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#Dinamarca

A gardener in Rebild, Denmark, discovered the largest Viking silver treasure in the country, consisting of approximately 700 objects and weighing 18.5 kilograms. (translated)

Un jardinero encuentra el mayor tesoro de plata vikingo de Dinamarca

🚨 Após a negativa de Diego Carlos, Vasco retoma negociações por Gabriel Pereira. Com a decisão de Diego Carlos de permanecer na Europa e acertar com o Parma, o Cruzmaltino voltou a negociar com o zagueiro Gabriel Pereira, do Copenhagen, da Dinamarca. O Vasco quer um empréstimo com opção de compra, enquanto os dinamarqueses priorizam uma venda. As partes já tiveram contato direto nesta segunda-feira, mas ainda discutem valores e condições de pagamento. Gabriel Pereira é o principal alvo do Vasco após a saída de Diego Carlos da pauta. O zagueiro também recebeu uma proposta do Panathinaikos, da Grécia, mas prefere se transferir para o Brasil e defender o Cruzmaltino. O jogador enfrenta o Sønderjyske nesta tarde pelo Campeonato Dinamarquês e pretende conversar com a diretoria do Copenhagen após a partida para buscar sua liberação. A negociação voltou a avançar, mas o Vasco não quer prolongar as tratativas e pode buscar outras opções caso não haja uma definição rápida. 📰 @AVascainos #Vasco #GabrielPereira #Futebol

NOVA OPÇÃO Com a negativa de Diego Carlos para a proposta do Vasco e o aceite de permanecer na Europa, indo para o Parma, o cruzmaltino busca novo alvo e já encaminha negociações com o zagueiro Gabriel Pereira, do Copenhagen da Dinamarca. A discussão ainda está por valores e forma de pagamento. O clube brasileiro quer empréstimo com opção de compra e os dinamarqueses pretendem vender, a princípio. Ele é o nome da preferência vascaína, diante do não de Diego. Os clubes já tiveram um contato direto hoje e a negociação não é tão fácil como se pode pensar. O zagueiro tem uma proposta do Panathinaikos da Grécia, mas prefere vir ao Brasil e jogar no Vasco. Gabriel tem jogo contra o Sønderjyske pela liga dinamarquesa esta tarde e pretende sentar com os dirigentes de seu clube depois da partida para conseguir a liberação. O negócio voltou a esquentar, mas o Vasco não quer demora a resolver e pode partir para outros nomes. #Vasco #GabrielPereira #Transferências

“Europa es solidaridad y sin solidaridad no hay Europa; eso es lo que Italia y Dinamarca deben entender”

Meloni prorroga 15 días más la suspensión de Schengen y mantiene los controles de los viajes procedentes de España
www.eldiario.es

Seguimos cerrándoles el cerco a los narcoterroristas. Nuestra Policía Nacional, en coordinación con la Fiscalía General de la Nación y la DEA, capturó en Paratebueno, Cundinamarca, a Emilio José Cordero Sierra, alias “Fantasma”, solicitado con fines de extradición por la justicia de los Estados Unidos por delitos relacionados con terrorismo, concierto para delinquir y tráfico de drogas. Alias “Fantasma” trafica cocaína hacia Estados Unidos y articula el intercambio de cocaína por material de guerra para las disidencias de las FARC de la facción de alias “Calarcá”, particularmente la Estructura 33 del Bloque Magdalena Medio. Según las investigaciones, controlaba la producción de cocaína en Córdoba, sur de Bolívar y Norte de Santander, utilizaba principalmente el puerto de Santa Marta para contaminar contenedores con droga y recibir material de guerra, y mantenía vínculos criminales en Dinamarca, extendiendo su operación hasta Europa, Centro y Norteamérica. El mensaje es claro: vamos a perseguir toda la cadena del narcotráfico: al que produce, al que trafica, al que cambia cocaína por armas y al que financia el terrorismo. No importa dónde se escondan ni hasta dónde lleguen sus conexiones. Vamos por ellos. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #Narcotráfico #Justicia #Seguridad

