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#Algoritmos

Está información me despierta muchos interrogantes en los países que fueron antes los grandes portadores de la bandera de la libertad en el mundo. ¿Qué somos ahora en el mundo? Volvimos al virreinato y nos tratan como brutos, no sirven nuestros pueblos sino para ser siervos, lo que importa son los recursos como el petróleo, que mata la humanidad, y tenemos el sindicato de mayor historia en Colombia arrodillado a lo que quiere Trump y Abelardo, o el oro, por el cual están dispuestos a tirar misiles para apropiarse de las zonas del oro, como antaño hacían los españoles colonizadores con espada en mano y látigos y perros contra el pueblo que llamaban: "chusma". Ahora llaman manada a la "chusma" y por eso se ponen aparatosos blindajes ante el pueblo, Pero no es porque de verdad piensen que los van. a matar sino porque no quieren que el pueblo los contagie o los toque, como hacían antaño la familia Médici en Fiorenze. Siempre había un pueblo én Europa que al ver en la parte alta a la familia que no se quería contagiar del pueblo por la peste, ellos ricos y el pueblo pobre y enfermo, entonces lo que más deseaban era que el señor o señora los tocará, porque, ¡qué acontecimiento tan extraordinario!, y besarles la mano era como llegar al cielo, mientras no había comida en la cocinas con fogón de leña, y así tuvieran que pagarle el diezmo a la.iglesia y el diezmo del principe. Los que nos creemos modernos entonces nos repugna tanta irracionalidad, pero nos comportamos como príncipes en las alturas, y entonces hay una parte del pueblo que trata de ver cuál es el principe verdadero y vota por él, olvidando que los príncipes no se elijen por el voto sino por la sangre. Confundir elecciones, que es un momento de poder del pueblo, con la servidumbre, y volver al votante esclavo de su propia premodernidad. Entonces al portarnos como príncipes sin serlo, perdemos elecciones. En el caso colombiano no la perdimos, Pero se acercaron tanto, casi a empatar, que unos algoritmos israelíes y detectables sirvieron para hacer el fraude con los votos del exterior y con los puestos de votación más abelardistas. Era facilísimo el fraude, pero para quienes defendemos un proyecto de vida y de mejorar la existencia realmente en la gente que más sufre, que no es más que una visión desde la perspectiva que tuvo el Jesús verdadero, o San Francisco de Assisi, es un gobierno de verdad y de muchas obras sociales que no se miden en cemento sino en como reducir la pobreza o la pobreza extrema o la desigualdad, pero los que quieren ver príncipes, nos ven como príncipes malos, porque no entienden que no hagamos lo que hacen los príncipes, que es aislarse del pueblo, al cual le tienen asco y maltratan con sus políticas codiciosas que llenan un país de hambre y de peste. Confunden la gente con la.peste. y yo me atrevo a brindar amor de verdad al pueblo. Y he aquí la paradoja colombiana que mientras medio país reconoce a Bolívar, otro medio país lo detesta y lo quiere matar como hizo el ladino Santander, a pesar que lucharon juntos en el mismo frío, o en los calores y los fríos y compartían las novias, Santander veía en Bolívar un hombre universal mientras él era simplemente un hombre de las tribus. Por eso siempre habrá una contradicción entre la universalidad y la tribu que hay que entender, porque hay que reconocer la existencia de la tribu, pero se.debe ser universal porque las revoluciones son universales o no son. Aberlardo no tiene que decirle nada al mundo ni a Colombia, es un hombre vacío de ideas y se crió en realidad en el extranjero, haciéndolo hombre sin patria y lealtad. Vive del momento y la oportunidad y sus éxito es ganarse un dinero, de ahí a ser un estafador profesional solo hay un paso, y por eso es que Trump, un día adelante no sé cuál, se sentirá estafado por alguien que llamó tigre cuando no hay tigres en América y si hubiera uno que trajera y soltaran por los campos se moriría de hambre y de tristeza, porque no sabe de montañas... #Colombia #Libertad #Desigualdad

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Estamos ante el peligro más inmenso para la democracia global. Pudieron con inteligencia artificial y softwares variar la elección de Colombia en forma diferente a la elección verdaderamente popular. Netanyahu quiere derribar sus críticos para salvarse de la condena por genocidio, acabando la democracia en todo el mundo, incluso dentro de EEUU. Saben ya como reemplazar los votos con los algoritmos. #Democracia #InteligenciaArtificial #Libertad

Para los que pensaban que no era un problema que tres empresas pueden alterar toda la estructura algoritmica de comunicación digital. #Algoritmos #Comunicación #Tecnología

