4 convocações, 0 copas, 1 citação na live do BTS e 1 filha army jimin utt https://t.co/lqIOfTn9PG #BTS #Army #Citações
🤣🤣🤣🤣🤣 O Alexandre de Moraes ficou mais de 500 dias fugindo da citação do processo da Rumble. Agora a Rumble pede mais tempo para apresentar os argumentos contra o pedido de extinção do processo da AGU, algo completamente normal, a AGU acusa a Rumble de tentar atrasar a ação. https://t.co/NQvJ4PzooQ #Justiça #Rumble #Processo
Camelôs do Rio de Janeiro revelam que camisas de Neymar estão encalhadas como ele. Mauro Beting erra destino, vai para Ilhas Jersey em vez de Nova Jersey e não consegue comentar jogo da Copa na BandNews FM. Romário apaga tweet de 2013 em que dizia que Messi é autista. Bruna Biancardi questiona a regra do impedimento no futebol: “não faz sentido”. Goleiro Vozinha já tem um sósia brasileiro. Internautas resgatam post antigo de Neymar em uma cadeira de rodas com citação ao físico Stephen Hawking: “você tem que ter uma atitude positiva e tirar o melhor da situação na qual se encontra”. Rodrigo De Paul é apelidado de “labubu do Messi” na seleção argentina. Karoline Lima se desespera ao encontrar um veado nos EUA. Ministério Público cobra contratos de Neymar e Virgínia com bet. Filhos de Messi se estapearam nas arquibancadas enquanto o pai fazia 3 gols na Argélia. Internautas comparam visual do ex-jogador Zé Roberto à Anitta. Atacante Doku é criticado após anunciar que pretende deixar temporariamente a seleção da Bélgica para acompanhar o nascimento do filho. Homens japoneses são criticados por limparem estádios após os jogos, mas não limparem a própria casa. Padaria brasileira vende pães franceses com as cores do Brasil: verde, amarelo e azul. Cozinheiro de Raphinha já trabalhou para Neymar e supostamente perdeu o namorado Tiago Ramos, o “Neydrasto”, para a mãe de Neymar. Segunda-feira, 22 de junho de 2026 #Futebol #Neymar #Copa2026
Mais uma prova do colapso da Justiça brasileira, e da sua transformação no principal mecanismo de repressão política do regime. Eduardo Bolsonaro foi ao exterior denunciar o regime. Da mesma forma que os aliados de Lula foram ao exterior denunciar o que consideravam uma perseguição ao então ex-presidente. Nenhum político esquerdista foi investigado, muito menos condenado pelas denúncias no exterior. Ainda há a diferença: Lula não foi perseguido, foi condenado no maior caso de corrupção da história, tendo sido descondenado pelo Supremo, que agora persegue a direita. Nas conversas reveladas pela Folha, extraídas do celular do ex-diretor do TSE, Eduardo Tagliaferro, trocadas com um juiz auxiliar de Moraes no TSE, veio a ordem: “Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro”. Em qualquer país civilizado, sob a vigência do Estado de Direito, tal revelação já seria suficiente para gerar a suspeição de Moraes no caso. Mas é muito pior do que isso. Moraes e os outros ministros são parte interessada no processo, visto que as acusações de Eduardo às autoridades americanas levaram à imposição de sanções, como a perda de vistos e a Lei Magnitsky. Vale lembrar que, há poucos dias, a última instância do Judiciário da Itália anulou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli justamente pelo fato de Moraes ter atuado na sua condenação como vítima e juiz, o que a corte italiana chamou de “macroscópica violação” do direito de defesa. Fico imaginando qual seria o adjetivo usado pelos ministros italianos para o caso de Eduardo. Além de Moraes ter atuado como vítima e juiz, há os claros abusos observados em todas as fases do processo. Vamos começar pelo próprio crime, o de coação no curso do processo. Ora, a definição é clara: usar de violência ou grave ameaça para impedir o andamento de um processo. Como pode Eduardo ter usado de “grave ameaça”, no caso as sanções americanas, se ele não tem cargo algum no governo dos EUA? Vale notar a contradição. Moraes afirma que não é suspeito porque a vítima do crime de coação não é ele, mas a própria Justiça. Foi o mesmo tipo de argumento que não colou para a Justiça italiana, que o reconheceu como vítima e juiz no caso Zambelli. Não podemos esquecer que suas denúncias nos EUA ocorreram enquanto ele era deputado federal, contando com imunidade parlamentar por QUAISQUER palavras, segundo a Constituição, transformada em letra morta pelo Supremo. Além disso, vale observar a mecânica da relatoria absoluta. A ação contra Eduardo é um desdobramento do processo do “golpe” e, por conexão, caiu nas mãos do mesmo relator. Na prática, Moraes arroga para si qualquer caso que derive de suas próprias investigações, operando em sintonia com a PGR, que deveria ser um órgão autônomo. E ainda temos a questão da citação por edital. Ao invés de Eduardo ser citado nos EUA, por carta rogatória, como prevê a lei, foi citado por edital, recurso cabível quando não se sabe o paradeiro do réu, o que não é o caso. Seu endereço é sabido. A Defensoria Pública, instada a apresentar a defesa, denunciou todas essas nulidades, que foram sumariamente rechaçadas, num processo a toque de caixa. Qualquer pessoa com o mínimo de honestidade consegue perceber os patentes abusos desse processo, mas, por questões políticas, muitos aplaudem a perseguição. A questão não é sobre a existência de um regime de exceção. É como e quando essa fase sombria da história brasileira terá fim. #Justiça #Brasil #Política
