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#Fraqueza

"A sede de poder não nasce da força, mas da fraqueza. É a expressão da incapacidade do indivíduo de se sustentar e viver por conta própria. É a tentativa desesperada de conquistar uma força secundária onde a força genuína falta." Erich Fromm, O Medo à Liberdade (1941) #Poder #Fraqueza #Autonomia

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ANDREAZZA: ALEXANDRE DE MORAES AGE COMO SE FOSSE UM IMPERADOR “Marcar um pronunciamento, parar o país como se fosse mesmo um imperador. O cancelamento me parece também sinal de fraqueza: alguém que estica a corda em busca de um acordo”, https://t.co/nyah7zRh4z #Política #Brasil #Justiça

Não somente em setembro, mas todos os dias, a Nação que torce junto, também se cuida junto. Se você está passando por alguma dificuldade, saiba que em nenhum momento está sozinho. Não importa o que esteja acontecendo, sempre estaremos contigo. Pedir ajuda jamais será um ato de fraqueza. É um ato de coragem. O Centro de Valorização da Vida está disponível para te ajudar. Ligue gratuitamente para o 188, todos os dias, a qualquer hora. Se precisar, peça ajuda! 💛 #SetembroAmarelo #SetembroAmarelo #SaúdeMental #ApoioEmocional

Manchete no Estadão: “Moraes usou relatório interno da PF sem valor probatório para acusar Mendonça”. Subtítulo: “Documento citado por ministro para pedir investigação contra colega não tem assinatura e se define como ‘sem caráter decisório e sem valor probatório’.” Ou seja, Alexandre de Morais agiu como Alexandre de Moraes, fabricando “provas” e “condenando” desafetos. Tudo em nome da Constituição. Da democracia. Dessa vez, porém, mostrou fraqueza, não força. Fraqueza de espírito. Contra-atracou como quem está acuado. Agiu com ódio, e o ódio nunca foi um bom conselheiro. A crise dentro do STF vai ter consequências no processo eleitoral. Em prejuízo dos donos do poder. Até goiabada, quando passa do ponto no tacho, estraga. A loucura autoritária do Alexandre de Moraes passou do ponto. Vai desandar. #STF #AlexandredeMoraes #Democracia

Tehran rejects capitulating to U.S. pressure, stating that it will continue to negotiate without admitting weakness, while the Iranian economy approaches critical limits. (translated)

"Teerão rejeita qualquer ideia de capitulação perante EUA"
Observador Aug 11

The article explores the ten deadliest earthquakes in Latin America, highlighting devastating events such as the 2010 earthquake in Haiti, which caused approximately 316 thousand deaths, and other significant disasters in Peru, Guatemala, Chile, and Ecuador, all resulting from various structural weaknesses and lack of preparedness in the face of the region's seismic potential. (translated)

Os 10 terramotos mais mortíferos na América Latina

DESVIO MORAL: POR QUE É ERRADO “ABRIR OS PORTÕES PARA OS EUA” A frase dita pelo ministro da defesa de Lula, José Múcio, segundo a qual, em caso de guerra com os EUA, o Brasil deveria abrir os portões e deixar os americanos entrarem porque não temos equipamentos nem dinheiro, não é vergonhosa “apenas” do ponto de vista militar e financeiro, ao acreditar que, por sermos notoriamente um país com armas e tecnologias inferiores à máquina de guerra americana, não deveríamos sequer tentar vencê-los num eventual campo de batalha, mas também por desconhecer a história. Em outras palavras, José Múcio diz aceitar qualquer tipo de violação em troca de não morrer, e isto é moralmente errado. É imaginar que vale a pena viver ainda que sob qualquer condição, ainda que sob escravidão. Não concluo isso apenas por se tratar dos EUA, mas vale para qualquer nação estrangeira. Os próprios americanos só se libertaram dos abusos da coroa britânica, no século XVIII, porque os homens da época não agiram como José Múcio. A Declaração de Independência de 1776 tornou os hoje conhecidos “Founding Fathers” (Pais Fundadores da América) em rebeldes, pois aquele ato era na prática uma declaração de guerra contra a máquina mais mortífera da época, o Reino Unido - e eles sabiam disso. Mesmo sem receio de que tal ato os levasse a uma provável morte, já que os EUA não tinham sequer forças armadas, não contavam nem com metade do território atual e muito menos com a tecnologia de armas do seu oponente britânico, ainda assim eles toparam arriscar tudo pela independência, pois sabiam que algo maior estava em jogo: as suas próprias liberdades. Assim nasceram os Estados Unidos da América, com uma declaração de independência que inspirou - e inspira até hoje - o mundo inteiro, seguidos por uma constituição que inovou ao trazer mecanismos para que jamais caíssem numa situação de serem subjugados por uma potência maior. Este espírito carrega o simbolismo da SOBERANOA, palavra que Lula tanto usa de maneira hipócrita. Se o 01 das Forças Armadas não entende sequer o significado disso, que moral ele tem para comandar uma tropa? Essa demonstração de fraqueza humilha o Brasil e os brasileiros mesmo antes da declaração de qualquer guerra. E, ao fazer esta ode à síndrome de vira-latas, convida ainda toda a sorte de homens a abusar desta vítima chamada Brasil (de Lula). #Brasil #História #Moral