El coste laboral por hora en España es de 26€, muy por debajo de Dinamarca (49,8), Bélgica (47,1), Países Bajos (46,7), Francia (41,1), Alemania (40,6), Austria (39,0), Suecia (38,3), Finlandia (37,0) o Italia (31,6). El problema no son los impuestos, sino los salarios basura. https://t.co/kXGcElXnt6 #Salarios #Economía #Trabajo

King Harald V of Norway, considered the link between European royalty, had blood ties with numerous monarchies on the continent, including those of Sweden, Denmark, Belgium, and Luxembourg, as well as with the British and Spanish royal families. (translated)

Los lazos de sangre de Harald con el resto de monarquías europeas

Dia de Benfica! 🦅 Na Dinamarca, frente ao Aarhus, a exigência é máxima, entrar com mentalidade vencedora, controlar o ritmo e trazer uma vitória para Lisboa. Ganhar ou ganhar! 👀 https://t.co/z5oC6IAUap #SLBenfica #ForçaBenfica #DiaDeJogo

The leftist government of Denmark is preparing to ban calls to Islamic prayer. "It can't be that in certain parts of Denmark one feels like in the suburbs of Islamabad," said the immigration minister. An increasingly serious pending issue across Europe is (translated)

The Spanish government has intensified its stance against illegal immigration following the recent crisis in Ceuta, committing to return all migrants who enter irregularly, amid growing pressures and criticism from other European countries such as Italy and Denmark. (translated)

El Gobierno sube el tono con la inmigración ilegal tras la crisis en Ceuta y el conflicto con Europa: "Van a ser devueltos"

The Italian Prime Minister, Giorgia Meloni, and her Danish counterpart, Mette Frederiksen, have formed a surprising alliance to implement more restrictive migration policies in Europe, promoting the outsourcing of migration management and the creation of repatriation centers, despite their different political orientations. (translated)

Cómo se fraguó la alianza contra la migración entre la ultra Meloni y la socialdemócrata danesa Frederiksen

The prime ministers of Italy and Denmark criticized uncontrolled immigration to Europe, linking it to an increase in crime and advocating for more deportations, while emphasizing the need for immigrants to respect European cultural values. (translated)

Itália e Dinamarca criticam descontrolo da imigração

Itália 🇮🇹/Dinamarca 🇩🇰: A Dinamarca declarou apoio a iniciativa italiana de maiores controles de imigração na União Europeia. “Unidos para defender a Europa, jamais aceitaremos a imigração descontrolada." #Europa #Imigração #UniãoEuropeia

Italy and Denmark, through their prime ministers Giorgia Meloni and Mette Frederiksen, have called for the creation of repatriation centers in third countries in response to what they consider uncontrolled immigration, despite the recent 40% decrease in irregular crossings to the EU, and have defended the need for a rigorous immigration policy in Europe. (translated)

Italia y Dinamarca piden centros de repatriación ante lo que denuncian como "inmigración descontrolada"

The Prime Ministers of Italy and Denmark, Giorgia Meloni and Mette Frederiksen, have requested the establishment of repatriation centers in third countries to control uncontrolled immigration and have emphasized the need for immigrants to respect European values. (translated)

Italia y Dinamarca piden centros de repatriación en terceros países para frenar la «inmigración descontrolada»

"Groenlandia debería estar controlada por Estados Unidos, no por Dinamarca"

Una empresa del entorno de Trump se prepara para perforar en Groenlandia sin permiso en busca de petróleo
www.elmundo.es

A new online test called MEDWACS, developed by researchers at the Technical University of Denmark, allows for the assessment of the risk of prediabetes and type 2 diabetes based on seven simple measurements that can be done at home, including thigh length, which is related to early development factors and the muscular ability to remove glucose from the blood. (translated)

Siete datos que puedes medir en casa revelan tu riesgo de prediabetes: uno es la longitud del muslo

Gonzalo López Beltran (Bobby) en el hospital ABC Santa Fe. El hijo del ex presidente AMLO llevando a su hijo a consulta pediátrica en el hospital más caro de México y no el IMSS que está como Dinamarca segun su papá. La austeridad… https://t.co/qEik65aTRZ #AMLO #Salud #México

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história

From the skull Denmark extends mandatory military service while preparing to deploy conscripts to Greenland for the first time to counter Trump's threats. (translated)