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#Judas

1 MILHÃO! ✝️ O smash hit "Judas" bateu o seu recorde anual no Spotify com 1,033,479 reproduções nesta quarta-feira (9). A canção está viralizando novamente no aplicativo de dancinha graças a coreografia do projeto 1MILLION Dance Studio. https://t.co/M3vQC8i1iX #Judas #Spotify #Viral

LA HISTORIA DE UNA POLITIQUERA Y CAMALEONA Esta que ven en la foto abrazada a Petro y sumisa, es la misma Claudia López que votó a la presidencia por Petro en 2018, se enfrentó a él cuando fue alcaldesa de Bogotá, “La política de Petro es la del caos”, dijo la Camaleona en medio del mal llamado estallido social, y lo acusó de “incendiar el país”. Pero volvió a votar por él en 2022. “Por fin ganamos”, gritaba emocionada, anunciando que votaría por Petro nuevamente. Pero la “Camaleona” actuó de nuevo, y se enfrentó otra vez a Petro, por su apetito político, en su personalidad oportunista calculaba que para ser presidente debía tomar distancia, sin importar la voltereta. Lo hizo. Por eso en la campaña de 2026 negó a Petro, como Judas, dijo que no era petrista, hasta lo denunció ante las autoridades por “participación indebida en política”, lo acusó de abuso de poder, lo llamó “pedazo de pendejo” que no había desmovilizado a nadie, lo señaló por dialogar con “criminales”, y mucho más. Petro reveló que ella, Claudia, lo “traicionó 7 veces”. Pero volvió a caer, vendrá la octava traición. En su gran coherencia camaleónica, al perder las elecciones, en la segunda vuelta votó por Iván Cepeda, el de Petro. Hoy, perdida, y sin capital político, Claudia, Camaleona, López, regresa arrodillada donde su jefe Gustavo Petro, metido en la lista OFAC y desprestigiado por los escándalos de corrupción de su gobierno, y sus precarios resultados. Petro se abraza a la traición y Claudia se aferra al único que cree que puede darle oxígeno, aunque envenenado. El Diablo los crea y ellos se juntan. ¡Están avisados, de nuevo! @ClaudiaLopez @petrogustavo #PolíticaColombiana #ClaudiaLópez #GustavoPetro

Esse aqui merece muito esse título. Pos Copa SP apanhou mais que Judas em sábado de Aleluia. O argumento era que estava no cargo por ser amigo do Felipe. Trabalhou e hj é campeão brasileiro com méritos. Só vejo uma explicação. Deve ter brigado com o maestro 😅 https://t.co/UkVuw8v7Xf #Campeão #Futebol #CopaSP

gabs Aug 10

@anapaulaoto eu uso os gb que não uso em um mês, acumula no outro não recebo UMA ligação de telemarketing internet n cai sinal nem onde judas perdeu as botas (já tive sinal até na roça) preços ótimos n tenho uma reclamação #internet #telco #satisfacao

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Per Lindgren Aug 4

Judas, Brutus, Benedict Arnold, Ephilates, Quisling. Exempel på människor vars agerande har givit att deras namn blivit synonymer till ”svikare” el ”förrädare.” Kan folk vänligen sluta låtsas som att benämningen ”en quisling” betyder att man önskar livet ur ngn. #svikare #förrädare #historiskaFigurer

Per Lindgren Aug 4

@rektor_linnea @anderslindberg Förstår inte vad du menar. Man kan tycka att det är överord. Man behöver inte hålla med. Men ”en quisling” är ett begrepp som idag används på typ samma sätt som att kalla någon ”Judas.” Att säga ”va, menar du att jag orsakat att Guds son har korsfästs och torterats” är absurt. https://t.co/sFaC0pJV08 #språk #politiskdebatt #historiskareferenser

H
Sandfeen Jul 31

Migration is Literally Invasion For 50 years, the traitors in the West have insisted that immigration is not invasion. And now the inevitable has become undeniable: “Spain has deployed just 60 troops to its North African exclave of Ceuta after thousands of migrants overwhelmed security forces and stormed across the border from Morocco, with up to 60.000 more people reportedly swarming the frontier. The Spanish Interior Ministry said the military contingent consisted of three platoons of 20 soldiers each, sent to reinforce the Guardia Civil after officers admitted that the border had “totally collapsed.” Madrid also dispatched specialized police units, bringing their total number to around 200, as well as 30 additional Guardia Civil officers. The small military deployment came after Ceuta’s regional government pleaded with Madrid to take “decisive” action, close the border and declare a national emergency, warning that local police, hospitals and migrant reception facilities had been overwhelmed. Prime Minister Pedro Sanchez’s government rejected the emergency request, arguing that migration does not qualify under legislation covering natural disasters, major accidents and other national catastrophes” Of course it doesn’t. It’s war. Migrants and refugees should be met with military force at the border, or they will wage war on the native population. This is a larger invasion than the original one from North Africa that led to 700 years of Muslim occupation. Spain is literally the Judas of Europe

If it's true, Fico is a clear traitor and destructor of Slovak statehood. He is simply JUDAS ISCARIOT. (translated)