🚨Entendo que o que Eduardo fez foram denúncias, direito de todo cidadão e dever de todo parlamentar. Algo protegido pela liberdade de expressão e expediente que advogados e partes utilizam corriqueiramente. Eu já acionei o CNJ, a OEA e a ONU diversas vezes, em nome de clientes, por violações a seus direitos, como parte da estratégia de defesa. E isso sempre foi tratado como direito, não como crime. O STF amplia perigosamente o conceito de coação. Coagir pressupõe ter poder e manter alguém sob algum grau de subordinação. Eduardo não tem nem Moraes nem os EUA subordinados a ele. Moraes também é suspeito para julgar, por figurar como vítima. Se houve coação, ela teria também sido dirigida a ele, como no episódio da Magnitsky. Além disso, a ampla defesa não foi respeitada, pois a citação por edital é irregular. Em atenção à legislação brasileira e aos tratados internacionais aplicáveis, seria correto o uso de carta rogatória. #LiberdadeDeExpressão #DireitosHumanos #Justiça
Hoje, Alexandre de Moraes revogou tacitamente o art. 366 do Código de Processo Penal no julgamento do Eduardo Bolsonaro. Quantos e quantos processos já foram anulados no Brasil por falta de citação? Mas hoje, a 1ª Turma do STF, na ânsia de condenar Eduardo, desconsiderou tudo o que a doutrina e a jurisprudência consolidaram ao longo de décadas sobre o tema. Chamar isso de tribunal de exceção é muito raso. É MUITO pior do que isso. A 1ª Turma do STF está destruindo todas as conquistas que penalistas e processualistas lutaram tanto para implantar na legislação brasileira. E os hipócritas do “prerrô” continuam em silêncio. Assassinaram o direito penal e esqueceram de enterrar. O cadáver está fedendo! #STF #DireitoPenal #Justiça
A defesa ~artificial~ de Eduardo Bolsonaro está falando. Esse Defensor Público está amassando tanto o Alexandre e o Gonet que é capaz de sair com uma denúncia nas costas. Deixou claro duas coisas: 1- O processo é nulo por violação ao direito de defesa, pela citação por edital ilegal; 2- O ministro Alexandre de Moraes deveria ter se julgado impedido. #EduardoBolsonaro #DireitosHumanos #Justiça
Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro O caso de Tagliaferro é ainda mais escabroso que o de Carla Zambelli: ele é acusado de "tentativa de golpe" justamente por denunciar supostas irregularidades cometidas sob a gestão de Moraes no TSE. Tagliaferro chefiou a orwelliana Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, e denunciou que o órgão teria virado uma central de censura à direita. As demandas por "fake news" partiriam do próprio gabinete de Moraes no Supremo, repassadas por seu juiz instrutor, e não eram anônimas, como propagava o tribunal. Quando ele não achou justificativa para censurar a Revista Oeste, mandaram-no "usar a criatividade". Vale lembrar quem alimentava a engrenagem. Segundo Tagliaferro, parte das denúncias que viravam censura à direita partia de colaboradores informais e militantes ligados à esquerda, de universidades e de organizações de "checagem". Na prática, o regime terceirizava a caça aos opositores para a própria militância. No Senado, ele revelou ainda um grupo informal de WhatsApp, o "Atos Antidemocráticos", que reunia servidores do TSE e a Polícia Federal para identificar manifestantes do 8 de janeiro cruzando imagens com o banco biométrico de eleitores. E acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet, montando relatórios com datas retroativas para justificar operações já feitas. Em qualquer país sob o estado de direito, denúncias dessa gravidade seriam investigadas. No atual regime brasileiro, é o denunciante quem passa a ser tratado como criminoso e perseguido. A suposta vítima do "crime" é a própria autoridade que ele acusa: Moraes, ao mesmo tempo relator, ofendido e quem pediu a extradição. E o PGR, que deveria ser o acusador imparcial, é também alvo das denúncias do réu. Quem deveria julgar e quem deveria acusar são parte interessada. Ainda assim, a PGR o denunciou por vários crimes, até mesmo "tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito", com penas somadas que podem chegar a 22 anos. Pior: a defesa sustenta que ele nunca foi citado