China, as the main economic partner of Iran, limits the effectiveness of the economic pressure from the United States under the Trump administration, since 80% of Iranian oil exports go to Beijing, which opposes unilateral sanctions and seeks to balance its relations with Washington while avoiding direct confrontation. (translated)
In the second quarter of 2026, the European Union recorded a trade deficit of 21.8 billion euros, the first since 2023, driven mainly by the increase in the deficit in energy products and by imports surpassing exports. (translated)

🇨🇦🇺🇸 AGORA: Canadá retalia os Estados Unidos e anuncia tarifas de até 50% sobre mais de 700 produtos americanos, somando US$ 27,6 bilhões, praticamente o mesmo montante das exportações canadenses afetadas pelas tarifas de Trump. As medidas entram em vigor em 8 de setembro e miram setores como aço, laticínios, móveis e papel. #Comércio #Tarifas #Canadá
Iran threatened to suspend oil exports through the Strait of Hormuz in retaliation for U.S. sanctions, stating that if the economic war continues, not a drop of oil will be exported, while the Iranian currency reaches a new historic low. (translated)

No governo passado, a indústria nacional encolheu e assistimos ao fechamento de grandes fábricas por todo o país. Só no setor automobilístico, vimos a Mercedes-Benz (SP), a Ford (BA), a Troller (CE) fecharem e demitirem funcionários. Com o presidente @LulaOficial e a Nova Indústria Brasil, o jogo virou: atraímos novas empresas e reabrimos plantas industriais. Além disso, trabalhamos e conquistamos mais de 670 novos mercados internacionais para estimular as exportações. É trabalho sério, diálogo e planejamento para gerar empregos de qualidade, inovação e colocar a nossa indústria para crescer de verdade! E você, de qual lado você está? Deixe seu comentário! 🇧🇷 #IndústriaBrasil #Emprego #Exportações
The Japanese economy grew by 0.3% in the second quarter of 2026 due to robust exports and government measures, although the growth was slower than analysts had expected. (translated)
The participation of Western shipowners in the transportation of Russian oil rose to 36.2% in July, following the decline in crude oil prices, with Greek shipowners being the main contributors, and this was the fourth consecutive month of growth in this sector. (translated)

Todos os países que foram agredidos pelos Estados Unidos, inclusive os seus vizinhos, Canadá e México, se uniram em torno da causa comum: defender a soberania. O que nós fizemos no Plano Federal foi histórico: o Plano Brasil Soberano, para dar sustentação às empresas e abrir mercados. Foram 600 mercados abertos. O que um governador tem que fazer é colocar o boné certo na cabeça, o boné do Brasil, colocar o chapéu de brasileiro e fortalecer a diplomacia brasileira para enfrentar uma agressão inédita e injustificável e ajudar a abrir mercados, ajudar o Brasil a deslocar as suas exportações como o governo atual está fazendo. #HaddadNaBand #Debate #Soberania #Diplomacia #Economia
Conversei na manhã desta terça-feira, 4 de agosto, com o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin. No telefonema de cerca de uma hora, repassamos os principais temas da agenda bilateral, com destaque para as reuniões que ocorreram este ano, em Brasília, no âmbito da Comissão de Alto Nível (CAN) e da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômica, Comercial, Científica e Tecnológica (CIC). Reforçamos o caráter estratégico das relações Brasil-Rússia e a intenção de intensificar a cooperação em temas como energia, ciência e tecnologia e na área naval. Sublinhei a importância do comércio entre os dois países, com ênfase especial no fornecimento de diesel e fertilizantes. Também ressaltei a necessidade de buscar maior equilíbrio no intercâmbio comercial, com aumento das exportações brasileiras para a Rússia. Discutimos também a situação geopolítica atual. Expressei decepção com a incapacidade do Conselho de Segurança da ONU em encaminhar uma solução para os conflitos e sublinhei a importância do diálogo entre as grandes potências em busca da paz. Nesse contexto, ressaltei os aspectos humanitários dos conflitos e lamentei a perda de vidas humanas, inclusive civis. Expressamos determinação de continuar trabalhando conjuntamente nos foros internacionais, especialmente no BRICS, cujo papel no atual cenário internacional foi enfatizado. Concordamos também quanto ao valor do multilateralismo, baseado em um mundo multipolar. Mencionei a eleição para o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas, reiterando o apoio do Brasil à candidatura de Michelle Bachelet. #Brasil #Rússia #Cooperação
📌A União Europeia confirmou que o bloqueio à importação de carne brasileira entra em vigor em 3 de setembro, e ainda não há acordo para revertê-lo. Especialistas do setor afirmam que, devido às exigências sanitárias da UE e ao ciclo de produção, a retomada das exportações pode levar cerca de dois anos. Mais um duro golpe para o agronegócio brasileiro, graças ao governo Lula. #UniãoEuropeia #CarneBrasileira #Agronegócio
In the second quarter, exports in Portugal increased by 10% and imports grew by 8.2%, reversing the negative trend observed in the previous quarter. (translated)

