ENSINEI MEU PAPAGAIO A XINGAR O LULA E ACABEI DE FICAR SABENDO QUE ELE VAI EMBORA PORQUE FOI CONTRATADO PARA APRESENTAR O JORNAL NACIONAL. 😭😭😭 #Lula #Papagaio #JornalNacional
ENSINEI MEU PAPAGAIO A XINGAR O LULA E ACABEI DE FICAR SABENDO QUE ELE VAI EMBORA PORQUE FOI CONTRATADO PARA APRESENTAR O JORNAL NACIONAL. 😭😭😭 #Lula #Papagaio #JornalNacional
Os papagaios de piratas repetem à exaustão que Goiânia e Rio de Janeiro distam demais para que todos os goianos possam acorrer a Flávio, em Copacabana, domingo. Discurso pronto, naturalmente, dos malandros que manipulam os adoradores de Gustavo Gayer e do Bezerro de Ouro: ídolos de barro, ou melhor, de plástico dourado, fabricados para o consumo das massas que confundem convicção com fanatismo. Expliquemos, pois até a Dilma, em seus dias de lucidez intermitente, compreenderia: o convite não se destinava à totalidade dos moradores de Goiânia. Destinava-se, com precisão cirúrgica, a que Gayer e o Bezerro de Ouro ocupassem o mesmo palanque de Flávio. E o que fizeram esses dois bobalhões? Inventaram outro compromisso (o eterno álibi dos pusilânimes) para não se postarem ao lado do 01. Entenderam, ou será preciso desenhar? Imaginem, apenas por um instante de honestidade intelectual, se esses dois “direitistas” recusariam o privilégio de dividir o tablado com Jair Bolsonaro. Inventariam outro compromisso se o convite viesse do próprio Jair, nos dias de glória e liberdade? Tirem, senhores, as suas conclusões. O resto é silêncio, ou, no caso brasileiro, o resto é o grito dos papagaios. #Goiânia #RioDeJaneiro #PolíticaBrasileira
🚨 AGORA! Diretor de futebol do Flamengo, José Boto atualiza situação de Almada após voltar da Argentina e dispara contra "papagaios que falam porcarias": “Vocês sabem quantas transferências de 20 ou mais milhões de euros já foram feitas no futebol brasileiro? Só 7!” “Pode vir o Almada, pode vir outro, pode não vir ninguém. Mas se vier, tenham certeza que o Flamengo não vai quebrar. Porque o Flamengo tem um presidente que é tão torcedor ou mais que vocês, mas que tem responsabilidade para não deixar o Flamengo quebrar.” “O Almada nunca nos disse que não queria jogar no Flamengo, mas nós também dissemos ao Almada que não entramos em leilões.” 🎥 @PapaRubroNegro https://t.co/1dLYJaRyDT #Flamengo #Futebol #Transferências
Os inflacionistas: quem são? Onde vivem? O que comem? Os inflacionistas são um grupo peculiar de economistas. Gostam de holofotes — afinal, falar bobagem sozinho tem pouca graça. Sua principal característica é defender alguma versão da tese de que "um pouco mais de inflação faz bem". Respondendo à primeira pergunta, os inflacionistas são economistas que apreciam a exposição pública e defendem políticas com evidente viés inflacionário. Onde vivem? Por razões ainda não totalmente compreendidas pela ciência, os inflacionistas se concentram tradicionalmente em alguns habitats específicos, como Campinas e o Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma variante particularmente adaptável, que passou a ocupar nichos ecológicos na Faria Lima, em São Paulo — um ambiente mais quente, mais líquido, e com predadores mais bem vestidos. O que comem? As espécies tradicionais alimentam-se de bens e serviços compatíveis com uma renda da ordem de R$ 30 mil mensais — o suficiente para viver bem, mas não para saciar completamente o apetite de suas próprias teses. Já a variante da Faria Lima desenvolveu hábitos mais sofisticados: aprecia restaurantes estrelados, vinhos europeus e férias em destinos que, não raramente, coincidem com conhecidos paraísos fiscais. Comportamento e mimetismo O traço mais curioso da espécie da Faria Lima é seu mimetismo vocal. Como um papagaio bem treinado, repete "responsabilidade