La Ley de Entornos Digitales en España busca regular las redes sociales imponiendo responsabilidades a las plataformas para proteger a la infancia y garantizar un entorno digital seguro, en respuesta a la creciente preocupación sobre el impacto dañino de los algoritmos y los modelos de negocio depredadores que priorizan el profit sobre el bienestar de los usuarios. #RegulaciónDigital #SoberaníaDigital #RedesSociales

Empieza el camino para regular las redes sociales

O Presidente da República, António José Seguro, alertou para os riscos que a inteligência artificial (IA) sem regulamentação representa para a democracia, afirmando que o algoritmo que decide sem explicar é o novo Adamastor, enfatizando a importância da transparência e da responsabilização nas decisões impactadas pela tecnologia. #InteligênciaArtificial #Democracia #Algoritmos

"Algoritmo que decide sem explicar" é o novo Adamastor

Oiga, señor Abelardo, ya usted respondió sobre porque el señor Dan Newslin puso 1.9 millones de dólares en Google para hcerle publicidad a usted, está ese gasto reflejado en sus cuentas. ¿No sabe que el apoyo financiero extranjero está prohibido por la constitución? Ante su propuesta de contaminar el agua de Santander con la explotacion de oro en Santurban usted es socio de uno de los dueños de la empresa minera, el señor iacomo, no cree que se rompe lamética pública con eso?.o no cree en la ética? Usted no ganó la elecciones, sus amigos de la empresa de inteligencia privada israelí, BlackCube, le pusieron los algoritmos para variar la votación con el censo de los que nunca votan a los hermanos Bautista en servidor cuya IP se aloja en los Angeles, California? Peedieron las elecciones y las arreglaron con algoritmos. https://t.co/6HOQ6ipv09 #Ética #Corrupción #Política

Nosotros tenemos toda la información sobre desde que servidor IP situado en los Angeles, California, de propiedad de los hermanos Bautista, integrado a la operación de escrutinios se utilizaron algoritmos que variaron la votación sustancialmente a favor de Abelardo, los algoritmos que viciaron el resultado electoral se usaban con el censo electoral de los que nunca votan para ser reemplazados por votantes que podían hacerlo varias veces o sin votantes en las mesas de jurados homogéneos. Las mesas en el exterior dónde Abelardo consiguió 177.000 votos por encima de Cepeda, tienen mesas de jurados provenientes de Colombia y no residentes en EEUU y España, lo cual es ilegal y de electores llevados para el mundial de futbol que pudieron votar siete veces en las urnas con los nombres de los que nunca votan. Eso mismo pasó en varias regiones de Antioquia y Medellín, en el norte de Santander y en puestos del norte de Bogotá. Por eso mi hijo se encontró que a su nombre ya habían votado. La empresa que suministró algoritmos viciados y otros apoyos a los hermanos Bautista es una empresa de inteligencia privada israelí de nombre BlackCube. Balart es la empresa de lobby a la que le pagaron millones de dólares para limpiar la imagen de Abelardo, bastante sucia, y la encargada de convencer a Trump de apoyar a Abelardo. Por mi charla telefónica con Trump pude constatar que él no sabía que yo no apoyaba a de la Espriella por sus viejas relaciones con el narcotráfico y el genocidio en Colombia. Ojalá en medio de sus preocupaciones tenga tiempo de llamar a sus cuerpos de inteligencia para que le digan quien es Abelardo de la Espriella y porque es ciudadano norteamericano y quiénes son sus socios incluído alias "Boliche". El presidente de Colombia actual está ante las evidencias de un fraude electoral por vía algorítmica y con financiación extranjera prohibida en nuestra cosntitución El presidente de Colombia acepta de acuerdo a la decisión de los colombianos es el filósofo Iván Cepeda. Hemos sufrido el más duro golpe a la soberanía nacional desde la reconquista española en los años de la Patria Boba. Los.sistemas de ciberseguridad de la registraduría que debieron detectar la entrada de algoritmos y la manipulación de formularios E14 desde el exterior, pertenecen a empresas privadas estadounidenses o israelíes. La registraduría torpemente o corruptamente, a entregado la seguridad del voto del pueblo de Colombia a la empresas cuyos gobiernos que las controlan de acuerdo a su legislación nacional, ya tenían candidato en Colombia, por eso no hubo alarma. El presidente de Colombia no reconoce la legitimidad del gobierno entrante. Abelardo no ganó las elecciones. Las mayorías nacionales quedan convocadas este 20 de julio a dar el grito de la independencia nacional en todas las plazas públicas #FraudeElectoral #Colombia #Soberanía

