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#Retornos

👉🏽 El comisario europeo de Interior está diciendo que todos los que entraron irregularmente tienen que volver 👉🏽 Nuestra ley dice cómo tienen que hacerlo 👉🏽 Los españoles quieren que se vayan todos 👉🏽 Y Marruecos dice que acepta los retornos ¿Por qué Sánchez no usa toda la fuerza del Estado para hacerlo y, por el contrario, anuncia que va a ampliar hasta 10.000 plazas de acogida? ¿Qué pasa? ¿Les parecen pocos? #Inmigración #Retornos #España

💢 Se confirmadas as chegadas do meia Lescano e do zagueiro Gabriel Pereira, somadas aos retornos de Jair e Brenner de lesão, o que acham do elenco pra esse final de ano? https://t.co/BxqCCt195u #Futebol #Elenco #Contratações

Sánchez: "Morocco? There is no evidence. Only prejudices." Sánchez assures that there is no evidence pointing to Rabat. He acknowledges that on the day of the avalanche, the Moroccan gendarmerie allowed the crossing of the border. Then they facilitated the returns. "Incapacity or inaction? It will have to be analyzed." (translated)

Junto a mi par de Paraguay 🇵🇾, Rubén Ramírez Lezcano, hoy firmamos dos importantes acuerdos en materia de cooperación judicial internacional: 👉 Tratado de Asistencia Jurídica sobre Reconocimiento y Ejecución de Sentencias: facilitará el acceso efectivo a la justicia en contextos transfronterizos, reducirá obstáculos procesales y asegurará respuestas más ágiles. 👉 Tratado en materia de Restitución Internacional de Niños y Retornos Seguros: brindará respuestas más rápidas, previsibles y coordinadas entre la justicia de ambos países ante situaciones de sustracción o traslado internacional de niños, poniéndolos en el centro de la cuestión. También abordamos diferentes aspectos de la relación bilateral bajo la visión común que comparten nuestros presidentes: promover un Mercosur más dinámico y abierto al mundo. 🌎 #CooperaciónJudicial #DerechosHumanos #Mercosur

In the first year of the National Unit of Foreigners and Borders, the PSP arrested more than 700 foreigners and promoted 1953 returns to their country of origin. (translated)

7h. PSP deteve mais de 700 estrangeiros em apenas um ano

⚠️ Os representantes de Alex Luna procuraram a diretoria do Flamengo para tentar avançar nas negociações no último fim de semana. O meia já deixou claro nos bastidores que deseja se transferir para o Rubro-Negro, por isso os empresários estão tentando acelerar o acordo. No entanto, o Flamengo não tem pressa. O clube, neste momento, espera e analisa outras opções no mercado. Com os retornos de Paquetá e Arrascaeta, além da permanência de Carrascal, o Rubro-Negro não vê pressa para contratar um meia com as características buscadas por Leonardo Jardim. 🗞️ @PabloRaphaelRUA #Flamengo #MercadoDaBola #Transferências

Pablo Rua Aug 10

Os representantes de Alex Luna procuraram a diretoria do Flamengo no último fim de semana para tentar avançar nas negociações pelo jogador. No entanto, neste momento, o Flamengo prefere esperar e analisar outras opções no mercado. Como falei ontem, apesar de Luna estar no radar do departamento de scout, ele ainda não é uma prioridade da diretoria. A situação também passa pelo atual cenário do elenco. Com os retornos de Lucas Paquetá e Arrascaeta, além da permanência de Carrascal, o Flamengo não pretende correr para contratar um meia com as características buscadas por Leonardo Jardim. Alex Luna já deixou claro nos bastidores que gostaria de uma transferência ao Flamengo. Até por isso os empresários estão tentando acelerar o acordo. Mas o time carioca não tem pressa. #Flamengo #Transferências #Futebol

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história

E
EL MUNDO Aug 4

The Spanish Legion has been key in the detention and deportation of groups of immigrants in Ceuta, although the voluntary nature of these returns has been questioned by the scenes of desperation and resistance observed among the migrants. (translated)