fiscal", "controle da inflação", "credibilidade" — o chamado de acasalamento de qualquer plateia que se preze. O problema aparece na hora de agir: diante de políticas concretas, essa mesma espécie frequentemente apoia exatamente o oposto do que anuncia em seu canto. As populações de Campinas e do Rio de Janeiro parecem agir por convicção intelectual genuína — acreditam de fato que um pouco mais de inflação trará algum benefício, e arcam com o próprio aumento do custo de vida como qualquer outro animal exposto às intempéries. Já a variante da Faria Lima descobriu uma mutação mais rentável: transformar a tese em posição financeira. Prega o remédio, mas se protege — e lucra — da doença. Um espécime recente contribuiu com um achado digno de nota na literatura: a proposta de que a melhor forma de combater a inflação seria elevar a meta de inflação. Se o termômetro incomoda, basta alterar a escala. Outro indivíduo da mesma linhagem declarou apoiar um teto para os gastos públicos, mas considerou "temerosa" a combinação desse teto com uma âncora de Dívida/PIB. Vale um parênteses técnico, porque o espécime tropeçou em um problema elementar de otimização: se a política fiscal precisa respeitar simultaneamente um limite de gastos e um limite de dívida, ela está sujeita a duas restrições — e um problema com duas restrições jamais tem um conjunto de soluções maior do que o mesmo problema sujeito a apenas uma delas. Impor uma restrição adicional nunca amplia o espaço de soluções viáveis: no máximo mantém a política igualmente restritiva, nunca mais permissiva. Constrangedor ter que explicar isso. Expansão e adaptação Restritos por décadas a pequenos habitats acadêmicos, os inflacionistas multiplicaram-se e sofisticaram-se. Uma subespécie recente proclama, em brasão bem visível, que "Lula 4 pretende deixar um legado além da área social, com um ajuste fiscal consistente" — e, no minuto seguinte à declaração, monta posições em bolsa, juros e câmbio que só rendem se essa mesma promessa fracassar. Depois do auge nos anos 1980, a espécie inflacionista pareceu recuar nos anos 1990 a uma curiosidade de habitats acadêmicos. Hoje voltou a ocupar posição de destaque no debate público, com duas subespécies bem distintas convivendo no mesmo território: uma que ainda acredita, de boa-fé, no próprio discurso — e paga o preço dele no supermercado como qualquer um; outra que descobriu como monetizar a discrepância entre o que fala e o que faz, e que, por isso, tem interesse ativo em desacreditar os não-inflacionistas: a vitória destes significaria prejuízo para as posições já montadas. Essa segunda variante — que fala fiscal e aposta contra o fiscal — é, até aqui, a mutação mais bem-sucedida da espécie. Cuidado, parece que estão em expansão. #Economia #Inflação #PolíticaEconômica
Essas mulheres não devem se encaixar no perfil padrão da Dona Michelle… Adorei o deboche com a água. Resumindo o vídeo, (aconselho que assistam), elas, juntamente com outras, foram as responsáveis por movimentar as mulheres na eleição do André Fernandes (a arroba está no vídeo pra quem quiser conferir o perfil). Graci, a mulher de cabelo amarrado, diz no vídeo que ela foi a responsável pela organização do movimento, e estranha a imagem de Priscila inserida no vídeo desabafo da Michelle como se a amiga fosse a idealizadora do movimento. Como falar, até papagaio fala… #MulheresFortes #MovimentoFeminino #EmpoderamentoFeminino
A visita do Flavio ao Trump. Dos mesmos criadores de “fomos convidados pra posse”. Com os Bolsonaro é assim: só se deve noticiar quando as coisas acontecem de fato. A palavra deles não vale nada. Imprensa não pode ser papagaio de pirata. https://t.co/IABNZ3XUj6 #Política #Brasil #Imprensa