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA
77% das exportações argentinas aos EUA ficaram isentas das novas tarifas de Trump, graças ao acordo de livre comércio que @JMilei assinou com @realDonaldTrump. Viram? É disso que estamos falando! #Argentina #ComércioExterior #Tarifas
Poucas vezes na história de São Paulo a gente conseguiu uma chapa da qualidade desta que foi montada: @Haddad_Fernando para governador, @marciofrancasp como vice e @MarinaSilva e @simonetebetbr para senadoras. Quatro pessoas que têm história, capacidade de trabalho e orgulho da própria biografia. Além de melhor ministro da educação que esse país já teve, com o Haddad no comando da economia a gente conseguiu a menor inflação acumulada em quatro anos. O menor desemprego da história. Recorde de exportações. Aumentamos o salário mínimo acima da inflação. Os trabalhadores tiveram a maior renda acumulada. Zeramos o Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. O Brasil voltou a crescer acima de 3%. E aprovamos uma reforma tributária que era tentada há mais de 40 anos. O Márcio já foi vice do Geraldo Alckmin no governo do estado, prefeito, secretário de tecnologia, nosso ministro e conhece São Paulo com detalhe. A Marina é simplesmente a figura humana mais respeitada no mundo sobre a questão climática, tão essencial na atualidade. Não tem ninguém nesse planeta que chegue perto da coragem dela, do destemor e da capacidade de trabalhar. A Simone foi senadora pelo Mato Grosso do Sul. É advogada. Foi prefeita de Três Lagoas. Na campanha presidencial de 2022, foi nossa adversária, mas no segundo turno apoiou nossa candidatura e nos ajudou a chegar à Presidência. Trabalhou no Planejamento. Junto com o Haddad, ajudou a elaborar o orçamento desse país e a discutir a política monetária. Nesta convenção do companheiro Haddad começa a nossa caminhada para recuperar o estado de São Paulo. 📸 @ricardostuckert #SãoPaulo #Eleições #Política
O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou que o impacto das tarifas de 25% impostas pelos EUA sobre produtos brasileiros será modesto, dado que apenas 11% das exportações brasileiras são direcionadas ao mercado norte-americano e muitos produtos, como café e carne bovina, estão isentos, mas alertou para a necessidade de um esforço fiscal mais ambicioso para lidar com a dívida pública do Brasil. #FundoMonetárioInternacional #ExportaçõesBrasil #EconomiaBrasileira
Na vigência das novas tarifas de 25% impostas pelos EUA, Flávio Bolsonaro e o Partido dos Trabalhadores (PT) trocam acusações, com Bolsonaro culpando Lula por ter cavado um pênalti e o PT lançando a campanha O Brasil Não Se Entrega em resposta, acusando a família Bolsonaro de incentivar as tarifas que afetam bilhões em exportações brasileiras. #Tarifaço #FlávioBolsonaro #PartidoDosTrabalhadores
🚨BOMBA! Economistas do Itaú Unibanco DIZEM que impacto do tarifaço dos EUA sobre o Brasil será BEM MENOR do que o esperado! No governo lula, nosso país aprendeu a DIVERSIFICAR e redirecionar exportações, enquanto a economia se mantém FORTE! O BRASIL DE LULA NÃO SE ABALA!🇧🇷📈🔥 https://t.co/l8CYzKXxJp #Brasil #Economia #Lula
O novo tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros entrou em vigor nesta quarta-feira, 22 de julho, e pode atingir até US$ 11 bilhões em exportações. Enquanto o governo Lula tenta vender soberania, o setor produtivo recebe a conta de uma crise diplomática que Brasília não conseguiu - ou não quis - evitar. #ComércioExterior #Brasil #RelaçõesInternacionais
Pq somos a décima economia do mundo, a maior enconomia da América latina e deixamos de ser dependentes das exportações para os EUA a mais de uma década. #Economia #AméricaLatina #Desenvolvimento