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#modes
L'Obs 16h

Dans cet article, Cécile Cazenave et Christian Clot explorent les effets dévastateurs de la chaleur sur le corps et l'esprit humain, soulignant les enjeux physiques, psychologiques et sociétaux posés par les vagues de chaleur croissantes, ainsi que la nécessité d'adapter nos modes de vie et d'urbanisme pour mieux y faire face. #Chaleur #Cerveau #Adaptation

« Comment tenir face à la chaleur ? » et comment notre cerveau et la société sont mis à l’épreuve

A chegada de Leonardo Jardim trouxe algumas boas novidades ao Flamengo, mas, por enquanto, a melhor delas, na minha modesta opinião, foi dar ao Samuel Lino maior liberdade de movimentação no ataque rubro-negro. #Flamengo #LeonardoJardim #Futebol

Divas nedēļas pēc spēcīgām zemestrīvēm Venecuēlā, kas prasīja vairāk nekā 3500 dzīvību, vietējā modes darbnīca ir pārorientējusi savu ražošanu no vakarkleitām uz melnu līķu maisu šūšanu, pieņemot, ka šī darbība palīdz glābšanas centienos. #Zemestrīce #VenecuēlasZemestrīce #ŠūšanasDarbnīca

VIDEO. Vakarkleitu izgatavošanas darbnīca pārorientējas uz līķu maisu sūšanu. Kas noticis?

🚨🔚Juventus comunica di aver raggiunto un accordo consensuale con François Modesto per la risoluzione del proprio incarico di Direttore Tecnico, con efficacia a partire da oggi. @junews24com #Juventus #Calcio #Calciomercato

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En France, bien que le niveau de vie des ménages les plus modestes ait augmenté en 2024 grâce à un marché du travail favorable et des revalorisations sociales, le taux de pauvreté est resté stable à un niveau historiquement élevé, touchant 15,4 % de la population, tandis que les inégalités se sont accrues. #Pauvreté #Inégalités #Revenus

Le niveau de vie augmente en France, mais le taux de pauvreté se maintient à un niveau élevé

En 2024, le taux de pauvreté en France reste stable à 15,4%, atteignant son niveau le plus élevé depuis le début des mesures en 1996, affectant près de 9,8 millions de personnes malgré une légère amélioration des niveaux de vie des plus modestes. #Pauvreté #France #Société

Le taux de pauvreté se stabilise à 15,4% en 2024 en France, son plus haut niveau jamais mesuré
Marcel 4d

« Il frappe d’abord les plus modestes » 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 https://t.co/s5YYXQ0oAv #Solidarité #Humour #Lutte

Je propose de supprimer les droits de succession. C’est l’impôt le plus injuste de France et il frappe d’abord les plus modestes. Imaginez : vos parents disparaissent, ils ont payé toute leur vie les impôts les plus élevés du monde, et pour garder la maison de votre enfance, vous devez vous endetter pour payer les droits de succession. C’est une confiscation sur la mort. #DroitsDeSuccession #JusticeFiscale #France

Dans un contexte de crise climatique sans précédent, l'économiste Pascal Warnier appelle le roi Philippe à renoncer à son voyage à Los Angeles pour soutenir les Diables rouges lors de la Coupe du monde de football 2026, soulignant l'importance de gestes symboliques de personnalités influentes pour inciter à un changement radical vers des modes de vie plus durables. #Environnement #CoupeDuMonde2026 #Sobriété

Sire, renoncez à votre voyage à Los Angeles pour soutenir les Diables rouges !

