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#Litigio

Anthropic se verá obligada a pagar 1.500 millones de euros tras un acuerdo judicial que ratifica las acusaciones de autores de que la empresa utilizó libros pirateados para entrenar su modelo de inteligencia artificial, Claude, constituyendo uno de los mayores casos de derechos de autor en Estados Unidos. #DerechosDeAutor #InteligenciaArtificial #Litigio

Anthropic tendrá que pagar 1.500 millones de euros por los libros pirateados que utilizó para crear Claude

Un automobilista di 51 anni è stato arrestato dopo aver accoltellato a morte un uomo di 80 anni, Antonio Greco, a Collegno, in un litigio scaturito mentre l'anziano stava attraversando la strada con il figlio. #Omicidio #Torino #CronacaNera

Si ferma per far attraversare un 80enne, poi il litigio: scende dall’auto e lo uccide a coltellate. Arrestato nel Torinese

Una ragazza di 13 anni di Scampia è morta dopo essersi lanciata nel vuoto, presumibilmente a causa di un litigio con la madre sul tema dell'uso del cellulare, lasciando la comunità sconvolta e richiamando l'attenzione sulla necessità di supporto alle famiglie in difficoltà. #Scampia #tragedia #teenager

Litiga con la madre e si lancia nel vuoto a 13 anni, morta sul colpo: l'ipotesi delle discussioni per l'uso del cellulare

“Hai richiesto il falò di confronto, perché?” HA LETTERALMENTE VISTO UN LITIGIO DI COPPIA TRA LA SUA FIDANZATA E L’AMANTE #temptationisland #amore #relazioni #drama

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

ANSA.it 3w

A Loreto, un uomo tunisino di 39 anni ha ucciso la sua ex compagna, lasciandola agonizzante a terra in casa durante un violento litigio, prima di costituirsi dai carabinieri, mentre la città rimane sotto choc per l'ennesimo caso di femminicidio in Italia. #femminicidio #Loreto #violenzadonne

Femminicidio a Loreto, uccide in casa la ex compagna a coltellate
H

🇧🇴🇪🇸🇵🇪 | #Urgente La Fiscalía de Bolivia ha pedido oficialmente a España y Perú información sobre José Luis Rodríguez Zapatero por su presunta mediación a favor del Grupo Gloria. La investigación analiza un supuesto tráfico de influencias tras el pago de 200.000 euros, reconocido por la empresa peruana, mientras la UDEF sostiene que el expresidente intervino para favorecer sus intereses en un millonario litigio en Bolivia. #Bolivia #España #Corrupción

El Gobierno neerlandés ha decidido levantar el embargo sobre la sede del Instituto Cervantes en Utrecht, al considerar que la medida vulnera las obligaciones internacionales de Países Bajos y protege la inmunidad de los bienes estatales, en el contexto de un litigio relacionado con los recortes en energías renovables durante el mandato de Mariano Rajoy. #InstitutoCervantes #Renovables #PaísesBajos

El Gobierno neerlandés ordena levantar el embargo sobre la sede del Instituto Cervantes en Utrecht
ANSA.it 4w

Una donna di 34 anni è stata arrestata a Civitanova Marche con l'accusa di aver ucciso il suo compagno 62enne, Marco Pennisi, durante un violento litigio, dopo che è stato trovato privo di vita in un lago di sangue nella loro abitazione. #CivitanovaMarche #omicidio #arresto

Ucciso in casa a Civitanova Marche, arrestata la compagna

Paco de Lucía no sabía ni leer ni escribir música cuando compuso “Entre dos Aguas”. Para poder registrar sus temas en la SGAE recurrió a José Torregrosa, un músico que se encargó de transcribir la música a papel. Esto era algo muy común en el mundo del flamenco. Aprovechando esta labor de copista y transcriptor, Torregrosa se inscribió, tócate los cojones, como coautor de "Entre dos aguas" y de otras 36 obras del Maestro. Durante décadas, cobró de forma indebida el 50% de los derechos de autor generados por esas canciones creadas por Paco de Lucía. Tras años de litigios iniciados por la hija del guitarrista después de su fallecimiento, la justicia española sentenció que Paco de Lucía es el único y exclusivo autor de "Entre dos aguas" y el resto de temas en disputa. La sentencia determinó que el papel de Torregrosa se limitó exclusivamente a la transcripción musical (hacer las partituras) y la gestión administrativa. El fallo judicial obligó a los herederos del productor a devolver todas las cantidades percibidas de manera indebida por esos derechos de autor. Una familia que llevaba décadas viviendo de puta madre de la obra de Paco de Lucía. #PacoDeLucía #Flamenco #DerechosDeAutor