ANA PAULA EU TE AMO Os Renaults continuam fazendo, absolutamente, tudo! Você foi e continua sendo TUDO. E quando dizemos tudo, não falamos de números, vitórias, televisão ou reconhecimento. Falamos de tudo no sentido mais profundo da vida: tudo aquilo que você representa, tudo aquilo que construiu e tudo aquilo que despertou em pessoas que talvez você nunca tenha conhecido. Você deixou marcas que permanecem mesmo quando o barulho acaba. Que você nunca confunda sensibilidade com fraqueza, nem pense que sentir profundamente foi um erro. Continue sendo você, inteira, verdadeira e leal aos seus valores. E quando os dias forem difíceis, lembra que existe uma multidão do lado de cá. Gente que te viu, te acompanhou, torceu, chorou, vibrou e encontrou em você força, inspiração e identificação. Talvez a vida tenha caminhos que nossos olhos ainda não conseguem compreender. Talvez algumas respostas precisem do silêncio, do tempo e da fé para chegar. A sua mão, a gente não solta. Nunca. Não porque esperamos que você seja forte o tempo inteiro, mas porque você também merece ter onde descansar quando precisar. Se cuida. Se protege. Fica perto dos seus e o tempo sempre será o senhor da razão. E nunca se esqueça: você é TUDO. Tudo no sentido mais bonito, humano e profundo que essa palavra pode carregar. #JJ Sempre com você. Sempre Renaults❤️☀️ #Inspiração #Amor #Força

"Eu mereço saber, eu preciso saber. EXISTEM OUTRAS MULHERES?" (Dora) "Não." "VOU PERGUNTAR DE NOVO. EXISTEM OUTRAS?" "Foi uma fraqueza. Só uma." "Não consigo acreditar numa palavra do que ta dizendo" Mariana Ximenes: que atriz. #Quemamacuida https://t.co/oJbKOuDXtO #Mulheres #Feminismo #Atuação

