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#Itamaraty

@claudio_dantas_ afirma que Mauro Vieira e a cúpula do Itamaraty estão desesperados com a possibilidade do Eduardo Bolsonaro ser o chanceler do Flávio. O bolsonarismo continua sendo o terror do sistema. @FlavioBolsonaro @BolsonaroSP #Politica #Bolsonarismo #Itamaraty

🚨AGORA - Cláudio Dantas diz que o Eduardo vai ser chanceler de Flávio caso ele seja eleito “Uma fonte me disse que o Itamaraty e os diplomatas estão apavorados com Eduardo Bolsonaro ser chanceler do Flávio” https://t.co/9BKfuSlGBP #EduardoBolsonaro #Flávio #Itamaraty

Augusto Cury perdeu a chance de dar um fatality na Globo. Ele tem uma proposta absurda de ter influenciadores trabalhando em embaixadas e se metendo em assunto do Itamaraty. E a Globo que meteu Virgínia na Copa? O que é mais bizarro? https://t.co/rGJOlknqyk #Globo #influenciadores #Itamaraty

Celso Amorim afirma na Credn que o novo embaixador americano teve uma indicação às pressas. Eu quero muito um pronunciamento do governo americano sobre isso. Quando foi que a administração Trump enviou o nome do novo embaixador americano para o Itamaraty? https://t.co/appe92PIiV #Diplomacia #Embaixador #RelaçõesInternacionais

Morei 2 anos nos EUA. Estudei, trabalhei e devo muito da minha carreira a essa experiência. Sempre fui bem tratado. Voltaria se pudesse. Segundo o Itamaraty, 2 milhões de Brasileiros vivem lá. Vendo ontem os termos usados contra o secretário de estado Rubio, cargo mais importante da administração americana, fiquei preocupado. Acho que se fizessem uma pesquisa aqui: onde vc preferiria morar? Nos EUA ou em qualquer país dos BRICS, EUA ganharia disparado. Dito isso, por favor, vamo acalmar as coisas vai… #EUA #ExperiênciaInternacional #VidaNoExterior

Tenho visto uma maluquice sendo repetida pelas damas da velha mídia que trocam favores por dinheiro (viu? nem chamei de putas). A ideia é a de que o agrément do Daniel Perez não teria sido concedido apenas por uma questão de "tempo" e que os EUA teriam agido de forma preciptada. É totalmente falso. O nome de Perez já foi submetido há meses. Diversos prazos foram dados ao Itamaraty. Aliás, essa é uma repetição do que Lula fez com Israel: não gostou da escolha do outro governo e não concedeu o agrémant e tudo indica que não concederá. Não tem problema: Perez será confirmado no senado americano a qualquer momento e receberá o agrémant tão logo @FlavioBolsonaro tomar posse. Enquanto isso, as autoridades brasileiras pagarão o preço da diplomacia ideológica do Lula. #Diplomacia #Política #Brasil

POPTime Aug 6

Lula afirma que IMPEDIU interferências dos Estados Unidos nas Eleições 2026: “O Brasil não só está preparado como vai enfrentar qualquer pessoa, de fora, que queira interferir no nosso processo eleitoral. Fiquei sabendo da notícia que vinham dois jovens para cá, para se intrometer, fiscalizar e investigar as urnas brasileiras. O Itamaraty, corretamente, negou o visto para eles. Ao invés de questionar nossa urna, eles deveriam pedir para a gente levar as urnas para eles fazerem uma eleição eletrônica para saberem que estamos no auge da modernidade eleitoral” #Brasil #Eleições2026 #Política

