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#centrais

Bednarek e Kiwior, quando se pensa nestes nomes, vem logo à cabeça que são "grandes" centrais. Bastaram dois jogos internacionais para o mito cair por terra. Amarelados logo à primeira oportunidade, viram no jogo seguinte Nygren, Walemark, Ayari e Gyokeres fazerem autênticos farrapos da sua dupla. Aliás, por cá, ainda está bem fresca a memória daquele jogo em que os avançados faziam exatamente o que queriam deles... até ser inventada uma expulsão cirúrgica aos 35 minutos. Sem os "Migueis Nogueiras" desta vida a ajudar, a qualidade da dupla cai a pique. Porque será, não é? #futebol #análise #centrais

Félix era dispensável e muitas vezes o primeiro a sair. Isso mudou. Falta estrutura e hábito a Portugal para sair de pressão e impor um jogo mais confortável, mas ganha por maior eficácia nas áreas (Gonçalo Ramos aumenta potencial de aproveitamento do erro, centrais na luta). #Futebol #SeleçãoPortuguesa #GonçaloRamos

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

BORA LULA! Centrais sindicais e movimentos populares se reuniram no Espaço Cultural Elza Soares para fortalecer a campanha de reeleição do presidente Lula a 12 dias do primeiro turno. O encontro alinhou as estratégias e o trabalho de reta final da militância. 📸 Elineudo Meira https://t.co/TmtSVrvRQJ #Lula #Eleições2024 #MovimentoPopular

Um mergulho na nossa identidade 💙 A história e a cultura do FC Porto foram os temas centrais de uma visita especial dos nossos reforços ao Museu, realizada na última quinta-feira, e que contou com uma conversa com as lendas Rui Barros, Helton e Jackson Martínez. #PortoDeHonra #FCPorto #Cultura #Identidade

A investigação do Supremo Tribunal Federal a Alexandre de Moraes, marcada por intensos debates e acusações entre os ministros, tornou-se um dos temas centrais da campanha eleitoral no Brasil, levantando preocupações sobre a imparcialidade e possíveis consequências políticas. #SupremoTribunalFederal #JustiçaBrasileira #PolíticaBrasil

O caso que está a dividir o Brasil: duas opiniões

🚨 Pabllo Vittar será a convidada especial do show de Demi Lovato no Rock in Rio. De acordo com a Vanity Brasil, as duas cantoras dividirão o microfone em um dos momentos centrais da programação do festival. https://t.co/DDldaYqDPV #RockInRio #DemiLovato #PablloVittar

Duas teses centrais do PT caíram hoje: 1. André Mendonça autorizou investigar Flávio Bolsonaro ainda em julho. Não houve atuação partidária do Ministro. 2. Flávio Bolsonaro é investigado desde julho e até agora a PF não demonstrou nenhum rastro de corrupção. #PT #FlávioBolsonaro #investigação

Um estudo coordenado por Passos Coelho aponta para a necessidade de reformas prioritárias em Portugal, identificando múltiplos bloqueios que afetam o crescimento económico e destacando a falta de produtividade e a burocracia como problemas centrais. #ReformaEmPortugal #Educação #GestãoDeResíduos

As notícias das 2h

O aumento do preço do gás natural está a impulsionar a procura global de carvão, especialmente em países com centrais elétricas de ambos os tipos, segundo a Agência Internacional de Energia. #GásNatural #Carvão #Energia

Aumento do preço do gás pode aumentar procura de carvão

Passamos a madrugada analisando o dossiê apócrifo usado por Moraes para incluir André Mendonça no Inquérito das Fake News. Encontramos um show de irregularidades e hipocrisia. O dossiê da PF já seria absurdo por serem papéis internos, sem autoria declarada, sem assinatura e expressamente classificados como documentos de trabalho, de circulação restrita e “sem valor probatório”. Há campos incompletos, hipóteses de confiança baixa, avaliações políticas sobre a composição do STF e marcadores compatíveis com redação assistida por inteligência artificial. Mas a principal descoberta de A Investigação é ainda mais grave: Moraes distorceu o material. Mais da metade do texto útil de sua decisão veio dessas peças. O ministro omitiu as 28 graduações de confiança, apagou seis advertências sobre a ausência de valor probatório, eliminou hipóteses alternativas e atribuiu à PF conclusões que o próprio dossiê não apresenta. Em um dos pontos centrais, Moraes afirmou que Mendonça direcionou uma diligência “única e exclusivamente” contra ele. A fonte citada diz outra coisa: os nomes examinados decorreram das mensagens presentes no material pericial e não foram escolhidos pelo relator. A comparação também encontrou dez erros nas passagens colocadas entre aspas e 23 possíveis vícios e inconsistências na decisão. E há a hipocrisia. No Radiolão, Moraes acusou a campanha de Jair Bolsonaro de usar um relatório apócrifo. Agora, baseou uma acusação contra outro ministro em quatro peças sem autoria declarada. Acusou Mendonça de entregar à PF uma decisão sem assinatura, mas usou documentos não assinados para acusá-lo. Criticou a exposição de dados de terceiros, mas levantou o sigilo e expôs pessoas que o próprio dossiê não vinculava a irregularidades. Apontou a falta de vista prévia à PGR como anomalia, mas decidiu e publicou sua acusação antes de dar apenas “ciência” ao órgão. Leia: https://t.co/ikUMX3BZWh #FakeNews #Justiça #Irregularidades

