O artigo de Paulo Finuras discute como a violação de regras, exemplificada pela polêmica suspensão do jogador Folarin Balogun no Mundial de Futebol de 2026, frequentemente ocorre não por ações ilegais, mas por interpretações e exceções que permitem contornar normas, revelando a fragilidade do Estado de Direito quando aqueles que fazem as regras também detêm poder discrecionário sobre sua aplicação. #EstadoDeDireito #Regras #Justiça
🎙️ News dal ritiro sudamericano 🇧🇷🇦🇷 📈 Il rewatch @verissimotv continua a macinare numeri: oltre 14.600 like in poche ore per una coppia di campioni che, da tanti mesi, ha conquistato il cuore di un pubblico trasversale. ⚽ La scelta di #HelenaPrestes e #JavierMartinez di vivere la propria storia con maggiore riservatezza non sembra aver cambiato il sentiment. Chi invece sui social era salito sul carro della curiosità troverà presto un’altra destinazione; chi rincorre l’hype continuerà a cercare argomenti. Nel frattempo, c’è anche chi preferisce limitarsi a rispettare le scelte altrui. 💛 Due personalità profondamente diverse, capaci però di fare squadra dentro e fuori dal campo. Forse è proprio questo che continua ad affascinare: la bellezza di un’intesa costruita sulle differenze, trasformate in un team vincente. ✨ Dal canale esclusivo filtra soprattutto questo: nella vita vera si respira serenità. Il resto è solo contorno. 🎙️Parola allo studio 🔗 https://t.co/TN6uMGeQIV #News #Sport #Amore
Ilie Bolojan a anunțat două scheme de sprijin, finanțate cu 250 de milioane de euro din Fondul pentru Modernizare, pentru instalarea contoarelor inteligente și dezvoltarea capacităților de stocare a energiei, având ca scop reducerea facturilor la energie. #energie #baterii #contor

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky está pressionando a União Europeia a adotar imediatamente o 21º pacote de sanções contra a Rússia, após recentes ataques a Kiev e Odessa, argumentando que qualquer atraso permitirá que Moscovo contorne as restrições e reforce sua indústria militar. #Zelensky #sanções #Rússia

A Ucrânia intensificou seus ataques com drones no Mar de Azov, atingindo nos últimos nove dias 116 embarcações da frota fantasma russa, que são usadas para contornar sanções internacionais, incluindo cinco petroleiros, quatro navios de carga e um rebocador, conforme reportado pelo comandante das Unidades de Drones das Forças Armadas da Ucrânia. #RússiaUcrânia #GuerraNaUcrânia #Conflitos

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta
VASCO SAF RECORRE AO TJ-RJ E PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DA INTERVENÇÃO JUDICIAL A Vasco SAF protocolou um agravo de instrumento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo a suspensão imediata da decisão que determinou a intervenção judicial na empresa e o afastamento de integrantes do Conselho de Administração. No recurso, a SAF afirma que não está discutindo, neste momento, o conflito societário entre o Club de Regatas Vasco da Gama e a 777 Carioca LLC. Segundo a empresa, o objetivo é demonstrar que, após a implementação da intervenção, surgiram fatos novos que passaram a gerar impactos diretos na operação do clube. Entre os principais argumentos apresentados, a Vasco SAF sustenta que a intervenção aumentou a insegurança de patrocinadores, investidores, instituições financeiras, fornecedores, agentes, atletas e parceiros comerciais. De acordo com a petição, diversas negociações passaram a exigir novas análises jurídicas, atrasando contratos e dificultando a captação de recursos em um momento considerado decisivo para a execução do plano de recuperação judicial. O recurso também destaca que a situação ganhou novos contornos após a renúncia da interventora Samantha Mendes Longo, apenas seis dias depois de assumir a função. A SAF argumenta que a troca da intervenção, somada à declaração de suspeição da magistrada responsável pelo caso e à nomeação provisória de novos administradores, aumentou a percepção de instabilidade na governança da empresa. Outro ponto enfatizado é a proximidade da abertura da janela de transferências. A Vasco SAF afirma que a atual situação tem provocado questionamentos de clubes, empresários e representantes de atletas sobre a segurança jurídica e a capacidade financeira da companhia, o que poderia prejudicar negociações importantes para a montagem do elenco. Diante desse cenário, a SAF pede ao Tribunal que conceda efeito suspensivo ao recurso, suspendendo a intervenção judicial e restabelecendo a composição original da governança até o julgamento definitivo do agravo. Como alternativa, caso a intervenção seja mantida, a empresa propõe a substituição do atual modelo por um monitor independente ("watchdog"), responsável apenas por acompanhar os atos de gestão e informar o Judiciário sobre eventuais irregularidades, sem assumir a administração da companhia. O recurso foi protocolado em 9 de julho de 2026 e será analisado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. #Vasco #Justiça #Esporte