Em menos de 24 horas, o governo Lula mergulhou o Brasil em duas graves crises diplomáticas envolvendo seus principais parceiros no continente: Estados Unidos e Argentina. Com Washington, a escalada atingiu um nível inédito. O governo brasileiro decidiu não conceder o agrément - a aprovação diplomática necessária - ao indicado pelo presidente Donald Trump para assumir a embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Em resposta, o governo americano revogou o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, classificando a medida como um ato de reciprocidade e afirmando que a decisão poderá ser revertida caso o agrément seja concedido. Embora Brasil e Estados Unidos mantenham relações diplomáticas há mais de dois séculos, episódios dessa natureza são extremamente raros. A revogação do visto da principal representante diplomática brasileira em território americano marca um dos momentos de maior tensão entre os dois países em décadas. Quase simultaneamente, a relação com a Argentina também sofreu novo desgaste. O Itamaraty retirou definitivamente o embaixador Julio Bitelli de Buenos Aires e reduziu a representação diplomática brasileira ao nível de encarregado de negócios, rebaixando formalmente a relação bilateral. Na prática, a interlocução política entre os dois governos foi drasticamente reduzida, enquanto os canais consulares e comerciais permanecem em funcionamento. Em menos de um dia, Brasília acumulou confrontos diplomáticos com Washington e Buenos Aires. O episódio evidencia o grau de deterioração das relações exteriores do Brasil em um momento de profundas transformações geopolíticas. Lula é hoje a “cabeça da serpente” do Foro de São Paulo, criado por ele e Fidel Castro em 1990 para articular a esquerda revolucionária latino-americana. O crescente desgaste internacional, somado às tensões diplomáticas e às pressões internas, tendem a enfraquecer sua capacidade de liderança e de influência regional. A onda azul já começou a desmontar a hegemonia da esquerda radical na América Latina. O projeto político revolucionário liderado por Lula e seus companheiros ditadores na região está sob ataque. #Diplomacia #RelaçõesExternas #Lula

🚨AGORA: EUA revogam visto da Embaixadora do Brasil em Washington; medida ocorre após Itamaraty negar vistos a dois diplomatas americanos https://t.co/aqf8BemHSK #Diplomacia #RelaçõesInternacionais #Brasil

🚨 URGENTE: EUA CANCELAM O VISTO DA EMBAIXADORA DO BRASIL EM WASHINGTON. A informação foi dada há pouco por um oficial sênior do Departamento de Estado, em ligação fechada com um grupo restrito de jornalistas convidados, da qual participei. A embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos Estados Unidos, teve o visto cancelado. A medida é retaliação direta à recusa do governo Lula em conceder o agrément a Daniel Perez, o embaixador americano indicado por Trump para Brasília. Perguntei diretamente ao oficial se novas ações de visto e novos cancelamentos estavam sendo considerados. A resposta foi curta e devastadora: outras ações "não estão descartadas". O governo americano descreve um padrão de hostilidade brasileira que se acumulou ao longo do ano: Darren Beattie, conselheiro sênior para o Brasil, foi barrado em uma visita anterior. Depois, o secretário-assistente Riley Barnes e o secretário-assistente adjunto Sam Samson tiveram os vistos negados para o que Washington classifica como uma visita de rotina. E agora o próprio embaixador americano está sendo bloqueado, com atrasos sucessivos e sem nenhum prazo prometido. A condição foi colocada de forma explícita: o visto de Viotti será restaurado no momento em que o Brasil conceder o agrément a Daniel Perez. Nas palavras do oficial, "reciprocidade é o nome do jogo". Se um governo não deixa o outro trabalhar, o mesmo será feito de volta. E aqui está a dimensão histórica que o Itamaraty não vai querer que você entenda: isto não tem precedente na história da relação Brasil-Estados Unidos. Em mais de 200 anos de relações diplomáticas ininterruptas, desde 1824, nunca um embaixador brasileiro em Washington teve o visto cancelado pelo governo americano. A última vez que os Estados Unidos aplicaram esta medida contra um país do hemisfério foi em dezembro de 2010, contra a Venezuela de Hugo Chávez. O motivo foi exatamente o mesmo: Caracas se recusou a aceitar Larry Palmer como embaixador americano, e Washington cancelou o visto do embaixador venezuelano Bernardo Álvarez Herrera. O resultado? Venezuela e Estados Unidos ficaram uma década inteira sem embaixadores, até a ruptura total das relações. É essa a companhia em que Lula acaba de colocar o Brasil. O Departamento de Estado fez questão de dizer que atribui grande importância ao Brasil e a qualquer governo eleito que o povo brasileiro escolher "DE FORMA LIVRE E JUSTA", e que deseja voltar à normalidade. Mas o recado foi inequívoco: o governo brasileiro deve uma resposta rápida e positiva, e o relógio está correndo. Tic. Tac. #Diplomacia #Brasil #EUA

