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#Cooperativa

☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental

Pri 4d

Lindbergh Farias destinou R$ 1,7 milhão em emendas para bases eleitorais de Gleisi Hoffmann Os recursos foram destinados a três cooperativas ligadas ao MST no Paraná. As entidades beneficiadas são base política de Gleisi. 🤡 https://t.co/PBEnUAhB8W #Política #MST #GleisiHoffmann

O artigo discute a crise hídrica em Almada como um exemplo das falhas na governança da água em Portugal, sublinhando que a gestão desse recurso comum requer uma abordagem multinível e cooperativa, além de questionar a eficácia da administração municipal isolada no contexto das alterações climáticas e da integridade das bacias hidrográficas. #Água #Governança #Sustentabilidade

Almada: o primeiro aviso sobre quem governa a água

Pete Hegseth propone un'iniziativa per screening annuali dei livelli di testosterone tra i militari, sostenendo che ciò migliorerà l'efficacia dell'esercito, ma il dibattito si concentra sul rischio di glorificare la virilità e l'aggressività, invertendo i progressi evolutivi che hanno portato a una società più equa e cooperativa. #Testosterone #Esercito #PeteHegseth

Pete Hegseth vuole militari ‘ad alto testosterone’: l’opposto di come si è evoluto l’uomo

☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase! Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume. ➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política. É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade. Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado. Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa. ⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto. O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado. ➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️ Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado. Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸 o dono da cooperativa Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado. fotografia in Expresso [Estela Silva] #Educação #Mudança #Tecnologia

Nealinierea cooperativă înseamnă mai întâi să discutăm cu cei cu care nu discutăm şi să refuzăm în mod absolut politica confruntării violente cu China, ceea ce înseamnă să intrăm într-o politică de cooperare consolidată cu această ţară

Un candidat la alegerile prezidențiale pledează pentru ieşirea Franţei din NATO şi consolidarea cooperării cu China
www.digi24.ro
Digi24 3w

Jean-Luc Mélenchon, candidatul Partidului La France Insoumise, a declarat că susține ieșirea Franței din NATO și o cooperare mai strânsă cu China, pledând pentru o politică de nealiniere cooperativă care să evite confruntările cu puteri globale precum SUA. #Franța #NATO #China

Un candidat la alegerile prezidențiale pledează pentru ieşirea Franţei din NATO şi consolidarea cooperării cu China

Nealinierea cooperativă înseamnă mai întâi să discutăm cu cei cu care nu discutăm şi să refuzăm în mod absolut politica confruntării violente cu China, ceea ce înseamnă să intrăm într-o politică de cooperare consolidată cu această ţară

Promisiunile unui prezidențiabil francez: Franța va ieși din NATO, va coopera cu Rusia și China: ”A început declinul SUA”.
stirileprotv.ro

Jean-Luc Mélenchon, candidatul radical al stângii pentru președinția Franței, propune retragerea țării din NATO, cooperarea strânsă cu Rusia și China și o politică de nealiniere cooperativă într-un context de considerat declinul influenței Statelor Unite pe scena mondială. #Franța #NATO #cooperare

Promisiunile unui prezidențiabil francez: Franța va ieși din NATO, va coopera cu Rusia și China: ”A început declinul SUA”.

