Pediram-me em Tunja para ser líder político do Pacto Histórico, quando deixar a Presidência da República (…), aceito a proposta do meu partido
Pediram-me em Tunja para ser líder político do Pacto Histórico, quando deixar a Presidência da República (…), aceito a proposta do meu partido
O Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, aceitou liderar a oposição ao seu partido Pacto Histórico após deixar a presidência em agosto, destacando a necessidade de uma bancada unida e um regulamento mais rigoroso para garantir a transparência nas votações no novo Congresso. #Colômbia #Eleições #Política

Me negué a alterar los resultados de las presidenciales en mi jurisdicción.
Lamento profundamente las consecuencias del sismo ocurrido en Junín. Expreso mis más sentidas condolencias a los familiares de las personas fallecidas y mi solidaridad con quienes han resultado afectados. Saludo las acciones de la Presidencia del Consejo de Ministros y exhorto al Gobierno a que se continúen desplegando todos los esfuerzos y se adopten las medidas inmediatas que sean necesarias para proteger a la población, atender a los afectados y brindar apoyo oportuno a las familias damnificadas. #Terremoto #Solidaridad #Perú
COMUNICADO Iván Cepeda rinde homenaje al presidente Gustavo Petro en Tunja y propone que asuma la presidencia del Pacto Histórico al finalizar su gobierno Bogotá, 18 de julio de 2026. El líder de la oposición y senador, Iván Cepeda Castro, regresó a la capital de Boyacá para agradecer el masivo respaldo al proyecto político del Pacto Histórico y la Alianza por la Vida, expresar su apoyo al candidato a la Alcaldía de Tunja, Nicolás Cortés, y reconocer la labor del presidente Gustavo Petro. Cepeda dijo: “Al concluir mandato presidencial, despedimos a un jefe de Estado, pero no al máximo líder del progresismo en Colombia, quien tendrá, para fortuna de nuestra sociedad, muchos años más al servicio de nuestro pueblo. Por todas estas razones, hoy propongo que Gustavo Petro asuma la presidencia del Pacto Histórico como nuevo partido político”. #PactoHistórico #GustavoPetro #IvánCepeda
🚨TRILEROS. La Moncloa ha sacado 309,8 millones del presupuesto de "Educación" y lo ha pasado por la cara a "Presidencia". El dinero que iba a ir a becas para los alumnos pobres, digitalización de aulas y maestros, ahora lo gestionará el dpto de Félix Bolaños. Mientras RTVE propaga el bulo de Fonsi, le roban a las aulas y a los niños para financiar los gastos crecientes de Presidencia del gobierno. ¿Esto también te parece bien? Santo Dios. ____________________ 7.500 disidentes ya estamos unidos aquí: https://t.co/JtP6bmpKel PD: el "Manual del Disidente" te llega al correo en cuanto entras. No tienes que hacer nada más. #Educación #Gobierno #Becas
Junts pova una amnistía a Carles Puigdemont vinculat a la seva tornada a la política catalana, creient que el Tribunal Suprem precipitarà la seva aplicació abans de les pròximes eleccions sota la presidència de Pedro Sánchez, malgrat les preocupacions dels independentistes sobre possibles subterfugis legals que podrien seguir bloquejant el perdó penal. #Amnistía #Puigdemont #Junts

O artigo de Jorge Coutinho de Miranda analisa como a presidência de Trump, através de uma política industrial deliberada e reindustrialização promovida por empresários, conseguiu atrair parte dos votos dos apoiadores de Bernie Sanders, destacando a criação de empregos e o fortalecimento da economia americana, em contraste com as promessas de proteção do trabalhador feitas pelo socialista. #Trump #EconomiaAmericana #VotosSanders
Pero míralo al boludo este! Es vocero presidencial y le dice “país bananero” a la Argentina COMO MIERDA ES ESTO POSIBLE. Como pueden ser tan hijos de puta!!!!!! #Argentina #Política #Opinión
“No va a haber feriado el lunes, no existe eso en el vocabulario de Javier Milei, pero si están analizando ASUETO para el Ministerio y Presidencia de la Nación” O sea, VOS, laburante, no vas a poder festejar, pero ELLOS, la casta, SI. INCREÍBLE https://t.co/TTXw5kvbS7 #Argentina #Política #Trabajo
