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#Liberdades
Observador 4h

More than three thousand protesters demonstrated in the capital of Tunisia against the rising cost of living, demanding freedoms and denouncing the degradation of the economic situation under the government of President Kais Saied. #Tunísia #CustoDeVida #Liberdades (translated)

observador.pt
Mais de três mil pessoas em protestos na Tunísia
1316
Arthur Machado 9h

Arthur Machado stated that if Lula lost the elections on the 25th, sectors of the right that defined themselves by anti-PT sentiment could be left without a central opponent, since, according to him, they had not built an alternative project for the country. Machado criticized a portion of the liberal right, which, in his view, repeated slogans without presenting proposals to attract investments, modernize laws, or promote coexistence with divergent views. He also mentioned that the PT could fragment and compete for space among leaders after Lula. As an example, he cited European sectors that, according to him, reorganized their political identity around fighting other groups, including the radical right. Machado stated that without a consistent national project, former opponents of the PT could start targeting Eduardo Bolsonaro and other movements in search of new adversaries. The author also said that the criticisms of the "5th element" came from groups without a project or knowledge about Brazil and claimed that political groups that treated law as a tool for control, rather than as a guarantee of rights and freedoms, were technocratic and promoted a Chinese governance model. He concluded that the problem for these sectors would be discovering that they never had a project to replace Lula as an opponent. #PolíticaBrasil #Antipetismo #Lula (translated)

1920
Observador 1d

José Luís Carneiro, Secretary-General of the PS, called for an investigation into the use of force by the PSP during a housing protest in Porto, criticizing the government for only acting after public outcry and arguing that security must respect civil liberties. #Manifestações #DireitoDeManifestação #Polícia (translated)

observador.pt
Porto. Carneiro pede apuramento sobre uso da força pela PSP
2080
JH Fonseca 6d

JH Fonseca stated that Cabeleira Fux came in first place in the competition that made him a judge and that, in his final vote, which lasted for days, he firmly criticized the abuses of Moraes and defended rights and freedoms. The author considered Fux an excellent choice for Justice. #Justiça #DireitosHumanos #Liberdade (translated)

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Carlos Bolsonaro 1w

Carlos Bolsonaro stated that new scandals were revealed daily and interpreted the attempt to distance Jair Bolsonaro and his children from public life as a means to regain political alliances in the name of defending democracy. He said that "all the pieces" were on the board. He also claimed that Jair Bolsonaro and those convicted for the events of January 8 were still being held illegally, were being tortured daily, and were deprived of their freedom. According to Carlos, this situation would serve to restore the "scissors theater" and cater to obscure personal interests, preventing Brazil from becoming a powerhouse. He concluded that the legacy of the former president would not be erased and that his sacrifice had awakened the nation. #Democracia #Brasil #Liberdade (translated)

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debate y debate 2w

The profile discussed and stated that 28 producers of reels opposing the so-called "woke agenda" were prohibiting bathrooms for transgender people and creating a disruption by invading a public college. #AgendaWoke #LiberdadesCivis #DireitosHumanos (translated)

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E. Cavendish 2w

E. Cavendish wrote that the country's fate would be decided that day and stated that the vote for the Senate was as important as, or even more important than, the presidential election. He presented the choice as a decision between becoming an international pariah or being a country that respected freedoms and contracts, and said that everyone was in the same situation. #Eleições2023 #Democracia #Cidadania (translated)

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Rodrigo Constantino 3w

Mais uma vez o STF se intromete na seara eleitoral para proteger narrativas favoráveis ao lulismo. Dino, ex-ministro de Lula e agora guardião seletivo das liberdades, derruba uma liminar que apenas combatia fake news notoriamente inverídicas. O padrão é claro: quando a mentira atinge a direita, o Supremo silencia ou amplia a censura; quando atinge o petismo ou seus aliados, vira “liberdade de expressão”. O ativismo judicial continua corroendo a credibilidade das instituições e transformando a Justiça em instrumento de campanha. #STF #LiberdadeDeExpressão #Justiça