🚨O secretário de estado americano, Marco Rubio, enviou uma carta ao senador Flávio Bolsonaro em relação ao pedido de Flávio para adiar a aplicação de tarifas contra o Brasil. Marco Rubio reforçou a posição americana da investigação feita no âmbito da seção 301 e diz que as partes brasileiras interessadas devem comparecer a audiência em Washington em 6 de julho para apresentar seus comentários sobre o tema. Eis a íntegra da carta de Rubio a Flávio: “O SECRETÁRIO DE ESTADO
WASHINGTON 23 de junho de 2026 O Honorável
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil
 Prezado Senador Bolsonaro: Agradeço pela sua carta e pela sua recente visita a Washington. Compartilho da sua convicção de que a amizade duradoura entre os Estados Unidos e o Brasil deve continuar ancorada em valores compartilhados, respeito mútuo e uma visão unificada para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental. Agradeço profundamente pelo seu apoio à nossa decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras, nos termos da legislação dos Estados Unidos. Os Estados Unidos reconhecem que a violência e as sofisticadas redes criminosas dessas facções ameaçam a segurança de cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado. Ao atingir suas redes financeiras, de drogas e de armas, estamos tomando medidas decisivas para proteger tanto o povo brasileiro quanto o americano do crime organizado transnacional. Como você observou, o Representante Comercial dos Estados Unidos, Embaixador Jamieson Greer, anunciou em 1º de junho de 2026 sua determinação de que certos atos, políticas e práticas do Brasil são injustos ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos. Ele propôs uma ação responsiva para comentários públicos. Essa determinação e a ação responsiva proposta decorrem de uma investigação iniciada em julho de 2025, por determinação específica do Presidente Trump. O Embaixador Greer deixou claro que continuamos a ter diferenças substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação. Elas se referem ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, aplicação da lei contra a corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de comentários públicos sobre a ação responsiva proposta e da audiência pública que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos realizará em 6 de julho de 2026. O período de comentários públicos permanece aberto até 1º de julho de 2026. As solicitações para comparecer à audiência devem ser enviadas até 22 de junho de 2026. Os Estados Unidos mantêm firme o desejo de ver um Brasil próspero, seguro e economicamente estável. Observamos seu otimismo em relação às próximas eleições de outubro e sua generosa oferta de colocar uma equipe de transição à nossa disposição, caso seja eleito. Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar de forma cooperativa com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro na busca de um amplo, justo e mutuamente benéfico arcabouço de comércio e investimentos. Aguardo com expectativa o nosso diálogo contínuo e o aprofundamento da parceria estratégica entre nossas duas grandes nações. Que Deus abençoe os Estados Unidos e o Brasil. Atenciosamente, Marco Rubio
Secretário de Estado” #Comércio #RelaçõesInternacionais #Diplomacia

Lula 4w

Em Ponta Porã (MS), anunciamos nesta tarde uma série de ações para fortalecer a agricultura familiar e avançar com a reforma agrária. 1️⃣ Entregamos 1.390 títulos de propriedade para famílias assentadas em uma região que produz grãos, frutas, leite, hortaliças e trabalha a criação de pequenos animais. O documento definitivo da terra significa tranquilidade para investir, produzir mais e acessar linhas de crédito. 2️⃣ Anunciamos R$ 20 milhões para modernizar cooperativas, melhorar o armazenamento de grãos, reduzir perdas e impulsionar o desenvolvimento sustentável. 3️⃣ Assinamos novos contratos do Programa de Aquisição de Alimentos, que permite comprar direto dos pequenos produtores alimentos orgânicos e saudáveis para usar na merenda escolar, em cozinhas solidárias, hospitais públicos e projetos sociais. 4️⃣ Mais de R$ 8 milhões foram liberados em crédito para melhoria de moradias e apoio aos assentados. 5️⃣ Acordo que transforma grandes dívidas de impostos de empresas com a União em terras para reforma agrária. São mais de 72 mil hectares (área equivalente a 100 mil campos de futebol) destinados para assentar mais de 5,7 mil famílias. Garantir terra, crédito e estrutura para a agricultura familiar é gerar renda no campo e comida barata e de qualidade na cidade. Cuidar de quem coloca o alimento na mesa do povo brasileiro é prioridade do Governo do Brasil. 📸 @ricardostuckert #AgriculturaFamiliar #ReformaAgrária #DesenvolvimentoSustentável

