10 anni fa quando facevano roba del genere ci mettevano Sara Sampaio o Irina Shayk, ora c'é Tristina Lavandina che sembra una twitterina di fascia medio-alta. Due semplici parole: Der Untergang #moda #celebrità #tendenze
10 anni fa quando facevano roba del genere ci mettevano Sara Sampaio o Irina Shayk, ora c'é Tristina Lavandina che sembra una twitterina di fascia medio-alta. Due semplici parole: Der Untergang #moda #celebrità #tendenze
Borka proti kapitalizmu v oblečena v cunje kapitalističnih znamk... neprecenljivo... https://t.co/N065VIoE4c #kapitalizem #moda #ponovnoObrnitev
No final das contas, gostem ou não, só importa o Vasco da Gama. Eles nunca vão entender. E não vão mesmo. Quem entende o Vasco é o vascaíno. Simples assim. Terceira semifinal de Copa do Brasil seguida. E, mais importante do que isso: uma página tenebrosa da nossa história foi encerrada. Sim. Hoje é um dia histórico. Ainda temos muita coisa para fazer. Muito caminho pela frente. Mas precisamos aprender também a comemorar as NOSSAS vitórias. Sem chancelas. Sem fiscais. Sem paladinos da modalidade. Não precisamos que ninguém de fora diga o tamanho ou a importância das nossas conquistas. Só nós e os nossos. Porque quem vive o Vasco sabe o que atravessamos para chegar até aqui. Viva o Vasco da Gama, porra. #Vasco #VascoDaGama #CopaDoBrasil
Come sapete non mi ha fatto impazzire l’operazione Kolo Muani soprattutto per le modalità e la lunghezza della trattativa ma una cosa va puntualizzata, visto che evidentemente in molti non l’hanno ancora capito: non è costato 50 milioni. 38 milioni + 6 milioni di bonus facilmente raggiungibili + altri 6 difficilmente raggiungibili. Quindi verrà pagato 50 milioni nel caso in cui la Juve dovesse vincere trofei e lui fare una grande stagione a suon di gol. Giusto per puntualizzare, altrimenti qui viene fatta passare ogni cagata per vera. #Juventus #KoloMuani #Calciomercato
The first anti-AI camouflage shirt, designed by Simon Weckert, is visually appealing to humans but invisible to artificial intelligence systems, as it confuses their detection algorithms. (translated)

LVMH has sold the Marc Jacobs brand to WHP Global and G-III Apparel Group for approximately 800 million euros, marking a significant change in the fashion sector and the start of a new phase for the brand, which will continue to be creatively directed by its founder. (translated)

Veneto has approved a law on assisted suicide, becoming the first center-right region to do so and joining Tuscany, Sardinia, and Emilia-Romagna, with the aim of defining the timing and methods for access to this practice. (translated)

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
Acho chic alfaiataria sob medida não aguento mais o povo mal vestido 40 mil de salário e calça sem ajustar terno de boneco gigante de Olinda #alfaiataria #moda #estilo
Carnevali-Massara-Ottolini sono arrivati alla Juventus in corsa con una mole di lavoro enorme davanti. Aspetti positivi del mercato: - aver aumentato la qualità delle alternative e la profondità della rosa - migliorato ruoli come portiere e difesa a costi bassissimi - impostato lo sguardo anche al futuro assicurandosi subito Alajbegovic - aver rescisso Arthur e messo fine a telenovele lunghe anni. - Woltemade all’ultimo Aspetti negativi: - centrocampo ancora troppo debole - mancanza terzino sinistro - nessuna cessione definitiva (con l’alibi però di contratti assurdi che rendevano l’uscita di alcuni giocatori un’impresa) - perso tempo per mesi con portiere e Kessie - modalità di pagamento e costi di Kolo Muani non mi hanno convinto. La speranza è quella di aver trovato in casa due nuovi acquisti come Douglas Luiz e Nico Gonzalez. Spalletti avrà a disposizione una squadra più completa nonostante carenze ancora evidenti e non avrà più alibi: parte la stagione della sua Juve; Inter, Roma e Como sono davanti ma il mister dovrà anche metterci del suo per provare a ridurre il gap. Voto 6,5 La parola ora passa al campo, che come sempre conferma o ribalta tutti i giudizi, come Alessandro Borghese. #Juventus #Calciomercato #SerieA
In the former industrial heart of Ukraine, daily life in Kremenchuk continues amid sirens that now blend into the background noise, while Svitlana, with her husband at the front and three children, tries to keep her fashion business alive despite the violence of Russian attacks. (translated)

