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#demissão

Ministro da Educação português admitiu que 1400 alunos ficaram com notas em suspenso devido a problemas na avaliação dos exames nacionais, enquanto o INEM enfrenta denúncias de falhas em seu sistema informático e André Ventura, líder do Chega, pede a demissão do ministro da Administração Interna, vinculando sua permanência a possíveis consequências políticas, enquanto os EUA realizam novas operações aéreas contra o Irão após a morte de militares norte-americanos. #Notícias #Educação #Venezuela

As notícias das 2h

Informei os líderes da CDU e da CSU, Friedrich Merz e Markus Söder, de que, através desta carta dirigida ao nosso grupo parlamentar, apresento a minha demissão do cargo de presidente do grupo parlamentar da CDU/CSU no Bundestag

CDU. Dirigente demite-se após recorrer a barriga de aluguer
observador.pt

O líder da bancada conservadora no Parlamento alemão, Jens Spahn, anunciou sua demissão após recorrer à gestação de substituição nos Estados Unidos para ter um filho, uma prática proibida na Alemanha, alegando que sua felicidade pessoal se tornou incompatível com seu cargo político. #Alemanha #gestaçãoSubstituição #JensSpahn

CDU. Dirigente demite-se após recorrer a barriga de aluguer
F

Momentos da semana: -Trambike muda de lado; -O Outro diz que o Flávio tem 600 milhões e pede exame toxicológico; -O sem voto no Rio chora como se tivesse legitimidade para permanecer na cadeira executiva; -Briga em portal de comunicação seguida de demissão, parte da esquerda vibra; -Político que não tira foto é político? -Governo maltrata EUA faz tempo, vem tarifaço e o Governo busca culpados fora dele; -Presidente que não desviou sequer 1 centavo, impedido de falar, de receber amigos, de conviver com netos; -Calma ainda é 6f, falta o Messi…. #Política #Brasil #Atualidades

The worst of the exam chaos is yet to come: - attachment; - sending to guardians; - mass reevaluation; - 2nd phase of exams (registration - correction) - preparation for the new school year (...) Resignation of the minister and a parliamentary inquiry so that this never happens again. (translated)

Na última edição do Noticiário da Rádio Observador, destaca-se a apreensão de um atrelado de droga, que havia desaparecido da Polícia Judiciária, encontrado na empresa de um amigo do ministro Luís Neves, em meio a uma crise no sistema de correção de exames nacionais, que gerou tensões políticas e pedidos de demissão por parte do PS, enquanto o governo assegura que as notas serão publicadas na sexta-feira. #Educação #ExamesNacionais #PolíticaPortuguesa

As notícias da 1h

🚨📺 Após polêmica, Amazon demite narrador Rômulo Mendonça. O comentarista Ricardo Bulgarelli também foi demitido. Ambos debocharam de Alana Ambrósio por ela ser escolhida pela empresa para cobrir as finais da NBA nos Estados Unidos. Emocionada por estar acompanhando as finais, Alana postou um vídeo de agradecimento em suas redes sociais. Horas depois, no podcast Jararacas, que Rômulo Menonça e Bulgarelli apresentam no YouTube, o primeiro debochou do vídeo de Alana. "Chega de jornalismo de cama de hotel", disse Rômulo. A ordem de demissão partiu do comando da Amazon, na Inglaterra. Lideranças da empresa entenderam o comportamento como "inaceitável". 🗞️ @folha | @sitef5 | @bielvaquer 📸 Reprodução #Amazon #NBA #demissão

Roger Rogoff foi demitido como procurador-geral de Seattle apenas 54 minutos após assumir o cargo, em um episódio que exacerba o confronto entre a administração Trump e o sistema judicial, com Rogoff considerando buscar uma ação judicial contra sua demissão. #Trump #Justiça #Seattle