No es tan complicado de analizar. EEUU e israel iniciaron los ataques del 28 de febrero con tres objetivos: cambiar el régimen en Irán y acabar con su programa nuclear y de misiles. Ninguno fue logrado y a EEUU se le sumó abrir el paso por Omuz. 107 días después el gran logro es reabir lo que antes estaba abierto, conversar sobre el tema nuclear con un régimen que sobrevivió y el tema misilístico quedará fuera de la agenda Ahora Trump copia la paz de Obama con Irán, pero sin el respaldo de Rusia, China, Alemania, Gran Bretaña y Francia que eran parte del JCPOA, al que renunció porque "no inlcuía el tema misilístico" iraní. Y tenía el monitoreo de la OIEA, expulsada de Irán en julio del año pasado por los ataques que ordenó la Casa Blanca el mes anterior. Ahora todo dependerá de confiar en quienes iniciaron el ciclo de enriquecimiento de uranio a nivel militar tras la salida de EEUU de la JCPOA en 2018. En el medio de tantas vueltas, se elevó el precio del Brent de U$S 67 hasta tocar los U$S 115 y ahora, luego de generarse un daño a la infraestructura regional y la oferta que va a demandar un semestre en recuperar el equilibrio, sigue en U$S 80, por encima del de preguerra. Las reservas estratégicas se vaciaron como en la crisis de 2022. La certeza de que Trump ya se resignó a buscar la salida rápida y evitar usar sus recursos militares ayuda a explicar una baja tan abrupta. Y entretanto EEUU gastó parte importante de su arsenal antiaéreo y de ataque, ademas de aviones, helicópteros, radares y mas de una docena de vidas sin poder defender con eficacia a sus aliados en el Golfo. Y perdió el apoyo del resto del bloque occidental obsesionado con ser el líder de una estructura que por definición es cooperativa. Irán está devastado, decir que ganó es engañoso, pero sentó un precedente, demostró que puede hacer un desastre regional y que no necesita atacar nuevamente. El solo ser considerado un estado "susceptible" le ahorra tener que explicar su influencia regional pese a haber perdido su ejército convencional. Y aspira a recuperar el capital embargado y unos U$S 300.000 millones por la caída de las sanciones. Es un PBI completo. Iran hizo el camino opuesto a lo que logró Trump. El jefe de la fuerza militar mas poderosa del mundo no logró traducirla en logros políticos. Europa, acusada de no tener coraje para involucrarse directamente contra Rusia, sonríe al ver que su otrora aliado y ahora crítico extremo tampoco quiere meterse en el barro contra los iraníes. El daño a su capacidad de disuasión es extensa y se potencia por su obsesión por demoler la cooperación con sus aliados tradicionales, que incluyen a Europa, Canadá y ahora a Israel Trump logró decepcionar a todos los líderes relevantes o provocar la idea de traición. A todos, menos a Putin Y traicionar a Netanyahu cediendo ante Irán es darle una estocada de muerte prematura a su estrategia de huida de la crisis. Israel no olvida ni especula porque se sabe en una instancia de supervivencia. ¿Que aliado le queda sin ofender al presidente de EEUU? Solo un par de mandatarios peso pluma. Trump debería leer el libro The Art of Deal para entender en dónde falla su estrategia. #Irán #EEUU #geopolítica

✯🌈☭🚩 Certamente não vos terá escapado o orgasmo coletivo com que a esquerdalha em peso se divertiu à grande a dar bom uso à fortuna do Musk. Foi quase pornográfico vê-los arregaçar a pila uns aos outros até atingirem o climax. Pois é, a esquerdalha descobriu esta semana que Elon Musk tem dinheiro a mais. Um horror. Um homem que construiu carros elétricos, foguetões reutilizáveis, satélites, internet em zonas remotas e meia dúzia de empresas que empregam gente real de carne e osso passou a valer uma obscenidade em bolsa. Resultado, uma assembleia geral da inveja. Vieram todos com a mesma cassete, o mesmo sermão de sacristia progressista; taxem-no que ninguém merece ter tanto. Houve até um palerma que se dedicou a fazer conta a quantos milhões de anos seriam necessários com o SMN para chegar lá. ⚠️E depois há o Soros. Com ele já não há histeria. Já não há punho cerrado (e não serrado como já me aconteceu!). O homem fez fortuna no sítio que a esquerdalha diz odiar mai que tudo; nos mercados financeiros, na especulação, na jogatana da bolsa nessa coisa satânica onde vivem os vampiros do capitalismo. Mas como o dinheiro depois escorre para as causas certas, pelas torneiras certas, incluindo também no pacote os bolsos certos, a especulação passa a filantropia. É bonito, não é camaradas? O Musk mete foguetões no espaço e leva porrada. O Soros mete dinheiro numa rede global de fundações, ONG, causas políticas, media, ativismo jurídico e engenharia social fina, e recebe vénias. Um produz tecnologia, outro produz influência. Um vende carros, satélites e lançamentos espaciais; o outro financia o ecossistema ideológico que depois aparece nas televisões a explicar-nos, o que é decente, democrático e aceitável pensar, e que muitos conhecerão vulgarmente como jornalixo. ➡️➡️Quando o bilionário financia o lado errado, é oligarca. Quando financia o lado certo, é filantropo. Quando compra uma rede social, ameaça a democracia. Quando financia redes inteiras de pressão política e cultural, fortalece a sociedade civil. A esquerdalha não odeia os ricos. Odeia os ricos que não lhes pagam o dízimo ideológico para comerem o caviar que tanto apreciam.⬅️⬅️ Tenho dito. o dono da cooperativa nota: já tinha feito uma thread sobre isto, vou ver se a encontro e ponho nos comentários. #ElonMusk #Economia #Filantropia