RDT Lady Gaga Jul 11

ICÔNICO E POLÊMICO! O videoclipe de "Judas" alcançou a marca de 600 milhões de visualizações no YouTube, sendo o 8º vídeo de Lady Gaga a atingir este feito na plataforma. ✝️ https://t.co/ebVvQTrNze #LadyGaga #Judas #YouTube

Actualización 3:46 pm Por el momento, los vecinos solo han sabido de una persona herida. El área que colapsó era la primaria del colegio. Más temprano: Se reporta el colpaso parcial del Colegio San Judas Tadeo en la parroquia La Pastora, Caracas. Testigos creen que no había nadie en la estructura al momento de desplomarse, y que quienes estaban trabajando allí salieron a tiempo. Todavía trato de confirmar si había residentes en una vivienda que quedó afectada. Videos Cortesía #Caracas #Colegio #Noticias

Vecernji.hr Jun 27

Hrvatska judašica Lara Cvjetko osvojila je zlato na Grand Prix turniru u Kini te prikupila važnu količinu olimpijskih bodova, ponovivši svoj uspjeh od prošle godine i time se fokusirajući na nadolazeće Svjetsko prvenstvo u Azerbejdžanu, dok je Iva Oberan, također hrvatska predstavnica, ostala blizu postolja u svojoj kategoriji. #LaraCvjetko #Džudo #GrandPrix

Lara Cvjetko trijumfirala na Grand Prix turniru u Kini i prikupila olimpijske bodove
Gabriel Sá Jun 20

🎙️ Juan Branda, auxiliar de Hernán Crespo, publicou em suas redes após a demissão de Rui Costa. A tradução com contexto seria algo na linha de: “A todo Judas, cedo ou tarde chega a sua hora” https://t.co/OcKlU63lG3 #futebol #demissão #treinador

eldiario.es Jun 12

El Tribunal de Justicia de la Unión Europea (TJUE) anunciará su decisión sobre la ley de amnistía el 16 de julio, abordando interrogantes planteadas por el Tribunal de Cuentas y la Audiencia Nacional sobre su aplicación en relación con los gastos del referéndum del 1-O y el caso de la 'Operación Judas', mientras que líderes independentistas como Carles Puigdemont esperan beneficiarse de esta legislación, aprobada por el gobierno de Pedro Sánchez en 2024. #Amnistía #TJUE #Catalunya

El Tribunal de Justicia de la UE publicará la sentencia sobre la ley de amnistía el 16 de julio

Los fans descubrieron que la intro de AMONG US es una referencia a la Última Cena: El impostor incluso está en el mismo lugar de Judas. https://t.co/03yhq9QBTf #AmongUs #Arte #Referencias

Z Brukseli przywiózł ponad 12 mln złotych. Cały swój majątek przepisał na żonę. Dziś jest bez dachu nad głową, auta i majątku. Gdyby ten człowiek miał w sobie choć odrobinę uczciwości i przyzwoitości, nie przepisywałby w pośpiechu judaszowych milionów. Rozliczymy go już niedługo. https://t.co/B7RfyAXgyT #Bruksela #uczciwość #sprawiedliwość

Observador Jun 1

No episódio especial do Dia da Criança do programa About Investments, Cristina Judas discute a importância de ensinar literacia financeira às crianças, enfatizando que os pais devem não apenas falar sobre poupança, mas também sobre o gasto consciente do dinheiro, para preparar os filhos para uma vida financeira saudável. #EducaçãoFinanceira #LiteraciaFinanceira #FinançasParaCrianças

Como falar de literacia financeira com os filhos
M

Gdybym pokazała wam to, jakie wiadomości dostaję na priv , to byście nie uwierzyli, że człowiek może wytworzyć takie okropności. Ja jednak twardo będę stać na stanowisku, że zachowaliśmy się wobec Ukrainy jak trzeba. Głodnego nakarmić, atakowanemu pomóc, nie licząc na wzajemność. Obowiązki mam polskie, im wyższy typ człowieka reprezentuję, nieco nawiązując do Dmowskiego. Tacy po prostu jesteśmy. Polska będzie wywyższona właśnie dzięki szlachetności, nawet jeśli doświadczamy judaszowego pocałunku. #Polska #Ukraina #szlachetność

Dios May 26

Carta al Papa: Querido encargado. Ten cuidado cuando vengas a España. Vigila la cartera y el anillo Papal déjalo en el Vaticano. Si ves a un tipo parecido a Mr. Bean, huye. El otro es más falso que Judas, querrá hacerse muchas fotos contigo y puedes acabar imputado. Reza. #Papa #Españaa #Humor

Novinky May 9

Soudce osvobodil kapelu Judas Priest od obvinění, že jejich hudba měla podíl na sebevraždách dvou mladých mužů, a konstatoval, že neexistují důkazy o vině, přičemž proces vrhl stín na vnímání heavy metalu veřejností. #JudasPriest #HeavyMetal #CourtCase

SEX, STORY, ROKENROL: Judas Priest prý ve své písni nabádali k sebevraždě. Dva fanoušci je poslechli