"Porque Somos Governados por Tolos" Porque razão a confiança vence sempre o conhecimento? Uma reflexão sobre o efeito Dunning-Kruger, as ficções colectivas e o poder das narrativas nas nossas sociedades." A Ilusão da Confiança Gostamos de pensar que os mais inteligentes acabam sempre por chegar ao topo e que o saber vence a ignorância. Acreditamos que quem governa ou lidera são as pessoas que realmente percebem das coisas. No entanto, a realidade é outra: muitas vezes, quem sabe pouco está nos lugares de destaque e fala com muita certeza, enquanto quem é especialista num assunto prefere ficar calado ou fala baixinho, cheio de dúvidas. Isto não acontece por acaso. Faz parte da forma como o cérebro humano funciona — e essa é a parte mais difícil de aceitar. O cérebro que confunde confiança com competência E há uma razão muito simples para isto acontecer, que vem desde o tempo dos nossos antepassados. Durante centenas de milhares de anos, a humanidade viveu em pequenos grupos rodeados de perigos constantes. Quando aparecia um predador, não havia tempo para discutir opções. Alguém tinha de gritar "Sigam-me!" com total certeza, e o grupo tinha de obedecer imediatamente. Quem hesitava, acabava por morrer. Quem seguia cegamente uma voz confiante, sobrevivia. Ao longo de gerações, o nosso cérebro gravou esta ideia simples: quem mostra muita confiança, deve saber o que está a fazer. O problema é que os desafios de hoje são muito diferentes de um leão ou de uma tempestade. São temas complexos — como a economia, o clima, a inteligência artificial ou a política internacional — que exigem o oposto do nosso instinto antigo: pedem paciência, reflexão e a capacidade de aceitar que não há respostas fáceis. No entanto, continuamos a premiar quem fala com a mesma certeza absoluta de um líder da tribo perante o perigo. Isto vê-se todos os dias na televisão ou nas redes sociais. Imagine dois comentadores a discutir uma crise financeira: • O primeiro diz: "Isto tem várias causas e os especialistas ainda não concordam sobre o que vai acontecer a longo prazo." • O segundo diz: "A solução é simples! Está tudo errado menos eu. Sigam-me e eu resolvo isto." Racionalmente, o primeiro está a ser honesto e correcto. Mas, psicologicamente, é o segundo que ganha as audiências, as atenções e os votos. O paradoxo de quem sabe menos Na psicologia, este fenómeno tem um nome: o efeito Dunning-Kruger. Funciona de forma muito simples: • Quem sabe pouco sobre um assunto não percebe o suficiente para notar a sua própria ignorância — por isso, sente-se superseguro do que diz. • Quem estuda muito um tema descobre tantas camadas e detalhes que se torna cada vez mais prudente a dar certezas. A ironia é dura: quanto mais sabemos, mais hesitados; quanto menos sabemos, mais convictos ficamos. E quando o público confunde a cautela de quem sabe com fraqueza, acaba quase sempre por escolher o ignorante confiante em vez do especialista prudente. As redes sociais vêm piorar ainda mais a situação. Os algoritmos não foram feitos para espalhar a verdade, mas sim para prender a nossa atenção (que depois é vendida aos anunciantes). O conteúdo que mais prende a atenção não é uma explicação calma e detalhada, mas sim o medo, a revolta e as frases marcantes. Um texto bem explicado sobre economia exige tempo e esforço para ser lido. Já uma frase feita e simplista espalha-se para milhões de pessoas em segundos. Quando as vozes mais confiantes e barulhentas repetem a mesma coisa vezes sem conta, essa repetição começa, aos poucos, a parecer verdade. As ficções que nos unem — e que nos podem enganar Mas há algo ainda mais profundo por trás disto tudo. O que tornou os seres humanos a espécie dominante na Terra não foi a força nem a inteligência de cada pessoa sozinha — foi a nossa capacidade de acreditar em grupo nas mesmas histórias. Pense nisto: um chimpanzé só consegue cooperar com cerca de cinquenta indivíduos que conheça bem. Já um ser humano consegue cooperar com milhões de desconhecidos porque todos acreditam nas mesmas ideias "invisíveis": o dinheiro, os países, as leis ou as empresas. Uma nota de vinte euros não mata a fome nem veste ninguém; ela só tem valor porque todos nós concordamos em silêncio que ela vale alguma coisa. Esta capacidade incrível tem um custo: quem consegue contar a melhor história passa a controlar como as pessoas vêem o mundo. E essa história não precisa de ser verdadeira ou exacta para funcionar — só precisa de ser simples e de mexer com as nossas emoções. Por exemplo, um conflito internacional pode envolver dezenas de razões históricas, económicas e culturais complexas. No entanto, uma boa história reduz tudo a um "vilão" e a uma "solução mágica". Quando alguém se apega emocionalmente a essa narrativa, ela deixa de ser uma questão de lógica e passa a fazer parte da sua própria identidade — e contestar essa ideia deixa de parecer uma simples conversa para passar a ser visto como um ataque pessoal. Quando o medo substitui a análise A emoção — e não a razão — é o que decide a grande maioria das nossas escolhas em grupo. O medo, em particular, é uma ferramenta poderosa: quando as pessoas se sentem ameaçadas, o cérebro entra em modo de sobrevivência e passa a preferir líderes fortes e soluções simples, em vez de conversas calmas e detalhadas. Vemos isto acontecer constantemente nas eleições: • Raramente ganha quem explica melhor os pormenores técnicos de uma lei ou de uma reforma dos impostos. • Ganha quase sempre quem conta a história que mais mexe com os sentimentos das pessoas, definindo claramente quem é o "vilão" e quem é o "herói" — mesmo que essa história ignore a realidade e simplifique tudo ao extremo. O que fazer com esta consciência A boa notícia é que não estamos condenados a viver na ignorância para sempre. Só o facto de percebermos como este mecanismo funciona já nos dá um enorme poder. Quando nos habituamos a questionar "Quem ganha com esta história?" ou "Que provas existem para apoiar isto e o que é que nos estão a esconder?", começamos a resistir ao erro automático de achar que quem fala com confiança tem necessariamente razão. Isto não apaga os nossos instintos antigos — o cérebro não muda de um dia para o outro —, mas dá-nos tempo para pensar. E é nessa capacidade de parar e reflectir que está o verdadeiro progresso da sociedade. O futuro não depende de termos máquinas cada vez mais inteligentes ou líderes super populares, mas sim do nosso esforço em nos tornarmos pessoas mais conscientes. No fundo, o maior perigo nunca foi a ignorância — porque essa resolve-se com tempo e estudo. O verdadeiro perigo é a ilusão de que já sabemos tudo. É nesse momento que deixamos de fazer perguntas e permitimos que as vozes mais altas, e não as mais correctas, decidam o nosso futuro.