A cooperative creates an app to facilitate the regularization of migrants: "It's what the government should do." (translated)

eldiario.es Jun 13

Una cooperativa catalana ha desarrollado una aplicación gratuita llamada Integra para facilitar la regularización de migrantes, optimizando el proceso burocrático al ofrecer información sobre los documentos necesarios y cumplimentar formularios automáticamente, algo que se considera que debería haber hecho el Gobierno ante la confusión y desbordamiento que enfrentaron los solicitantes. #Migrantes #Regularización #Cooperativas

Una cooperativa crea una app para facilitar la regularización de migrantes: “Es lo que debería hacer el Gobierno”

☢️Reflexão da Cooperativa: shame on you RTP🤡 A RTP conseguiu fazer da economia portuguesa uma espécie de aula de matemática dada com régua partida. O Banco de Portugal fala da aproximação do salário mínimo ao salário mediano; a RTP das Marrafas acha que é igual ao salário médio. Até parece coisa para simplificar a inguagem, mas não. É a diferença entre perceber o país e vender nevoeiro ao povo escudada no serviço público. É gravíssimo. ➡️➡️Eu explico. O salário médio é uma conta de merceeiro simples, soma-se tudo e divide-se por todos. Sabem aquilo do frango, o socialista come um, tu nenhum, em média o socialista e tu comeram meio frango. O salário mediano é outra coisa, é o trabalhador que está exatamente a meio da fila. Metade ganha mais, metade ganha menos. É com o salário mediano que se percebe a carne viva deste país. E o que o Banco de Portugal está a dizer é simples, o salário mínimo já está perigosamente encostado ao salário do meio. Entenda-se, estamos a construir uma economia onde subir na vida compensa cada vez menos. O trabalhador que estudou mais, nadou na m@rda e chegou à tona, aprendeu a fazer coisas que outros não fazem e produz mais valor olha para baixo e vê o salário mínimo a subir-lhe pela perna acima, tipo inundação de cave. Não é solidariedade camaradas, é infiltração. Os socialistas aparecem de braçadeiras a anunciar justiça social, mas não é. Eu explico. ⚠️Claro que aumentar salários baixos parece sempre bonito. Quem é que é contra alguém ganhar mais? Só um monstro, fãncista, de extrema-direita, cheio de discurso de ódio. Certo? Epá, não. O problema é que a economia não vive das boas intenções do Raimundo e companhia. Vive de produtividade, mérito, escala, investimento, responsabilidade e diferenciação. Quando o salário mínimo sobe por decreto acima da capacidade real da economia, não nasce riqueza. Nasce compressão. O chão sobe, mas o teto não acompanha. Resultado: o quarto fica mais baixo para todos. Dentro de uma empresa, isto é veneno de efeito retardado, mas fatal, sem antídoto. O tipo que faz o mínimo obrigatório vê o seu salário subir porque o Estado mandou. O que trabalha melhor, resolve problemas, vende, segura clientes, e carrega a casa às costas fica a ver a diferença a encolher. O que o patrão tem de pagar a mais aos medíocres por lei, é o que sobre de menos para premiar os melhores. É a lógica socialista no seu melhor, portanto, entenda-se no seu pior. Não criar mais degraus para as pessoas subirem, mas serrar os degraus que ainda existem para ninguém parecer estar demasiado alto. Chama-se redução da desigualdade; na prática, muitas vezes, é uma mera redução da ambição. O socialismo adora uma boa sociedade plana. ➡️➡️Não por justiça, mas porque a planície é mais fácil de governar. Pessoas sem grande diferença entre esforço e recompensa tornam-se dependentes da próxima decisão política, do próximo aumento administrativo, da próxima esmola com carimbo de progresso.⬅️⬅️ Isto lembra-me muito aquele velho exemplo da turma em que se decide dar a todos a nota do melhor aluno. No primeiro dia, os piores celebram, os medianos respiram de alívio e o melhor aluno ainda acredita que aquilo é só uma experiência pedagógica parva. Na segunda ronda, o melhor aluno estuda menos. Na terceira, os medianos percebem que também não vale a pena. Na quarta, já ninguém quer saber. A média da turma não sobe; desce a exigência. O professor fica muito satisfeito porque acabou com a desigualdade nas notas. Mas também acabou com o incentivo para aprender. Nos salários é igual. Se o trabalhador menos produtivo é empurrado para perto do trabalhador mediano por decreto, passa a haver uma distorção. Ou sobem os preços, ou esmagam margens, ou congelam carreiras, ou contratam menos, ou deixam de diferenciar quem merece. O mérito passa a ser redistribuído, não pela criação de valor, mas pela compressão administrativa da tabela salarial. ⚠️Camaradas, durante anos vendeu-se a fantasia de que bastava aumentar o mínimo para enriquecer o país. É o truque do ilusionista pobre, o salário mínimo sobe, a mediana fica logo ali pertinho, a classe média leva com mais uma pazada de cal em cima e o regime proclama vitória porque reduziu a distância entre pobres e remediados. Também podemos achar que é melhor assim porque somos todos medíocres e não merecemos mais, mas prefiro não acreditar nesta teoria. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Economia #Salário #JustiçaSocial