Un violento litigio in un appartamento condiviso a Milano ha portato alla morte del 39enne peruviano Ricardo Radahelly Salinas, dopo essere stato immobilizzato e soffocato dai coinquilini, cinque dei quali sono stati arrestati con l'accusa di omicidio volontario. #Milano #Omicidio #CronacaNera

Lite nella casa condivisa con 10 persone: 39enne muore dopo essere stato immobilizzato dai coinquilini, 5 arresti
Miguel Galan Jun 24

《■Julián Álvarez podría abandonar el Atlético @Atleti y jugar en el @FCBarcelona sin que FIFA pinte nada, y pagando una cláusula de 100 millones■》 Como dije en mi anterior tweet, la FIFA carece de competencias en el conflicto que pudiera surgir entre el Barcelona y el Atlético de Madrid, por lo que la normativa aplicable en este tipo de situaciones es el Real Decreto 1006/1985, que regula la relación laboral especial de los deportistas profesionales en España y que se encuentra bajo el paraguas del Estatuto de los Trabajadores. Es en este marco legal donde se contempla la cláusula de rescisión como mecanismo para poner fin de forma anticipada a una relación contractual. Al tratarse de un conflicto entre dos clubes españoles, la propia FIFA considera que el eventual litigio debe resolverse en el marco jurídico interno, no ante sus órganos, por lo que una denuncia rojiblanca en Zúrich no tendría recorrido. La vía razonable para la salida de Julián Álvarez no es la amenaza de FIFA, sino la aplicación del RD 1006/1985 y la moderación judicial de una cláusula manifiestamente desproporcionada. El art. 16 RD 1006 permite la extinción unilateral del contrato por voluntad del futbolista, con derecho del club a una indemnización que, en ausencia de pacto razonable, puede ser fijada por la jurisdicción social atendiendo a criterios objetivos (retribuciones, duración restante, proyección deportiva, mercado, etc.). La jurisprudencia del “caso Zubiaurre” es paradigmática: una cláusula de 30‑33 millones se declaró válida en su naturaleza pero abusiva en su cuantía, reduciéndose a 5 millones, es decir, a una cifra compatible con el salario y la realidad del mercado del jugador. El Tribunal Supremo confirmó esa reducción, reconociendo que las cláusulas de rescisión no son intocables y que los jueces pueden moderarlas cuando equivalen a cientos de años de salario o rompen toda proporcionalidad. Trasladado al caso Julián Álvarez, una cláusula de 500 millones, si se contrasta con su salario real y con las operaciones comparables de mercado, difícilmente resistiría un test de proporcionalidad: la lógica de Zubiaurre permite proyectar una moderación muy significativa. Sin fijar una cifra exacta, un umbral en el entorno de 100 millones podría presentarse como mucho más defendible en términos de equilibrio entre el interés legítimo del Atlético en proteger su activo y el derecho del jugador a no quedar “cautivo” por una cantidad puramente disuasoria. En ese escenario, la salida de Julián no dependería de la voluntad política del Atlético ni de la retórica sobre FIFA, sino de un ejercicio técnico de aplicación del RD 1006/1985 y de la jurisprudencia social: o bien se negocia una rebaja sustancial de la cláusula en sede contractual (vía acuerdo Atlético‑Barça‑jugador), o bien se acude a la jurisdicción laboral para que, aplicando los criterios de Zubiaurre, se module la indemnización hasta un nivel razonable. El precedente de Iban Zubiaurre (2006-2008) es el mejor argumento posible. Aquella sentencia del Tribunal Supremo sentó una jurisprudencia histórica al dictaminar que, aunque las cláusulas fijadas en los contratos son lícitas, los tribunales del orden social tienen la facultad de moderarlas si resultan abusivas, desproporcionadas o actúan como una "sanción leonina" que impide el derecho constitucional al trabajo. Fuente: Boletín Oficial del Estado 👇 Real Decreto 1006/1985, de 26 de junio, por el que se regula la relación laboral especial de los deportistas profesionales. https://t.co/Rez1TUo7EI #JuliánÁlvarez #Fútbol #CláusulaDeRescisión

