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#vingança

The election ending on Sunday with Flavio winning will be the greatest humiliation in Lula's history; it will be the definitive revenge against him. Even if you hate Bolsonaro, I am sure you hate Lula more. Take this chance, vote wisely, and make Janja cry. (translated)

🚨 TUDO PLANEJADO! Dias atrás, em conversa com o Renê, a Ana Bruna e ele já estavam combinando de fazer uma “vingança” depois de terem sido vetados da #FestaAFazenda. E agora, coincidentemente, toda essa história envolvendo o Serginho aparece justamente nesse contexto? Se o Serginho tivesse realmente cometido alguma das acusações que estão colocando nas costas dele, já existiriam imagens e provas concretas. Inclusive, hoje a própria Ana Bruna surtou justamente porque NÃO TEM imagem que comprove o que ela está tentando sustentar. Não vamos transformar acusação em verdade, né? Depois de falar em vingança, isso tudo fica bem explicado. Que coisa baixa e suja! #TeamSerginho #AFazenda18 #AFazenda #TeamSerginho #Vingança

Durante a colonização os portugueses enviaram para o Brasil os degredados. 500 anos depois o Brasil está enviando para Portugal Rico Melquiades. A vingança, meus amigos, é um prato que se come frio. #Brasil #Portugal #História

As vezes eu fico meio reticente de falar em algo no tt mas aí eu vejo que bando de gente feia tá me xingando aí eu falo mais até normalizar Com Renan fiz isso. Vou votar no Renan pelo amanhã eu vou votar no 14 como fosse a vinganca do povo o futuro é glorioso #Votação #Política #Futuro

Deltan Dallagnol é nosso candidato ao Senado. 300 é o número. Filipe Barros, 222, é nosso outro candidato ao Senado. São duas vagas. Diga não à vingança do Lula. A escolha pertence ao povo. #Senado #Eleição2024 #PolíticaBrazil

Editorial da Gazeta: "Pedidos de investigação bem fundamentados não podem receber o mesmo tratamento de pedidos de investigação protocolados por vingança, com base em documentos apócrifos sem valor probatório" https://t.co/wuAzvYPlQJ #Investigação #Justiça #Transparência

Neste sábado, 19 de setembro, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, concedeu uma liminar que destrói a campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná: proibiu atos de campanha, debates, propaganda no rádio e na TV e o uso de recursos públicos até o julgamento. A decisão atendeu a pedido da Coligação Paraná Para Todos, Federação Brasil da Esperança, PT, PV e PCdoB. Onze dias antes, o TRE-PR havia autorizado a candidatura por 4 votos a 3. Na véspera da liminar, a Paraná Pesquisas colocava Deltan numericamente em primeiro, com 31,6%, seguido de Alexandre Curi, com 30,4%; Filipe Barros tinha 26,3% e Gleisi Hoffmann, do PT, 25,9%. Deltan continua candidato e com o nome na urna, mas foi proibido de pedir votos. A defesa invoca o art. 16-A da Lei das Eleições, que assegura atos de campanha ao candidato sub judice. Semanas antes, o próprio Floriano havia restabelecido esses mesmos direitos a Anthony Garotinho, alegando risco de dano irreversível à campanha. A Deltan, porém, o mesmo direito não foi assegurado - um contraste que expõe uma certa seletividade. Floriano é amigo de Alexandre de Moraes há cerca de 40 anos, foi nomeado ministro do TSE por Lula em 2023 e reconduzido em 2025 para mais dois anos, a partir de lista encaminhada pelo STF. Deltan foi um dos principais símbolos da Lava Jato e comandou a força-tarefa de Curitiba - justamente um dos núcleos contra os quais Lula nunca escondeu vingança. Em 2023, ao relembrar o período em que esteve preso, Lula afirmou que pensava em “se vingar dessa gente” e dirigiu ataques explícitos a Sergio Moro. Esse é mais um episódio de uma caça política aos adversários que enfrentaram o PT. Uma decisão monocrática, provocada por forças ligadas ao partido, tira das ruas um candidato numericamente à frente; parte de um ministro nomeado e reconduzido por Lula, historicamente próximo de Moraes; e atinge justamente um dos rostos da Lava Jato. Deltan foi retirado da campanha antes de o plenário do TSE dar a palavra final. O precedente é gravíssimo; uma caça às bruxas está sendo ativada. O PT, com a máquina nas mãos, irá cuspir seus adversários políticos da corrida eleitoral - os fatos os condenam. #Eleições2023 #PolíticaBrasileira #LavaJato