Observador Jul 28

Jorge Rodrigues argues in the article "Iran knows that the regime is at risk" that the Iranian regime faces a threat to its survival and avoids showing weaknesses in relation to the US, while highlighting Donald Trump's diplomatic efforts with leaders like Zelensky and Netanyahu, reflecting the complexity of strategic relationships amid geopolitical tensions. (translated)

"Irão sabe que o regime está em risco"
Victor Garcia Jul 27

🚨 FRAQUEZA: Em nova pesquisa BTG/Nexus, Flávio perde votos no segundo turno e aparece como o candidato mais rejeitado do país. #Eleições2024 #PolíticaBrasil #Flávio

Vendo o Warleson no gol do Botafogo eu inevitavelmente penso o quanto a TEMPORADA tomou rumos diferentes muito por essa fraqueza na posição. Estamos falando até de eliminação de Libertadores. Um goleiro que dá o mínimo de segurança já ajuda o clube a passar pela primeira vez dois jogos sem sofrer gol no campeonato. #Botafogo #futebol #Libertadores

Por mais que possa assustar, quando a emoção é sentida e expressada genuinamente, ela não é sinal de fraqueza, nem de vergonha, mas de força e coragem. Não se envergonhe por sentir, Eduardo. Todos nós carregamos dores, sentimentos de injustiça e pontos de interrogação que, uma hora ou outra, sempre darão um jeito de dizer: “Oi, estamos aqui.” E, é nessas horas que amigos como o Gil valem a pena. A amizade de vocês é top. Que Deus a proteja🌹 #Amizade #Coragem #Emoções

