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#Politização

Ministro Gilmar Mendes, é difícil levar a sério uma advertência sua contra a “politização da Justiça Eleitoral” poucos dias depois de o senhor transformar o plenário do STF em palco de acusações explicitamente político-eleitorais contra um colega. Foi o senhor quem chamou André Mendonça de “boneco de campanha” e “pixuleco eleitoral” e vinculou a atuação de um ministro do Supremo à candidatura de Flávio Bolsonaro. Isso aconteceu publicamente e foi registrado pela imprensa. Agora o senhor escreve que quem tenta engajar o Tribunal em “proselitismo partidário” deveria avaliar se reúne condições de permanecer nele. Então aplique primeiro a si próprio o padrão que acaba de estabelecer para os demais. A Resolução 305 do CNJ determina aos magistrados cautela nas redes sociais e veda manifestações que revelem atuação político-partidária, além de restringir opiniões sobre processos pendentes e juízos depreciativos sobre decisões judiciais fora dos espaços próprios. O senhor exige uma Justiça “imparcial e apartidária”, mas há poucos dias introduziu candidato, campanha presidencial e acusações de finalidade eleitoral numa disputa entre integrantes da Suprema Corte. E há outra questão; ministro de Suprema Corte não é comentarista político. A autoridade de um magistrado depende também da percepção pública de independência e imparcialidade. Quanto mais um juiz abandona a contenção institucional para participar pessoalmente das disputas políticas do momento, mais ele próprio contribui para destruir essa percepção. O senhor tem todo o direito de defender juridicamente suas posições. O que não é coerente é denunciar a politização do Judiciário enquanto utiliza o plenário e as redes sociais para fazer exatamente aquilo que afirma combater. Se o senhor realmente considera o “proselitismo partidário” incompatível com a magistratura, comece respondendo a uma pergunta muito simples: o mesmo critério vale para Gilmar Mendes? O senhor poderia responder? #Justiça #STF #Politização

A Justiça Eleitoral sempre gozou de enorme prestígio entre os brasileiros. E não é para menos! Do Oiapoque/AP ao Chuí/RS, de Mâncio Lima/AC a João Pessoa/PB, ela se faz presente. A cada dois anos, todos os municípios do país recebem urnas eletrônicas, confiáveis e auditáveis, que puseram fim às antigas práticas de fraude. Com atuação apartidária e fiel à Constituição, o TSE sempre garantiu a paridade de armas entre candidatos e a legitimidade das eleições. Os desafios, no entanto, continuam. O desenvolvimento tecnológico tem apresentado uma série de novas dificuldades à regularidade da formação da vontade popular. As ferramentas de inteligência artificial hoje existentes, ao mesmo tempo em que ajudam nas atividades do dia a dia, permitem a criação de vídeos, áudios e peças de propaganda capazes de enganar o eleitor e desequilibrar as disputas eleitorais. Matéria da Folha de S.Paulo dá a medida do problema: pesquisadores produziram quinze peças de propaganda eleitoral falsa com IA e tentaram veiculá-las como anúncios pagos por contas nos Estados Unidos, o que a lei proíbe. Treze passaram pelos filtros da Meta. Entre elas, uma imagem falsa do Presidente do TSE alterando a data do primeiro turno e uma convocação a "retomar Brasília, como fizemos em 8 de janeiro". E não é só. Relatório reservado da Abin, revelado hoje pelo mesmo jornal, aponta risco crítico de interferência externa nas eleições, movida pelo objetivo de assegurar controle sobre nossos ativos estratégicos e riquezas naturais. Mais grave, porém, é o risco que vem de dentro: o da politização da Justiça Eleitoral. Quem tenta engajar o Tribunal em proselitismo partidário deve avaliar se reúne condições de nele permanecer. E os partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral devem fiscalizar atentamente se essas condições estão presentes, arguindo a suspeição nos casos em que ela se configure. É preciso, pois, que o TSE continue a coibir práticas abusivas e deturpadoras da vontade popular. Para tanto, é indispensável uma atuação altiva, imparcial e apartidária, cujo único compromisso seja com a Constituição e com as leis. O STF, por sua vez, continuará a atuar como instância de supervisão, com a firmeza que o momento exige, intervindo sempre que necessário à preservação de seus próprios precedentes e da Constituição. https://t.co/QYOJF8PYar #JustiçaEleitoral #Eleições2023 #Democracia

