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#Pixuleco

Gilmar Mendes tried to establish a catchphrase of "Electoral Pixuleco" against Mendonça, to try to save Moraes. Together with Flávio Dino, on the day of the STF Futebol Clube funeral. But the only minister who has been linked to an electoral platform so far was Flávio Dino. #STF #Política #Brasil (translated)

🚨Gilmar called Mendonça an “electoral puppet.” Lula called Dino in the middle of an event, announced that he would sign one of his projects and asked him to say “hello to the people.” I’m curious to know what Gilmar would call Dino. #Política #Lula #Gilmar (translated)

E aí, Gilmar Mendes, vai chamar o Flávio Dino de PIXULECO ELEITORAL também? Depois do presidente da República, em cima de um palanque político, ligar para o celular pessoal do ministro do STF que o está favorecendo nessas eleições, alguém tem dúvida das intenções políticas de Flávio Dino? Imaginem se Flávio Bolsonaro ligasse para André Mendonça de cima de um trio elétrico? Ia ter gente aqui tirando as calças pela cabeça. Pro Flávio Dino ser mais lulista, só falta ele pintar a toga de vermelho. #Política #STF #Eleições

Oi, Gilmar Como você chamou André Mendonça de "pixuleco eleitoral", eu fiquei com uma dúvida: Uma matéria do Globo diz que Lula quer uma reunião com ministros do STF para ajudar a campanha dele Você pode dizer, POR GENTILEZA, quais ministros do STF estão conversando com Lula? https://t.co/bYK6aIsto7 #STF #Lula #Política

Ministro Gilmar Mendes, é difícil levar a sério uma advertência sua contra a “politização da Justiça Eleitoral” poucos dias depois de o senhor transformar o plenário do STF em palco de acusações explicitamente político-eleitorais contra um colega. Foi o senhor quem chamou André Mendonça de “boneco de campanha” e “pixuleco eleitoral” e vinculou a atuação de um ministro do Supremo à candidatura de Flávio Bolsonaro. Isso aconteceu publicamente e foi registrado pela imprensa. Agora o senhor escreve que quem tenta engajar o Tribunal em “proselitismo partidário” deveria avaliar se reúne condições de permanecer nele. Então aplique primeiro a si próprio o padrão que acaba de estabelecer para os demais. A Resolução 305 do CNJ determina aos magistrados cautela nas redes sociais e veda manifestações que revelem atuação político-partidária, além de restringir opiniões sobre processos pendentes e juízos depreciativos sobre decisões judiciais fora dos espaços próprios. O senhor exige uma Justiça “imparcial e apartidária”, mas há poucos dias introduziu candidato, campanha presidencial e acusações de finalidade eleitoral numa disputa entre integrantes da Suprema Corte. E há outra questão; ministro de Suprema Corte não é comentarista político. A autoridade de um magistrado depende também da percepção pública de independência e imparcialidade. Quanto mais um juiz abandona a contenção institucional para participar pessoalmente das disputas políticas do momento, mais ele próprio contribui para destruir essa percepção. O senhor tem todo o direito de defender juridicamente suas posições. O que não é coerente é denunciar a politização do Judiciário enquanto utiliza o plenário e as redes sociais para fazer exatamente aquilo que afirma combater. Se o senhor realmente considera o “proselitismo partidário” incompatível com a magistratura, comece respondendo a uma pergunta muito simples: o mesmo critério vale para Gilmar Mendes? O senhor poderia responder? #Justiça #STF #Politização