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Cleber Lourenço 3w

🚨 IMPORTANTE Mendonça vira alvo de representação à PGR por violação às liberdades religiosa e de expressão Reimont questiona decisão tomada cerca de 65 minutos após pedido de Flávio Bolsonaro e pede apuração de possível abuso de autoridade LEIA 👇 https://t.co/Jx8T5HIUkT #LiberdadeDeExpressão #Justiça #DireitosHumanos

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PESQUISAS E ANÁLISES ELEIÇÕES 3w

🚨URGENTE: O “defensor das liberdades” Flávio Bolsonaro se tornou hoje o candidato à Presidência da República que mais moveu PROCESSOS E PEDIDOS DE PRISÃO contra cidadãos comuns (ultrapassando a campanha à reeleição do @jairbolsonaro, em 2022, a despeito de não ter ocorrido ainda sequer o 1º turno de 2026), e ele conta com ajuda dos Ditadores ToGADO$ @MinAMendonca e @nunesmarques, para avançar com uma agenda diabólica sobre o Brasil!🇧🇷👍😭 #Liberdade #DireitosHumanos #PolíticaBrasileira

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Lula 4w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

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Carlos Bolsonaro Sep 14

Então por que os presos políticos do 8 de janeiro continuam presos, sendo torturados e massacrados, longe de suas famílias e de suas liberdades todos os dias? Isso aqui virou uma ditadura rapidamente. Os próximos passos não serão invejados pela Venezuela de Chavez e Maduro! https://t.co/lU0vfmFyjx #Ditadura #Liberdade #DireitosHumanos

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Glenn Greenwald Sep 6

Para aqueles confusos (ou mentindo) sobre o meu histórico: eu venho denunciando Moraes e o regime de censura do STF desde o início do inquérito das Fake News, em 2019. Quando o STF censurou a reportagem da Crusoé sobre Dias Toffoli, eu não apenas condenei isso veementemente como algo tirânico, mas, no @TheInterceptBr, nós republicamos o artigo censurado pelo STF em defesa da liberdade de imprensa deles. Fiz o mesmo em praticamente todos os casos envolvendo os ataques de Moraes às liberdades fundamentais desde 2019, como vocês podem ver abaixo. #LiberdadeDeImprensa #Censura #DireitosHumanos

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Rafael Fontana Sep 3

Flávio passou Lula e vence a eleição no segundo turno, de acordo com o Poder Data. O Brasil de fato busca uma liderança que possa melhorar a segurança, a economia e as liberdades. https://t.co/7sxZOPgxru #Eleições2023 #Brasil #Política

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Eli Vieira Aug 31

Condeno veementemente, como presidente da @FSU_BR, a decisão do ministro Dias Toffoli de suspender a campanha de @RenanSantosMBL. A decisão tem base em regras já autoritárias em que a Justiça eleitoral abusa de poder sobre as plataformas digitais. No Brasil, até o tamanho do cartaz que um candidato pode usar para a própria campanha é regulado pela Justiça eleitoral. O Brasil precisa se proteger da Justiça eleitoral, uma invencionice de Getúlio Vargas sem paralelos no mundo. No STF, já estamos vendo nossas liberdades sendo erodidas por um excesso de concentração de poder no Judiciário. A cada dois anos, por causa de eleições, os brasileiros testemunham a um apagão da sua liberdade de expressão em nome da tutela às eleições e suposta defesa da democracia. O Brasil não será um país livre enquanto juízes, com uma canetada, ameaçarem a escolha de milhões de eleitores porque uma resolução inventada por eles próprios faz micro-regulação de sugestões algorítmicas nas redes sociais ou número de contas permitidas por candidato. Convido Renan e todos os candidatos que estão cansados disso a defender a liberdade de expressão no Brasil, a começar pela assinatura da Carta Anticensura da Free Speech Union Brasil. https://t.co/gGz7BzjggR A tarefa dos representantes eleitos para 2027 é começar a colocar as cortes de volta a seu papel previsto pela Constituição. Conter as togas. Chega de juristocracia. #LiberdadeDeExpressão #Democracia #Justiça

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Observador Aug 15

A missão de observação da União Europeia nas eleições da Zâmbia considerou que, apesar de uma execução tranquila, o processo eleitoral ocorreu em um contexto de restrição das liberdades fundamentais e concorrência desleal, com episódios de violência e viés na cobertura da mídia. #Eleições #Zâmbia #LiberdadesFundamentais

observador.pt
Zâmbia. UE alerta para restrição das liberdades nas eleições
11200
Marcel van Hattem Aug 15