Por que Gilmar Mendes está defendendo Moraes com tanto afinco? É porque ele é o sustentáculo, o tronco da ala podre do STF. Ele se poupou de manchar sua imagem muito abertamente com o Inquérito das Fake News, mas já confessou publicamente que participou das deliberações de Toffoli e Moraes para abrir esse instrumento de exceção. Em novembro de 2024, num evento em Cuiabá com Alexandre de Moraes presente, Gilmar remontou a história aos primeiros anos de Moraes no STF. Disse que ele, Moraes e Dias Toffoli “conversamos muito” sobre a situação política e acrescentou: “aventamos a possibilidade de que naquela quadra seria necessária uma investigação, um inquérito”. Em seguida, explicou que Toffoli assumiu o “ônus” de instaurá-lo e escolheu Moraes como relator. https://t.co/qnDp3yZNUO O politizador reclama de politização Quanto à acusação de Gilmar contra André Mendonça, de que o pedido de investigação contra Moraes seria um “Pixuleco, um instrumento eleitoral”, de politização o decano entende. Ele praticamente cobrou uma contrapartida ao STF por terem tirado Lula da cadeia: em 14 de outubro de 2023, durante o I Fórum Esfera Internacional, em Paris, num painel com Rodrigo Pacheco e Bruno Dantas, Gilmar disse: “Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal. É preciso reconhecer isso.” “Excessos” jamais especificados Só uma vez Gilmar Mendes abriu exceção na sua atuação de escudo e sustentáculo dos abusos de Alexandre de Moraes. Em agosto de 2025, segundo Lauro Jardim, o decano reconheceu reservadamente “certos excessos” em decisões do colega. Naquela época, Moraes era alvo de sanções americanas sob a Lei Magnistky Global. Gilmar pode ter sentido a pressão em cancelamento de vistos para visitar os EUA. O decano do STF jamais explicou que excessos teriam sido esses. Fica a pergunta: entre os supostos excessos que agora Gilmar acusa André Mendonça de ter cometido, quais deles jamais foram cometidos por Alexandre de Moraes? #STF #GilmarMendes #AlexandredeMoraes

Manchete da Folha passa impressão errada sobre resultado do Datafolha: “34% querem o afastamento de Moraes e 37%, o de Mendonça”. Na verdade, muito mais gente quer impeachment de Moraes (28%) que de Mendonça (12%). São 16 pontos de diferença! Impeachment é medida mais gravosa que afastamento temporário. O título compara a medida menos gravosa, como se Mendonça fosse (3 pontos percentuais) mais rejeitado. Não é. Há um pouco mais de gente defendendo afastamento de Mendonça porque há muito menos defendendo seu impeachment. E ainda há mais gente defendendo renúncia de Moraes (13%) que de Mendonça (11%). No total (28% + 34% + 13%), 75% querem Moraes fora de suas funções, enquanto 60% querem Mendonça fora (12% + 37% + 11%). São 15 pontos em desfavor de Moraes! A pesquisa foi feita antes de determinadas revelações de quinta e sexta passadas e, obviamente, parte dos brasileiros não acompanha o caso em detalhes, fora a politização de eleitores que associam Moraes a Lula, e Mendonça a Bolsonaro. Ainda assim, as condutas de Moraes são mais duramente repudiadas e, portanto, consideradas mais graves. Manter essa manchete no ar é campanha em favor dele. #Impeachment #Política #Datafolha

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Em primeiro lugar, a notícia não é sequer verdadeira. Não tem nada disso de preparação para video íntimo. Um bando de gente escanteada que fica vendendo proximidade que não existe e acaba atrapalhando a campanha. Toda hora é um rumor novo: Trancoso, putas russas, astronautas, até a Sadi já foi alvo. Toda hora surge uma ameaça falsa disso na Internet espalhada pelo PT, mas ecoada por gente que deveria ser aliada. Vai ser assim até o final, pelo visto. Mas, talvez mais importante, é o seguinte: a que ponto nós chegamos. Normalizou-se a politização sobre a vida privada e íntima das pessoas públicas. Se o político A ou B comeu gente é algo sem relevância alguma para o debate dos problemas do Brasil real, mas com efeitos traumáticos para as famílias. Filhas. Esposa. Isso é realmente asqueroso. Famílias sendo assediadas e expostas até por veículos de mídia tradicionais. É apenas mau. Não há mais ética alguma? Falo com autoridade: não participei deste tipo de coisa contra o Doria, recentemente contra o Vorcaro e não participaria contra o Lula (que não tem nada de santo). Quero saber é das OUTRAS sacanagens dos políticos. #Política #Ética #FakeNews