Governo Lula aprova nomeação de responsável por repressão terrorista chavista como adido no Brasil. O Itamaraty admite que a concessão é inédita. É Lula mostrando o que deseja para o Brasil. #Lula #Brasil #Política

Itamaraty diz que Defesa autorizou nomeação de general venezuelano sancionado pelos EUA https://t.co/htVYM41KBO #Venezuela #Defesa #Geopolítica

Lula não se importa com o Brasil e com o brasileiro. A diplomacia lulista é a diplomacia do desastre. Eu respeito os profissionais do Itamaraty, são os melhores diplomatas do mundo. Mas a doutrina lulopetista atrapalha demais o trabalho desses servidores e a conta disso sempre sobra para o povo e para as empresas brasileiras. #Brasil #Diplomacia #Lula

Ivan Kleber Jul 28

Brasil 🇧🇷/Argentina 🇦🇷: O governo Lula atua para esfriar a crise com a Argentina. Planalto e Itamaraty falam em "viver um dia de cada vez" e condicionam eventuais novas ações ao monitoramento sobre reações argentinas reporta a emissora “CNN/Brasil” https://t.co/HeW9UmKXXi #Brasil #Argentina #Crise

Sobre a negativa do Itamaraty aos vistos da missão de observação eleitoral e direitos humanos do Departamento de Estado americano: a minha impressão real é a de que Lula e o Regime estão forçando a barra para terem uma eleição sem reconhecimento internacional para empurrar o país para uma situação semelhante a da Nicarágua ou Venezuela ("democracias relativas" de ditadores amigos do PT). Agora, pergunto-me quem vai embarcar de gaiato nessa aventura de tarifas, sanções, perdas de vistos e restrições financeiras... #Democracia #DireitosHumanos #Eleições

🇧🇷🇺🇸 Itamaraty nega visto a dois funcionários do governo dos Estados Unidos que planejavam missão ao Brasil para acompanhar as eleições. Segundo o governo brasileiro, a delegação pretendia questionar a integridade do sistema eleitoral brasileiro. Alguns Ministros do Supremo cobram um posicionamento do TSE sobre o assunto. #Eleições #Brasil #Diplomacia

O Itamaraty demorou quatro dias para reagir à declaração de Daniel Ortega e, quando finalmente se manifestou, limitou-se a dizer que recebeu o anúncio “com preocupação”. A nota publicada em 23 de julho, reafirma o compromisso do Brasil com eleições livres, mas em nenhum momento utiliza termos como “repúdio”, “condenação”, “ruptura democrática” ou “ditadura”. Também não anuncia qualquer medida diplomática contra o regime nicaraguense. Daniel Ortega não anunciou uma reforma eleitoral nem uma mudança nas regras do pleito. O ditador declarou que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, encerrando o principal mecanismo de alternância de poder em qualquer democracia. É um marco histórico na consolidação de um regime autoritário. A reação do governo Lula foi tão branda que abriu espaço para uma resposta desafiadora de Manágua. Em um comunicado intitulado “Nossa democracia, nossas eleições”, o regime de Ortega não apenas ignorou a preocupação do Itamaraty como reivindicou o direito de definir, sozinho, o que considera democracia. A mensagem é inequívoca - quem controla o Estado agora pretende controlar também o significado das palavras. Depois de anunciar que não haverá mais eleições livres, o regime afirma continuar realizando “eleições democráticas”. É a lógica típica das ditaduras modernas; mantêm o vocabulário da democracia enquanto eliminam, uma a uma, as condições que a tornam possível. Enquanto organismos internacionais e diversas democracias trataram o anúncio de Ortega como mais um grave retrocesso institucional, o governo Lula optou por uma nota protocolar, sem condenação explícita e sem qualquer consequência diplomática - dizer apenas que recebeu a notícia “com preocupação” soa desproporcional à dimensão dos fatos. A história mostra que ditaduras não recuam diante da complacência. Ao responder a Daniel Ortega com uma nota morna, o governo Lula não constrangeu o ditador; ao contrário, deu a ele a certeza de que não terá de pagar um preço político proporcional aos seus atos. #Liberdade #Democracia #DireitosHumanos

