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The victory of the AfD in Saxony-Anhalt reflects the growing rise of the far-right in Europe, fueled by the decline of the middle class and a rejection of immigration, as traditional parties struggle to adapt to these dynamics. (translated)

La ultraderecha desborda a los partidos tradicionales europeos impulsada por el fin de la clase media y el rechazo a la inmigración

The article explores how the manosphere, driven by influences on social networks and platforms like YouTube, has transformed dating dynamics and gender roles today, reflecting both the evolution of dating methods and the persistence of old beliefs about masculinity and power. (translated)

De Youtube a la primera cita: así ha cambiado la machosfera nuestra forma de ligar

The victory of the AfD in the elections in Sachsen-Anhalt highlights the growth of extremism in Europe, reflecting a significant change in the German political landscape and its implications for future dynamics in the European Parliament. (translated)

A propósito da vitória da AfD nas eleições em Sachsen Anhalt

Primera Captura desbloqueada. ✅ Sigue participando en las dinámicas y reproduciendo desde Spotify y Apple Music 🔥 https://t.co/CKy9US0eHB #Música #Spotify #AppleMusic

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The article analyzes how the recent oil agreement reveals the dynamics between Trump, Delcy Rodríguez, and María Corina Machado, highlighting the importance of cooperation with Washington in the current political context. (translated)

Lo que el acuerdo petrolero revela sobre Trump, Delcy y María Corina

Nueva dinámica; les ponen frases que ellos mismos han dicho y tienen que adivinar quién lo dijo. "Aquí los p!/$=3+ valores y la moral valieron v3*+@ de una vez ... y si querías hacer algo te hubieras ido a un convento, te hubieras ido a encerrar a un asilo". Karina Torres mega frontal sosteniendo que ella fue la que lo dijo.🔥 #dinámicas #frases #KarinaTorres

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Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The analysis argues that the apparent decline of influencers on social media does not represent a victory for digital citizenship, but is more related to changes on the platforms and the tension between the business model of these profiles and the new dynamics of use and technological tools. (translated)

La caída de los influencers no es la victoria de la ciudadanía digital que pensamos
tronk 2w

Desde la Unificación Oficial de Sol queremos repudiar el posteo de Mati Gonz ya que es una fake news, la voz del audio en cuestión no corresponde a ningún representante de la Unificación Oficial de Sol y todo lo que se dice es totalmente falso. El pseudoperiodista Mati Gonz bloqueó a todos los administradores de la Unificación Oficial de Sol para que no le puedan responder. Los invitamos a todos a ver las dinámicas de votos publicadas en los perfiles de @cotyverse (X) y de @Jota_erre03 (WhatsApp), más el recuento final que subimos siempre en @UnificacionSol_ al terminar la gala de eliminación. Desde que se abrió esta placa, @NoeAbrahamOk y el CM de @pincoyasinglam pueden dar fe que están en comunicación constante hablando sobre los votos y estrategias en conjunto. #FakeNews #Comunicación #UnificaciónSol

Jota 2w

26 dinámicas después: 440.926 VOTOS🗳️ Otra vez, WhatsApp/FB hicieron lo suyo 🚬 Gracias a todos. #granhermano https://t.co/x5fZBFLvpw #votación #granhermano #WhatsApp

Gracias a todos por bancar cada decisión tomada y trabajar en conjunto con las dinámicas tanto de aportes como de votos! También quiero agradecer a los que están horas y horas recaudando como los que están votando detrás. Sobre todo a @NoeAbrahamOk por la confianza y sobre todo por estar siempre ahí presente. Que familia hermosa tenemos y con todo SOL A LA FINAL! #granhermano #GranHermano #TrabajoEnEquipo #Agradecimiento

Los Solangistas son lo más como dice Sol 🥹 y no puedo estar más de acuerdo con ella. Ya hicieron TT puesto 1 Sin Sol No Hay GH Gracias por tanto cariño para ella! En una placa complicada como todas las que Sol queda en el Vs, están siempre dándolo todo, con Spaces masivos de mas de 2700 personas, prendidos 24/7, Lives diarios, masivas en wsp, dinámicas, rifas y mucho más! Son un fandom poderoso, fuerte y lo más importante organizado, el único fandom que publica drive de votos. Que no descansa, no se confían nunca, tan protagonistas como Sol en esta generación dorada, tan merecido ese reconocimiento, y como algunos no soportan solo les queda difamarlos, pero ellos siempre enfocados. Gracias por tanto, gracias por estar siempre, gracias por cuidar a Sol y a nuestra familia! Sin Uds nada sería posible, la familia Solangista crece día a dia! Una vez más, ya en la recta final a seguir con más fuerza que nunca y lo haremos posible, hoy todos TAMARA al 9009 que Sol tiene que ganar este GH, por ella y por Uds Solangistas!!! A darlo todo y más, es ahora! Gracias ♾️ Los amoooo!!! 🫶🏻✨ #LosSolangistas #GH2023 #Fandom

The article reports the death of the Portuguese Luís Mendes in Albania, stabbed during a fight at a resort, while also discussing the political dynamics in Portugal, the return of Harry and Meghan to the United Kingdom, and Benfica's performance in the Europa League. (translated)

A morte na Albânia, o degelo real e o amuleto do Benfica

vital need to discern between true and false information, as artificial intelligence and quantum computing are reshaping power dynamics and questioning the foundations of modern democracy, underscoring the importance of institutions that can ensure transparency and accountability in an era of increasing diffusion of power. (translated)

Quando o poder deixa de votar
BONI 3w

Um Benfica menos intenso do que em jogos anteriores, mas a criar o suficiente para a goleada — que o GR do Aarhus evita. Com um Prestianni menos inspirado, a equipa constrói à esquerda (Dahl baixo) mas cria perigo à direita com boas dinâmicas naquele triângulo (Bah define bem). #Benfica #Futebol #Goleada

🧾 | 121.882 VOTOS EMITIDOS A LUANA EN ESTA PLACA. Recuento final de los votos emitidos en estas 24hs por parte del fandom Solangista, gracias a todos los que confiaron y se sumaron a todas las dinámicas! 🙏🏻 Comprobantes🧾https://t.co/Jv68LXywDe #GranHermano https://t.co/3LIJavOh7Z #Votación #Fandom #GranHermano

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The explosion of the 'Slow Travel' movement promotes a more conscious and unhurried way of traveling, in contrast to the rush to collect destinations, and reflects a shift towards appreciating the journey as a process that begins before arriving at the destination, driven in part by the pandemic and new work and personal dynamics. (translated)

La explosión del 'Slow Travel': "Ir con pulserita no se puede asociar a la calma, si acaso a mayor control, y un viaje debe ser todo lo contrario"
BaúI 4w

Hace tiempo no recuerdo un partido de torneo local con tanto en juego como el que va a jugar River hoy en el Monumental. Un triunfo convincente con un buen Thiago cambia las dinámicas y te pone otra vez en carrera. Una derrota raja a Coudet y termina de romper todo. Dale. #RiverPlate #Fútbol #TorneoLocal