SOLIDARIEDADE TOTAL. Estaremos com Deltan Dallagnol até o fim. Chega de vingança do Lula! O Brasil deste Governo é a terra do arbítrio. Os paranaenses devem ter o direito de escolher os seus Senadores. Confiamos na revisão dessa decisão que indignou o Paraná e ao Brasil. https://t.co/aUVoZsscE5 #Solidariedade #Brasil #Política

A foto da infâmia e a reputação ilibada Gilmar Mendes publicou um texto de cinco parágrafos defendendo Paulo Gonet. O procurador-geral, segundo o decano, tem “reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita”, reconhecida em todos os espectros. Mesmo assim, teria tido a honra “injustamente manchada” pelo levantamento do sigilo de conversas que “nada de ilícito retratavam”. O estrago, diz Gilmar, já estava feito: ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário. No segundo bloco, ele descreve a cena de terça-feira. O próprio relator, André Mendonça, reconheceu “em alto e bom som” que nada havia contra Gonet. “Nada. Então por que expor?”. Quem atesta a honra só depois de arrastar o nome pela praça pública não corrige erro — confessa que era evitável. No terceiro, a acusação política. Mendonça publicou vídeo agradecendo apoio popular. Apoio a quê, pergunta Gilmar: a um ato que ele mesmo admitiu sem fundamento? “Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.” No quarto, a comparação com a Lava Jato. Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método: criar o fato consumado antes da ação penal, colher dividendos e deixar a defesa correr atrás de um julgamento que a opinião pública já fez. No quinto, o alvo. O levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro para “inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe”. No fundo, diz Gilmar, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça. O texto é impecável na forma. O problema é o conteúdo. Gonet aparece nas mensagens do celular de Daniel Vorcaro como alguém que sente saudades do banqueiro, torce por ele, aceita convite para degustação de charuto e Macallan em Londres e pede para o filho ir junto. O advogado Ciro Soares, intermediário, diz a Vorcaro que “Gonet é firme” e que “amizade é tudo”. O próprio Gonet admitiu o encontro e a ligação, mas classificou tudo como “brevíssimo e banal”. O Conselho Superior do Ministério Público marca para 25 de setembro a análise do caso. Enquanto isso, o próprio Gilmar tem proximidade documentada com o Master. Reuniu-se com Vorcaro no gabinete do STF em 11 de abril de 2024, acompanhado de advogados do banco, para tratar de causa bilionária de precatórios. Votou contra os interesses do Master depois — o que não apaga o encontro. O ex-cunhado, Chiquinho Feitosa, tinha contrato de quinhentos mil reais por mês com empresa ligada a Vorcaro e ajudou a viabilizar a audiência. Gilmar diz que desconhecia as tratativas. Há mais. A cúpula do Master tratava a advogada Dalide Corrêa, ex-diretora-geral do IDP — o instituto fundado por Gilmar — como “sócia do GM stf”. O banco pagou trinta e três milhões de reais ao escritório dela em 2024. O gabinete de Gilmar nega que ela tenha sido sócia do IDP e diz que ocupou cargo técnico. A advogada também nega. A PF não fez juízo final sobre a legalidade. Gilmar defende a reputação ilibada de Gonet com a mesma veemência com que protege a própria. A foto da infâmia, no fim, é a mesma para os dois: o celular de Vorcaro não distingue entre quem sente saudades e quem recebe no gabinete. Gilmar é Gonet, Gonet é Gilmar. #Justiça #Política #Reputação

Renato 2w

Formem a fila para pedir desculpas ao Jumbito bando de boiola emocionado Hoje o homem tá sendo vingado por cada cada ataque de frouxo que ficou chorando nessa bolha https://t.co/gcXbxDNcSS #desculpas #vingança #emoção

É extraordinário assistir Gilmar Mendes escrever esse texto como se estivesse falando de um personagem distante de sua própria história. Há um detalhe que o decano convenientemente não menciona: Paulo Gonet foi seu sócio. Gilmar Mendes, Paulo Gonet e Inocêncio Mártires Coelho fundaram juntos, em 1998, o Instituto Brasiliense de Direito Público, hoje IDP. Gonet permaneceu formalmente na sociedade até 2017. Não estamos falando, portanto, de dois desconhecidos que ocasionalmente se cruzaram na vida pública. E é justamente por isso que essa manifestação merece escrutínio. Gilmar exige que André Mendonça seja tratado como politicamente interessado por ter tornado público um relatório oficial da Polícia Federal, mas ele próprio entra em plenário e depois nas redes sociais para fazer uma defesa enfática da honra de seu ex-sócio. Mendonça não condenou Gonet, mas sim levou ao plenário elementos constantes de material produzido pela Polícia Federal. O próprio Gonet teve oportunidade de responder e afirmou que seu encontro com Daniel Vorcaro ocorreu uma única vez e foi “breve e banal”. Há, inclusive, representação atualmente submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal sobre as menções ao PGR. Ou seja: existe procedimento institucional para examinar os fatos. Mas o decano prefere transformar a discussão em julgamento moral do relator, falar em Lava Jato, eleição, linchamento e vingança, enquanto omite da própria postagem um dado absolutamente pertinente - o homem cuja honra ele se levanta para defender foi seu sócio durante anos. Se relações, proximidade e possíveis conflitos de interesse são tão graves quando você, Gilmar Mendes, aponta o dedo para os outros, deveriam ser ainda mais graves quando o escrutínio bate à sua própria porta. Esse seu duplo padrão é a própria corrosão da instituição. #GilmarMendes #Justiça #Política

Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário. Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável. E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral. Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência. E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça. Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato. A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele. #Justiça #DireitosHumanos #Ética

A galera do corpo mole na campanha do Flavio inventou a história do “Nepal”. Nepal é o cacete! A vingança será nas urnas no dia 04 de Outubro! Não deixe para o segundo turno se você pode resolver no primeiro turno! #Flavio #Eleições2023 #Nepal

Flávio Dino, no fundo, acaba de dizer que a investigação que se quer fazer de Alexandre Moraes nada mais é do que a vingança dos "facínoras do 8 de janeiro" e dos que não gostaram da atuação dele no TSE, validando a tese de Moraes de que se está retomando o "golpe" que ele combateu. #Política #Justiça #Democracia

Desde ontem a imprensa corre atrás de podres dos ministros que poderiam votar contra Alexandre de Moraes. Não sabemos a fonte dos vazamentos de agora. É possível que tenham saído dos próprios gabinetes: na segunda (14), a PF entregou cópia do celular de Daniel Vorcaro a Zanin, Gilmar e Moraes, depois que Mendonça recusou repassar o material. Nas horas seguintes, o arquivo virou munição. Hoje de manhã, pouco antes do julgamento, vazaram do mesmo celular viagem, pagamentos ao filho e encontros sexuais de Kassio Nunes Marques. Kassio se declarou impedido. Fizeram o mesmo com familiares de Fux e Mendonça. Ontem à noite, Moraes mandou a Fachin uma peça de 44 páginas. Chamou o relatório de Mendonça farsa e vingança, disse que a tentativa de golpe “não se encerrou em 8/1, só mudou o modus operandi” e associou a apuração à organização que, segundo ele, tentou abolir o Estado de Direito. Vocês TODOS estão com sangue nas mãos. #Imprensa #Política #Justiça

Moraes, o semiletrado de toga Não é preciso ser um gramático de gabinete para perceber o que salta aos olhos de qualquer brasileiro que ainda não tenha sido lobotomizado pela escola pública e pela televisão: o ministro Alexandre de Moraes, titulado doutor, professor de Direito e ocupante de uma das cadeiras mais altas da República, escreve como um aluno da quinta série que copiou o dever no intervalo. Troca “mas” por “mais”, põe crase onde a língua portuguesa, essa pobre viúva maltratada, não pede nem admite, conjuga verbos no infinito quando deveriam estar no presente, e ainda tem a ousadia de gritar em caixa alta, com cinco pontos de exclamação, que “a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!”. A justiça pode até ser cega; o autor da frase, evidentemente, é surdo, mudo e analfabeto funcional. Essa não é uma simples “falha de revisão”, como os bajuladores de plantão tentam explicar. É o retrato nítido de uma casta que se julga acima da língua que o povo fala e que os clássicos consagraram. Moraes escreve “à partir”, “à favor”, “mensagem realmente achadas”, “whatzap”, data o documento em 3026 e troca “contexto” por “contesto” — como se o próprio vocabulário lhe contestasse o direito de usá-lo. Quem não consegue distinguir uma conjunção adversativa de um advérbio de intensidade não está apto a distinguir o lícito do ilícito, o fato da narrativa, o Direito da vingança pessoal disfarçada de despacho. O episódio do “mais” em vez de “mas” não é anedota. É revelação. Um homem que decide sobre a liberdade de milhões, que manda prender, silenciar e cassar, não consegue sequer articular uma frase de efeito sem tropeçar na primeira pedra da sintaxe. E depois de ser ridicularizado, corrige o “mais” mas esquece a vírgula. Ou seja: nem o constrangimento público o ensina. Continua o mesmo semiletrado de toga, agora com a correção malfeita e o capricho de manter as maiúsculas e os cinco pontos de exclamação, como se o volume da letra compensasse a pobreza do pensamento. Isso não é acaso. É o resultado de décadas de destruição sistemática do ensino, da substituição da gramática pela “expressão”, da lógica pela ideologia, do rigor pela pose. As mesmas universidades que formaram esse ministro ensinaram que a norma culta é opressão, que Camões é elitista e que a clareza é fascismo. O produto está à vista: um Supremo Tribunal Federal que emite sentenças em português de WhatsApp mal digitado, enquanto se arvora em tutor moral da nação. Quem não respeita a língua que herdou não respeitará a Constituição que jurou defender. No fundo, o erro ortográfico de Moraes é apenas o sintoma visível de um erro muito maior: a usurpação do poder por gente que nunca aprendeu a pensar com precisão. Uma sentença mal escrita não é só feia; é perigosa. Porque a palavra, como bem sabiam os antigos, é o instrumento do Direito. Quando o instrumento está quebrado nas mãos de quem o empunha, o que sobra não é justiça. É arbítrio semianalfabeto, gritado em caixa alta, pontuado com exclamações e assinado com ares de majestade. #Justiça #Direito #Educação