Observador Jul 5

No 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos, o Presidente Donald Trump exalta a grandeza dos EUA em um discurso no National Mall, destacando o orgulho nacional e propostas eleitorais controvérsias, enquanto denuncia o comunismo e critica a atual administração, gerando polêmica sobre a politização das celebrações. #Trump #Independência #EstadosUnidos

Trump exalta "grandeza dos EUA" no 250.º aniversário
Observador Jun 25

Donald Trump deu início às celebrações do 250.º aniversário dos Estados Unidos com um comício curto, menos crítico do que o habitual, destacando o sonho norte-americano e prometendo um regresso ao palco no dia 4 de julho, numa cerimónia que decorreu num contexto político delicado e após o cancelamento de concertos por receio de politização do evento. #Trump #250AnosEUA #Celebrações

Trump transforma celebrações dos 250 anos num comício

O HOMEM COMUM, A NOSSA MAIOR ESPERANÇA O maior legado que um pai pode deixar a hm filho é a educação. O maior legado que um político pode deixar para o seu povo é a consciência, o conhecimento, a politização através da verdade. Vale a leitura👇👇👇 https://t.co/frpyuXHuEO #Educação #Consciência #Política

Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional. Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma. Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ. A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte. A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros. Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro. A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política. Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill. Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble. No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer. #Justiça #DireitosHumanos #Política

SOBRE O MEU CANCELAMENTO: Não esperem pedido de desculpas. Nem textão no estilo "quem me conhece, sabe...". Os criminosos que me atacam nas redes terão a oportunidade de provar em juízo que eu sou racista. E vão descobrir que a vida real é mais complicada do que o esgoto em que estão acostumados a viver. Esse é um texto sobre mim. Sobre minhas referências. Sobre meus ídolos. Nasci, há 40 anos, em um 02 de fevereiro de 1986. Sempre gostei muito de futebol. Um ambiente em que, deveria ser senso comum, os negros sempre pontificaram por seu talento, engenho e arte. O maior de todos, o Rei, é Pelé. Meu segundo ídolo de infância foi Romário, logo após Senna. Meu time do coração é o Sport Club Internacional. Que se orgulha desde sempre de ser o time dos negros e da inclusão. Eu não curto esta politização futebolística. Mas é um fato que não posso deixar de registrar. Compartilho esta torcida com o @sigaonegro, que já fez lives comigo em GreNal. Quando Vini Jr. perdeu a Bola de Ouro pra Rodri, fiz live dizendo que era um absurdo e que tinha um claro componente do racismo europeu. Na Fórmula 1, torço para Lewis Hamilton. E torço de maneira fanática. Há anos. Não foi uma escolha aleatória agora, pra forçar simpatia. Na política, tenho o imenso orgulho de ser amigo e de ter apostado em @GutoZacariasMBL quando ele era um adolescente. Muito antes da viralização, dos vídeos sensacionais, do Change My Mind, da eleição e do melhor mandato de Deputado que a Alesp já viu. Na questão racial, sou um fervoroso defensor da miscigenação brasileira. O que já me fez ser atacado pela bolha supremacista do Twitter como um um suposto "defensor do genocídio da raça branca". Esta tentativa de cancelamento tem timing e motivação evidentes. Ninguém é otário, tá todo mundo vendo. E é por isso que não engaja. Renan Santos cresce pra cacete. Tentam me vender como seu marqueteiro, algo que eu não sou. Como seguidas vezes tentaram criar gurus para o MBL, um movimento que nunca teve este tipo de figura. Encerro como comecei: não vou me desculpar. Não vou me justificar. Quem afirmar publicamente que sou racista, crime grave, hediondo e imprescritível, terá a oportunidade de provar seu ponto na Justiça. Isso é chato e incomoda. Dá trabalho gerenciar Canal, redes sendo atacadas, família exposta e sendo assediada por marginais. Tira tempo e grana. Mas jurei pra mim mesmo que este vai ser o ponto final pra esta gente imunda. Não vai ter bateção de boca, reacts e lives intermináveis sobre um monoassunto. Vamos pro Judiciário. E vou fazer arder em tantos bolsos, que até mesmo o mais psicótico membro desta gangue pensará mil vezes antes de tentar de novo. A internet não é terra sem lei. Chegou a hora desta turma descobrir. #Racismo #Futebol #Justiça

Ninguém aguenta mais essa politização do futebol... dito isso: NEYMAR estará na copa do mundo sim! 🇧🇷 https://t.co/2A1qPMVu9E #Futebol #CopaDoMundo #Neymar