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#debatēs

🎯 Essência O combate político faz‑se reforçando instituições, criando enquadramento legal claro, organizando discurso público e mobilizando cidadãos em torno da laicidade e dos direitos fundamentais. 🧭 Estratégias políticas (democraticamente válidas) 1. Defesa ativa da laicidade Propor legislação que clarifique limites entre religião e política. Reforçar fiscalização da CNE sobre intervenções religiosas em campanhas. Exigir que políticas públicas tenham fundamentação técnica, não doutrinária. 2. Transparência e escrutínio Defender auditorias regulares a financiamentos de organizações religiosas. Propor registo obrigatório de lobbies religiosos, como existe noutros países europeus. Exigir divulgação pública de apoios institucionais a candidatos. 3. Mobilização cívica laica Criar movimentos ou plataformas que defendam Estado laico e direitos civis. Incentivar partidos a assumir compromissos explícitos com laicidade. Organizar debates públicos sobre separação entre fé e governo. 4. Contraponto argumentativo baseado em evidência Responder a propostas religiosas com dados científicos, estudos e impacto social. Evitar confronto identitário; focar sempre em políticas públicas concretas. Promover fact-checking independente. 5. Educação cívica e literacia democrática Apoiar programas escolares e comunitários sobre funcionamento das instituições. Reduzir dependência de discursos moralistas ou simplistas. Incentivar participação informada em assembleias municipais e debates locais. 6. Regulação do uso político de espaços religiosos Defender aplicação rigorosa das regras que proíbem propaganda eleitoral em cultos. Reforçar penalizações quando líderes religiosos usam influência espiritual para fins partidários. 📌 O ponto crítico O combate é político, institucional e argumentativo — nunca religioso ou identitário. O objetivo é proteger a democracia, não atacar crentes.

Sem fundo eleitoral e fora dos debates: o TSE enfraquece Marçal ou fortalece seu discurso contra o sistema? https://t.co/xxiLeymB0U #TSE #FundoEleitoral #Eleições2024

Šodienas LTV Panorāmā ir labs piemērs studentiem, kā izskatās politiski angažēts ziņu sižets pirms vēlēšanām. Rāda Imigrācijas likuma pieņemšanu Saeimā. Centrālais jautājums - debates par "zelta vīzām" apmaiņā pret ieguldījumu nekustamajā īpašumā. Galvenie varoņi, kas iebilst "zelta vīzām" ir PRO un JV. NA vispār netiek pieminēti. Kaut NA runāja gan debatēs, gan 10 gadus no vietas aicināja Vienotību šo Šlesera programmu slēgt, un Vienotība tam 10 gadus spītīgi iebilda. Bet LTV par to, protams, nepastāstīs, jo ir JV/PRO rupors. #politika #ziņas #vēlēšanas

Um cara inelegível e que postou laudo médico falso em 2022 quer participar de debates, enquanto isso o Flávio Bolsonaro cancelou a sabatina no G1 pq ficou com medo da Andréia Sadi fazer perguntas para ele sobre o Vorcaro #Debates #Política #FakeNews

TSE proíbe Pablo Marçal de ter acesso ao fundo eleitoral e de ir a debates https://t.co/r5e3EwPRSn #TSE #Eleições2024 #Política

🚨 ❌ ATENÇÃO: TSE determina que Pablo Marçal está PROIBIDO de ter acesso aos fundos eleitoral e partidário e de participar de debates e do programa eleitoral no rádio e na TV até a análise do registro de candidatura. https://t.co/sTXU0hTzSJ #PabloMarçal #Eleições2024 #TSE

