Adivinhem quem foi atacado quando alertou que era um erro crasso colocar Fábio Faria no governo? Isso mesmo: os conservadores, os "olavistas malvadões". O mesmo vale para Ciro Nogueira. A operação do "queremos pragmatismo, dane-se a ideologia" uniu um monte de perfis sem rosto na missão de cancelar os conservadores que estavam dizendo o óbvio. Não existe traição quando a natureza da pessoa sempre esteve escancarada. É como escolher colocar um escorpião dentro do próprio sapato e, depois da picada, reclamar que ele traiu você. Escorpião faz o que escorpião faz. #Política #Conservadorismo #Ideologia
FIM! Chegou ao fim do relacionamento entre Pedro Scooby e Cíntia Dicker. Os dois estão separados há dois meses, e a modelo já alugou um outro apartamento para viver longe do surfista. "Sim, estamos separados há dois meses! Viajamos juntos em família nesse tempo e vamos seguir juntos, como bons amigos que somos e pais da Aurora. Nunca imaginei que pudesse ter uma relação assim após casamento e acredito que isso seja o verdadeiro amor! Ela vai poder contar sempre comigo e eu sempre com ela. Antes que fiquem especulando, não houve traição, nem desrespeito! Muito pelo contrário! Espero que todos respeitem esse momento", disse Scooby. 🗞️ Lucas Pasin #Relacionamento #Separação #Amor
Oi, @CBaptistaJr. Responda-me uma pergunta. Se Bolsonaro realmente tentou dar um golpe e o senhor, heroicamente, recusou-se a participar, brandindo a espada da República e da democracia contra o malvado Bolsonaro, por que ele simplesmente aceitou a sua recusa? Por que Bolsonaro não mandou os militares responsáveis pela segurança dele prendê-lo, acusou o senhor de traição ou de ser um contrarrevolucionário e, em seguida, colocou no seu lugar um comandante disposto a participar do suposto golpe? Eu tenho uma explicação muito mais simples: porque, na minha opinião, essa história que o senhor conta simplesmente não aconteceu dessa maneira. E acho curioso como bastaram meia dúzia de elogios da Globo para uma vaidade aparentemente gigantesca entrar em combustão e o senhor começar a apresentar publicamente essa versão dos acontecimentos como se tivesse protagonizado sozinho a defesa da democracia brasileira. Aliás, recomendo uma experiência interessante: pergunte à sua secretária o que os seus antigos subordinados realmente acham do senhor. Talvez seja bastante instrutivo descobrir que a imagem que uma pessoa constrói de si mesma nem sempre corresponde àquela que deixou entre os homens que estiveram sob seu comando. #Democracia #PolíticaBrasileira #Bolsonaro
Hoje tem Tariflávio Rachadinha na Globo e se ele não for encurralado sobre: - 61 milhões do Vorcaro - rachadinha - tentativa de golpe de Estado - ataque às instituições democráticas - interferência na PF para proteger a familícia - negacionismo na pandemia e 700 mil mortes - fila do osso - desemprego - inflação - escala 7x0 - mansão de R$ 6 milhões em Brasília - 51 imóveis pagos em dinheiro vivo - relação com a milícia, Adriano da Nóbrega e crime organizado - traição à Pátria, tarifaço, entreguismo e submissão aos EUA… A Globo terá escolhido de que lado ela está nestas eleições! #Rachadinha #Tariflávio #Democracia
Quando Hugo Motta foi escolhido para presidir a Câmara, houve quem alertasse a direita - entregar seus votos ao candidato apoiado por Arthur Lira, numa composição que reunia do PL ao PT, poderia terminar exatamente onde terminou. Os alertas foram tratados como incompreensão da “política real”. O argumento era pragmático: não importava apenas quem ocuparia a Presidência da Câmara; importavam os espaços, a Mesa, as comissões e a possibilidade de fazer avançar as “pautas conservadoras”. Em 30 de outubro de 2024, o então líder do PL, Altineu Côrtes, formalizou o apoio a Motta. Parlamentares da ala bolsonarista chegaram a entregar ao candidato uma lista de prioridades. Entre elas estavam a anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro e a defesa das prerrogativas parlamentares. Altineu dizia que a criação da comissão da anistia daria “mais transparência, mais amplitude ao debate” e seria importante para a pauta avançar. Motta acabou eleito com impressionantes 444 votos, sustentado por uma composição que colocava adversários ideológicos no mesmo projeto de poder. Em julho de 2025, já presidente, Motta chegou a impedir reuniões de comissões durante o chamado recesso branco, atingindo inclusive duas comandadas pelo PL: Segurança Pública, de Paulo Bilynskyj, e Relações Exteriores, de Filipe Barros. Agora a fotografia fica completa. Hugo Motta acaba de anunciar que apoiará Lula na eleição de 2026. Não apenas apoio protocolar, disse que Lula “converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país” e revelou apoio ao “projeto de reeleição” do petista. É difícil imaginar símbolo mais perfeito da política brasileira. A direita entregou votos em nome da estratégia; Motta recebeu os votos, chegou ao comando de um dos Poderes da República e agora trabalha eleitoralmente pela permanência de Lula no Planalto. Podem chamar de pragmatismo, articulação ou cálculo político. Quem advertiu que essa conta poderia terminar em traição tem hoje o direito de perguntar aos estrategistas: as comissões valeram o preço? #PolíticaBrasileira #Pragmatismo #Eleições2026
Tulla Luana revela que está terminando o relacionamento com João Carlos após descobrir traição virtual. https://t.co/DjheUh2Lct #Relacionamento #Traição #FinalDeRelacionamento