Requentaram OUTRA. Agora ressuscitaram uma matéria de 11 meses atrás sobre o GETTR. Explico rapidinho, com carinho por aqueles que me apoiam e têm interesse legítimo no assunto, porque essa tolice não merece mais do que alguns minutos do meu domingo. Primeiro e mais importante: não há NADA criminal. A ação em questão é cível. Não existe nenhuma acusação de fraude contra mim, nem contra o Jason Miller. Nenhuma. Quem sugere o contrário ou não entende o básico de como funciona a Justiça americana, ou entende e aposta que você não entende. Os fatos, que sempre foram públicos e notórios: o GETTR, uma rede social americana focada em liberdade de expressão, cujo CEO (não dono) era o Jason Miller, me contratou para uma consultoria de estratégia e comunicação no Brasil. Eu sou empresário e comunicador. Uma empresa de comunicação contratar um comunicador para uma consultoria de comunicação é a coisa mais natural do mundo. O escândalo é esse. E, modéstia à parte, fui muito bem. Transformei o Brasil no segundo maior mercado do GETTR e, quando encerrei a consultoria no fim de 2021, o Brasil era o mercado que mais crescia, mais do que os próprios Estados Unidos. Muitos lembram do quão popular o GETTR chegou a ser no Brasil, entre a direita. A estratégia, o trabalho e os relatórios detalhados estão todos no processo. Trabalho de gente grande, meu e do meu time. O que aconteceu depois? Anos depois, um investidor do GETTR, um dissidente do Partido Comunista Chinês que eu nunca vi mais gordo, foi acusado de fraude nos Estados Unidos. Os credores dele entraram com ações cíveis (repito: CÍVEIS, não criminais) de clawback para tentar recuperar dinheiro das empresas em que ele havia investido. Já são mais de 260 ações, contra centenas de pessoas e empresas que receberam pagamentos legítimos: Apple (que vendeu computadores), Facebook (que vendeu anúncios), Fox News, FedEx, escritórios de advocacia (que prestaram serviços jurídicos), concessionárias de carros, funcionários, o próprio Jason Miller. E euzinho, que prestei um serviço e fui pago por ele, como manda o figurino. Agora me digam: será que alguém acredita que todos eles, incluindo Tim Cook e Zuckerberg, estavam num esquema de fraude com um investidor Chinês? Kkkk A minha discussão segue pendente numa corte (acho que de Connecticut) e eu não devolvi um centavo. Como acontece em qualquer disputa comercial aqui nos Estados Unidos, a conta é simples: quando o custo de advogados supera o valor em discussão, resolve-se do jeito mais eficiente e a vida segue. Foi o que fizeram gigantes como a Fox News e a FedEx. Absolutamente banal no mundo dos negócios. Só vira "escândalo" na cabeça de quem nunca assinou um contrato na vida. Agora, o timing: uma avalanche de falas descontextualizadas, matérias requentadas, assédio até à minha família. Sim, sei que incomodo bastante, não sou o alvo principal. É o @FlavioBolsonaro. O objetivo é não apenas o de desgastâ-lo, mas também o de castrar quimicamente a sua campanha, afastando os seus aliados "radicais" para transformá-lo em mais um candidato dócil ao sistema. E há gente dentro da campanha feliz da vida com isso. Os hipertensos e santinhos. Vocês esquecem que já fizeram isso comigo antes? Já me acusaram, me perseguiram, me difamaram e... eu passo bem. Parei de me importar com a minha reputação junto a essa gente em 2019. Trouxa é quem se diz de direita e cede à difamação feita por veículo de esquerda. Aliás, até gosto deste papel de Dark Knight (não Dark Horse), o Cavaleiro das Trevas: aquele que é caçado e perseguido porque não pode ser o herói que Gotham merece, mas pode ser o herói de que Gotham precisa agora. Caprichem, porque eu não vou retroceder nem um milímetro nas verdades que eu falo ou nas minhas ações. PS: Conto com os haters e os robôs do PT para o post ganhar engajamento. Caprichem. #LiberdadeDeExpressão #Justiça #GETTR

70 000 abonnés ! Bordel, je n’aurais jamais imaginé en arriver là. Je veux d’abord remercier ceux qui m’ont soutenu et me soutiennent financièrement, ceux qui ont compris dès le départ que l’argent ne serait jamais une fin mais un moyen. Le moyen d’améliorer chaque jour mon contenu pour que mon modeste rôle de saltimbanque de X ne se contente pas de simples petites images moches comme à mes débuts. Sans eux, je n’en serais pas là et je leur serai éternellement reconnaissant. Je remercie aussi tous ceux qui, au quotidien, viennent se marrer ou s’offusquer sous mes posts et qui me donnent toujours envie de venir sur X pour retrouver une sorte de bande de potes pas toujours d’accord sur tout, mais avec qui on a envie d’échanger. Et en dernier, je remercie mes haters qui me donnent de la visibilité à chacune de leurs insultes ou de leurs menaces. Maintenant, en route pour les 80 000 ! Merci 🐸 #merci #abonnés #communauté

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De eerste week van Wimbledon 2026 kenmerkte zich door de comeback van tennislegende Serena Williams, de opkomst van Filipijnse sensatie Alexandra Eala, teleurstellingen voor Nederlandse spelers, en een opvallende modeshow op de baan. #Wimbledon2026 #SerenaWilliams #AlexandraEala