20 minutos Jun 22

Los despidos judicializados en España han alcanzado un récord histórico en el primer trimestre de 2026, con 42.572 demandas presentadas, un incremento del 3,5% en comparación con el mismo periodo de 2025, superando cifras anteriores incluso en momentos de crisis económica. #Despidos #Empleo #Litigiosidad

Los despidos judicializados alcanzan un nuevo récord histórico tras repuntar un 3,5% en el arranque de 2026

Siempre he acudido a la justicia y a la institucionalidad para preservar los derechos. Solo la institucionalidad y el imperio de la Constitución y de la ley nos hacen verdaderamente iguales. El litigio estratégico del populismo radical ha sido una herramienta política durante las últimas décadas, pero ese método se les agotó. Aquí no solo sabemos litigar; nos ceñimos a la legalidad y no tenemos rabo de paja. Por eso, los tribunales independientes nos dan la razón. Estamos asistiendo a un cambio de orden, y las armas de la Constitución y de la ley, en manos de jueces probos, nos garantizan el disfrute de la democracia. Seguimos avanzando con paso firme. El 21 de junio, con nuestros símbolos e ideas protegidos por el imperio de la ley, sellaremos el triunfo que dará inicio a la Patria Milagro. ¡Firme por la Patria! 🫡 (A.D.L.E)🇨🇴🐅 #Justicia #Democracia #DerechosHumanos

Nella strage di Amendolara, un bracciante pachistano ha confessato di aver dato fuoco a un'auto mentre cinque lavoratori, costretti a vivere in condizioni di schiavitù e a lavorare in nero, si trovavano al suo interno, in risposta a un litigio avvenuto quella mattina riguardo a un contratto di lavoro. #Braccianti #Schivitu #Amendolara

Braccianti bruciati vivi, il racconto dell'unico superstite: «Puniti per aver chiesto il contratto»
L
lastampa.it Jun 3

Un uomo di 50 anni a Volvera ha tentato di strangolare e soffocare la moglie con un cuscino durante un litigio, ma è stato salvata dalla madre presente in casa che ha chiamato i soccorsi; l'uomo è stato arrestato per tentato omicidio aggravato e maltrattamenti in famiglia, mentre la vittima è stata ricoverata in ospedale in osservazione. #violenzasulledonne #femminicidio #cronaca

Prima cerca di strangolarla, poi il cuscino sul viso: la madre la salva dalla furia del marito

Luca Di Vito, cinquantasettenne romano, è stato ucciso a coltellate da un giovane colombiano di 18 anni dopo una lite per motivi condominiali legati alla raccolta differenziata, evidenziando le tensioni accumulate nel quartiere. #omicidio #Roma #litigio

Lite per l'immondizia sotto a casa a Roma, Luca Di Vito ucciso a coltellate da un 18enne colombiano. «Scendi se hai coraggio»: poi il dramma
20 minutos May 22

El Tribunal Supremo ha confirmado que los derechos de 'El Rosco', emblemática prueba del programa 'Pasapalabra', pertenecen a MC&F Broadcasting, lo que obliga a Atresmedia a cesar su emisión sin autorización y a retirar materiales asociados, poniendo fin a un prolongado litigio sobre la propiedad intelectual de este formato televisivo. #Pasapalabra #ElRosco #Atresmedia

El dueño de 'El rosco', el cambio de cadenas... Claves de la sentencia histórica sobre 'Pasapalabra'

El litigio entre Elon Musk y Sam Altman en el Centro de Justicia de San Francisco no solo refleja una disputa contractual por OpenAI, sino una batalla decisiva por el control de la Inteligencia Artificial General que podría redefinir la sociedad y la economía, mientras se cuestiona el futuro de la tecnología en un entorno cada vez más corporativo y monopolizado. #InteligenciaArtificial #OpenAI #ElonMusk

Juan Manuel López-Zafra: Máximo, Cómodo y el sueño de Roma
E
EL MUNDO May 7

JPMorgan se enfrenta a un escándalo de acoso sexual y racial tras la denuncia de un exempleado que acusa a una ejecutiva de drogarlo y forzarlo a encuentros sexuales, mientras la entidad sostiene que las acusaciones son infundadas y ha intentado llegar a un acuerdo financiero para evitar un litigio. #JPMorgan #SexualHarassment #WallStreetScandal

Así es el escándalo por una supuesta agresión sexual que mantiene en vilo a Wall Street y por el que JPMorgan ofreció un millón de dólares al demandante