✯🌈☭🚩 50 mil a desfilar pelo direito a levar no pacote. Isto é muito mais gente do que aquela que se juntou na passada quarta dia 3 para se manifestar contra o pacote. Os de quarta, esta nova minoria oprimida que são os sindicalistas, diziam que o governo lhes queria ir ao pacote, e a ideia não lhes agradava assim tanto. Já os de ontem, os LGBTetc+, é precisamente o contrário. Não era de juntar tudo?🥸 Sim, tudo. Gays, lésbicas, trans, queer, não-binários, binários arrependidos, sindicalistas, reformados do plenário, funcionários públicos em alerta vermelho, professores indignados com a reposição dos anos de carreira pelo governo AD mas sem majoração ou juros de mora, e também aquela subespécie muito portuguesa que vive há 40 anos em permanente estado de direitos ameaçados Chamavamos-lhe a grande marcha nacional do pacote. Uns pelo direito a levar no pacote; outros pelo direito a não levar no pacote; todos, no fundo, unidos pela mesma paixão portuguesa de explicar ao país que pertencem a uma minoria oprimida enquanto atravessam Lisboa com megafone, apoio institucional, financiamento e cobertura mediática, além de um estatudo moral superior aos restantes de nós, reduzidos a labregos, confinados à insignificância da banalidade. Mas servimos ainda assim para pagar a fatura. Bom, adiante! Os sindicalistas também são uma minoria. Uma minoria conservadora, claro, mas minoria. Conservadora no sentido mais puro da palavra, de conservar tudo, até o pó. Não querem revolução nenhuma; querem é que nada se mexa, que nada respire, que nada se adapte, que o código do trabalho continue com aquele cheiro a gaveta fechada e conquistas guardadas em naftalina. São, por assim dizer, os últimos tradicionalistas do pacote. Os outros celebram a diversidade; eles celebram a imobilidade. Uns querem inclusão; eles querem manutenção. Uns pedem reconhecimento; eles pedem reposição. ➡️➡️Ora se a sigla LGBTetc+ já é hoje um saco de gatos onde cabe quase tudo, por que carga de água não hão de caber também os sindicalistas? Falta ali uma letra. O S. De Sindicalista.. A partir daí ficávamos todos mais honestos. LGBTetc+S. Parece complicado, mas não é, e assim, já parecem todos mais! O problema? Direitos para isto, direitos para aquilo, direitos para o lado, direitos para dentro, direitos com comissão, direitos com observatório, direitos com marcha, direitos com manifesto e, já agora, direitos com uma senhora séria a dizer na televisão que estamos perante um retrocesso civilizacional. Há sempre um retrocesso civilizacional em Portugal. Nunca é uma alteração legislativa, nunca é uma discussão técnica, nunca é uma nuance. É sempre o colapso da democracia e o fim da República. Sempre. Depois, para dar volume à coisa, arrastam as mulheres para todas as procissões. As mulheres, coitadas, que são a maioria da população, passam a vida a ser chamadas para engrossar o capítulo das minorias, como se fossem uma nota de rodapé, mas com útero. Não são minoria nenhuma; são maioria. Maioria estatística, social, eleitoral, familiar, cultural, sentimental e, em muitos casos, a única razão pela qual metade dos homens ainda aparece vestido em público sem parecer ter saído de uma garagem qualquer. Mas dá jeito. Fica bem. "Mulheres e minorias" tem peso, tem som, tem aquele suporte de causa inatacável. No fundo camaradas, a esquerda descobriu uma cena genial, quando não tens povo suficiente, constróis comunidades. Quando a classe trabalhadora deixa de atender o telefone, inventas uma coligação de sensibilidades. Quando a greve já não enche a avenida, vais buscar a marcha, colas-lhe direitos, juntas mulheres, minorias, precarizados, ansiosos, ofendidos, sindicalistas e maia dúzia doutorados em estudos de opressão performativa. Sai tudo no mesmo molho. É no fundo o grande cozido à portuguesa do queixume organizado.🥸 Talvez fosse mais útil falar de respeito. De ética. De responsabilidade. De deveres, essa palavra obscena que em Portugal só se usa quando é para mandar os outros pagar impostos. Mas não. O negócio está montado na divisão. Cada grupo na sua trincheira, cada trincheira com o seu cartaz, cada cartaz com os seus direitos gravados em pedra. ⚠️Respeito? Só para alguns. Ética? Depende da causa. O resto da sociedade, nós, os labregos sem bandeira, sem sigla, é levar no pacote e aguentar, quer gostemos, quer não. Ah, sim, e bater palminhas enquanto baixamos a cabeça e sentimos culpa, muita culpa. Bom domingo a todes. o dono da cooperativa #DireitosHumanos #Diversidade #Solidariedade

