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#Turistas

The center of Madrid transforms into a showcase of Formula 1, with exhibitions and single-seaters from teams like Williams and Alpine, attracting numerous tourists and locals. (translated)

El centro de la capital se convierte en un escaparate de la Fórmula 1

A tourist bus with almost 50 Dutch passengers overturned in the Swiss canton of Grisons, causing multiple deaths and injuries in an incident described as a serious accident by the authorities. (translated)

Varios muertos tras volcar un autobús turístico con casi 50 pasajeros neerlandeses en el este de Suiza

Madrid has established itself in 2026 as a prominent tourist destination in Europe, reaching records in the number of visitors and tourist spending, with over 5.66 million tourists and an 11.4% increase in revenue compared to the previous year. (translated)

La ciudad de España que ha roto récords de turismo este 2026: es uno de los destinos de moda

More than 5,100 people, including 587 foreign tourists, remain missing in Nepal after devastating floods that resulted in 1,367 deaths and operations to identify the recovered bodies. (translated)

Novo balanço no Nepal: há 1.367 mortos e 5.133 desaparecidos

Un estudiante de comunicación se avergonzaría de escuchar a periodistas ya viejos y maduros hablando en esta comunicación, se nota que el objetivo es destruir a una persona e impedir que pueda gozar de su derecho a la pensión y vivir tranquilo, si un expresidente se ha divorciado y se retira de la presidencia lo normal es que con su pensión arriende lo que el considera un buen lugar para vivir. Tener un expresidente de vecino, debería ser una oportunidad, podría contar muchas cosas de colombia y habría muchas cosas que aprender. Los vecinos podrían descubrir en realidad si lo que se decía de el era cierto o falso , ni mas ni menos y habrían muchas lecciones que dar, el vecino podría dar muchas lecciones de los problemas que aquejan a colombia, hasta se podría hacer una sección de la historia colombia , con quienes quieran saber de un país . A mi me gusta caminar entre los árboles y oír a los pájaros , casi siempre lo hago a solas porque reflexiono y es una buena manera de pensar y un vecino podría verme leer , caminar pensativo, y nada más, el pensamiento no le hace daño a nadie y el que quiera libremente escucharme puede hablar conmigo y en el diálogo se construyen cosas nuevas. el que me hayan metido arbitrariamente a la lista ofac por haber defendido que no mataran a 22.000 niños en gaza , no me hace mala persona , defendí la vida que es el principio fundamental . en este momento estoy construyendo una casa para mi , porque ya tenia una y por divorciarme y por la ley debo venderla para con mis derechos sobre ella de acuerdo a la ley , pensar en una nueva casa, como salgo con menos patrimonio con el que entre a la presidencia pues es un aporte a una casa que tendría un valor mayor , pero ya es un gran aporte y creo que podre acabar de pagar otra vez mi nueva casa , con las regalías de mis libros ,mi pensión, conferencias que parece que van a hacer mucas y podría pensar en algo empresarial pero tendría que estar relacionado con la vida y la belleza , sobre la idea de que colombia es el país de la belleza donde 12 millones de turistas vinieron a verla en mi gobierno. la lista ofac solo le impide a personas naturales y jurídicas de los estados unidos hacer negocios conmigo, cualquier colombiano puede hacer negocios conmigo y lo que hace felipe zuleta es hacer creer que la lista ofac me impide arrendar una casa o me impide viajar cuando en realidad si puedo hacerlo, porque si la empresa o el dueño de la casa no es persona en estados unidos no hay ningún problema. Y el odiante periodista utiliza los chismes es para dificultar que yo pueda vivir, eso no es periodismo , eso se llama vampirismo, lo mismo hace cuando se mete en mi vida íntima, cuando habla de tusas u otras cosas, cuando yo nunca he encontrado a mi pareja en mi cama con otra persona , dejen de decir estupideces y dejen de destruir la vida y a personas que no conocen , mi vida íntima la puedo decir solo si yo quiero y ponerla en tema de conversación solo cuando yo lo decida. La vida intima no es periodismo, no destruyan personas con las palabras. #Periodismo #Colombia #LibertadDeExpresión

The Community of Madrid, the City Council, and Ifema have launched a tourist campaign called Madrid Beats in 13 countries, aiming to attract international tourists by highlighting the way of life in the region, the tradition, culture, and diversity of its offerings. (translated)

Madrid usa como 'gancho' la forma de vivir en la región para atraer turistas con una campaña en 13 países

“Houve um apoio amplo à adoção de uma proibição de entrada na União Europeia (UE) para ex-combatentes russos, bem como para reforçar mais [as restrições] em relação aos vistos para turistas russos”

UE apoia restrição de vistos turísticos para russos
observador.pt

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

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Despite Spain celebrating its best tourist July in history, the Canary Islands experienced a 0.7% decline in the arrival of international tourists, which negatively impacted their total tourist spending. (translated)

España registra el mejor julio de su historia, menos aquí: ¿Qué está pasando este verano en Canarias?

The average daily spending of tourists in Spain has increased by 36% since the pandemic, reaching 218 euros, and companies in the tourism sector have generated record revenues of 82.053 billion euros so far this year. (translated)

El turismo se revaloriza: el gasto medio diario crece un 36% desde la pandemia
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At least 15 people are missing after flash floods in the Grand Canyon, which has led to the evacuation of dozens of tourists and the disruption of water supply in the park. (translated)

Varios desaparecidos por las repentinas inundaciones en el Gran Cañón del Colorado
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Two Italian tourists trapped in Nepal recount how a violent flood swept away the road they were traveling on, leaving them stranded for eight hours while trying to return home, amid a disaster that has caused the disappearance of more than 1,500 people and the destruction of villages and bridges in the region. (translated)

Dos turistas atrapados por la riada: "La carretera desapareció ante nuestros ojos"

A devastating natural disaster at the border between Nepal and China has left at least 98 dead and 600 missing, primarily foreign tourists, following a landslide triggered by an earthquake that caused the overflow of the Bhote Koshi River. (translated)

Una colosal catástrofe devasta la frontera entre Nepal y China

The Government of Nepal estimates that the death toll from the devastating flood on the border with China could exceed 10,000, with at least 95 deceased and around 500 missing tourists, including two Spaniards. (translated)

"El Gobierno de Nepal cree que la cifra de muertos puede superar los 10.000"

At least 98 people have died and more than 700, including around 500 tourists, are missing after a devastating flood caused by the rising Bhotekoshi River in Rasuwa, Nepal, which has destroyed infrastructure and homes in the border area with China. (translated)

Unos 500 turistas están desaparecidos por la riada

A flood on the border between Nepal and Tibet leaves at least 95 dead and more than 480 tourists missing. Two Spaniards among them. (translated)

A flood on the border between Nepal and Tibet leaves at least 95 dead and more than 480 tourists missing. Two Spaniards among the fatalities. (translated)

If the right is bothered by a few thousand people arriving in Ceuta in search of a better life, but they were not bothered by 350,000 Ukrainians who arrived fleeing war, nor by 10 million tourists who came to Spain in June, they do not care about our country; they are simply racists. (translated)

At least 16 people have died and 384 are missing, including 291 tourists, due to flash flooding caused by an avalanche of ice and rock in Nepal, which destroyed villages and infrastructure, leading authorities to mobilize rescue operations and issue safety warnings for the population. (translated)

Nepal. Pelo menos 16 mortos e centenas de desaparecidos

Barcelona complains because people visit the Sagrada Familia. Mallorca because tourists arrive. Madrid because it has the privilege of hosting a Formula 1 GP. The cities change, the reason changes. The complaint remains. Nothing new in Spain. (translated)