"O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) foi homenageado nesta quinta-feira (13), em São Paulo, com o Prêmio Liberdade Política, concedido pelo Instituto de Formação de Líderes de São Paulo (IFL-SP), durante a 13ª edição do Fórum Caminhos da Liberdade. Segundo o IFL-SP, a homenagem celebra não apenas a trajetória de Marcel na vida pública, mas seu compromisso com a defesa das liberdades individuais, da liberdade de expressão e do fortalecimento das instituições, se consolidando como uma das principais vozes em defesa desses valores no debate público. “É muito bonito quando você recebe um reconhecimento fora do seu Estado, especialmente quando ele vem de pessoas e instituições que acompanham o nosso trabalho e reconhecem uma atuação firme em defesa da liberdade. Como é o caso do IFL, que tem entre seus fundadores o Salim Mattar, um amigo e uma grande inspiração para todos nós que defendemos a liberdade. Recebo este prêmio com muita gratidão e também com a responsabilidade de continuar fazendo aquilo que acredito ser correto, mesmo quando isso significa enfrentar interesses poderosos ou resistências. A liberdade de expressão, o Estado de Direito e as instituições fortes são conquistas que precisamos defender todos os dias com coragem, independência e coerência”, afirmou Marcel. Além do deputado, outros nomes foram homenageados durante o evento. Alexandre Garcia recebeu o Prêmio Liberdade de Imprensa; Ives Gandra Martins, o Prêmio Liberdade; e Luiz Cezar Fernandes, o Prêmio Atlas. O Fórum Caminhos da Liberdade reúne lideranças e personalidades para discutir escolhas e caminhos para o futuro do Brasil, com foco em responsabilidade, coragem, livre iniciativa, segurança jurídica, propriedade privada e liberdades individuais. A programação defende a liberdade como condição para o progresso e a responsabilidade individual como força transformadora da sociedade." - Texto publicado no Diário do Poder. #Liberdade #LiberdadeDeExpressão #CaminhosDaLiberdade

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Andre Marsiglia Aug 10

A censura burra do governo Lula André Marsiglia @Poder360 O governo Lula e alguns ministros do STF parecem empenhados em reeditar, para 2026, uma combinação das experiências censórias dos últimos anos no país: de um lado, o controle do debate público pelas cortes, como em 2022; de outro, o cálculo político que levou à suspensão do X, antigo Twitter, no Brasil, em 2024. Para isso, a truculência do STF e os decretos de Lula sobre redes sociais estão à disposição do sistema. Mas seria um erro atribuir toda censura apenas ao cálculo político. Existe também nessa equação a burrice. O episódio envolvendo a plataforma Discord parece um bom exemplo. Depois de declarações de Janja, Lula e do chefe da AGU, discute-se no país a possibilidade de extinguir no Brasil a plataforma, em razão de crimes sexuais praticados por usuários dentro dela. Difícil acreditar que haja interesse eleitoral no caso. O Discord é particularmente popular entre gamers, não uma praça pública política como o X. Aqui, parece ser só burrice mesmo. Pura incapacidade de compreender o problema. Fechar a plataforma pune justamente quem não praticou crime algum. Os criminosos migrarão para outro aplicativo e os usuários honestos perderão a ferramenta. A falta de bom senso é tamanha que, sob a mesma lógica, poderíamos pensar em extinguir o PT porque integrantes do partido já cometeram crimes; ou acabar com a política porque existem políticos corruptos; ou fechar tribunais porque existem juízes que exercem mal suas funções. Além disso, há ainda um problema sofisticado nas entrelinhas da tolice governista: a substituição de uma cultura jurídica de punição por uma de prevenção policialesca do ilícito. O Estado de Direito convive com a possibilidade do crime. O Código Penal não promete uma sociedade sem homicídios, roubos ou corrupção. Ele define condutas e estabelece penas justamente porque sabe que os crimes continuarão acontecendo. A resposta civilizada é investigar e punir o criminoso, produzindo efeito dissuasório. Quando o Estado passa a não mais aceitar a possibilidade do crime e busca impedir que qualquer ilícito aconteça, a lei e o direito saem do tabuleiro e entram a vigilância, o controle e a restrição de liberdades. É o caminho do Estado de Direito para um Estado tirânico. É precisamente esse movimento da sociedade que alimentou as experiências autoritárias comunistas soviéticas e inspirou distopias como “1984”, de George Orwell: para eliminar aquilo que considera indesejável, o poder observa e controla todos. Não há como pensar que o Discord seja um balão de ensaio desta distopia, porque a plataforma, como disse, não é política e nossos governantes e juízes não são sofisticados nem sutis no exercício de suas ambições censórias. Mas a burrice desta censura tem como fonte oculta uma lógica perversa e autoritária de vigilância que certamente corre no sangue vermelho de todos eles. E passa despercebido por boa parte dos entusiastas, inclusive da imprensa, que aplaudem efusivamente toda vez que alguma de nossas liberdades é encaminhada ao matadouro.  https://t.co/IXhG30QNiv #Censura #LiberdadeDeExpressao #Governança

