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#Turism

Gente do estado inteiro que representa o turismo catarinense esteve ontem em Balneário Camboriú! Amigos do Grande Oeste, de São Lourenço do Oeste, terra do meu amigo e primeiro suplente, Rafael Caleffi; gente da Serra Catarinense, do Sul do estado, da Grande Florianópolis e também da região Norte, onde está Joinville, terra do meu segundo suplente, Balduino Rodrigues. É conversa, encontro, abraço e muita estrada para percorrer Santa Catarina de ponta a ponta. Arranca o couro, mas é bom demais! Seguimos!🇧🇷👍🏻 Presidente @FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣ Governador @jorginhomello 2️⃣2️⃣ Senador Carlos Bolsonaro 2️⃣2️⃣2️⃣ Senadora @CarolDeToni 2️⃣2️⃣1️⃣ #TurismoSC #SantaCatarina #Encontro

After nine months at sea, 5,000 American Marines have landed in Pattaya, Thailand, where they are expected to contribute positively to the tourism industry during their stay. (translated)

5 000 soldater går i land i Pattaya – efter nio månader till sjöss

The Ministry of Foreign Affairs reports that Latvia will cooperate with Canada to search for Latvian citizens who have gone missing in Nepal, of whom 33 are currently considered to be unaccounted for. (translated)

Latvija sadarbosies ar Kanādu Nepālā pazudušo meklēšanā, ziņo ĀM
Il Post 10h

The aircraft carrier USS Abraham Lincoln has docked in Pattaya, Thailand, after almost nine months in the Middle East, during which it faced difficult conditions for the crew, and will remain in the city for a few days before continuing its journey to San Diego. (translated)

La portaerei USS Lincoln è attraccata a Pattaya, in Thailandia, dopo quasi nove mesi in Medio Oriente

Tourism in Madrid benefits enormously from the return of Formula 1, with an expected economic impact of nearly 500 million euros and the arrival of about 120,000 visitors to the Spanish Grand Prix. (translated)

El turismo de Madrid logra la 'pole' con la Fórmula 1 y espera un impacto de casi 500 millones

The European Union plans to restrict visa issuance to Russian citizens who have participated in hostilities against Ukraine, and to impose stricter restrictions on tourist visas, but the member states still do not have a unified position on these measures. (translated)

ES gatavojas ierobežot Krievijas pilsoņu iebraukšanu

Madrid will launch its largest international tourist campaign, 'Madrid Beats', to attract visitors from 13 countries, highlighting its essence of tradition, avant-garde, and freedom during the context of Formula 1. (translated)

Madrid se vende como tierra de «tradición, vanguardia y libertad» en trece países y siete idiomas

The Community of Madrid, the City Council, and Ifema have launched a tourist campaign called Madrid Beats in 13 countries, aiming to attract international tourists by highlighting the way of life in the region, the tradition, culture, and diversity of its offerings. (translated)

Madrid usa como 'gancho' la forma de vivir en la región para atraer turistas con una campaña en 13 países

Seguimos trabajando para que el crecimiento del turismo conecte con más sectores, más negocios y más familias en todo el país. 🇩🇴💪🏼 https://t.co/GgiipLcyxo #Turismo #CrecimientoEconómico #DesarrolloSostenible

Unfortunately, it is still the case that action is only taken when some trouble has already occurred. Now the EU is only planning to restrict tourism visas for Russian citizens. The suspect in the drone attack at Leipzig airport, a Russian citizen, came to Europe with Schengen travel documents issued by Italy. (translated)

Josefina Rodríguez, secretaria de turismo federal borró su reloj Cartier, el reloj Rolex de su esposo y el traje de baño Moncler. Los primeros en desobedecer a @Claudiashein y el discurso de austeridad son sus funcionarios. Y borran lujos para no salir en esta cuenta. https://t.co/TBtni0FvTS #Austeridad #Corrupción #FuncionariosPúblicos

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Let them be invited never to return. Being a cleaner does not obligate you to clean anything that the tourist of the moment puts in your way. (translated)

Il Post 1d

In Egypt, a bus incident has caused the death of at least 16 people and injured another 28 in the tourist area near Sharm el-Sheikh. (translated)

In Egitto almeno 16 persone sono morte in un incidente in autobus in una zona turistica vicino a Sharm el-Sheikh

A bus accident in the Sinai province of Egypt resulted in 16 deaths and nearly 30 injuries, with authorities not disclosing the nationalities of the victims. (translated)

Acidente com autocarro no Egito faz 16 mortos

The beautiful landscape of the Maldives and the appeal of luxury resorts conceal new trade networks that help evade sanctions in Russia, making the country an unexpected hub in the global supply chains of spare parts and electronics. (translated)

WSJ ⟩ See paradiisisaar on salakanal sanktsioonaluse kraami saatmiseks Venemaale

Marga Melià, the filmmaker who addresses the impact of tourist collapse in Mallorca in her documentary 'Suportant el paradís', highlights the importance of listening to the discomfort of the population regarding tourist saturation and the loss of identity on the island. (translated)

Marga Melià, la cineasta que retrata el colapso turístico: "No pueden ir contra todo un pueblo"
E

Despite Spain celebrating its best tourist July in history, the Canary Islands experienced a 0.7% decline in the arrival of international tourists, which negatively impacted their total tourist spending. (translated)

España registra el mejor julio de su historia, menos aquí: ¿Qué está pasando este verano en Canarias?

Um lugar com uma história pra jamais esquecer. #MantoDaNação Revelação oficial e abertura das vendas: 11h30 em https://t.co/zBHv3TrFjs https://t.co/AtgRkUADZv #História #Cultura #Turismo

The average daily spending of tourists in Spain has increased by 36% since the pandemic, reaching 218 euros, and companies in the tourism sector have generated record revenues of 82.053 billion euros so far this year. (translated)

El turismo se revaloriza: el gasto medio diario crece un 36% desde la pandemia