Ana Paula Renault foi destaque na FFW pelo look all black escolhido para o red carpet da pré-estreia de Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor, em Los Angeles. A produção, assinada por uma marca brasileira, levou a moda nacional para um dos eventos mais aguardados do retorno da franquia, que reúne Sandra Bullock e Nicole Kidman. A FFW destacou a escolha do look e a presença de Ana no evento, que marcou mais um momento de projeção internacional para a jornalista e apresentadora. Daqui para o mundo, e levando a moda brasileira junto🧙♀️ #ModaBrasileira #RedCarpet #AnaPaulaRenault
“Seja quando estamos saindo com alguns amigos ou apenas nós dois em uma noite para jantar, ela está sempre despojada, elegante e linda. Ela não tem medo de estampas únicas ou cores marcantes, e é simplesmente atemporal e clássica em tudo o que veste para sair.” — Travis Kelce sobre o estilo de Taylor Swift para a Vogue. ❤️ #Estilo #Moda #Elegância
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Shein, the Chinese online fashion giant, had a complicated debut on the Hong Kong Stock Exchange, falling by 10% in its shares, finishing with a 4% reduction, which reflects its challenges in demonstrating profitability despite its adjusted valuation of 23 billion euros. (translated)

Shein made its debut on the Hong Kong stock exchange with a drop of up to 10%, marking a bitter beginning due to delays and financial difficulties, which has raised doubts among investors about the company's future. (translated)

“Me encanta que Tay siempre sea auténticamente ella misma con cada look, ya sea que estemos pasando el rato con algunos amigos o que seamos solo nosotros dos disfrutando de una noche divertida cenando, ella siempre luce impecable, elegante y hermosa. No tiene miedo de usar estampados únicos o colores llamativos, y simplemente tiene un estilo atemporal y sofisticado en todo lo que se pone.’” -Travis para Vogue #Estilo #Moda #Autenticidad
Travis Kelce elogia el sentido de la moda de su esposa Taylor Swift "Ella siempre es auténtica en cada outfit. Ya sea que estemos pasando el rato con algunos amigos o solo nosotros dos en una noche divertida para cenar, ella siempre se ve elegante y hermosa, sin esforzarse. Ella no tiene miedo de los patrones únicos o los colores llamativos, y es simplemente atemporal y elegante en todo lo que sale". #Moda #Estilo #TaylorSwift
Ana Paula Renault atravessou fronteiras e viveu uma noite daquelas em Los Angeles!✨ A jornalista e apresentadora participou, nesta segunda-feira (31), da première de “Practical Magic 2”, sequência do clássico “Da Magia à Sedução”, a convite da Warner Bros. Pictures. O evento reuniu Sandra Bullock e Nicole Kidman, que retornam aos papéis das irmãs Sally e Gillian Owens quase três décadas depois do primeiro filme. Conhecida carinhosamente como “bruxona” pelos fãs, Ana Paula esteve no tapete vermelho representando o Brasil e celebrou a conexão do público brasileiro com uma das franquias mais queridas da cultura pop. Para a ocasião, Ana apostou na moda autoral brasileira, com styling de Julia Gimenez e Manoela Muniz, vestindo uma peça exclusiva da Argali, braceletes de Ray Breda, da Yar Atelier, e brincos de Thais Squillaro. Uma noite histórica para a nossa bruxona, cercada de magia, cinema, representatividade e ressignificação🧙♀️🔮 #AnaPaulaRenault #PracticalMagic2 #TapeteVermelho