🚨NOTA OFICIAL | ELEIÇÕES 2026 Após analisar o cenário eleitoral e os principais candidatos à Presidência da República, nossa página decidiu apoiar e declarar voto em Renan Santos no 1º turno. A decisão foi tomada após avaliação das propostas, ideias e posicionamentos apresentados ao longo do processo eleitoral, principalmente no tocante ao combate à cultura do assistencialismo e flexibilização da CLT, o que nos agradou bastante e despertou nosso interesse. Outro fato que influenciou nosso posicionamento foi em relação a decisão tomada por Flavio Bolsonaro de faltar nas sabatinas e debates, o que consideramos um grande desrespeito com os eleitores. Respeitamos as diferentes opiniões e escolhas políticas, mas, neste momento, entendemos que Renan Santos é o candidato que merece receber o nosso apoio e nosso voto. #Eleições2026 #VotoConsciente #PolíticaBrasileira

NA nepiedalīsies priekšvēlēšanu debatēs, kas notiek krievu valodā! Valsts valodai ir jābūt valsts valodai pēc būtības, nevis tikai pēc likuma, tostarp priekšvēlēšanu laikā. Šobrīd ir mediji, kas aicina uz debatēm krievu valodā. Vēl vairāk - ir partijas, kas tādās piedalās. #valoda #vēlēšanas #debatēs

Gente, boa noite. Todo dia tem um comentário dizendo que vou ser o mais votado do estado e outro dizendo que não vou ganhar. POR FAVOR, não caiam nesses debates e falsas polêmicas. Bora FAZER CAMPANHA, divulgar nosso programa e nossas ideias. Eleição se ganha dia 04 de outubro! Não tem nada certo, ganho ou perdido. E vejam o vídeo do canal dando orientações sobre como tocar a campanha: https://t.co/kgMyOv4b7g #Eleições2023 #Campanha #Voto

🚨BASTIDORES: Equipe de Flávio é unânime com relação a debates Núcleos da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência concordam que não há necessidade de ir em debate no 1º turno. Este blog havia apurado e informado sobre ainda em junho. Avaliação interna é que o debate seria desgastante, haja vista que Lula (PT) não participará. Campanhas de PT e PL classificam Lula e Flávio virtualmente no 2º turno, palco onde a presença nos debates será confirmada. #FlávioBolsonaro #Eleições2024 #DebatesPolíticos

🚨AGORA - Flávio decide limitar debates no primeiro turno e só participar quando Lula estiver presente, diz O Globo https://t.co/r2G53QDtry #AGORA #debates #Lula

🚨ATENÇÃO: Marçal promete “coisinhas” para Renan Santos nos debates: “Tem umas coisinhas aí que, na hora que ele vier para cima de mim, eu vou soltar no peito dele” https://t.co/tsaQolNnPz #debates #política #Marçal

Renaults, sabemos que muitos de vocês querem sair em defesa da Ana neste momento, mas queremos pedir uma coisa: façam isso sem ataques e sem reproduzir o mesmo comportamento que criticamos. Nem a Ana, nem nós, compactuamos com qualquer forma de preconceito ou discriminação. Sempre acreditamos que debates sérios devem ser tratados com responsabilidade, respeito e, acima de tudo, baseados em fatos. Vamos continuar fazendo aquilo que sempre fizemos: apoiando quem admiramos, valorizando a verdade e agindo com respeito. 😉 #Respeito #CombateAoPreconceito #DebateSaudável