🚨 Em sua defesa, Alexandre de Moraes disse que o relatório de André Mendonça é uma VINGANÇA feito com auxílio de um órgão estrangeiro para interferir nas eleições, que Mendonça atua junto à organização criminosa que tentou dar um Golpe de Estado no Brasil e que o modus operandi golpista mudou. “Apesar da farsa montada e divulgada, não existe absolutamente nada e todos sabem a motivação político-eleitoral dessas criminosas mentiras. VINGANÇA. Está muito clara a tentativa de vingança dos aliados daqueles que tentaram acabar com a Democracia e o Estado de Direito e foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal. O relatório é imprestável porque houve total quebra da cadeia de custódia, inclusive com relatório não realizado integralmente na Polícia Federal, mas sim com auxílio de órgão externo, provavelmente órgão estrangeiro, demonstrando clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026, ao tentar incriminar o Juiz relator das ações julgadas pela Primeira Turma contra a organização criminosa que tentou dar um Golpe de Estado no Brasil, abolindo o Estado Democrático de Direito”. https://t.co/DRtm6lCysX #Democracia #GolpeDeEstado #Justiça

🔥 ACUSAÇÃO GRAVE Moraes acusa Mendonça de agir por ‘vingança’ ligada à tentativa de golpe Ministro diz que investigação foi direcionada contra ele e afirma que ofensiva iniciada no 8 de Janeiro “mudou seu modus operandi” LEIA 👇️ https://t.co/DPcwUc2Q5B #Política #Justiça #Corrupção

Resumão do documento do Moraes que acusa Mendonça de vingança e interferência estrangeira no STF https://t.co/ZnBxO3ovYF #STF #Política #Justiça

Horas antes de o STF analisar, nesta terça-feira, 15 de setembro, se deve avançar a apuração sobre a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro e o Banco Master, Moraes apresentou uma defesa pífia de 44 páginas pedindo a nulidade da investigação e atacando André Mendonça. Moraes sustenta que a apuração teria sido aberta “de ofício”, sem provocação da PF ou da PGR e sem autorização prévia do Plenário. Curioso argumento vindo de quem passou anos conduzindo e defendendo esse mesmo modelo excepcional. O infame Inquérito 4.781, o inquérito das fake news, foi aberto de ofício por Dias Toffoli, sem pedido da PGR. Moraes assumiu a relatoria e transformou a excepcionalidade em método. Quando alcançava jornalistas, empresários, parlamentares e cidadãos, servia para “defender a democracia”. Agora que o escrutínio se aproxima dele, virou motivo para anular tudo. A defesa também tenta esvaziar as mensagens de Vorcaro: afirma que não existem respostas de Moraes e que 47 das 52 anotações atribuídas ao banqueiro não aparecem na área de conversa do WhatsApp. Mas há metadados analisados pela PF indicando que o contrato milionário entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes teve sua última modificação feita por usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”. O próprio escritório confirmou que o ministro foi consultado sobre a contratação. Há ainda mensagens de Vorcaro relatando encontros com Moraes, inclusive a Martha Graeff, mencionando-o em Campos do Jordão. É material que precisa ser investigado. Só que Moraes prefere escrever “VINGANÇA” em caixa alta e sustentar que a ofensiva contra ele seria continuação da tentativa de golpe de 8 de Janeiro, apenas com outro modus operandi. Perceba a inversão: investigar Alexandre de Moraes passa a ser apresentado por ele como ataque à própria democracia. Não. Moraes não é a democracia, não é a justiça e muito menos a Constituição. Nenhum ministro pode passar anos esticando os limites do sistema contra os outros e, quando a régua finalmente se volta contra ele, declarar que a própria régua é ilegal - enquanto insiste na falsa narrativa de um golpe que ele mesmo ajudou a construir. #STF #AlexandreDeMoraes #Justiça