Así detiene la Legión a grupos de inmigrantes en Ceuta para deportarlos
eldiario.es Aug 3

An NGO in Ceuta denounces the pressure exerted by the armed forces on migrants to be transported back to the Moroccan border in trucks, claiming that these are not voluntary returns and that many fear for their safety if they remain. (translated)

Una ONG ceutí denuncia la presión de militares a migrantes para llevarlos en camiones a la frontera: "No son retornos voluntarios"

Quiero agradecerle su carta y felicitarle por la rápida gestión de los retornos de quienes entraron ilegalmente en Ceuta desde Marruecos

Von der Leyen felicita a España y Marruecos pero advierte de que no aceptará usar la inmigración como «instrumento de presión»
www.abc.es

Mario Adinolfi, exdiputado italiano y conocido por su participación en 'Supervivientes', ha sido arrestado bajo acusaciones de haber organizado una estafa piramidal que defraudó cinco millones de euros a numerosos ahorradores a través de un falso fondo de apuestas, en el que prometía altos retornos sin contratos formales ni supervisión adecuada. #EstafaPiramidal #MarioAdinolfi #Italia

Mario Adinolfi, el fenómeno de masas que escondía una estafa monumentala

My interview with the newspaper @SolOnline, about the migration and asylum pact, illegal immigration and returns, the mass regularization of immigrants in Spain, and the increase of the foreign population in Portugal. @_CDSPP @goncalonabeiro (translated)

Me satisface que Suecia haya sido capaz de facilitar el avance del diálogo técnico con las autoridades de facto sobre retornos a Afganistán.

Bruselas responde a las críticas tras recibir a los talibanes para tratar las deportaciones a Afganistán
www.20minutos.es

On @observadorpt about the return policy. Defending the return policy means being in favor of regulated, fair, and sustainable immigration. It means saying that there is a difference between those who enter legally and those who do not have the right to stay. There is a difference between those who seek asylum and those who already... (translated)

Durante un debate tenso en Bruselas, el presidente del Gobierno español, Pedro Sánchez, defendió su política migratoria frente a las críticas de las primeras ministras de Dinamarca e Italia, Mette Frederiksen y Giorgia Meloni, quienes cuestionaron su enfoque de regularización masiva de inmigrantes y su oposición al nuevo reglamento de retornos en la UE, mientras que Sánchez subrayó la necesidad de empatizar y colaborar con los países de origen y tránsito. #Inmigración #UniónEuropea #PedroSánchez

Tensión y duro debate en Europa con Sánchez por su política migratoria que afecta a toda la Unión Europea

On the day of the historic approval of the return regulation that opens the door to large deportations of illegal immigrants, we presented Gerald Grosz's book in the European Parliament in Strasbourg. Titled "Ab nach Hause" (Come on, home), it is a great plea. (translated)

Jorge Buxadé Jun 17

In a few minutes, the Regulation on Returns will be voted on in the Plenary. The call effect is over. The era of deportations is about to begin. (translated)

20 minutos Jun 16

Bruselas ha defendido el endurecimiento de la política migratoria de la UE argumentando que responde a las demandas de los ciudadanos, destacando la necesidad de tener herramientas adecuadas para gestionar la migración y acelerar los retornos, mientras se respetan los derechos humanos. #Migración #UniónEuropea #PolíticaMigratoria

Bruselas defiende el giro de la UE hacia una política migratoria más dura porque "responde a las demandas de los ciudadanos"
Observador Jun 13

Jay Ritter, diretor da IPO Initiative, destaca que a SpaceX, embora seja uma empresa única com uma avaliação inicial de 1,8 biliões de dólares, enfrenta o desafio de rapidamente demonstrar valorização, uma vez que os investidores esperam retornos que podem ser difíceis de alcançar dada sua elevada capitalização e a natureza competitiva do setor tecnológico. #SpaceX #IPO #ElonMusk

SpaceX "é única" mas "muitas coisas têm de correr bem"