Van Serena Williams tot een nieuwe tennisgekte in de Filipijnen: dit viel op in de eerste week van Wimbledon
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De eerste week van Wimbledon 2026 werd gekenmerkt door de comeback van Serena Williams, de opkomst van Filipijnse tennisster Alexandra Eala en teleurstellingen voor Nederlandse spelers, terwijl het toernooi ook diende als een modeshow met extravagante outfits van de deelnemers. #Wimbledon #SerenaWilliams #AlexandraEala

Comeback Serena Williams, Filipijnse sensatie en Nederlandse tegenvallers: dit viel op in eerste week Wimbledon

Le rapport parlementaire sur l'enseignement français à l'étranger, coécrit par la sénatrice Mathilde Ollivier, souligne une baisse de subventions par rapport à 2018, mettant en exergue des problèmes de financement, de hausse des frais de scolarité qui risquent d'exclure les familles modestes, et des conditions de travail dégradées pour les enseignants, appelant à une refonte urgente de l'Agence pour l'enseignement français à l'étranger (AEFE). #enseignement #AEFE #scolarité

Rapport sur l'enseignement français à l'étranger : "Nous sommes aujourd'hui avec une subvention plus faible qu'en 2018", s'alarme la sénatrice Mathilde Ollivier

Voici mon jeune ami et étudiant péruvien à HEC et sa nouvelle voiture. Malheureusement, l’Etat capitalo-fasciste vient de lui supprimer son APL qui lui servait à financer son modeste logement à Paris 7. Retrouvez mon reportage dans l’Humanité. https://t.co/UuqsDp7dlR #Étudiants #Paris #Politique

Les APL pour étudiants extra-européens seraient largement défendables si elles servaient à attirer des profils d’excellence : ingénieurs, chercheurs, médecins, grosse têtes, matheux surdoués. Mais, on subventionne surtout des cursus bidon : humanitaire, ONG, “social impact”, masters militants hors-sol. Des gens qui ne servent à rien. Et quand ce n’est pas du financement idéologique, c’est de l'immigration déguisée. Pendant ce temps, les meilleurs cerveaux français partent à l’étranger et les étudiants français modestes sont financièrement exclus. #Éducation #Immigration #Excellence

Florentino Pérez, hijo de un perfumero, se ha convertido en un prominente ingeniero, empresario y presidente del Real Madrid, donde su trayectoria refleja su ascenso de una infancia modesta hacia una de las mayores fortunas de España gracias a su éxito en la construcción y su influyente carrera política. #FlorentinoPérez #RealMadrid #Biografía

La historia de Florentino Pérez: así es el hijo del perfumero que conquistó la Casa más Blanca

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Faced with climate change that threatens life on the planet, a great nation must be able to have its own decarbonized energy resources. This is necessary for the energy access of the most modest French people, in a context where their purchasing power is (translated)

Immagino che qualcuno ci avrà pensato prima di me, ma ieri ho inviato un esposto alle procure di Bologna, Torino e Roma sulle vicende legate al festival RT e agli “opinionisti” che fanno i pendolari con Mosca. Alla Procura di Bologna ho fatto presente che il festival clandestino svoltosi ad aprile ha richiesto una logistica (sala, attrezzature ed altro) che non potevano essere forniti a un ente sanzionato né a pagamento né gratuitamente in base ad un nuovo articolo del codice penale introdotto lo scorso anno (275 bis), che sanziona la violazione delle misure restrittive dell’Unione Europea. E questo vale anche qualora il tutto fosse avvenuto indirettamente, cioè grazie alla schermatura di altre associazioni. Peraltro all’evento c’erano diversi volti noti, alcuni dei quali si sono premurati anche di diffondere video (con pernacchia) indirizzato a @pinapic, e ai quali, per ottemperare alla legge, sono certo che non sia stato offerto neanche un rimborso spese. Alle altre due Procure ho segnalato la necessità- a mio modesto avviso - di approfondire i casi di due personaggi in particolare. Uno di questi è frequentatore di eventi RT anche in Russia e Bielorussia, specificando talvolta di essere stato “invitato”. Qualora questo invito si fosse tradotto in un rimborso anche solo parziale da parte di RT o di altro ente statale o parastatale sanzionato, ciò potrebbe configurarsi come una violazione di legge. Analoga richiesta per l’altro personaggio, la cui recente trasferta a Mosca di ben 10 giorni ha comportato certamente costi molto elevati che confido abbia sostenuto personalmente. Se ci saranno sviluppi, ne darò conto. #Giustizia #Diritto #Politica