Cold Beer and Hot Showers - Not Kilowatt-Hours All That Consumers Want The energy sector spends an extraordinary amount of time talking about generation, transmission, storage, flexibility, markets, tariffs, balancing, ancillary services, carbon emissions, batteries, hydrogen, demand response, electrification pathways, system costs, capacity mechanisms, investment signals, market design and regulation. All of these things matter. Some of them matter enormously. But there is a simple question that often disappears somewhere between the conference room, the policy paper and the technical model: What does the customer actually want? The answer is surprisingly simple. Most people do not wake up in the morning thinking about kilowatt-hours. They do not dream about capacity markets. They do not worry about frequency stability. They do not spend their evenings comparing balancing mechanisms. They want cold beer and hot showers. They want a warm home in winter and a cool home in summer. They want the lights to turn on when they press the switch. They want their phone charged, their food refrigerated and their car ready when they need it. In other words, they do not want energy. They want what energy allows them to do. That distinction may sound trivial, but it changes almost everything. For more than a century, the energy industry has been organized around the production, transportation and sale of energy itself. Electricity became measured in kilowatt-hours. Gas became measured in cubic meters. Fuel became measured in litres or tonnes. Markets, regulations and business models were built around those units. The customer, however, never experienced life in kilowatt-hours. The customer experienced comfort. Convenience. Mobility. Reliability. Security. The units used by the industry and the outcomes desired by the customer were never the same thing. For a long time, this mismatch was not particularly important. Energy was relatively scarce, flexibility was limited, and the dominant challenge was supplying enough fuel to satisfy demand. The system could afford to focus on production because production was the central problem. Today the situation is changing. Electrification is transforming energy systems around the world. Renewable generation is increasing rapidly. Batteries are appearing in homes, businesses and vehicles. Buildings are becoming smarter. Heat pumps are replacing boilers. Electric vehicles are becoming mobile storage assets. Customers are increasingly able not only to consume energy but also to store it, shift it, manage it and sometimes even sell it. As this happens, the most valuable question is no longer simply how much energy is produced. The more important question becomes: How well is energy aligned with what people actually need? A family does not care whether its water heater operates at noon or at two in the afternoon if hot water is available when someone steps into the shower. A homeowner does not care whether a battery charges at 1 p.m. or 3 p.m. if electricity costs less and reliability improves. An electric vehicle owner does not care when charging occurs as long as the vehicle is ready when needed. The objective is not the kilowatt-hour. The objective is the service. This is why many of the most important developments in modern energy systems are not really about producing more energy. They are about matching energy to the service required, at the right time, in the right place and in the right form. The technical term for this is often hidden behind complicated language. Experts discuss flexibility, demand management, dynamic pricing, distributed energy resources and system optimization. Consumers experience something much simpler. They experience agency. They experience the ability to save money without sacrificing comfort. They experience the ability to make choices. They experience the ability to benefit from technologies that work for them rather than asking them to work for the technology. This is where many debates become confused. Consumers do not want to be coordinated. They want agency. Good energy systems do not force people to behave differently. They make beneficial behaviour easier, more natural and more rewarding. The best systems do not rely on control. They rely on alignment. When the customer’s interest aligns with the system’s interest, remarkable things become possible. Demand shifts naturally. Storage becomes useful. Flexibility appears. Costs decline. Reliability improves. The customer does not need to understand the complexity underneath. Just as nobody needs to understand how the internet routes packets around the globe in order to send a message, nobody should need to understand wholesale electricity markets in order to enjoy affordable energy services. Success is not measured by how much complexity consumers are asked to absorb. Success is measured by how much complexity the system absorbs on their behalf. The future energy system will undoubtedly involve more digital technology, more electrification, more storage, more automation and more coordination. But none of those are the destination. They are merely tools. The destination remains exactly what it has always been. Cold beer. Hot showers. Comfortable homes. Reliable mobility. Affordable bills. Everything else is infrastructure. And perhaps that is the simplest way to understand the energy transition. People do not want kilowatt-hours. They want the life that kilowatt-hours make possible.