A foto da infâmia e a reputação ilibada Gilmar Mendes publicou um texto de cinco parágrafos defendendo Paulo Gonet. O procurador-geral, segundo o decano, tem “reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita”, reconhecida em todos os espectros. Mesmo assim, teria tido a honra “injustamente manchada” pelo levantamento do sigilo de conversas que “nada de ilícito retratavam”. O estrago, diz Gilmar, já estava feito: ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário. No segundo bloco, ele descreve a cena de terça-feira. O próprio relator, André Mendonça, reconheceu “em alto e bom som” que nada havia contra Gonet. “Nada. Então por que expor?”. Quem atesta a honra só depois de arrastar o nome pela praça pública não corrige erro — confessa que era evitável. No terceiro, a acusação política. Mendonça publicou vídeo agradecendo apoio popular. Apoio a quê, pergunta Gilmar: a um ato que ele mesmo admitiu sem fundamento? “Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.” No quarto, a comparação com a Lava Jato. Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método: criar o fato consumado antes da ação penal, colher dividendos e deixar a defesa correr atrás de um julgamento que a opinião pública já fez. No quinto, o alvo. O levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro para “inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe”. No fundo, diz Gilmar, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça. O texto é impecável na forma. O problema é o conteúdo. Gonet aparece nas mensagens do celular de Daniel Vorcaro como alguém que sente saudades do banqueiro, torce por ele, aceita convite para degustação de charuto e Macallan em Londres e pede para o filho ir junto. O advogado Ciro Soares, intermediário, diz a Vorcaro que “Gonet é firme” e que “amizade é tudo”. O próprio Gonet admitiu o encontro e a ligação, mas classificou tudo como “brevíssimo e banal”. O Conselho Superior do Ministério Público marca para 25 de setembro a análise do caso. Enquanto isso, o próprio Gilmar tem proximidade documentada com o Master. Reuniu-se com Vorcaro no gabinete do STF em 11 de abril de 2024, acompanhado de advogados do banco, para tratar de causa bilionária de precatórios. Votou contra os interesses do Master depois — o que não apaga o encontro. O ex-cunhado, Chiquinho Feitosa, tinha contrato de quinhentos mil reais por mês com empresa ligada a Vorcaro e ajudou a viabilizar a audiência. Gilmar diz que desconhecia as tratativas. Há mais. A cúpula do Master tratava a advogada Dalide Corrêa, ex-diretora-geral do IDP — o instituto fundado por Gilmar — como “sócia do GM stf”. O banco pagou trinta e três milhões de reais ao escritório dela em 2024. O gabinete de Gilmar nega que ela tenha sido sócia do IDP e diz que ocupou cargo técnico. A advogada também nega. A PF não fez juízo final sobre a legalidade. Gilmar defende a reputação ilibada de Gonet com a mesma veemência com que protege a própria. A foto da infâmia, no fim, é a mesma para os dois: o celular de Vorcaro não distingue entre quem sente saudades e quem recebe no gabinete. Gilmar é Gonet, Gonet é Gilmar. #Justiça #Política #Reputação

A Direita postando foto de Paulo Gonet com Vorcaro em 2024, quando não se sabia que o cara é um gângster. Mas não estão indignados com os encontros secretos com André Pixuleco, nem os 134 milhões pro filme e nem a visita íntima de Flávio Rachadinha na prisão. Indignação seletiva. #política #indignação #Brasil

🚨 AGORA: O PL, partido de Flávio Bolsonaro, entrou com um pedido no TSE, por meio do deputado Zé Trovão, para IMPEDIR o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado por Lula. Sabe quem foi sorteado como relator? O Pixuleco André Mendonça. Coincidência? https://t.co/EoIW8iOQME #BolsaFamília #Política #Brasil

