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#portugal

T-Shirt PORTUGAL está sempre no meu coração. Na loja online castanha.pt

𝐌𝐄𝐑𝐂𝐈 𝐀𝐗𝐄𝐋 ❤️🤍 Le Stade Brestois 29 et Estoril Praia ont trouvé un accord pour le transfert d’Axel Camblan. Pur produit de la formation brestoise, Axel aura grandi sous les couleurs Rouge & Blanc avant de poursuivre sa progression à travers plusieurs prêts à Concarneau, Valenciennes puis Clermont. Le Stade Brestois 29 lui souhaite le meilleur pour cette nouvelle aventure au Portugal 🇵🇹 Kenavo Axel ! 👋 #StadeBrestois #Transfert #Football

🚨VOICI LES COMPÉTITIONS DE FOOTBALL QUE COUVRIRA @beinsports_FR cette saison : Coupe d’Afrique des Nations 🌍 Euro 2028 🇪🇺 Ligue 2 🇫🇷 Coupe de France 🇫🇷 Carabao Cup 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Championship 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Bundesliga 🇩🇪 Coupe d’Allemagne 🇩🇪 Supercoupe d’Allemagne 🇩🇪 Liga Portugal 🇵🇹 La SüperLig 🇹🇷 #Football #Compétitions #beinsports

André Ventura presented a motion of censure in Parliament against Luis Neves, taking advantage of António José Seguro's lack of response to question the continuity of the Government, while the increasing tension of the hybrid war of Russia in the European Union and the movements in the football transfer market in Portugal are being discussed. (translated)

Ventura censura Governo para derrotar Neves

🇲🇽🇮🇹 Ontem houve por aqui uns “entendidos” que garantiam que a Liga se tinha enganado na inscrição de Santiago Giménez. Afinal, a explicação é outra. O internacional mexicano tem também cidadania italiana por via familiar, o que permite ao FC Porto registá-lo como cidadão da União Europeia. Assim, não ficou sujeito aos procedimentos de imigração aplicados a jogadores extracomunitários, dispensando a intervenção da AIMA nesse processo. Após a inscrição a Liga Portugal atualizou a bandeira para a seleção da qual é internacional: a do México Tudo simples #LigaPortugal #Futebol #SantiagoGiménez

The article discusses how the government failure situation led André Ventura and the Chega party to become protagonists in the recent political controversies in Portugal, while also warning about the increase in geopolitical tension in Europe. (translated)

Chega virou personagem principal da polémica Luís Neves?

Portugal, over a trajectory of resilience and budgetary consolidation, has become a safe harbor in Europe, offering economic stability and a conducive environment for investors, even in a context of high interest rates. (translated)

Portugal: o porto seguro que a Europa precisa

The article by Hugo Silveira Pereira addresses the urgent need to reform higher education in Portugal, highlighting the high rate of overqualification among graduates and questioning the relevance of the courses offered in relation to the demands of the job market. (translated)

Será a universidade a salvação?

A shooting in Minneapolis resulted in injuries and one death, while in Portugal, the Chega party presented a motion of censure against the government led by Luís Montenegro, urging André Ventura to criticize the lack of integrity of the current ministry. (translated)

As notícias da 1h

The United States is ready to attack Iran at any moment, while parties in Portugal prepare to discuss the Chega's motion of censure against the government. (translated)

21h. EUA estão prontos para atacar o Irão a qualquer momento

Jagiellonia Białystok ma nowego zawodnika. Do Żółto-Czerwonych na zasadzie wypożyczenia z portugalskiej Bragi trafił Bartłomiej Wdowik. Obrońca spędzi w naszym klubie resztę sezonu 2026/2027 i będzie występował w koszulce z numerem 20. Czytaj➡ https://t.co/Ooq1FTPs9m https://t.co/RR8N5T0ocu #Jagiellonia #transfery #Ekstraklasa

Gabriel Mec: "Toda a gente conhece a grandeza do FC Porto, um clube duas vezes vencedor da Liga dos Campeões e o mais titulado de Portugal. Fico muito feliz por fazer parte de tudo isto e quando surgiu a oportunidade de vir para cá nem pensei duas vezes. Graças a Deus deu certo" https://t.co/sIcbxkXCTG #FCPorto #LigaDosCampeões #Futebol

An investigation in Portugal reveals how the scheme led by the broker Víctor de Aldama moved nearly 28 million euros related to tax fraud in Spain through shell companies linked to the hydrocarbons sector. (translated)

Una investigación abierta en Portugal arroja luz sobre cómo la trama de Aldama movía fondos del fraude fiscal en España

Francisco Proença Garcia suggests that the war in Ukraine should motivate a reflection on the return of mandatory military service in Portugal, a topic that is still considered a taboo. (translated)

Regresso do serviço militar? "Parece tabu pensar nisso"

The Minister of Economy, Manuel Castro Almeida, stated that Portugal should aspire to a per capita Gross Domestic Product equal to the European average, which is currently 80%, emphasizing the need for a change in the country's growth paradigm. (translated)

Ministro quer PIB per capita na média europeia

The Minister of Foreign Affairs, Paulo Rangel, stated that the European Union should not approve new measures regarding the settlements in the West Bank before the elections in Israel, although Portugal advocates for the suspension of trade with those areas. (translated)

Rangel não prevê novas medidas da UE sobre Cisjordânia

On the other hand, he is a favored one by the Spanish justice. (translated)

🚨Obed Vargas se quedará en el Atlético de Madrid salvo que aparezca una propuesta de Portugal (el TMS cierra el 15/9). *️⃣Hubo sondeos de clubes españoles, pero finalmente ninguno avanzó con una oferta formal. https://t.co/nLBtAb5Fks #ObedVargas #AtléticoDeMadrid #Fútbol

E

The European Public Prosecutor's Office has implicated Víctor de Aldama in a scheme to divert 27.9 million euros to Portugal to launder illegal gains from the hydrocarbons sector in Spain, referring the case to Judge Santiago Pedraz, who is investigating an alleged fraud of 182 million euros. (translated)

La Fiscalía Europea implica a Aldama en una red que desvió 27,9 millones a Portugal

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord