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#Doenças

Sinto muito. É uma doença de príon: uma proteína normal do cérebro, mas mal dobrada, que propaga seu mau dobramento a outras moléculas iguais. Como aquele príon que afeta bovinos. Neste caso, o que causa doença é uma configuração, uma informação dos ângulos de atração e repulsão entre os átomos da proteína que altera sua forma tridimensional — nem as ligações covalentes entre os aminoácidos são diferentes da proteína normal. A doença de Creutzfeld-Jacob ilustra a nossa grande fragilidade, como uma coisa tão pequena, que não envolve sequer mutação no DNA, sequer mudança química na proteína, pode ser tão devastadora. Lito é muito amado na internet brasileira. Desejo força a ele, sua família, amigos e fãs. Infelizmente, o melhor que se pode fazer agora é torcer por erro de diagnóstico. #Doenças #Saúde #Ciência

The World Health Organization highlighted the importance of health sovereignty for Africa during a 40% cut in international aid, emphasizing the advancements in the continent's health, while warning of significant challenges such as the rise of non-communicable diseases and the Ebola epidemic in the Democratic Republic of the Congo. (translated)

OMS defende soberania sanitária para África face a cortes

OUTRO ÂNGULO DESSE MOMENTO PRECIOSO! Ele deu o chaveiro a ela, tocou a cabeça dela, deu um beijinho na bochecha e um tapinha nas costas dela antes de ir embora, tudo com a maior delicadeza do mundo. Temos certeza que ela sempre se lembrará desse dia. 🥺 A menininha do vídeo faz parte da organização Make A Wish, uma iniciativa que “realiza desejos” de crianças em condições médicas críticas, como câncer ou doenças incuráveis. #MakeAWish #MomentosPreciosos #Solidariedade

Jimin, eu tenho tanto orgulho de ser sua fã. Eu amo profundamente o seu coração. 🥹💗 Descobrimos que essa pequena faz parte da ‘Make-A-Wish’, uma organização sem fins lucrativos que realiza sonhos de crianças e adolescentes, entre 3 e 18 anos, diagnosticados com doenças graves. A missão da organização é proporcionar momentos de esperança, força e alegria, ajudando a afastar, ainda que por um instante, o foco da doença e do tratamento. https://t.co/4zeNDWj0Kh #Jimin #MakeAWish #Orgulho

Donald Trump announced a reduction in the recommended vaccines for children, eliminating the combined vaccine for measles, mumps, and rubella, and associating vaccination with autism, which generated concerns and criticisms from public health experts who claim that his statements are unfounded and could cause confusion and an increased risk of diseases. (translated)

Trump anuncia redução das vacinas para crianças

The National Association of Medical Students (ANEM) is implementing the Safe&Fest project at summer festivals in Portugal to raise awareness among young people about the risks of sexually transmitted infections (STIs), in the context of an alarming increase in these diseases in Europe, with gonorrhea having risen by 303% since 2015 and syphilis more than doubling. (translated)

IST em recordes: estudantes de Medicina nos festivais

Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, o NIAID, foi desmascarado no Senado americano ao ser questionado sobre sua atuação durante a pandemia. Diante das perguntas sobre o boicote a medicamentos e os protocolos impostos à população, Fauci poderia ter explicado. Preferiu o silêncio. E, naquele momento, o silêncio falou por ele. Agora, fica uma pergunta inevitável: quantas vidas poderiam ter sido salvas se médicos tivessem tido liberdade para discutir tratamentos, sem censura, perseguição ou medo de serem rotulados? Em nome da “ciência”, quem questionava era chamado de negacionista. Quem buscava alternativas era silenciado. Quem tinha pressa para salvar vidas era tratado como inimigo. Mas o tempo passa. Os fatos aparecem. E a verdade sempre vem à tona. #Fauci #Pandemia #Saúde

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

Do diário de Anthony Fauci, 13 de agosto de 2022. Ele relata a briga com o CDC, o órgão americano de controle de doenças, para impedir que a agência dissesse ao público que as vacinas não estavam segurando infecção nem transmissão. E registra o motivo com todas as letras: isso atrapalharia a campanha da dose de reforço de setembro e "prejudicaria os esforços do DoJ (Departamento de Justiça) para impor exigências de vacinação". Ele sabia que a proteção era modesta e decrescente. Escolheu que o público não soubesse, em agosto de 2022, quando praticamente todo americano já tinha alguma imunidade, por infecção, por vacina, ou pelas duas. Jamais foi pela ciência. #AnthonyFauci #CDC #Vacinas

