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#Rendas

Inflation accelerated in August to 3.3%, driven by fuel prices, and rents may increase by 2.56% in 2027, according to provisional data from the National Institute of Statistics. (translated)

Inflação acelera para 3,3%. Rendas podem subir 2,56%

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

Observador Jul 24

Coletivos da plataforma Casa Para Viver realizaram um protesto em Lisboa contra a proposta de revisão do Novo Regime do Arrendamento Urbano, que consideram um ataque aos arrendatários, exigindo a diminuição das rendas e a audição das associações antes de mudanças legislativas. #Habitação #Arrendamento #Lisboa

Coletivos Casa Para Viver protestam em Lisboa
Observador Jul 10

O deputado do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, alertou que as novas regras do arrendamento propostas pelo Governo português poderão provocar uma pandemia de despejos, exigindo mudanças na legislação para proteger os inquilinos, que já enfrentam dificuldades para pagar rendas devido ao aumento do custo de vida. #Arrendamento #Despejos #Habitação

BE alerta para "pandemia de despejos" com novas medidas
Observador Jul 10

Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, criticou as recentes medidas de arrendamento do Governo, alegando que elas podem levar à aceleração dos despejos e ao aumento das rendas, e declarou que o Executivo só merece censura por suas políticas que, segundo ele, desmantelam o país em favor de grandes interesses económicos. #Arrendamento #PCP #Governo

Paulo Raimundo diz que Governo "só merece censura"
Observador Jul 9

Článek se zabývá novým režimem nájmů, jehož cílem je usnadnit vystěhování a oživit trh s nemovitostmi, přičemž přináší kritiku na adresu vedení města Almada za nedostatečnou reakci na opakující se problémy s dodávkami vody, které přetrvávají i mimo letní sezónu. #Almada #Rendas #Digitalização

Novo regime de rendas vai mesmo destravar o mercado?
Observador Jun 29

Um estudo da Federação Europeia dos Transportes e Ambiente revela que o aumento do turismo aéreo em Portugal está a contribuir para a elevação das rendas e pressões sobre o mercado habitacional, resultando numa projeção de aumento médio de 193 euros anuais nas rendas em áreas turísticas até 2031, além de impacts económicos negativos estimados em 200 milhões de euros anuais. #TurismoAéreo #Habitação #EconomiaSustentável

Turismo aéreo contribui para aumento das rendas em Portugal
Observador Jun 26

V prvním čtvrtletí 2026 vzrostla mediální nájemní cena nových smluv v Portugalsku o 9,1 % na 9,46 eur/m², přičemž nejvyšší ceny byly zaznamenány v oblasti Velký Lisabon a v dalších významných regionech jako je Madeira, Setúbal, Algarve a Porto. #Rendas #Arrendamento #Portugal

Renda mediana de novos contratos acelerou no 1.º trimestre

Trump assinou ontem o Memorando de Entendimento com o Irã. Através desse documento, o Irã oferece o seguinte: 1️⃣Uma promessa de que não fabricará armas nucleares 2️⃣A reabertura de um estreito que já estava aberto antes da guerra Trump oferece: 1️⃣Acabar com as guerras no Oriente Médio, incluindo o Líbano (onde Israel combate os terroristas do Hezbollah) 2️⃣Desbloquear todos os ativos iranianos congelados nos EUA (valor estimado em várias dezenas de bilhões de dólares) 3️⃣Levantar todas as sanções contra o Irã, permitindo ao regime iraniano vender petróleo livremente e ao preço de mercado (rendas anuais estimadas em quase $100 bilhões de dólares) 4️⃣Providenciar, em conjunto com nações árabes, um fundo de $300 bilhões de dólares para a reconstrução de tudo o que EUA e Israel destruíram durante a guerra E há ainda um detalhe importante: por causa do ponto 1, o Irã, além de tudo isso, ainda conseguiu colocar os EUA contra Israel, pois Netanyahu já disse que não sairá do Líbano, mas como Trump precisa desse documento assinado, irá pressionar forte Israel pela retirada do sul do Líbano. Em troca de uma promessa e da reabertura de um estreito que já estava aberto antes da guerra, o Irã sai com dezenas de bilhões em ativos descongelados, venda liberada de petróleo, levantamento de todas as sanções e $300 bilhões para se “reconstruir” (sabemos bem no que o Irã gastará isso). Por isso, pergunto novamente: quem foi mesmo que venceu essa guerra? #hojenomundomilitar #Trump #Irã #Geopolítica