regularmente. Tagliaferro mora na Itália, com endereço nos autos, o mesmo para onde Moraes pediu a extradição. Mesmo assim, o relator usou citação por edital, reservada a quem está em lugar incerto. Como o regime sabe o endereço para pedir a extradição, mas não para seguir o devido processo legal e citá-lo formalmente? A própria DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso por violação da ampla defesa. A Corte de Cassação italiana, análoga ao Supremo brasileiro, já decidiu que Zambelli não pode ser extraditada, no caso em que Moraes atuou como relator num processo em que era vítima. No caso de Tagliaferro, Moraes não é só a suposta vítima, mas também o denunciado pelas próprias revelações. Enquanto isso, o aparato não foi desmontado, foi reforçado. A AEED segue ativa, agora dentro de uma estrutura maior, o CIEDDE, que acoplou Polícia Federal, MPF e Anatel à mesma engrenagem. Mesmo "combate à desinformação", mesma lógica, mais poder de polícia. Teremos mais uma eleição marcada por censura e perseguição à direita? #Justiça #LiberdadeDeExpressão #Desinformação
Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional. Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma. Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ. A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte. A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros. Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro. A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política. Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill. Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble. No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer. #Justiça #DireitosHumanos #Política
🚨VEJA - Ana Paula Henkel critica matérias informando que Alexandre de Moraes pode contestar citação dos EUA por e-mail, porque isso não foi respeitado no passado por ele, que intimou Elon Musk pelo X “O ministro agora vai ter que se pronunciar de uma forma ou de outra.” https://t.co/fTOwhhWkIe #Política #Justiça #LiberdadeDeExpressão
Advogado do Rumble e Trump Media Group questiona o posicionamento das autoridades brasileiras em relação a Alexandre de Moraes e o processo contra ele em tribunal da Flórida. “Se a posição do Brasil é a de que o ministro Moraes agiu de forma lícita, dentro de sua autoridade e em conformidade com as leis dos EUA e do Brasil, bem como com os tratados internacionais, o caminho é simplesmente comparecer ao tribunal americano e afirmar isso.” Veja a postagem completa traduzida de Martin de Luca: “Desde fevereiro de 2025, as autoridades brasileiras vêm afirmando que estavam preparadas para defender o ministro Alexandre de Moraes no processo Rumble/Trump Media nos Estados Unidos. A AGU declarou que atuaria, que estava coordenando com advogados nos EUA e preparando as peças processuais. Depois, o caso avançou por 460 dias e ninguém compareceu ao tribunal. Em vez disso, as instituições brasileiras se esforçaram extraordinariamente para impedir com sucesso a citação normal por meio da Convenção de Haia. E agora, após um juiz federal americano autorizar a notificação por e-mail, várias autoridades brasileiras estão de repente chamando isso de crise diplomática. Por que teve que chegar a esse ponto? Se a posição do Brasil é a de que o ministro Moraes agiu de forma lícita, dentro de sua autoridade e em conformidade com as leis dos EUA e do Brasil, bem como com os tratados internacionais, o caminho é simplesmente comparecer ao tribunal americano e afirmar isso. O que é mais difícil de explicar é por que anunciar por quinze meses que o Brasil defenderia Moraes, depois recusar-se a comparecer quando a defesa era realmente necessária e, agora, tratar uma intimação autorizada por um tribunal como um incidente diplomático internacional? Linha do tempo útil dos fatos: Os veículos brasileiros noticiaram já em 21 de fevereiro de 2025 que a AGU defenderia Moraes no caso Rumble/Trump Media. Alguns dias depois, em 25 de fevereiro de 2025, a própria AGU publicou que ‘atuará’ no caso e que a defesa seria conduzida em parceria com um escritório de advocacia internacional autorizado a atuar nos tribunais americanos. Também informou que, a pedido do STF, a AGU já havia iniciado os preparativos para a ação judicial. Depois, em 6 de junho de 2025, o UOL reportou que a AGU havia instruído seu escritório nos Estados Unidos a monitorar o novo processo da Rumble/Trump Media e que a AGU ‘deveria apresentar uma manifestação formal ao tribunal americano caso o processo avançasse.’ Em 8 de julho de 2025, o SBT noticiou que a AGU estava preparando ‘minutas de defesa’ caso decidisse atuar oficialmente em nome do Brasil, e observou que, uma vez notificado oficialmente, Moraes teria 21 dias para responder ou pedir a extinção. Ontem, foi amplamente noticiado que o STF agora discute com a AGU, o Ministério da Justiça e o Ministério das Relações Exteriores como reagir à notificação por e-mail, incluindo possíveis instrumentos diplomáticos.” #Brasil #Justiça #Diplomacia