Anthony Fauci, former director of the National Institute of Allergy and Infectious Diseases, refused to answer over a hundred questions from Republican senators during a hearing in the U.S. Senate, invoking the Fifth Amendment of the Constitution out of fear that his answers could lead to legal consequences, and claimed that the motivation of the Republicans was an obsession to blame him for mistakes in the handling of the pandemic. (translated)

Fauci recusa responder a 100 perguntas dos republicanos

A study from the University of Barcelona indicates that a dysfunction in the brain's cleaning system may be related to the development of neurodegenerative diseases such as Alzheimer’s and amyotrophic lateral sclerosis, evidenced by the accumulation of waste in the brains of analyzed patients. (translated)

Erro na limpeza cerebral pode ser causa de Alzheimer e ELA

Demência, fatores de risco modificáveis e a importância de um estilo de vida saudável são abordados no artigo, que enfatiza que proteger o cérebro requer mais do que atividades como palavras cruzadas – é fundamental combinar desafios mentais com cuidados com a saúde cardiovascular, dieta equilibrada e prevenção de doenças. #SaúdeCerebral #Demência #Prevenção

Demência. Palavras cruzadas chegam para proteger o cérebro?

Neste Dia Mundial das Hepatites Virais, a Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia enfatiza a necessidade urgente do rastreio universal para hepatite B e C, destacando os avanços na prevenção e tratamento, mas também a realidade alarmante das infecções crónicas não diagnosticadas e sem tratamento, que representam um grande desafio para a eliminação dessas doenças até 2030. #HepatitesVirais #SaúdePública #Rastreio

Hepatites Virais: no caminho tortuoso para a erradicação
Observador Jul 20

Um estudo inovador conduzido por investigadores do Porto e de Coimbra revela que a auscultação pulmonar através de smartphones, aliada à inteligência artificial, pode ser uma alternativa eficaz e não invasiva para a monitorização de doenças respiratórias em crianças, apresentando uma precisão de 87% na deteção de ruídos respiratórios. #InteligênciaArtificial #SaúdePediátrica #AuscultaçãoPulmonar

Smartphone e IA ajudam a controlar doenças em crianças
Observador Jul 12

O artigo Sarcomas: iluminar caminhos, catalisar esperança de Miguel Esperança Martins destaca a injustiça associada à raridade dos sarcomas, que não deve resultar em falta de investimento, conhecimento e opções terapêuticas, apresentando relatos emocionais de pacientes diagnosticados e enfatizando a necessidade de maior conscientização e pesquisa sobre essas doenças raras. #Sarcomas #Oncologia #InvestigaçãoMédica

Sarcomas: iluminar caminhos, catalisar esperança 
Observador Jul 9

A Comissão Europeia assinou um acordo com a farmacêutica Moderna para a aquisição conjunta de até 24 milhões de doses da vacina mRESVIA contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que pode causar doenças pulmonares graves em grupos de risco, com o contrato tendo uma duração de até quatro anos. #ComissãoEuropeia #Vacinas #VSR

Bruxelas assina com Moderna para compra de vacinas anti VSR

Why do women, even having fewer risk behaviors, die more from cardiovascular disease? A conversation for everyone about our health and the political decisions that are taking time. Tomorrow, 6 PM, at ICBAS (Porto) (translated)

Why do women, even having fewer risk behaviors, die more from cardiovascular disease? A conversation for everyone, about our health and the political decisions that are taking too long. Tomorrow, 6 PM, at ICBAS (Porto) (translated)

Observador Jun 30

A investigadora portuguesa Maria João Amorim recebeu uma bolsa do Conselho Europeu de Investigação no valor de 150 mil euros para desenvolver uma nova classe de medicamentos antivirais que visa combater a resistência a tratamentos existentes, com um foco inicial no vírus da gripe A, possivelmente expandindo sua aplicação a outras doenças virais. #Antivirais #Investigação #Vírus

Portuguesa recebe bolsa para criar antivirais resistentes
Observador Jun 29

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, expressou preocupação com o impacto da onda de calor iminente na mortalidade, especialmente entre pessoas com doenças crónicas e idosos, pedindo aos cidadãos que sigam as orientações de saúde para se protegerem. #Saúde #Calor #Mortalidade

Ministra da Saúde alerta para impacto da onda de calor