Ryanair will cancel thousands of flights this winter due to an 80% increase in fuel prices and warns of a possible significant increase in fares. (translated)

Ryanair will cancel thousands of flights this winter due to an 80% increase in fuel prices and warns of a possible significant increase in fares. (translated)

Gente do estado inteiro que representa o turismo catarinense esteve ontem em Balneário Camboriú! Amigos do Grande Oeste, de São Lourenço do Oeste, terra do meu amigo e primeiro suplente, Rafael Caleffi; gente da Serra Catarinense, do Sul do estado, da Grande Florianópolis e também da região Norte, onde está Joinville, terra do meu segundo suplente, Balduino Rodrigues. É conversa, encontro, abraço e muita estrada para percorrer Santa Catarina de ponta a ponta. Arranca o couro, mas é bom demais! Seguimos!🇧🇷👍🏻 Presidente @FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣ Governador @jorginhomello 2️⃣2️⃣ Senador Carlos Bolsonaro 2️⃣2️⃣2️⃣ Senadora @CarolDeToni 2️⃣2️⃣1️⃣ #TurismoSC #SantaCatarina #Encontro
The aircraft carrier USS Abraham Lincoln has docked in Pattaya, Thailand, after almost nine months in the Middle East, during which it faced difficult conditions for the crew, and will remain in the city for a few days before continuing its journey to San Diego. (translated)

Tourism in Madrid benefits enormously from the return of Formula 1, with an expected economic impact of nearly 500 million euros and the arrival of about 120,000 visitors to the Spanish Grand Prix. (translated)

Madrid will launch its largest international tourist campaign, 'Madrid Beats', to attract visitors from 13 countries, highlighting its essence of tradition, avant-garde, and freedom during the context of Formula 1. (translated)

The Community of Madrid, the City Council, and Ifema have launched a tourist campaign called Madrid Beats in 13 countries, aiming to attract international tourists by highlighting the way of life in the region, the tradition, culture, and diversity of its offerings. (translated)

Seguimos trabajando para que el crecimiento del turismo conecte con más sectores, más negocios y más familias en todo el país. 🇩🇴💪🏼 https://t.co/GgiipLcyxo #Turismo #CrecimientoEconómico #DesarrolloSostenible
Josefina Rodríguez, secretaria de turismo federal borró su reloj Cartier, el reloj Rolex de su esposo y el traje de baño Moncler. Los primeros en desobedecer a @Claudiashein y el discurso de austeridad son sus funcionarios. Y borran lujos para no salir en esta cuenta. https://t.co/TBtni0FvTS #Austeridad #Corrupción #FuncionariosPúblicos
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
In Egypt, a bus incident has caused the death of at least 16 people and injured another 28 in the tourist area near Sharm el-Sheikh. (translated)

A bus accident in the Sinai province of Egypt resulted in 16 deaths and nearly 30 injuries, with authorities not disclosing the nationalities of the victims. (translated)

Despite Spain celebrating its best tourist July in history, the Canary Islands experienced a 0.7% decline in the arrival of international tourists, which negatively impacted their total tourist spending. (translated)

Um lugar com uma história pra jamais esquecer. #MantoDaNação Revelação oficial e abertura das vendas: 11h30 em https://t.co/zBHv3TrFjs https://t.co/AtgRkUADZv #História #Cultura #Turismo
The average daily spending of tourists in Spain has increased by 36% since the pandemic, reaching 218 euros, and companies in the tourism sector have generated record revenues of 82.053 billion euros so far this year. (translated)

Electric vehicle sales in France have reached 38% of the new car registration market, with significant growth in pure electric vehicles, which already represent 30% between January and August 2026. (translated)

Spain reached new tourist records in July, receiving 11.5 million foreign visitors, an increase of 4.6% compared to the previous year, and total spending rose by 10.9%, reaching 18.218 billion euros. (translated)

✨ Desde 1553, el Portal de Francia ha sido la entrada a Pamplona para peregrinos, comerciantes… y también algún mago. 🧙♂️ https://t.co/5m6Uy7NCZC #Pamplona #Historia #Turismo
The recent mobilizations in Mallorca reflect a growing rejection of the dominant tourism model and demand a revaluation of local life and sustainability on the island. (translated)

The City Council of Seville has presented Sevilla NODE, an innovative tourism management project that will use a digital twin and advanced technologies to monitor events in real time and diversify tourism in the city, thus facilitating the planning and evaluation of visitor influx. (translated)