Alexandre de Moraes decidiu manter Jair Bolsonaro em cárcere privado, proibir por 30 dias todas as visitas - exceto advogados e atendimento médico - e vetar, até o fim das eleições, encontros “com finalidade político-eleitoral” e manifestações políticas feitas diretamente ou por terceiros. A justificativa “ilegal” apresentada foi a divulgação, por Flávio Bolsonaro, de uma carta escrita por seu pai, embora o senador já estivesse impedido de visitá-lo por 90 dias. Não existe no Código de Processo Penal uma cautelar chamada “proibição de visita política”. O Judiciário cria restrições por interpretação própria, sem lei específica aprovada pelo Congresso. Em pleno ano eleitoral, um ministro do STF passa a decidir quem pode encontrar o principal líder da oposição, sobre quais assuntos podem conversar e quais palavras poderão chegar ao público. Até Javier Milei, presidente da Argentina e aliado de Bolsonaro, dependerá de autorização judicial para visitá-lo; a defesa já apresentou o pedido. Isso é ativismo judicial convertido em lawfare - o uso expansivo do aparato jurídico para isolar, silenciar e reduzir a influência política de um adversário. Moraes não restringe apenas redes sociais, ele controla visitas, conversas, manifestações e contatos políticos durante uma campanha presidencial. Isso não vai acabar bem. O Brasil está em meio a uma crise internacional e comercial sem precedentes. O STF amplia a tensão institucional e entrega novos argumentos aos críticos do Brasil no exterior. A conta dessa escalada não será paga pelos ministros, mas pelo país - a história da Venezuela nos mostrou isso. Uma democracia não pode depender da vontade de um único magistrado para definir quem um preso em prisão domiciliar pode receber e o que pode dizer sobre uma eleição. Quando o juiz cria a regra, interpreta a regra e aplica a punição com impacto direto sobre a oposição, já não estamos diante de uma simples cautelar; estamos diante de uma intervenção judicial no processo político. Isso se chama ditadura da toga. #Justiça #Democracia #Liberdade
Sepp Blatter, o polémico ex-presidente da FIFA, transformou a organização ao longo de sua presidência de 17 anos, impulsionando o Mundial para novos continentes e sendo alvo de controvérsias, incluindo provocações a Ronaldo e suspeitas de corrupção, culminando em sua saída durante uma grave crise na entidade. #FIFA #SeppBlatter #Corrupção
A nova decisão de Alexandre de Moraes contra Bolsonaro é a prova cabal de Lawfare contra o ex-presidente. Vamos analisar a decisão: 1- A situação atual de Bolsonaro é comparável ao que aconteceu no processo do Lula quando ele esteve preso? Resposta: SIM. Ainda que alguns juristas tenham insistido que a decisão anterior se tratava de uma situação diferente, porque Lula não estava obrigado a cumprir uma cautelar, a decisão atual versa sobre LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Lula, mesmo preso, mantinha seu direito constitucional a dar entrevistas sobre política(e sobre qualquer outra coisa) e foi isso que Ricardo Lewandowski entendeu quando deu uma autorização para isso na Reclamação 32.035. Ele disse que: o ato do juízo de execução penal de proibir as entrevistas era equivalente a “censurar a imprensa e negar ao preso o direito de contato com o mundo exterior”. Nesse ponto, a decisão de Moraes viola frontalmente a própria jurisprudência do STF. Na época de Lula, o Partido Novo apresentou uma Suspensão de Liminar 1178, para que a decisão de Lewandowski fosse cassada pela presidência do STF. Fux atendeu o pleito. A questão é que no parecer da PGR nesse caso é dito expressamente que proibir as entrevistas pelo seu conteúdo eleitoral significaria claramente CENSURA prévia, o que é vedado pela constituição. "Além disso, o argumento do requerente pressupõe que Luiz Inácio Lula da Silva, na entrevista, emitirá opiniões que resultarão “em inequívoca atividade político partidária e críticas ideológicas ao seu encarceramento”. Ocorre que eventual vedação de entrevista em razão de seu eventual conteúdo caracteriza nítida censura com base no conteúdo, o que não pode ser admitido sob qualquer hipótese." (p.18). Moraes expressamente proibiu Bolsonaro de se manifestar sobre questões políticas, violando seu direito constitucional de liberdade de expressão. 