A paquita do regime querendo convencer o público de que corrupção de assessor do Descondenando é "traição". 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 O quanto é preciso ser otário para acreditar nisso? https://t.co/4cfuGYEAJO #corrupção #política #brasil
Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
A Russian court sentenced journalist Daria Shipacheva to 12 years in prison for treason, allegedly for making a bank transfer to a relative in Ukraine. (translated)

@poponze O ex-marido da Preta Gil traiu ela com a própria "amiga" que era stylist dela,então não foi só uma traição foram duas e isso tudo com a Preta lutando contra um câncer... https://t.co/Zckbaq7qUJ #PretaGil #Traição #Amizade
Carolina Dieckmann acredita que a traição do ex-marido de Preta Gil foi um dos agravantes da doença da cantora. “O fim do casamento, do jeito que foi, eu acho que, naquele momento, foi uma porrada maior que o câncer.” https://t.co/aw4udOyN55 #CarolinaDieckmann #PretaGil #Relacionamentos
Caros, sobre essa questão, quero deixar claro que não sairei do X. Ao longo dos anos, criou-se uma comunidade de mais de 840 mil pessoas em torno do canal e, em respeito a vocês, não abandonarei a plataforma, por mais frustrado e decepcionado que esteja com a forma como a administração do X tem tratado os perfis de análise e de notícias. Mas haverá algumas mudanças. A principal será o fim da criação de conteúdo exclusivo para a plataforma. Como eu disse no post original, na última quinzena investi pesado na produção de conteúdo autoral e exclusivo para o X, com mais de 40 vídeos, dezenas de legendas e análises. Mas diante da recusa da plataforma em monetizar esse tipo de conteúdo, a partir de agora usarei este espaço para compartilhar links para as plataformas que realmente valorizam e remuneram esse tipo de trabalho, como é o caso do meu site e, principalmente, do meu canal no YouTube. Nesse sentido, a frequência de publicações aqui no meu perfil até vai aumentar, como, aliás, já devem ter reparado desde ontem, com notícias atualizadas a todo momento. A diferença é que agora os links apontam para plataformas que valorizam aquilo que eu faço. As decisões que estão sendo tomadas pelo Nikita e pelo Elon, com relação à forma como lidam com as páginas de análise e de notícias, são, na minha opinião, um grave erro e até mesmo uma traição aos perfis que, no passado, contribuíram ativamente para tornar o X a principal fonte de informação para muitas pessoas. Em que a plataforma irá se transformar no futuro? Não sei. Mas, enquanto for possível, continuarei aqui compartilhando e atualizando notícias, como sempre fiz. E, é claro, um muito obrigado a todos vocês que me acompanham aqui no X, no site, no YouTube, no Telegram e no Insta! 🙏 #Comunidade #Mudanças #ConteúdoAutoral
Tenho um projeto de lei, colocando no código penal o crime de TRAIÇÃO À PÁTRIA! Com certeza a família Bolsonaro se encaixa como criminosa. https://t.co/SK6C4dPTcX #Lei #Justiça #Política
Senador Flávio, cinismo tem limites. Tome vergonha na cara e assuma sua responsabilidade e da sua família. Seu irmão foi aos EUA pedir sanções e tarifas contra o Brasil. Você aplaudiu quando elas vieram. Só quando a opinião pública condenou, vocês passaram a fingir que eram contra o Tarifaço. Foi por isso que você ganhou o apelido de Tariflavio. Há poucos dias você esteve lá pedindo para adiar as tarifas para não te prejudicar eleitoralmente. E prometendo entregar as terras raras e o PIX se fosse eleito. Sua traição à pátria está custando ao Brasil. O resto é jogo politico desesperado de quem vê seu projeto eleitoral cada dia mais distante. #Política #Brasil #Responsabilidade
O Tarifaço contra o Brasil tem dois país. Um está na Casa Branca, outro quer subir a rampa do Planalto. Um age por interesse colonial, outro por traição e interesse eleitoral. Essa aliança vergonhosa entre colonialismo e traição terá a devida resposta. Lula já anunciou o recurso à Lei de Reciprocidade e o povo brasileiro saberá mostrar seu rechaço! #Tarifaço #Brasil #Lula
🚨 INFIEL! O San Antonio Spurs demitiu hoje o narrador Jacob Tobey por trair a namorada com a irmã de Lindy Waters, jogador do time. Alguns dias atrás, a agora ex-namorada descobriu a traição, entrou no perfil dele e postou nos stories: "Essa aqui é minha namorada de 6 anos, mas traí ela com a Loren Waters. Sintam-se à vontade pra continuar me seguindo se acham que eu sou bonzinho, mas eu não sou." Em seguida, ela postou várias fotos de Jacob com a amante e mudou a legenda das fotos dele pra "TRAIDOR". O Spurs anunciou a demissão de Jacob Tobey hoje. #SanAntonioSpurs #Traição #Esporte
@PRAYSALSICHA @narinsns 1. a luísa ele largou por ter problemas com vícios, ele deixou ela e começaram as especulações de traição e perseguição, ele nunca a defendeu em anos. 2. a maria ele largou com os dois ainda em luto, e também deixou a própria mãe falar abertamente coisas que não deveria na mídia #relacionamentos #traição #vícios
Tradução da fala de Flavio Bolsonaro: “Quero submeter o Brasil aos EUA e acabar com o PIX para aliviar Visa/Mastercard”. Se ele fosse senador lá nos EUA já teria sido cassado e preso por alta traição! O povo brasileiro saberá responder a este sabujo nas urnas em outubro! https://t.co/9cLY3wdqcV #Brasil #Política #Eleições