Pela primeira vez, um ministro do Supremo vira réu fora do Brasil Pela primeira vez na história, um ministro do Supremo foi citado como réu numa corte federal dos Estados Unidos. E o processo corre na Flórida, no quintal de Donald Trump. O caso é o 8:25-cv-00411, em Tampa. As autoras são duas empresas americanas, a Rumble e a Trump Media, dona da Truth Social. O réu é Moraes, sozinho, como pessoa física. O pedido: declarar inexequíveis em solo americano as ordens de silêncio que mandavam suspender contas baseadas nos EUA de um dissidente político, Allan dos Santos, entregar dados de usuários e nomear representante legal no Brasil. Ou seja, um ministro brasileiro tentando ditar, à distância, o que pode circular dentro de uma empresa americana, em território americano, sob a Constituição americana. Mas o detalhe mais revelador não está no processo. Está na reação. E quem entregou o jogo foi a própria CNN Brasil. Segundo o analista da emissora, o Supremo está reunido de forma constante para achar um mecanismo que proteja Moraes. E não está sozinho. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros ministros mantêm conversas frequentes com o Ministério da Justiça e com a AGU de Bessias. A CNN admite que a defesa de Moraes não é tratada como problema de um magistrado. É tratada como operação de Estado. Mobiliza-se o tribunal, o governo e a Procuradoria. Todo o estamento se fecha em volta de um homem só. E veja a contradição que eles mesmos confessam. O argumento da Corte é que o Supremo não pode atuar perante outro país, porque cooperação internacional é tarefa do governo federal. Na prática, eles reconhecem que existe um limite de jurisdição que vale para eles. O mesmo limite que Moraes ignorou ao mandar numa empresa americana dentro dos EUA. Vale lembrar como chegamos aqui. O processo travou meses na citação. O STJ negou a carta rogatória depois de consultar a PGR e a AGU. As autoras afirmam que a Procuradoria apresentou manifestação sigilosa para barrar a notificação, e que tudo passou a tramitar sob segredo. Resultado: na peça americana, isso virou prova de que a cooperação brasileira se tornou, nas palavras delas, politizada e efetivamente indisponível. O bloqueio que deveria proteger o ministro virou a principal munição contra ele. Resumindo: o regime brasileiro, que processou pessoas e empresas fora do Brasil sem seguir o devido processo legal e leis internacionais, negou a aplicação desse mecanismo para citar o ministro. Foi aí que a Justiça da Flórida autorizou a citação por e-mail, e o advogado Martin De Luca notificou Moraes no domingo, usando o mesmo mecanismo que Moraes utilizou para citar o Rumble, sem nem mesmo buscar o caminho da citação formal. A partir de agora, 21 dias para responder. Como é improvável que um ministro do Supremo se submeta a um tribunal de Tampa, o caminho provável é a revelia. E a própria reportagem reconhece o dilema: a revelia pode ACELERAR uma decisão desfavorável ao ministro. Eles estão presos entre o silêncio que condena e a resposta que humilha. Moraes não tem bens nos EUA, então uma condenação à revelia teria pouco valor de execução. O valor desse caso não é financeiro. É precedental. Uma corte americana declarando que as ordens de um ministro da corte constitucional brasileira são inexequíveis, e que ele agiu fora dos seus poderes, vira documento oficial. Vira base para sanções e restrição de vistos. Vira a institucionalização, em papel timbrado, da tese de que existe um regime de exceção dentro do Judiciário brasileiro. Uma decisão exporia ainda mais o estado de censura e perseguição política em curso no Brasil, cuja legitimidade começou a desmoronar internacionalmente com a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes. Mesmo tendo sido suspensa posteriormente, por questões diplomáticas, a medida abriu espaço para que o regime brasileiro perdesse a aura de "defensor da democracia". #Justiça #Política #Brasil
No sábado a justiça norte-americana havia autorizado a citação de Moraes por e-mail. Hoje a citação foi FEITA, e agora ele tem prazo de até 21 dias para apresentar defesa, ou o processo seguirá normalmente à revelia. https://t.co/ItaePkH3Vz #Justiça #Moraes #Direito
O USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, retornou a Norfolk, Virgínia, após um destacamento de 11 meses em apoio à guerra dos EUA contra o Irão e à captura de Nicolás Maduro na Venezuela, recebendo a Citação Presidencial de Unidade pelo seu desempenho excecional. #USSGeraldRFord #GuerraDoIrão #MarinhaDosEstadosUnidos