A insistência pelo Franclim Carvalho foi até entendível pois era uma negociação que já vinha de antes da liminar, e o Vasco estava tentando contornar a situação A partir disso, sabendo da urgência por um novo treinador, o Vasco jamais deveria ter ido em um nome sem ter a certeza de que conseguiria pagar. Vergonha absoluta e incompetência máxima do novo CEO Fred Luz, do diretor-executivo Admar Lopes e do presidente Pedrinho. #Vasco #Futebol #GestãoEsportiva
Ritornando al discorso del senatore Alfieri, che chiedeva all’ambasciatore ucraino cosa gli ucraini fossero disposti a cedere in cambio di garanzie di sicurezza, colpiscono la logica contorta e l’arroganza implicite nel credere che gli ucraini siano così ingenui da affidarsi/1 #Ucraina #Sicurezza #Politica
Negócio AINDA não está fechado! Vasco gostaria de parcelar o pagamento de R$ 5 milhões, mas Coritiba bate o pé em receber à vista. Clube Carioca e empresário Hugo Magalhães tentam contornar situação, mas Coxa já ditou os termos do negócio e seguirá o que diz o contrato. Ou pagam a multa sem parcelas, ou Seabra não sai… #Futebol #MercadoDaBola #Negócios
🚨 O CASO DA MANSÃO GANHOU CONTORNOS AINDA MAIS POLÊMICOS. Segundo o relato, Richarlison e seu empresário já haviam comprado o imóvel e iniciado as obras quando Flávio Bolsonaro tentou adquirir a mesma casa. O antigo proprietário afirmou que a venda já estava fechada e recusou desfazer o negócio. Mesmo assim, Flávio, sem avisar Richarlison, voltou ao imóvel acompanhado do amigo e advogado Willer Tomaz para “olhar” a mansão, mas de novo foram avisados que já estava vendida. Meses depois, a esposa do empresário de Richarlison, grávida e morando na residência, foi surpreendida por uma reintegração de posse após advogado de Flávio solicitar que Richarlison e o empresário fossem declarados como “invasores”. O episódio, segundo o relato, foi tão traumático que a esposa do empresário precisou ser internada e antecipou o parto. TARIFLÁVIO INVASOR DE MANSÃO #Polêmica #Richarlison #Mansão
Il Milan ha fretta di fare il 9, dovrebbe (condizionale d’obbligo) essere il primo colpo. Amorim ha chiesto sia il primo colpo, per sapere anche con quali caratteristiche contornarlo. Kolo Muani aspetta la Juve, Ramos è un nome che a casa Milan riecheggia da un po’ #Calciomercato #ACMilan #SerieA
#Chelsea ha rilanciato nel momento in cui l’Inter stava chiudendo. Sul piatto ci sarebbe un’offerta più ricca per l’#Atalanta e a Marco #Palestra (contratto più lungo e a cifre superiori) che verrà presentata a entrambe le parti nelle prossime ore: incontro odierno per questo si è rivelato interlocutorio. Nessuna decisione presa al momento. Si attende di capire concretamente quale saranno i contorni della proposta dei #Blues (Xabi Alonso lo ritiene una prima scelta e sta spingendo forte per averlo), dopodiché Palestra e Atalanta di concerto prenderanno una decisione definitiva insieme dopo la bozza d’intesa impostata nei giorni scorsi con l’#Inter, che non molla la presa e resta in pressing. Servirà ancora qualche giorno per arrivare al traguardo di questa telenovela #Chelsea #Atalanta #Calciomercato
🚨Rumble e Trump Media Group pedem condenação à revelia de Alexandre de Moraes para tribunal da Flórida. O advogado americano Martin de Luca esclareceu que o “caso não é sobre se o Brasil poder aplicar a lei brasileira dentro do Brasil. É sobre se um juiz estrangeiro pode usar ordens secretas para alcançar os Estados Unidos e controlar a fala, os dados e as plataformas por meio de ameaças coercitivas ilegais.” “Esta manhã, a Rumble e a Trump Media pediram a um tribunal federal dos Estados Unidos que declarasse a revelia contra o ministro do Supremo Tribunal Federal brasileiro Alexandre de Moraes. Moraes foi devidamente notificado por um método autorizado por um juiz federal. O prazo de 21 dias para responder já passou. Ele não compareceu, não apresentou resposta e nem pediu mais tempo. O Governo do Brasil tentou intervir em cima da hora, mas esclareceu que não representa Moraes. Em todo o mundo, governos estão cada vez mais tentando regular a liberdade de expressão além de suas fronteiras. O que torna o caso de Moraes diferente é que um funcionário estrangeiro pode agora ser responsabilizado em um tribunal americano por tentar regular a fala de cidadãos americanos dentro dos Estados Unidos, contornando a Primeira Emenda — e por buscar dados privados de usuários americanos sem seguir o devido processo legal dos EUA. Este caso não é sobre se o Brasil poder aplicar a lei brasileira dentro do Brasil. É sobre se um juiz estrangeiro pode usar ordens secretas para alcançar os Estados Unidos e controlar a fala, os dados e as plataformas por meio de ameaças coercitivas ilegais. A resposta a isso deve importar para todo americano, independentemente de sua posição política.” #LiberdadeDeExpressão #Justiça #DireitosHumanos