Circula pelas veredas digitais do X um vídeo em que uma voz masculina, supostamente confidenciada, assegura que Michelle Bolsonaro revelara ao mundo a inépcia oscular de Jair. O marido, segundo o “relato’”, não sabia beijar. Eis a intimidade conjugal servida como petisco nas redes, arma vil da guerra de narrativas que devora reputações com a voracidade de um vírus. Embora o artefato apresente todos os estigmas do deepfake, a premissa não é nova. Usar o leito, o beijo ou a alcova para demolir a estátua de um governante é tática tão antiga quanto o poder. A exposição das fraquezas sexuais, físicas ou emocionais de chefes de Estado pelas próprias consortes já derrubou tronos, abalou repúblicas e forneceu material inesgotável à crônica da miséria humana. Dois casos próximos, no tempo histórico, ilustram com precisão essa arte da desconstrução. Na década de 1970, Margaret Trudeau, casada com Pierre Trudeau, o primeiro-ministro canadense de charme intelectual e pai de Justin (porque dizem maldosamente que pai é quem cria), dissolveu o casamento e publicou Beyond Reason em 1979. Na obra, escancarou a frieza glacial do marido, a distância afetiva que transformava o palácio em deserto, os próprios adultérios e a insatisfação profunda de quem tentara salvar as aparências no epicentro do poder. Era a vingança da mulher reduzida a acessório. Mais retumbante ainda foi o terremoto provocado por Diana, Princesa de Gales, contra Charles. Nos anos 1990, a realeza britânica estremeceu quando ela colaborou com o biógrafo Andrew Morton e, depois, concedeu à BBC a entrevista que entrou para a história. “Éramos três neste casamento”, disse, com voz de mártir ferida, vazando o adultério com Camilla, a frieza física do príncipe e a ausência total de desejo no leito real. Para um futuro rei, ver sua performance afetiva dissecada em rede global foi humilhação sem par na era moderna: o herdeiro da coroa, exposto como homem incompleto pela esposa que o mundo tanto amara. Agora, o que circula nas redes, atribuído por muitos à indiscrição de Sóstenes Cavalcante, pinta Bolsonaro quase como um adolescente virgem tardio, alheio às delícias da sensualidade porque, ao que parece, dedicou a vida ao trabalho e à militância para salvar o Brasil. O relato depõe contra o homem público, sim; mas depõe, sobretudo, contra a mulher que deveria guardar tais confidências como relíquia sagrada. Custa, no entanto, crer que Sóstenes tivesse tamanha indelicadeza de vazar o que lhe fora confiado; custa ainda mais imaginar Michelle descendo a esse nível de baixeza conjugal. O mais provável, convenhamos, é que se trate de falsificação digital. Seja como for, a questão eleva-se acima da fofoca de alcova. Michelle deve processar com rigor quem espalhou o deepfake, defendendo a própria honra e a do marido. Mas, se não for falsificação, que venha a público e explique por que processa Sóstenes Cavalcante, ou seja lá quem for o “delator”. Trata-se, afinal, de uma derradeira questão de honra. Numa época em que tudo se reduz a espetáculo vulgar, restam ainda, para os que se pretendem estadistas, esses últimos bastiões da dignidade. Ou o que sobra dela. #deepfake #política #honra

"Eu poderia ter batido, mas mentalmente ainda estou passando por um momento difícil e preferi que o Youri (Tielemans) tenha cobrado. Não sou eu quem precisa vencer, é o time.". Lukaku sobre não ter batido o pênalti decisivo de ontem. Excelente ver um jogador de futebol famoso demonstrar que não está equilibrado emocionalmente para cobrar um pênalti e dar a vez a outro. Autocrítica e coragem para demonstrar uma fraqueza em um momento (e que pode ser duradora). E está tudo bem. Que ele esteja procurando ajuda para estar pronto em outro momento! #Futebol #SaúdeMental #Autocrítica

Observador Jun 29

O artigo discute a noção errônea de que um homem não chora, abordando como a educação sexista influencia a gestão das emoções masculinas e destaca que expressar sentimentos é um sinal de força e saúde, contradizendo a ideia de que isso é um sinal de fraqueza. #HomensChoram #EducaçãoSexista #SaúdeEmocional

Um homem não chora?
Diego Muguet Jun 25

Hoje a oposição perdeu uma oportunidade de ouro. Tínhamos o cenário perfeito para expor a fraqueza do governo com a crise do Jaques Wagner, mas o fogo amigo falou mais alto. O fato é que o PT saiu ileso hoje porque nós mesmos tiramos o foco deles. Divididos, somos o maior cabo eleitoral da esquerda. #Política #Oposição #PT

Flamengo Jun 12

Vai ter Exposed Tático na Copa do Mundo também! Victor Falso 9 vai chegar juntinho por aqui pra contar todas as fortalezas e fraquezas dos rivais da nossa seleção. O primeiro? A seleção marroquina, que enfrentaremos amanhã! Se liga só! 📺 Assista a nossa programação especial para a Copa na #FlamengoTV, no YouTube! #CopaDoMundo #Futebol #FlamengoTV

Observador Jun 12

No artigo, José António Rodrigues do Carmo critica a abordagem dos EUA em relação ao Irão, afirmando que a confusão entre prudência e fraqueza, bem como entre diplomacia e rendição, coloca a aliança entre os EUA e Israel em uma posição vulnerável, enquanto o Irão avança em suas ameaças e agressões. #Israel #MédioOriente #Guerra

Os EUA à mercê dos fígados do Aiatola