Con el sol los vampiros desaparecen. Las centrales de inteligencia privadas de ciudadanos israelíes hicieron los algoritmos para burlar la decisión del pueblo soberano de Colombia. ¿Es más poderoso el algoritmo o la espada del libertador? El pueblo es el que debe tener la palabra. Cómo persona voto porque Colombia sea independiente y soberana. #Colombia #Soberanía #Libertad

NAMJOON NOS COMPARTIÓ PALABRAS SABIAS POR INSTAGRAM: 👇🏻 "No creo que la gente se sienta sola por estar físicamente sola. Creo que la gente se siente sola porque nada parece real. Hemos convertido gran parte de la vida en una representación de la vida. Las amistades se transforman en seguidores; las conversaciones, en comentarios; las experiencias, en contenido. Incluso nuestros pensamientos empiezan a moldearse en función de una audiencia invisible. Y nada de esto sucedió porque buscáramos algo malo. Queríamos conectar. Queríamos compartir. Queríamos sentirnos parte de algo. Pero, en algún punto del camino, empezamos a vivir la vida a través de pantallas en lugar de vivirla por nosotros mismos. (...) Y cuando todo se convierte en contenido, la realidad empieza a sentirse lejana. Por eso creo que tanta gente se siente desconectada. No de los demás, sino de sí misma. Porque esa parte de nosotros que se siente viva no se preocupa por los «me gusta», las visualizaciones ni los algoritmos. Le importa la presencia y estar plenamente en un lugar. Y tener momentos que te pertenezcan solo a ti. Quizás lo que nos falta no sea conexión, sino más realidad. Tal vez la cura no consista en encontrar a más personas, sino en reencontrar el camino hacia tu propia vida." https://t.co/Yi7xyQIj77 #ConexiónReal #VidaAuténtica #Reflexiones

El uso de comparadores online durante las rebajas puede llevar a un aumento del consumo impulsivo y desviar la atención del ahorro real, ya que estos algoritmos, diseñados para maximizar las compras, priorizan la comodidad del consumidor y la personalización de ofertas sobre aspectos como calidad y durabilidad. #ComparadoresDePrecio #ComprasOnline #Rebajas

El riesgo de usar comparadores online de precio en las rebajas: "Priorizan el consumo, no el ahorro"

Acabei de protocolar na Procuradoria-Geral da República e na Polícia Federal um pedido de investigação para descobrir quem financiou a máquina de mentiras paga montada nas redes contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Foram mais de R$ 1,1 milhão gastos em apenas dois meses para impulsionar ataques contra a direita, e o dinheiro saiu de páginas falsas, sem dono e sem rosto; perfis com menos de 400 seguidores que, do nada, declararam até R$ 300 mil em anúncios. Páginas como "Radar do Planalto", "Dossier Brasil 24h" e "O Contra-Fluxo" se fingem de imprensa independente para esconder quem assina o cheque. E não é coincidência: registros feitos nas mesmas datas, sites hospedados em sequência, contatos ligados ao mesmo estado e técnicas para driblar os algoritmos e dificultar o rastreamento dos financiadores. Isso não é debate político; é operação coordenada e financiada no escuro. Quem age às claras assina embaixo. Quem se esconde atrás de página fantasma tem algo a esconder. A esquerda pode comprar impulsionamento, mas não vai comprar a verdade, e o Brasil merece saber de onde veio esse dinheiro e a serviço de quem. Em 2026, o voto do povo de bem vai responder a cada um desses ataques. #QuemPagou https://t.co/3ELCTLUIT2 #PolíticaBrasil #Transparência #Investigação

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Páginas 'fantasmas' do Instagram e Facebook gastaram mais de R$ 1 milhão em ataques a Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas O Globo identificou que sete páginas com menos de 400 seguidores cada e sem identificação de seus responsáveis, injetaram mais de R$ 1,1 milhão em dois meses para impulsionar publicações contra Flávio e Tarcísio. Todas usaram as mesmas estratégias para driblar restrições dos algoritmos e pulverizaram os recursos. #FakeNews #RedesSociais #PolíticaBrasil

