Aqui a captura de tela do ganho que ela nos mandou junto das do banco. Eu tô realmente em choque 🫨🤯 https://t.co/DiKroQqJJv #ganho #financeiro #surpresa
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Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
Não vi/ouvi ninguém dizendo que é “fácill” fazer contratações caras, mas certamente é difícil porque só se faz tendo muito dinheiro (poucos possuem) ou dando calote depois. Por isso tais transações são raras. Mas de qualquer forma, para fazer boas contratações é preciso competência, de maneira que, realmente, não se pague mais do que valem os atletas, caso de goleiro. zagueiro e lateral reservas pelos quais o Flamengo desembolsou algo em torno de €25 milhões, fora impostos etc. E de onde ele tirou que os entrevistadores ao seu redor são obrigatoriamente torcedores do Flamengo. Pior, não estão ali como tal, ou pelo menos não deveriam. Para completar, infelizmente não foi questionado, não é verdade que apenas no Brasil se cobra impostos por negociações de jogadores, a tributação existe e varia de país para país. No caso dos europeus, há especificidades e negociações estão sujeitas a tributação perto de 20%, ou mais, dependendo da nação. O IVA/VAT pode ser recuperado, mas há tributação sobre ganho de capital (lucro) e rigor sobre comissões a empresários, encarecendo uma operação. A Espanha, por sinal, tem um regime mais rigoroso que pode elevar o valor de uma compra de reforço. E também há tributação pesada sobre os rendimentos dos atletas. Lá não existe mais o regime especial atrativo para atletas estrangeiros (Lei Beckham), que aliviava impostos sobre o que recebiam os jogadores. Evidentemente esse é um ponto que também deve ser considerado em qualquer negociação envolvendo clube espanhol, pois impacta naquilo que o jogador receberá, de fato. Em suma: trabalho difícil que exige conhecimento e competência. #Futebol #Contratações #Impostos
CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO E VAI TOMANDO A GENTE GANHOU ESSA PORRA https://t.co/3XLhWVw0AD #Vitória #Futebol #Euforia
🚨 AGORA! Família e desejo de voltar à Argentina fazem Almada priorizar River Plate, mas Flamengo ainda espera resposta. Depois de ver as conversas avançarem com otimismo, o Fla ganhou novamente a concorrência do River e pode ficar sem o meia argentino. Desde sempre Almada priorizava a Argentina caso não conseguisse proposta na Europa. A oferta mais vantajosa do Flamengo havia atraído o estafe do atleta. O próprio Almada também havia dado o "sim" ao clube carioca. No entanto, o River voltou à carga e TAMBÉM recebeu um "sim" de Almada. O jogador, inclusive, SEGUROU a finalização do acordo com o Fla por priorizar a Argentina. A família teve forte influência nessa decisão. O Atlético de Madrid prefere a proposta do Flamengo, mas está disposto a respeitar a vontade de Almada. O Fla segue esperando. O clube deu um prazo limite até o início desta semana e ainda tenta manter o otimismo. Há uma ala que entende que o movimento pode ter a ver com uma intenção do Rubro-Negro de AUMENTAR os valores da oferta. 🗞️ @geglobo | @luizasabg | @nevesmarcello | @sergiostn_ 📸 Atlético de Madrid #Futebol #Transferências #Almada
Você sabia?? Mesmo sendo o time que mais investe em contratações no futebol brasileiro, o Palmeiras está há 5 anos sem títulos de copas. No período, o Flamengo ganhou 2 Libertadores e 2 Copas do Brasil, já os rivais da capital (Corinthians e São Paulo) levaram cada um uma copa do Brasil. #futebol #Palmeiras #títulos
Ganhou, tem que saber ganhar. Perdeu, também tem que saber perder. Até tentamos secar, mas os dois jogos foram um atropelo e, nessa final, as babaquices do Alpak fizeram o titulo ser mais justo ainda. Parabéns pros caras e agora é trabalhar pra no ano que vem estar aqui de novo. Tmj! #futebol #goleada #esporte
No último mundial que a G3X estava o Kelvin oliveira ganhou tudo que podia individualmente, mas não conseguiu o título. Ele falou que ia voltar melhor, e ganhar o Mundial. Voltou, e colocou a semifinal e a final no bolso, e trouxe o mundial da kings league pra G3X. https://t.co/m8qn8D6SDA #G3X #KingsLeague #Mundial
Endrick ganhou sua primeira oportunidade de titular no Real Madrid do José Mourinho e já deixou sua marca. https://t.co/mI1rMjxkTy #RealMadrid #Endrick #Futebol
⚠️ Chelsea renova com João Pedro até 2033 e freia assédio do mercado. O atacante ainda ganhou um aumento salarial considerável. Barcelona e Arsenal sinalizaram com mais de 100 milhões de euros (R$ 590 milhões) pelo brasileiro, mas os Blues fecharam as portas imediatamente. O Chelsea trata João Pedro como INEGOCIÁVEL. 🗞️ @geglobo 📸 Chelsea FC #ChelseaFC #JoãoPedro #TransferMarket
⚠️| Bastidores sobre a liderança do Matheus Pereira em 2026: O título do Campeonato Mineiro tirou um peso gigantesco das costas do Matheus Pereira. É isso que dizem as pessoas que o acompanham nos bastidores. Ele ganhou um título e quer mais. Com esse peso longe das costas, o meia passou a ficar mais à vontade no dia a dia. O que se fala é que ele é um cara cada vez mais disposto a "assumir a bronca". Matheus mudou totalmente a postura em como se expressa para a torcida e para a imprensa. Tem falado mais na zona mista, na saída de campo. Coisas que não aconteciam muito antes. Para isso, fez um trabalho interno, uma espécie de media training, com pessoas do Cruzeiro. Sempre dizem que Matheus é muito aberto a ouvir feedback sobre como levar essa liderança que tem para o meio externo. No âmbito pessoal, os sogros passaram a viver em Belo Horizonte e ajudam na criação do filho. Pontos cruciais para entender como BH e a Toca da Raposa vêm se tornando cada vez mais a "casa" do Matheus Pereira. Ele fica muito à vontade na Toca, e isso passa pros garotos da base. O meia sempre traz essa liderança pra ajudar quem vem do sub-20, como por exemplo o Felipe Morais. Matheus é sempre o primeiro a dar apoio, conselho, puxão de orelha. Essa liderança verbal ficou ainda mais frequente em 2026. 📰| @novaesrocha1 📸| Igor Barrankievicz/Cruzeiro #MatheusPereira #Liderança #Futebol