Uma reportagem da Bloomberg publicada em 22 de julho revelou que a família Batista, controladora da J&F, adquiriu, nos últimos meses, a empresa A&B Oil and Gas e passou a deter 49% da Petrolera Roraima, uma joint venture com a estatal venezuelana PDVSA, que mantém os outros 51%. Não se trata da compra de uma fatia da PDVSA, mas da entrada dos irmãos Batista em um dos ativos mais estratégicos da Faixa Petrolífera do Orinoco, região que abriga uma das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo. Hoje, o campo produz cerca de 30 mil barris de petróleo por dia. A meta da J&F é transformar o projeto em um dos maiores da região, elevando a produção para 120 mil barris diários nos próximos cinco anos - quatro vezes o volume atual. O ativo também carrega um histórico controverso; ele integra o antigo projeto Petrozuata, da americana ConocoPhillips, expropriado pelo governo Hugo Chávez. Anos depois, um tribunal internacional condenou a Venezuela a pagar cerca de US$ 8,7 bilhões à empresa pela expropriação. A operação ocorre justamente após os EUA flexibilizarem parte das sanções ao setor petrolífero venezuelano, permitindo a retomada de determinados investimentos. Em janeiro deste ano, a Reuters revelou que Joesley Batista participou de reuniões com autoridades do governo venezuelano e também esteve em Washington discutindo oportunidades no setor de energia, atuando como interlocutor entre Caracas e autoridades americanas. Mas há outro ponto que chama atenção: em 2024, o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, revelou que o Itamaraty impôs sigilo de cinco anos aos telegramas diplomáticos sobre operações da J&F na área de energia na Venezuela - até hoje, esses documentos permanecem inacessíveis. O governo Lula também não divulgou o conteúdo dessas comunicações, o grau de envolvimento diplomático nas negociações nem eventuais avaliações sobre os riscos políticos, jurídicos e geopolíticos desses investimentos. Agora, com a confirmação da entrada da J&F em um projeto petrolífero operado em parceria com a PDVSA, o sigilo imposto pelo Itamaraty ganha ainda mais relevância. Quais informações o governo Lula decidiu manter longe do conhecimento da sociedade? #Petróleo #Venezuela #Investimentos

🚨HISTÓRICO! Ministro Mauro Vieira, chefe do Itamaraty ACABA de REBATER à altura os ATAQUES dos EUA: “As tarifas adotadas contra o Brasil são inaceitáveis, ofensivas ao povo brasileiro e ao governo brasileiro. O que incomoda é o fato de o Brasil não ter se curvado aos EUA.” NOSSA SOBERANIA É INEGOCIÁVEL! 👏🇧🇷 #Brasil #Soberania #Diplomacia

NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos. A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional. Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira. A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução. A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica. Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise. A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil. A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação. Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política. O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional. Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional #ComércioInternacional #Diplomacia #EconomiaBrasileira