Trump despede procurador 54 minutos depois de tomar posse

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky nomeou Yevgeny Khmara, um oficial dos serviços secretos, como novo ministro da Defesa interino após a demissão do antecessor Mykhailo Fedorov, que ocorreu em meio a desentendimentos sobre a estratégia militar contra a Rússia. #GuerraNaUcrânia #Zelensky #DefesaUcraniana

Zelensky nomeia novo ministro da Defesa Interino

Após a demissão do popular ministro da Defesa Mykhailo Fedorov pelo presidente Volodymyr Zelensky, em meio a pressões militares e uma divisão estratégica sobre a guerra contra a Rússia, milhares de ucranianos protestaram em várias cidades, expressando descontentamento e questionando as motivações por trás da decisão, que muitos consideram o pior erro de Zelensky. #Ucrânia #Zelensky #Fedorov

A guerra interna que levou a manifestações na Ucrânia

As mudanças no governo ucraniano, incluindo a demissão do ministro da Defesa Mykhailo Fedorov e a nomeação de Yevhenii Mura, geraram protestos em várias cidades do país, com manifestantes exigindo explicações e a volta do ex-ministro, enquanto Zelensky defende as mudanças como necessárias para melhorar a união nas decisões sobre a guerra com a Rússia. #Ucrânia #Governo #Defesa

Mudanças no Governo ucraniano causam descontentamento

Centenas de ucranianos protestaram em várias cidades, incluindo Kiev, contra a demissão do ministro da Defesa Mykhailo Fedorov, ocorrida no âmbito de uma reformulação do Governo pelo Presidente Volodymyr Zelensky, clamando por sua reintegração e expressando indignação nas ruas. #Ucrânia #GuerraNaUcrânia #VolodymyrZelensky

Ucranianos manifestam-se contra a demissão do ministro

"It is not the minister's problem," says the minister who missed 4 deadlines, called the teachers' accusations false, and the parents reckless. If the grades come out on Friday, it's thanks to those who corrected them in the early morning, for free. The chaos is all his. The resignation should be too. The country needs the CPI. (translated)

VAI TER DEMISSÃO! Ariana Grande aparece para os fãs após problemas técnicos na turnê. #ESTbrooklyn https://t.co/qzwRydUBfx #ArianaGrande #turnê #música

O CEO da Naftogaz, Serhii Koretskyi, pode ser o próximo primeiro-ministro da Ucrânia após a reforma do governo promovida pelo presidente Volodymyr Zelensky, que resultou na demissão da atual primeira-ministra. #Ucrânia #Naftogaz #Zelensky

CEO da Naftogaz pode ser próximo primeiro-ministro ucraniano

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, reconheceu que as recentes dificuldades na classificação dos exames nacionais não representam um desastre, embora o Bloco de Esquerda exija a demissão do ministro da Educação e uma comissão de inquérito, enquanto a situação da água em Almada é monitorada após cortes no abastecimento. #Educação #ExamesNacionais #Notícias

As notícias das 22h

Is today the day the health minister resigns? What will make her feel ashamed? The death of a man with chest pain who was assigned a green bracelet by the hospital is not enough? How far will the lack of accountability go? (translated)

Trump dismisses the last three members of the Election Assistance Commission (EAC), an independent federal agency that assists authorities responsible for organizing elections in the country. (translated)

🚨 INFIEL! O San Antonio Spurs demitiu hoje o narrador Jacob Tobey por trair a namorada com a irmã de Lindy Waters, jogador do time. Alguns dias atrás, a agora ex-namorada descobriu a traição, entrou no perfil dele e postou nos stories: "Essa aqui é minha namorada de 6 anos, mas traí ela com a Loren Waters. Sintam-se à vontade pra continuar me seguindo se acham que eu sou bonzinho, mas eu não sou." Em seguida, ela postou várias fotos de Jacob com a amante e mudou a legenda das fotos dele pra "TRAIDOR". O Spurs anunciou a demissão de Jacob Tobey hoje. #SanAntonioSpurs #Traição #Esporte