2- Moraes proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade "político-eleitoral". O que diabos é uma visita com finalidade "político-eleitoral" e onde existe a autorização para essa proibição? O preso Bolsonaro não pode se eleger ou ser eleito, não está participando de atividades partidárias, então que proibição é essa? Aliás, como vai fiscalizar esse tipo de visita? 3- Moraes sabe que a suspensão de direitos políticos não tem relação com expressão de um "manifesto político". O próprio Moraes cita o que entende como "direito político" na sua obra "Direito Constitucional 13ª": "Assim, são direitos políticos: • direito de sufrágio; • alistabilidade (direito de votar em eleições, plebiscitos e referendos); • elegibilidade; • iniciativa popular de lei; • ação popular; • organização e participação de partidos políticos." Nada sobre liberdade de expressão. Mais uma vez, é o escritor Alexandre de Moraes contra o juiz Alexandre de Moraes. 4- O que fazer? a) A defesa de Bolsonaro tem que apresentar uma Suspensão de Liminar para o Fachin. b) Acionar os organismos internacionais cabíveis. #LiberdadeDeExpressão #Lawfare #Justiça
Issa Hayatou, dirigente camaronês que revolucionou o futebol africano, presidiu à Confederação Africana de Futebol (CAF) por quase 30 anos e ocupou a presidência interina da FIFA durante 141 dias, sendo reconhecido por seu papel na ampliação da representação africana em Copas do Mundo e por liderar a realização do primeiro Mundial na África em 2010. #IssaHayatou #FutebolAfricano #FIFAHistória
KJSAKJADJSKJKDASKDSKJDKJSKJSJKKJSDJDSNKKJASDAJKSDFOSKAFKSOAOIFSAJSFAFIJAFIVAIFAVINJFNVIFVNIFV los comentarios y los citados Lo que es tener un presidente serio che que envidia #Política #Argentina #Presidencia
Na noite desta quinta-feira, 16 de julho, Donald Trump determinou a desclassificação de documentos de inteligência que tratam de fraudes em sistemas de votação eletrônica e de possíveis interferências estrangeiras em processos eleitorais. Os arquivos incluem um relatório atribuído à CIA segundo o qual integrantes do governo da Venezuela desenvolveram interesse contínuo - e provavelmente capacidade operacional - para manipular sistemas de votação eletrônica, incluindo a tecnologia da Smartmatic, utilizada durante anos nas eleições venezuelanas. De acordo com o documento, durante a eleição presidencial de 2012, o plano previa a instalação de máquinas supostamente alteradas em cerca de 300 centros de votação localizados em regiões historicamente favoráveis a Hugo Chávez. O objetivo seria garantir uma vantagem de aproximadamente 1,5 milhão de votos - Chávez venceu aquele pleito por cerca de 1,6 milhão de votos. Trump afirmou que “centenas de milhões de registros de eleitores americanos estão nas mãos de governos estrangeiros”, declarou que os sistemas permanecem vulneráveis a hackers, manipulação e corrupção e acusou a China de tentar interferir nas eleições dos Estados Unidos. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, classificou as acusações de Trump como “inteiramente fabricadas”, afirmou que a China nunca interferiu nas eleições americanas e pediu que Washington deixe de usar o país como tema de disputa política. Trump também acusou autoridades de esconderem provas de fraude eleitoral, denunciou a permanência de não cidadãos e pessoas mortas nos registros eleitorais e voltou a defender uma ampla reforma do sistema de votação americano. Afinal, quão seguros são os sistemas eleitorais diante da crescente guerra cibernética e das operações de influência conduzidas por Estados estrangeiros? E qual é a probabilidade de que países como a China também estejam tentando influenciar processos eleitorais, inclusive no Brasil? Ignorar essa possibilidade seria ingenuidade. #Eleições2023 #SegurançaCibernética #InteligênciaArtificial