O querido @hartwig_free é um dos maiores defensores da liberdade de expressão nos EUA. Ele foi o 1o a denunciar como o Facebook usava os algoritmos para sabotar os republicanos. Foi funcionário do grupo e juntou várias provas, obrigando a Meta a mudar toda sua política. @david_agape_ vale a pena conhecê-lo #LiberdadeDeExpressão #Facebook #MudançaDePolítica

es energía vital para siempre. No ganó en Colombia y lo sabe.el presidente Donald Trump y eso me habilita para hacer política en los EEUU, pero me toca aprender inglés, guardo conmigo, en edición de lujo, las obras completas de Shakespeare, aprenderé en el antiguo inglés britanico, pero para hablar tengo que conseguir alguien que me enseñe a hablarlo, como ya sabe, el presidente Donald Trump, tengo muchísimos amigos gringos y negros en los EEUU pero muchísimos y poderosos porque están rodeados de gentes decentes siempre. Mi abrazo a la familia de Jesse Jackson, quiero volver a leer a Walt Whitman en inglés un verdadero libertario, y a Ernest Heminway el de por quién doblan las campanas ¿Por quién doblan las campanas hoy? Por ti por mi o por toda la humanidad, hora de sabios y tótems y rebeldes en todo el mundo, hombres y mujeres y muchísimos jaguares americanos dónde no existen los tigres. Falsear y falsear con decenas de millones de dólares en algoritmos que no nos pudieron vencer a los que decimos palabras y escritos. Ya lo dije en Nueva York varias veces ante los misiles y el dinero se pueden imponer las palabras poderosas con multitudes. Cayeron los misiles en Gaza matando 22.000 bebés palestinos y cayeron muchas mentiras como misiles sobre Colombia hicieron un arrasamiento de mentes débiles cimentado en mentiras y dinero de algoritmos sucios que se estrellaron con el pueblo vivo y creciente. Crecimos en Perú y crecimos en Colombia y es bueno que salgan los presos políticos de todos los países de América si es que queremos hablar de Libertad, y salga Pedro Castillo y Glass en Ecuador y no hablemos más de nuevas esclavitudes y genocidios. Ya que Donald Trump no pudo ganar en Colombia, porque empatamos de mentiras, porque sin las trampas ganó el progresismo, y lo sabe todo el pueblo colombiano y la peor trampa es la ingerencia extranjera porque la prohibe la constitución de Colombia y la humanidad. Podría levantarme en armas legítimamente y llevarme una parte del ejército y llamarlo libertador y se de la guerra y de la paz, porque no quiero desangrar mi país, bastante sangre ha corrido ya y juré no coger las armas más, me siento militar a veces y soy clandestino y se de clandestinidades de volverme invisible como el jaguar y moverme rápido y ligero por el mundo y por eso no tengo barriga y poca grasa y parece que aun enamoro y me gusta enamorarme porque que sería de la vida sin amor. Y ahora sigo siendo un guerrero pero mi bandera es la Vida, y mi techo es la noche y el cielo con sol, y mi piso son todos los lugares donde me ofrecen dormir siempre me han invitado la.gente humilde y trabajadora y pensante, he vivido en palacios pero no me gustan, creo que puedo moverme como cuando joven rebelde en las montañas inmensas y hermosas de mi Colombia, ligero y para poder subir rápido, confieso que bajar no me gusta, así como subí la inmensa cordillera de los corazones de la gente de Colombia y aún estoy subiendo y ya me expando por el mundo, ya he vivido muy fuera del capitalismo muchos años junto a la vida y la naturaleza libre. Me ha ido bien en eso, y he tenido todos los placeres que los mega billonarios ansían pero sin gastarme un peso, quizás esa hermosura que me ha ofrecido la vida es el pago de mis esfuerzos por sacar la gente de la pobreza y buscar la vida y Libertad siempre, siempre, siempre. No estoy en derrota estoy bailando y si lloro, lloro por mi pueblo sobre todo por aquel que aún elige a sus esclavistas, verdugos y asesinos, no lloro por Colombia, Colombia no llora por mi porque me verá alegre, reflexivo a veces, vestido de blanco que no es de traquetos que pendejos, los traquetos difícilmente se visten de blanco pero si se visten de negro y con corbata. Yo estoy bailando y me alegra el gran triunfo que mi pueblo ha hecho ante la humanidad, pueblo hermoso que no se dejó engañar por los algoritmos que financió el presidente Donald Trump y sus amigos, y el genocida de Netanyahu, ambos con #Libertad #América #Vida

En medio de su desespero y su prolongada “agenda privada” tras las elecciones @petrogustavo está viendo algoritmos en todos lados. #Colombia #Política #Elecciones