Em 2019, Rafael Camacho era uma promessa do Liverpool, ganhou a Champions League e veio para o Sporting. Em 2026, assinou pelo União de Santarém e vai jogar Liga 3. https://t.co/CH11El7oYF #Futebol #Liga3 #Sporting
The Portuguese government has approved a new tax on the excessive profits of oil companies, which will apply to the refining and extraction of oil, targeting profits that exceed the average of previous years due to the rise in fuel prices. (translated)

🚨URGENTE - Governo Trump acaba de revelar que o vírus da COVID foi um incidente relacionado ao laboratório de Wuhan desenvolvendo pesquisa de ganho de função e não uma origem natural Pesquisadores do Instituto apresentaram sintomas semelhantes meses antes da descoberta. https://t.co/4eKMC3l3ek #COVID19 #Trump #Wuhan
Só pra vocês terem uma noção… U$110,000 mil dólares atualmente convertem para mais de R$550 MIL reais. Mais de meio milhão. Com o histórico de doações e filantropismo do Jimin, é impossível não pensar o quanto ele vai ficar grato e emocionado. Um grande ganho para a educação e os esportes, e o impacto dele faz parte disso! #JiminEffect e #JiminImpact. #Educação #Filantropia #ImpactoSocial
Há, definitivamente, um grande nível de amargura na decisão tomada pelo o BTS Sabemos que, não há muito tempo, essa premiação era um dos objetivos a longo prazo dos meninos, e também sabemos (assim como a premiação sabia), que ARIRANG tinha grandes chances de conquistar novos marcos históricos para o grupo E que, sem sombra de dúvida, eles mereciam. Merecem. Continuam sendo merecedores de toda validação tradicional da indústria musical, apesar de constantemente serem esnobados, desmerecidos e deixados de lado por não serem produto do mercado estadunidense Mas, assim como foi a decisão deles de se alistar juntos, escolheram não dar mais palco para um estabelecimento que só fez usar do alcance e audiência deles para ganho próprio, sem um pingo de respeito pela arte deles ou pelo engajamento do ARMY O BTS não brinca quando se trata da música que eles fazem. Não brinca sobre o quanto realmente consideram o NOSSO apoio o maior marcador deles. Por isso somos fãs deles E por isso é nosso dever continuar cobrando dessas plataformas e premiações desonestas, e continuar enfiando ele nos picos que claramente a indústria não quer que eles tenham Queremos ARIRANG de novo em #1 ARIRANG ALBUM OF THE YEAR BTS OUR FOREVER ARTISTS BTS WE ARE PROUD OF YOU BTS ARMY ARE WITH YOU BTS OUR INSPIRATION BTS PAVED THE WAY #WE_PURPLE_YOU_BTS #ARIRANGLockdown #WeStandWithBTS #Proud_Of_BTS #BTS #WeStandWithBTS #ARIRANG
O espanhol mais brasileiro completa um ano de Clube de Regatas do Flamengo! Chegou, jogou e ganhou. O camisa 8 do ano do Tetra da Libertadores e Nono Brasileirão do Mengão. Vamos por mais, Saúl! 🇪🇸🔴⚫ https://t.co/pks0FVdldj #Flamengo #Libertadores #Futebol
Tivemos a coragem de destravar as obras do Rodoanel Norte e transformamos um símbolo do descaso em um exemplo de que, quando existe trabalho e vontade de fazer, o tempo volta a andar. As obras avançaram, milhares de empregos foram gerados, a logística do estado ganhou força e os primeiros reflexos já começam a aparecer no trânsito da capital. Pode anotar: São Paulo não ficará mais parado no tempo. #Rodoanel #SãoPaulo #Empregos
🚨 Endrick pode DEIXAR o Real Madrid após decisão de José Mourinho. O time merengue precisa reduzir o número de jogadores antes de fechar novas contratações. A diretoria trabalha com saídas em todos os setores para abrir espaço no elenco e equilibrar as contas. No ataque, a situação de Endrick ganhou um novo capítulo durante a pré-temporada. Gonzalo García, que era um candidato a sair, convenceu Mourinho e passou a ser tratado como uma peça importante por oferecer características diferentes das dos demais atacantes do elenco. Com isso, um novo EMPRÉSTIMO de Endrick voltou a ser discutido para que o brasileiro tenha mais minutagem e continue o seu processo de desenvolvimento. Raúl Asencio, Camavinga e Mastantuono também podem sair. 🗞️ Marca 📸 Real Madrid #RealMadrid #Endrick #Mourinho
O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana. No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos. O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira. O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes. Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso. Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo". Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração". O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta. E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal. Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas. Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais. A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal. Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data. Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro. #Fauci #Pandemia #Transparência