Dailes teātrī notika Ainas Rendas romāna Pirmavots iestudējums, ko veidojis režisors Viesturs Kairišs un kas pēta individuālismu kā bīstamu, tomēr ietekmīgu tēmu, kā arī kritiski pievēršas sabiedrības ideoloģiskajām struktūrām. #Pirmavots #individuālisms #DailesTeātris

Cilvēks sistēmas varā. Teju neiespējamais romāns «Pirmavots» un tā iestudējums Dailes teātrī
SAPO May 21

O Governo português publicou o “pacote fiscal” da habitação, que inclui a redução do IVA da construção para 6% para obras iniciadas entre setembro de 2025 e dezembro de 2029, além de benefícios fiscais para senhorios que arrendem a rendas moderadas e a exclusão de mais-valias no IRS para reinvestimentos em imóveis destinados a arrendamento habitacional. #Economia #Habitação #PacoteFiscal

“Pacote fiscal” da habitação já publicado em Diário da República. IVA da construção a 6% para obras iniciadas desde setembro de 2025
SAPO May 21

O Governo português publicou o “pacote fiscal” da habitação, que inclui a redução do IVA da construção para 6% para obras iniciadas entre setembro de 2025 e dezembro de 2029, além de benefícios fiscais para senhorios que arrendem a rendas moderadas e a exclusão de mais-valias no IRS para reinvestimentos em imóveis destinados a arrendamento habitacional. #Economia #Habitação #PacoteFiscal

Militärinsel Qeshm: Über die „Raketenstadt“ kontrolliert der Iran die Straße von Hormuz [premium]

Governo português publicou um novo “pacote fiscal” para habitação que inclui a aplicação temporária de IVA a 6% em obras de construção e reabilitação, benefícios fiscais para senhorios de rendas moderadas e a criação do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível, visando aumentar a oferta habitacional. #PacoteFiscal #Habitação #IVA6%

Governo publica “pacote fiscal” para habitação com IVA a 6% e benefícios para senhorios de rendas moderadas
SAPO May 17

O incentivo fiscal à habitação, lançado pelo Governo português, beneficiou em 2024 mais de 8900 trabalhadores de 209 empresas, principalmente dos setores de alojamento e restauração, e resultou em um total de 12,5 milhões de euros em rendas, com um impacto orçamental previsto de dois milhões de euros. #IncentivoFiscal #Habitação #Trabalhadores

Incentivo fiscal à habitação beneficiou mais de 200 empresas e 8900 trabalhadores
SAPO May 14

A Junta de Freguesia do Areeiro, em Lisboa, gastou 100 mil euros em um projeto de coworking que nunca funcionou, e agora planeja transformar o espaço em um centro de explicações para estudantes, após gastar mais de 48 mil euros em rendas desde 2024. #Lisboa #coworking #centrodeexplicações

Lisboa paga 100 mil euros para coworking que nunca existiu e vai ser centro de explicações
SAPO May 13

O artigo discute o colapso silencioso da classe média em Portugal, evidenciado por rendas elevadas e salários estagnados, que contrastam com indicadores macroeconómicos positivos, revelando uma desconexão entre a aparente recuperação econômica e a realidade de muitos trabalhadores que vivem em risco de pobreza, mesmo com emprego estável. #ClasseMédia #Dignidade #Habitação

A dignidade em risco e o desafio da classe média em Portugal
SAPO May 12

António José Seguro promulgou um pacote de desagravamento fiscal para a habitação que inclui a redução do IVA da construção e benefícios fiscais para rendas, com o objetivo de aumentar a oferta de imóveis no mercado, juntamente com outras medidas que impactam o IRS, IRC e o IMT para estrangeiros não residentes. #desagravamentofiscal #habitação #impostos #dobrezpravy

Seguro promulgou desagravamento fiscal para a habitação