Gilmar Mendes saiu em defesa de Paulo Gonet com a solenidade de quem descreve um santo: reputação ilibada, lisura insuspeita, honra manchada por vazamento seletivo. Faltou só o halo. O decano, que acabou de chamar André Mendonça de pixuleco eleitoral, quer que o país acredite que o Procurador-Geral é um monge togado, vítima de linchamento. O detalhe inconveniente é que o monge e o decano foram sócios no IDP — a faculdade de Direito que Brasília trata, sem pudor, como a empresa da família Mendes. Em 2017, Gonet vendeu sua fatia — cerca de 43% — para Francisco Schertel Mendes, filho de Gilmar, por R$ 12 milhões. No mesmo dia, o IDP tomou R$ 26 milhões emprestados no Bradesco. Negócio particular, disseram. Timing de mercado, insistiram. Quem quiser chamar isso de coincidência está no direito de o fazer; quem quiser chamar de “lisura insuspeita” precisa de uma dose extra de desfaçatez. O PGR de hoje cobrou do ministro de ontem e o filho do ministro pagou. Depois disso, Gilmar virou cabo eleitoral da indicação de Gonet à PGR. Reputação ilibada, claro. Só não convém abrir o balcão. Agora o mesmo Gilmar explodiu porque Mendonça levantou o sigilo das conversas do caso Master. O relatório da PF descreve mensagens atribuídas a Gonet, via o advogado Ciro Soares: “já estou com saudade”, “estou na torcida”, “tomara que tenha charuto e Macallan”. Vorcaro retribuiu o carinho, autorizou o filho do PGR na viagem a Londres e pediu a Moraes que “reforçasse com Andrei e Paulo” para ninguém “de baixo” fazer “sacanagem”. Gonet diz que não é amigo do banqueiro e que a saudade era para o intermediário. Pode ser. O problema é outro: o chefe do Ministério Público aparece no celular do investigado falando de uísque e charuto no mesmo dossiê em que o banqueiro pede intervenção na ponta da investigação. Gilmar chama isso de nada ilícito e compara Mendonça a Moro e Dallagnol. É o clássico: vazamento só é método quando fere o clube. Quando o clube se protege, vira “instituição séria” e “devido processo”. O decano não defendeu um desconhecido. Defendeu o ex-sócio que vendeu a cota para o filho, o padrinho da PGR, o nome que Vorcaro citava quando o banco estava afundando. Se isso é lisura insuspeita, o verbete precisa de errata. E o código de ética que Mendonça cobrou hoje deixa de ser firula: vira manual de sobrevivência para uma Corte que ainda finge que sócio, genro, filho e PGR são coincidências estatísticas. #GilmarMendes #PGR #Ética

Ministro Gilmar, é preciso uma desfaçatez monumental para atacar os outros exatamente pelo que você acaba de ser flagrado fazendo. Você fala em intimidação enquanto chama André Mendonça de “pixuleco eleitoral”. Fala em imparcialidade depois de mandar Nunes Marques “sair dos processos” e do TSE e “abrir as contas”. Fala em postura institucional depois de ordenar a Fux: “só cuide de atuar como presidente da turma”. Isso não é divergência entre colegas. É ameaça e pressão de bastidor sobre juízes. Na Lava Jato, eu assinava denúncias, apresentava provas e respondia publicamente por cada ato. As condenações passaram por vários juízes e tribunais. Nunca mandei mensagem privada a um juiz exigindo que abandonasse um processo. Você mandou. Seu texto não defende o devido processo. Tenta inverter o escândalo: atacar quem revelou os fatos para não responder pelos fatos revelados. Você perguntou “quem é o vazador-geral da República?”, mas não dedicou uma linha ao vazamento das conversas que atingiram os filhos de Nunes Marques e Fux. Também não explicou as 52 mensagens de Vorcaro a Moraes, as menções ao evento em Londres financiado pelo Banco Master, que reuniu todos vocês e teve uma degustação de uísque Macallan e charutos bancada por Vorcaro. Para você, o escândalo não são os fatos. É o Brasil ter acesso a eles. Devido processo não é esconder provas para proteger reputações. É investigar com independência, garantir defesa e aplicar a mesma lei a todos. Antes de falar sobre o método da Lava Jato, explique o seu, Gilmar. Explique suas mensagens. Antes de exigir que os outros abram as contas, abra primeiro as suas. Abra as contas do IDP e dos patrocínios do seu instituto. Abra as contas dos eventos bancados pelo Master. Abra as contas do Gilmarpalooza. André Mendonça tem razão: o Supremo precisa urgentemente de um código de ética. Você não está em posição de dar aula nem lição de moral a ninguém. Está em posição de prestar contas. #Justiça #Ética #LavaJato

Este cidadão da foto com o ministro andré mendonça (o pixuleco eleitoral, de flávio bolsonaro) é danilo morgado. O indigitado foi pro xilindró hoje. O esquema é aquele: Deus, pátria, família e PCC. https://t.co/pXZR2ZpHjc #Política #Brasil #Justiça

Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário. Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável. E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral. Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência. E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça. Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato. A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele. #Justiça #DireitosHumanos #Ética