Nos últimos dias, vimos surgir acusações graves direcionadas à Ana Paula. E justamente por serem graves, acreditamos que devem ser tratadas com responsabilidade. Ao longo de sua trajetória, a Ana sempre se posicionou em defesa de causas importantes, levantou debates necessários e utilizou sua voz para apoiar grupos que historicamente enfrentam preconceito, discriminação e diferentes formas de injustiça. Por isso, é triste ver pautas tão sérias sendo utilizadas em meio a desavenças pessoais e narrativas que ignoram completamente o histórico de quem está sendo acusado. Discordâncias são naturais. Acusações sem fatos não deveriam ser. Seguiremos valorizando aquilo que realmente conhecemos da Ana: sua coragem de se posicionar, seu compromisso com as causas em que acredita e o respeito que sempre demonstrou pelas pessoas. Mais do que responder a ataques, preferimos olhar para a trajetória, para as atitudes e para tudo o que ela construiu ao longo dos anos. A verdade, a coerência e a história falam por si. #JustiçaSocial #Responsabilidade #VozATivas

🚨ATENÇÃO: Marçal diz que pretende participar de debates e provoca Lula: "Lula já disse que não vai? Faz favor, cara, vai a saideira, sua last dance. Vai em tudo" https://t.co/m4Rgge8G0w #Debate #Lula #Política

É verdade: o modelo televisivo de debate político envelheceu, e envelheceu mal. Tornou-se peça de museu, coisa pesada, antiquada, superficial até a medula. Ao lado da agilidade quase selvagem das redes sociais, onde o candidato fala direto ao eleitor, sem intermediários, sem firulas, sem a pompa ridícula do protocolo, o debate televisivo parece um daqueles programas de auditório italianos dos anos 70, onde só a casca importa, o verniz, a pose. Vem no pacote o visual nauseante dos estúdios gigantescos, as luzes frias que matam qualquer humanidade, os púlpitos de acrílico que parecem retirados de uma clínica odontológica de luxo. A parafernália enjoativa de sempre. Pois bem. Tudo isso é verdade. E, no entanto, eu não dispensaria um bom debate em 2026. O motivo é simples e, para os que ainda teimam em não enxergar o quase ofensivo de tão óbvio, aqui vai a explicação: em 2026, Bolsonaro será bom de debate. Muito bom, aliás. Flávio é craque nisso. As razões são incontestáveis e até irritantes de tão claras: jovem, mas já curtido pela política; culto sem ostentação; calmo como um jogador de xadrez que já leu o adversário; articulado; de uma simpatia que desarma; e, o que é raro nestas paragens, sabe colocar o dedo na ferida com a elegância fria de um estadista. Jair, o pai, com todo o respeito, era ruim de debate. Mas a coisa mudou. A herança, desta vez, parece ter vindo com juros. Que venham, portanto, os debates. Quanto mais, melhor. #DebatePolítico #Televisão #Eleições2026

Num dia uma narrativa mentirosa sobre canais de cortes, no outro essa fraude ensaiada contratada. Enquanto fogem de debates, vão tentar tirar a Missão da eleição no tapetão. #Eleições #Debate #Fraude

Park Güell, designed by Gaudí and originally conceived as a private space inspired by garden cities, has evolved into a saturated tourist attraction, generating tensions between the need to preserve its essence and the pressure to manage its massive influx of visitors, which has led to restrictions on access and debates about its future and sustainability. (translated)

El Parque Güell: del sueño de Gaudí a parque temático para turistas

AGORA: Sem citar diretamente o caso da violação de sigilo da fonte, Flávio Dino alega que não pode se manifestar por ser juíz e diz ser vítima de "agressões e injustiças". "Como já tive oportunidade de esclarecer, a minha atual função de juiz impede-me de participar cotidianamente de "apaixonados" debates públicos. Isso inclui suportar calado agressões e injustiças, assistir a distorções monumentais quanto a fatos, acompanhar perplexo a exposição de interpretações absurdas. Em outras funções podia me pronunciar abertamente, com mais frequência. Agora isso pode até acontecer, mas muito excepcionalmente. Faz parte do ônus do meu ofício. E assumo tal ônus com gosto, em face da responsabilidade com que exerço a jurisdição. De todo modo, a minha biografia e a minha atuação profissional, em 37 anos de serviço público, são a minha maior defesa", escreveu ele. #Justiça #LiberdadeDeExpressão #DireitosHumanos