15230
Eduardo Bolsonaro🇧🇷 Aug 10

DESVIO MORAL: POR QUE É ERRADO “ABRIR OS PORTÕES PARA OS EUA” A frase dita pelo ministro da defesa de Lula, José Múcio, segundo a qual, em caso de guerra com os EUA, o Brasil deveria abrir os portões e deixar os americanos entrarem porque não temos equipamentos nem dinheiro, não é vergonhosa “apenas” do ponto de vista militar e financeiro, ao acreditar que, por sermos notoriamente um país com armas e tecnologias inferiores à máquina de guerra americana, não deveríamos sequer tentar vencê-los num eventual campo de batalha, mas também por desconhecer a história. Em outras palavras, José Múcio diz aceitar qualquer tipo de violação em troca de não morrer, e isto é moralmente errado. É imaginar que vale a pena viver ainda que sob qualquer condição, ainda que sob escravidão. Não concluo isso apenas por se tratar dos EUA, mas vale para qualquer nação estrangeira. Os próprios americanos só se libertaram dos abusos da coroa britânica, no século XVIII, porque os homens da época não agiram como José Múcio. A Declaração de Independência de 1776 tornou os hoje conhecidos “Founding Fathers” (Pais Fundadores da América) em rebeldes, pois aquele ato era na prática uma declaração de guerra contra a máquina mais mortífera da época, o Reino Unido - e eles sabiam disso. Mesmo sem receio de que tal ato os levasse a uma provável morte, já que os EUA não tinham sequer forças armadas, não contavam nem com metade do território atual e muito menos com a tecnologia de armas do seu oponente britânico, ainda assim eles toparam arriscar tudo pela independência, pois sabiam que algo maior estava em jogo: as suas próprias liberdades. Assim nasceram os Estados Unidos da América, com uma declaração de independência que inspirou - e inspira até hoje - o mundo inteiro, seguidos por uma constituição que inovou ao trazer mecanismos para que jamais caíssem numa situação de serem subjugados por uma potência maior. Este espírito carrega o simbolismo da SOBERANOA, palavra que Lula tanto usa de maneira hipócrita. Se o 01 das Forças Armadas não entende sequer o significado disso, que moral ele tem para comandar uma tropa? Essa demonstração de fraqueza humilha o Brasil e os brasileiros mesmo antes da declaração de qualquer guerra. E, ao fazer esta ode à síndrome de vira-latas, convida ainda toda a sorte de homens a abusar desta vítima chamada Brasil (de Lula). #Brasil #História #Moral

14403
Observador Aug 7

Prezando pela defesa dos direitos humanos e liberdades fundamentais, o Presidente da República, António José Seguro, enviou a nova Lei de Retorno ao Tribunal Constitucional, expressando preocupações sobre o aumento do tempo de detenção de imigrantes ilegais, a deportação de menores e a redução dos prazos de recurso, ao mesmo tempo em que reconhece a necessidade de combater a imigração ilegal e proteger as fronteiras nacionais. #Imigração #LeiDoRetorno #DireitosHumanos

observador.pt
Seguro envia 'Lei do Retorno' para Constitucional
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