☢️ Reflexão da Cooperativa: e agora Henri, como vai ser para lá do teu silêncio?💔 Esta é a dor que não se explica. Fica para sempre, dentro de portas, nas paredes, nas coisitas do Henri absurdamente intactas, no quarto que continua a parecer quarto mas já é museu. A cama feita, a roupa guardada, fotografias onde ainda há futuro, vídeos com sorriso, mensagens que ficaram presas no passado. Tudo continua ali, insolentemente normal, enquanto o mundo contunua a rodopiar. O Henri era um filho, um irmão, uma vida inteira ainda por gastar. Tinha manhãs por viver, amores por encontrar, erros por cometer, conversas por ter, viagens por fazer, aniversários com velas para soprar, gargalhadas por dar sem saber que alguém, um dia, daria tudo para voltar a ouvi-las mais uma vez. Levava dentro dele essa coisa que todos temos, chama-se fututo. O dele, foi roubado. ⚠️Há uma culpa com rosto, faca e condenação. Ok. Há outra culpa, mais funda, muito mais viscosa, cobarde, escondida. A culpa do Estado. A culpa da autoridade. A culpa daqueles que chegaram investidos do dever de proteger e diante de um miúdo a afogar-se no seu próprio sangue, escolheram antes o reflexo do que está escrito no manual, seguiram a diretriz contra a racionalidade dos factos. É difícil escrever isto sem sentir um vómito profundo. ➡️➡️Um filho de alguém no chão. Ferido. A morrer. A dizer que tinha sido esfaqueado. A lutar por ar, por segundos, por uma hipótese mínima de continuar neste mundo. A resposta? Algemar o rapaz que sangra. Algemar a vítima enquanto a vida lhe foge. Duvidar, não ver. Fazer do filho de alguém,moribundo, um mero risco administrativo.⬅️⬅️ E porquê? Porque a máquina, foi dobrada às palavras sagradas do nosso tempo, do fantasma de uma acusação de racismo, muito mais do que o sangue que escorre no chão. Por isso o tema não é apenas o luto, é muito mais do que isso, é estar perante o inaceitável. Uma família até pode tentar compreender o mal absoluto de um criminoso. Não aceitar, nunca. Mas compreender que há homens capazes de matar. O que uma mãe ou pai não consegue integrar dentro de si é a hipótese do Estado, que promete ordem, justiça e segurança, ter estado ali para carimbar a morte. Este é pois o crime que continua depois do crime. Não há sociedade decente que passe por cima disto sem se olhar ao espelho. Pode haver condenação, investigação ou umas palavras ocas do Starmer. Nada disso vai devover quele minuto perdido. Nada vai devolver o ar que faltou ao puto. O assassino vai cumprir pena. Mas a falha do Estado continua cá fora, protegida pelo nevoeiro. O assassino teve a sentença. A máquina, na melhor das hipóteses, uns relatórios. E entre uma coisa e outra fica uma família inteira, condenada a viver num mundo onde o filho já não entra nas contas da matemática do amanhã. Visto o vídeo deste tweet todo? Não é só uma bela montagem. São os restos luminosos de uma vida roubada. Antes do sangue, havia vida. Antes do Estado falhar, havia uma família que acreditava, como todos acreditamos até sermos destruídos, que a autoridade existe para nos proteger primeiro e explicar depois. Esse pacto foi quebrado para os britânicos. Não basta ao Estado dizer que se lamenta muito. Tem de carregar a vergonha. Tem de sentir o peso moral daquilo que aconteceu. Esta é uma morte sem perdão possível. A minha lágrima por ti, pelos teus, Henri. o dono da cooperativa #Justiça #Luto #DireitosHumanos