Estamos acompanhando o resultado da reforma trabalhista de 2017, que acabou com muitos sindicatos e federações. Os trabalhadores não têm mais organização, representatividade. As entidades sindicais não têm força ou recursos para mobilização. Um senador debocha do trabalhador brasileiro e não tem uma pessoa na rua. Já vi pessoalmente atos de centrais com milhares de trabalhadores em 2010, pela redução da jornada. O fim da escala 6X1 pode estar próximo. Mas também pode ser enterrado pelo Senado após as eleições ou passar algo totalmente diferente do aprovado na Câmara, com punição para várias categorias e transição gigantesca. A votação tem de ser agora. #ReformaTrabalhista #Trabalho #Sindicato

No dia de ontem, o FC Porto, através de intermediários, contactou representantes de Diogo Leite para explorar a possibilidade de assinar a custo zero para fechar o leque de centrais. Exigências financeiras e falta de garantias de minutos descartaram imediatamente a hipótese. #FCPorto #DiogoLeite #MercadoDaBola

David Ágape Aug 27

EXCLUSIVO: Bet Files 1: governo Lula deixou bets estrangeiras driblarem a lei com brasileiros sem voto Lula garganteou: “se depender de mim, a gente fecha as bets.” Disse também que o Brasil “não pode ser um paraíso fiscal para bets e para ninguém.” Ele não apenas liberou o mercado. Transformou-o num gigantesco cassino regulado — com muitas bets controladas por gringos. A Investigação analisou centenas de arquivos que a Fazenda soltou recentemente, por "livre e espontânea pressão", depois de ter pegado muito mal o sigilo de até 100 anos imposto. O cenário é bem diferente do discurso. Encontramos operadoras em que o brasileiro exigido por lei detém 20% do capital e nenhum voto. A SPA aceitou ações preferenciais sem poder de decisão e holdings “nacionais” controladas de Chipre, Gibraltar, Malta, Curaçao, Ilhas Cayman e Ilha de Man. O governo Lula olhou só a porta de entrada: se a empresa pagou os R$ 30 milhões da licença e de onde veio o dinheiro para abrir o caixa. Não mostrou o que acontece depois — quando a bet lucra no Brasil e parte desse dinheiro pode ir para o exterior. Tudo isso com trechos centrais dos processos censurados com tarja. Esta é a primeira reportagem da série EXCLUSIVA Bet Files. Leia: https://t.co/ifKgV6arNj #Apostas #GovernoLula #JogosOnline

Após 6 anos, 5 temporadas, 50 episódios, 7 personagens centrais, Outer Banks chegou ao fim. Última temporada está disponível na Netflix. https://t.co/e9hNrAB1t3 #OuterBanks #Netflix #Série

Luís Reis Aug 19

O conceito de mulher progressista fundamenta-se na procura pela igualdade, autonomia e transformação social, questionando normas e papéis tradicionais de género que historicamente limitaram a atuação feminina na sociedade. ​Embora não exista um perfil único — já que as trajetórias e realidades variam amplamente —, é possível identificar atributos e valores centrais frequentemente associados a esta perspetiva. ​Principais Atributos e Valores ​Autonomia e Autodeterminação: Dá prioridade à independência financeira, emocional e intelectual. Defende a liberdade de escolha sobre a própria carreira, vida pessoal, maternidade e corpo. ​Defesa da Igualdade de Direitos: Luta ativamente pela equidade entre géneros em todas as esferas — da equiparação salarial no mercado de trabalho à divisão justa das tarefas domésticas. ​Consciência Social e Interseccionalidade: Compreende que a agenda feminina não é isolada. Tem em consideração como o género se cruza com questões de raça, classe social, orientação sexual e acessibilidade. ​Questionamento de Papéis Tradicionais: Desconstrói expetativas históricas impostas às mulheres, rejeitando a ideia de que o casamento ou a maternidade sejam destinos obrigatórios para a realização pessoal. ​Sororidade e Rede de Apoio: Valoriza a solidariedade entre mulheres em vez da rivalidade, procurando fortalecer o coletivo através da empatia e do incentivo mútuo. ​Pensamento Crítico e Abertura à Aprendizagem: Mantém uma postura de questionamento perante dogmas, valorizando a educação, a ciência e a evolução constante de ideias. ​Envolvimento Social e Ambiental: Tende a apoiar causas coletivas, desde a defesa dos Direitos Humanos até à sustentabilidade ambiental e à justiça climática. ​Em essência: A mulher progressista orienta o seu percurso pela liberdade de ser quem escolheu ser e pela construção de uma sociedade mais justa e plural para todas as pessoas.

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Zero golos sofridos em três jogos para o FC Porto. O guarda-redes é excelente, os centrais seguros? Sim, também. Mas o fundamental é olhar para as condições em que a equipa perde a bola. Risco zero. É chato de ver, mas é aí que está o maior mérito. Se chega, vamos ver. #FCPorto #Futebol #Defesa