Rafael 4w

Então o TERRIVELMENTE PIXULECO confessou aqui que o Banco Central, com Galípolo indicado de Lula, pressionaram pra fechar o Master? É isso mesmo, produção? https://t.co/aO4VyeXqEB #BancoCentral #Lula #Política

Eles podem TUDO! Mas a população não pode nem fazer PIXULECO? Gilmar Mendes escancara seu desprezo pelo brasileiro. https://t.co/9pP3R8OZIX #GilmarMendes #Política #Brasil

Gilmar Mendes se refere a André Mendonça como "pixuleco" e "boneco" eleitoral. "O interesse é evidente, acachapante, extravagante", diz ele. https://t.co/75kdB7uL7x #GilmarMendes #AndréMendonça #PolíticaBrasileira

André Mendonça foi chamdo de “pixuleco” e “boneco eleitoral” por Gilmar Mendes. Mendonca vem dando indicios de que esta atuando no processo eleitoral para favorecer Flavio Bolsonaro. Defendemos investigação sem blindagem e seletividade! https://t.co/rqMVqT7CUa #Justiça #Eleições2024 #Transparência

Gilmar Mendes acha um absurdo os pixulecos na Paulista pedindo o impeachment deles. Peço que NÃO compartilhem para não incomodar o ministro!!! https://t.co/IozPVuVEbL #Impeachment #GilmarMendes #Política

Por que Gilmar Mendes está defendendo Moraes com tanto afinco? É porque ele é o sustentáculo, o tronco da ala podre do STF. Ele se poupou de manchar sua imagem muito abertamente com o Inquérito das Fake News, mas já confessou publicamente que participou das deliberações de Toffoli e Moraes para abrir esse instrumento de exceção. Em novembro de 2024, num evento em Cuiabá com Alexandre de Moraes presente, Gilmar remontou a história aos primeiros anos de Moraes no STF. Disse que ele, Moraes e Dias Toffoli “conversamos muito” sobre a situação política e acrescentou: “aventamos a possibilidade de que naquela quadra seria necessária uma investigação, um inquérito”. Em seguida, explicou que Toffoli assumiu o “ônus” de instaurá-lo e escolheu Moraes como relator. https://t.co/qnDp3yZNUO O politizador reclama de politização Quanto à acusação de Gilmar contra André Mendonça, de que o pedido de investigação contra Moraes seria um “Pixuleco, um instrumento eleitoral”, de politização o decano entende. Ele praticamente cobrou uma contrapartida ao STF por terem tirado Lula da cadeia: em 14 de outubro de 2023, durante o I Fórum Esfera Internacional, em Paris, num painel com Rodrigo Pacheco e Bruno Dantas, Gilmar disse: “Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal. É preciso reconhecer isso.” “Excessos” jamais especificados Só uma vez Gilmar Mendes abriu exceção na sua atuação de escudo e sustentáculo dos abusos de Alexandre de Moraes. Em agosto de 2025, segundo Lauro Jardim, o decano reconheceu reservadamente “certos excessos” em decisões do colega. Naquela época, Moraes era alvo de sanções americanas sob a Lei Magnistky Global. Gilmar pode ter sentido a pressão em cancelamento de vistos para visitar os EUA. O decano do STF jamais explicou que excessos teriam sido esses. Fica a pergunta: entre os supostos excessos que agora Gilmar acusa André Mendonça de ter cometido, quais deles jamais foram cometidos por Alexandre de Moraes? #STF #GilmarMendes #AlexandredeMoraes

"Quem é o vazador-geral da República? É um pixuleco, um boneco eleitoral...", afirmou Gilmar Mendes. O ministro afirmou que a intenção seria “jogar com o caos” . ➡️ #ConexãoGloboNews - de segunda a sexta, às 11h, na #GloboNews. Assista na TV e no Globoplay https://t.co/XGNfzpo5aV #Política #Brasil #GloboNews

Rafael 4w

André Mendonça foi reduzido a “Pixuleco, “Boneco Eleitoral”, acaba com ele Gilmar Mendes 👊🏻 https://t.co/2lgzFUhp21 #AndréMendonça #GilmarMendes #Política