eldiario.es Jun 2

El Ayuntamiento de Madrid vendió parcelas públicas para la construcción de viviendas destinadas al alquiler asequible, pero la cooperativa que las adquirió ahora está ofreciendo pisos a precios elevados, permitiendo que los compradores se alquilen a sí mismos, lo que contradice las condiciones iniciales del concurso municipal que exigía requisitos específicos para los arrendatarios. #AlquilerAsequible #ViviendaMadrid #Cooperativas

Las parcelas para 'alquiler asequible' que vendió Almeida acaban con pisos a 660.000 euros y contratos "a uno mismo"

☢️ Reflexão da Cooperativa: Paris sucumbiu. Esqueçam Maio de 68, camaradas. Parece igual, mas não é. O resultado sim, em parte, mas é só mesmo isso. Ontem não foi nem uma revolta política, nem cultural, com raízes repartidas entre operários e universitários, a mielas. Não foi. Foram só vândalos, aos milhares. A final da Champions foi o pretexto, não foi a causa. Todos sabíamos que ia acontecer. Ganhasse ou perdesse o PSG, Paris ia acabar a noite a arder, porque aquela juventude não precisava de motivo, só mesmo do palco. E convém dizer isto sem cair tentação de empurrar a culpa lineramente para a imigração. Aquilo, ontem, eram franceses. Muitos de segunda geração de imigrantes, sim, claro. De várias origens, sim. Também europeia. Também francesa. Havia de tudo, prefiro não apontar mais a esta ou aquela mancha. O ponto é que já não é um tema de fronteira. É um problema de pertença, autoridade, mas também de impunidade e vazio. Há ali juventude perdida, mas não no sentido romântico do poeta que caminha à deriva à procura de si mesmo. É perdida no sentido mais bruto, sem rumo, sem respeito e sem qualquer relação saudável com a noção de causa e consequência. Gente nova que cresceu num país inchado de discursos sobre cidadania, muito como nós aqui no Tugão, mas super anémico na capacidade de impor regras simples, desde logo que a rua não é tua, a loja não é tua, o carro não é teu, enfim, o conceito de propriedade privada. E a Polícia?👮‍♂️ A passividade? Cálculo político. A França está escaldada. Uma carga policial com uma única vítima grave pode comprar não apenas uma noite de tumultos, mas semanas de guerra urbana, com ministros a tremer, bairros inflamados, vigílias, acusações de racismo, abuso, repressão e o costumeiro circo moral com que a esquerda anarquista nos brinda sempre que possível. ⚠️O poder tem escolhido gerir. Deixar arder aqui para não explodir de vez. É um trade-off. Pode ser racional. Pode até ser prudente no minuto, mas tem um preço venenoso, cada vez que a ordem pública negoceia com a desordem, a desordem aprende. E aprende depressa. ➡️Aprende que a multidão protege. ➡️Que o capuz protege. ➡️Que a juventude protege. ➡️Que a polícia hesita. ➡️Que o juiz é tolerante e solta. O preço da impunidade não vem logo na fatura camaradas. É às prestações, cada vez mais altas. ⚠️Maio de 68 queria matar o papá. Isto, ontem já nem o papá reconhecem. Em 68 havia uma ideia errada de futuro. Ontem havia apenas a ausência dele. Logo, não, isto não foi Maio de 68. A falta que os valores fazem a uma sociedade. Tenho dito. Bom domingo. o dono da cooperativa #França #Juventude #OrdemPública