient pas trop souvent des photographies authentiques de la même réalité. #FactChecking #MediaCritique #FakeNews

Caspar Jans Jul 16

First post, checking out this new platform. It would be awesome if we could indeed keep it authentic, AI-generate sales pitch free and without so-called influencers. I'm a Dutch BPM (that is business process management) professional, more importantly a father of three teenagers and husband to a wonderful lady (our 25 yrs anniversary is coming up)... Love to write about a lot of things: BPM (of course), basketball, hip hop music, common sense (and who the world is running out of it) and whatever else is interesting... Nice to e-meet you all!!!

Tout l’écosystème de la censure repose sur une cinquantaine de stipendiés que l’on retrouve dans les mêmes rapports, colloques et financements. Ils ont l’argent, les institutions, les médias et les soutiens prestigieux, mais chaque opération finit en fiasco : Fonds Marianne épinglé par le Sénat, Décodex contraint de reconnaître ses erreurs et de revoir sa copie, EU DisinfoLab sanctionné pour profilage politique, loi Avia censurée par le Conseil constitutionnel. Même Meta a fini par abandonner son programme américain de fact-checking par des tiers. Aujourd’hui, leur projet d’« ingérence intérieure » est éventé avant même sa mise en place. Ces chasseurs de fake news ne savent ni convaincre ni vérifier durablement : ils recyclent donc chacun de leurs échecs en prétexte pour réclamer davantage d’argent, de surveillance et de censure. #Censure #FakeNews #LibertéDExpression