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer anunciou nesta segunda-feira, 15 de junho, a proibição do acesso de menores de 16 anos às principais redes sociais, incluindo TikTok, Instagram, Facebook, X, Snapchat e YouTube. A medida, prevista para entrar em vigor em 2027, é apresentada como uma política de “proteção à infância” - mas seus críticos enxergam algo muito maior. Em seu discurso, Starmer afirmou que as redes sociais estão tornando crianças e adolescentes “infelizes e inseguros”, alimentando vícios digitais, prejudicando o sono, a convivência familiar e a saúde mental. O governo diz que a proposta recebeu amplo apoio popular e promete ainda restringir transmissões ao vivo, limitar o acesso de menores a determinados sistemas de inteligência artificial e impor barreiras a mecanismos como o “scroll infinito”. A justificativa parece nobre, mas o problema é que muitos britânicos já não confiam que a preocupação real seja apenas com as crianças. Os mesmos governos que hoje alegam estar protegendo os jovens permaneceram durante anos incapazes - ou desinteressados - de enfrentar o escândalo das gangues de aliciamento sexual que vitimaram milhares de menores em diversas cidades britânicas. Para os críticos, enfrentar criminosos é difícil; controlar cidadãos é muito mais fácil. O ponto mais controverso da proposta é a exigência de verificação de identidade para acesso às plataformas digitais. Isso significa que milhões de pessoas poderão ter de comprovar quem são para participar do debate público online. Defensores das liberdades civis alertam que o verdadeiro efeito da medida não será impedir adolescentes de criar contas falsas - algo relativamente fácil de contornar - mas reduzir o anonimato e ampliar a capacidade de monitoramento sobre a população. Enquanto Londres amplia mecanismos de controle digital, o financiamento de clubes juvenis, centros comunitários e atividades para jovens sofreu forte declínio nos últimos anos. Estamos diante de uma política para proteger crianças ou de mais um passo na construção de uma sociedade onde o acesso à informação e à livre expressão dependerá cada vez mais da aprovação e do rastreamento do Estado socialista? #LiberdadeDeExpressão #SegurançaDigital #ProteçãoÀInfância
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky exigiu medidas legais para confiscar o petróleo transportado pelos navios da frota fantasma russa, que contornam sanções, elogiando a interceção de um petroleiro russo pelo Reino Unido e destacando a importância de limitar as receitas russas para alcançar a paz. #GuerraNaUcrânia #Zelensky #PetróleoRusso

Grande, grande jogo para fechar o dia. Austrália resiliente contra uma Turquia que parecia surpresa com o que encontrou. Jogo dos turcos com o Paraguai ganha contornos decisivos. #Futebol #Austrália #Turquia
“Con tutto il rispetto, allenare l’Inter o il Parma sono due mestieri diversi?” #Zazzaroni “Si cambia tanto.. cambia tutto il contorno, cambia l’impatto mediatico e le richieste da parte di tutti.. lì devi dare, incidere.. qua è più gestione, convincere ecco.. non è facile allenare uno dei più forti centrocampisti, senza dare il nome ma si capisce , che ha vinto per 7 anni di fila il centrocampista dell’anno e tu vai da lui e gli dici cosa deve fare..” “Per caso è turco?” #Zazzaroni “(Ride).. anche lui è dentro là, non è semplice, tu devi creare un’armonia e convincerli che quello che si fa è la cosa giusta” #Chivu #Calcio #Allenatori #SerieA
Hace cuatro años muchos me acusaron de sectario por decirles que no confiaran en esta señora, ahí lo tienen. Un liderazgo político se debe validar por sus convicciones ideológicas coherentes a través del tiempo no por el contorcionismo electoral. Estas propuestas de oropel siempre terminan en decepción. https://t.co/pIjFGv3b1q #Política #Liderazgo #Convicciones
Aquí cada cual se quedara con lo que le dé la gana, pero la realidad es que el Papa ha hablado de inmigración (es el Papa, no puede decir nada diferente), pero también de dignidad humana desde la concepción y hasta el final (aborto y eutanasia), del cáncer de la polarización (Pedro Sánchez), del español como lengua común (que tomen nota catalanes y vascos) y SOBRE TODO del derecho natural, que precede y tiene prevalencia sobre el derecho positivo, por mucha mayoría que tengas en el Congreso. Y a eso se han sumado las referencias a Isabel la Católica, la Escuela de Salamanca y Francisco de Vitoria. Mucho contorsionismo va a tener que hacer la izquierda española para apropiarse de sus referencias a la inmigración sin comprar también todo lo demás. #Inmigración #DignidadHumana #DerechoNatural