Partidaça de Johnny Goes contra o Benfica, atuando como lateral esquerdo, mas não um lateral-esquerdo baixo no campo. Sem bola, em alguns momentos ficou sem a cobertura do ponta. Com a bola, mostrou muita lucidez nas construções, e suas conduções chamaram bastante atenção. #Futebol #JohnnyGoes #Benfica
Preciso encontrar esse homem! Fiquei impressionado com a lucidez, a sabedoria e a reflexão que ele fez. Mesmo vivendo em situação de rua, demonstra estar bem informado, ter consciência da realidade do nosso país e, acima de tudo, vontade de vencer. https://t.co/i2ISYcAyk1 #inspiracao #realidade #superacao
Aos 95 minutos de um mata-mata, já com o desgaste físico e mental no limite, Bruno Guimarães teve lucidez para enganar o marcador, ameaçando a finalização de canhota e criando a janela de passe para Martinelli. Que jogador. https://t.co/NMdSJlItD8 #Futebol #BrunoGuimarães #Martinelli
Não existe elas só conseguirem manter a energia até certo ponto, depois elas simplesmente não raciocinam mais. Metendo os pés pelas mãos e acumulando erros ridículos. Elas precisam aprender a lidar com pressão sem perder a lucidez. #Pressão #Lucidez #Autocontrole
Toda la vida escuchando tus canciones y agradeciendo tu lucidez. La pérdida, como dijo Rodolfo Walsh aquella vez, tardará en volverse tolerable. Finalmente supiste la fecha y el lugar y allí fuiste, cantando. Hasta siempre Indio https://t.co/WBcAqlvcNq #IndioSolari #Música #Despedida
¡¡COSTA DE MARFIL AMARGÓ EL PARTIDO DE DESPEDIDA DE LA SELECCIÓN DE FRANCIA!! RESULTADO. Francia 1-2 Costa de Marfil. El poderío francés HOY se estrelló ante la Selección de Costa de Marfil. Con show de Guéla Doué (hermano mayor de Désiré Doué), el cuadro africano remontó y derrotó a Francia en su partido de despedida antes de la Copa del Mundo. Los franceses se pusieron en ventaja con un muy buen gol de Rayan Cherki. Pero, en el segundo tiempo, Los Elefantes exhibieron la fragilidad defensiva de los subcampeones del mundo. Doué fue el encargado de empatar el encuentro y, luego, apareció Amad Diallo (asistencia de Guéla Doué). En ofensiva, Francia tiene variantes para repartir (aunque hoy no hubo lucidez). En defensiva, cuando les toca regresar, las dudas son muchísimas. Un tropiezo a tiempo para despertar y darse cuenta que, compitiendo así, la pasarán mal en la justa mundialista. Primera vez en la historia que Costa de Marfil derrota a Francia en un duelo internacional. GOLPE DE REALIDAD PARA FRANCIA ANTES DEL MUNDIAL. #Francia #CostaDeMarfil #Fútbol
Vivemos no reino da mentira, e não é de hoje. Santo Agostinho de Hipona, com lucidez implacável, ergueu contra ela dois monumentos: De Mendacio e Contra Mendacio. Para ele, mentir não era mero equívoco da língua, nem simples discordância entre palavra e fato. Era, antes, algo mais grave e mais íntimo: a duplicidade da mente. Duplicidade da mente. A expressão merece ser detida. Ela denuncia uma fratura na alma. O mentiroso não se engana sobre o real; ele simplesmente deixa de se importar com ele. A decisão de falsear precede o acontecimento. O fato exterior torna-se irrelevante, mero pretexto para a operação da vontade enganadora. Tomemos um exemplo recente, quase didático. Flávio anunciou viagem aos Estados Unidos para encontrar-se com Trump. Alguém, antes mesmo que o avião descolasse, já decretava: “Não irá. Não foi convidado.” Depois, quando as fotos surgiram, o aperto de mão, o diálogo, os sorrisos, a mesma voz, imperturbável, declarou que nada daquilo existira. Que a imagem era criação de inteligência artificial. Evidências, testemunhas, sequência temporal, tudo se dissolveu diante da vontade de falsificar. O que move tal criatura? Santo Agostinho responde com precisão cirúrgica: voluntas fallendi, a vontade expressa de enganar. O mentiroso sabe a verdade e a guarda para si como um tesouro envenenado. Ao mundo, oferece o simulacro. Usa a linguagem não para revelar, mas para trair a própria natureza da fala. E, ao fazê-lo, fratura-se. Divide-se contra si mesmo. Repito: divide-se contra si mesmo. Torna-se, no sentido mais profundo, um ser desorientado, porque já não habita o mesmo universo que os seus olhos veem e as suas mãos tocam. Aqui reside o caráter espiritual da mentira. Não é mero erro cognitivo; é uma porta aberta ao mal. O homem que mente sistematicamente, corrompe o centro de si próprio. Pensa uma coisa e profere outra. Vive, portanto, em estado de guerra civil interior. Mas o pior não é isso. O pior é quando tais almas fraturadas conquistam os meios de comunicação, quando dominam as redes, os jornais e as telas. É quando o reino da mentira deixa de ser metáfora para se tornar regime. É o regime em que habitamos. Um tempo em que a realidade é diariamente submetida ao veredito da duplicidade. Um tempo agostiniano, sim, mas sem a graça que Agostinho, afinal, invocava para curar a fratura. Resta-nos apenas, como ele próprio nos ensinou, nomear o mal pelo seu nome. E resistir. #Mentira #Verdade #Comunicação
A Consciência Histórica e o Esquecimento Deliberado Como ter consciência histórica desprezando a própria história? A pergunta, ainda que pareça carregar em si uma contradição íntima, impõe-se com a lucidez cruel de quem observa o presente e nele descobre o cadáver ainda quente do passado recente. A dificuldade real não estaria em conservar o que se passou há duzentos anos, tempo que a pátria, em seus surtos de amnésia seletiva, já aprendeu a transformar em lenda ou em nada. O drama, aqui, é outro: lutamos, ou fingimos lutar, para manter vivo o que se desenrolou ontem, quase anteontem. Um homem de conduta ilibada, avesso aos poderosos, marginal ao sistema que o repelia, chega, por milagre ou por acidente da História, ao poder supremo. Não se passaram oito anos e já uma multidão apressada deseja declará-lo morto, sepultá-lo em vida, simplesmente porque o incomunicável permanece incomunicável. Num país minimamente afeito à cultura, habituado à preservação do que tem densidade, um personagem de tal quilate seria matéria diária de reflexão. Justamente por estar silenciado, sua figura se imporia como enigma e lição: legado a ser interrogado, não mumificado. Seria pedir demasiado? Seria utópico? Não, se tivéssemos olhos para o que se passa alhures. Na África do Sul, a aura de Nelson Mandela resistiu intacta a quase vinte e sete anos de prisão. Não se discute aqui a sua ideologia. Discute-se a lealdade de um povo à própria memória. A estranha coincidência, que já nem surpreende, é que só os “heróis” da esquerda parecem merecer tal conservação devota. Pepe Mujica, por exemplo, passou treze anos encarcerado e nem um único dia a sua “memória revolucionária” foi deixada ao desamparo: regada, cultivada, transformada em hagiografia permanente. A direita, ao contrário, revela-se singularmente hábil em sepultar o seu herói de anteontem, na ilusão pueril de que hoje mesmo gestará o salvador de amanhã. Aqui reside a diferença gritante. A esquerda não se atormenta com a urgência de substitutos; aceita que os seus líderes envelheçam, quase centenários, sem que o mito se desgaste, vide Fidel e Lula. A direita, por sua vez, é pródiga em novos messias: quantos não tentaram, nos últimos quatro anos, suplantar o herói de 2018? Essa febre de substituição revela o que realmente nos falta: memória. Matamos a memória a intervalos regulares, como quem cumpre um ritual bárbaro. Rompemos a corda que nos liga ao passado e seguimos, cambaleantes como bêbados, esbarrando nos muros que nós mesmos erguemos no escuro. O herói incomunicável disse, com clareza cortante, o que deveríamos fazer e em quem votar. Disse: votem em Flávio! Ponto! Nada mais idiota, nada mais suicida, do que desrespeitá-lo agora, fingindo esquecer quem ele foi e é e o que representou e representa. Recuperar a memória não é gesto de nostalgia: é condição de sobrevivência. Ou ouvimos o herói de ontem, ou não teremos amanhã. O resto é ruído, ilusão e a velha, a eterna, a brasileira arte de enterrar vivos os nossos melhores. #História #Memória #Identidade