Ahora voy a presentar los algoritmos que hacen vulnerable el software de los hermanos Bautista y que permiten que estados poderosos con capacidad computacional puedan reemplazar a colombianas y colombianos Cómo no se dejó auditar el software no se descubrió está terrible vulnerabilidad y se prefirió una derrota posible derroya pírrica del progresismo a cambio de la soberania nacional. Píeeica porque elmprogresismo es ahora más grande que cuando el pueblo me eligió lo cual demuestra mucha gratitud y reconocimiento del pueblo de Colombia que no nos ha quitado poder de la palabra sino más poder. Ahora invito formalmente al presidente Donald Trump, a hablar porque a la situación creada en Perú, Colombia y Venezuela creo que hay que meterle mucha sabiduría antes de propiciar una inestabilidad que tendría mucha sangre humana y un empoderamiento del narcotráfico como nunca. Aquí para la https://t.co/s2IoNfhBlZ Colombia dejo los algoritmos existente que permiten la vulnerabilidad externa del software. Ya se sabe que los algoritmos que suspendieron de la metabase del E14 como La estampilla de la historia y el candado Hash si permitieron cambiar formularios E14 ya puestos. Ya sabemos que algunos jurados del exterior que no podían ser jurados residentes en Colombia sin anular lo hecho en las urnas eran residentes de Colombia Ya sabemos que entraron millones de dólares del exterior invertidos en desprestigiar al gobierno, a mí al Pacto histórico y a Iván Cepeda, que le hicieron creer a millones de colombranos que Iván era guerrillero cuando nunca cogió un arma, y solo investigo el asesinato del su padre senador hasta saber el autor oficial y funcionario público y eso lo llevo como a mi, por ser parresiastas a averiguar los culpables del genocidio del pueblo humilde de Colombia. Aquí pueden leer un poco difícil y para que quede en al historia de estos días, y aprenda el pueblo a unirse y defender sus intereces, los algoritmos vulnerables del software privado de los hermanos Bautista. #Colombia #Algoritmos #Soberanía

El Papa León XIV ha advertido sobre el riesgo del racismo cromosómico y la necesidad de que los médicos no basen sus decisiones sobre la vida de embriones en algoritmos, en un encuentro en Roma con la Fundación Jérôme Lejeune, recordando la defensa de la dignidad humana del genetista en el centenario de su nacimiento. #VidaHumana #Genética #RacismoCromosómico

León XIV: «El médico no debe decidir sobre la vida de un embrión basándose en algoritmos»

Le pedí al registrador, y al procurador la accion positiva a mi solicitud, que permitieran la auditoría técnica del software antes de primera vuelta y en segunda vuelta demandé que se recuperara inmediatamente el candado Hash y la estampilla del tiempo, para asegurar que no se cambiarán los formularios E14 después de subirlos, tal como se hizo en mi elección. Pues me dijeron loco y antidemocrático, cómo si la transparencia electoral fuera cosa de violentos que quieren incendiar el país. Lo que incendia es la falta de transparencia electoral. Aquí se demuestra que muchos formularios E14 fueron cambiados después de subirlos y que efectivamente, contrario a lo que dijo el registrador, quitaron la estampilla del tiempo y el candado Hash de los algoritmos para cambiarlos premeditamente y desde las oficinas de los hermanos Bautista. Esto es ya un asunto penal, un delito contra el voto. Los testigos digitales, institución popular creada en estos días por ciudadanía y con alta experiencia informática. Cómo dice el video que demuestra este delito, creyeron que somos brutos y olvidaron que con nosotros está la ciudadanía del siglo XXI y no la del siglo XIX, en la que aún está la registraduría haciendo trampas para amigos politicos por dinero, pero que no pensó que esa práctica iba a llegar a la pérdida total de la soberanía nacional. Toca hacer el conteo digital de los 122.000 formularios E14 y testigos digitales debe fortalecerse con más expertos digitales. El registrador causó una gran herida en lo profundo del corazón de Colombia y un daño que la historia no borrará. El software de los hermanos Bautista tal como dijo la sentencia del consejo de estado del año 2018, desacatada, es vulnerable a acciones internas y externas contra el voto. Más adelante mostraré con exactitud en que sistemas algorítmicos del software de los Bautista están las fallas que permiten que sea atacado desde afuera si el atacante tiene la capacidad computacional posible con un estado/ nación con dinero para ello. Creyeron que se trataba la soberanía nacional de un juego de izquierdosos y esa es la base de una nación, pued cuyas élites burocráticas de hace 200 años no se sienten colombianas. Un acuerdo nacional implica la reforma profunda del sistema electoral colombiano para garantizar la transparencia y la soberanía, lo demás es traicionar la idea inicial por la que se fundó la república. https://t.co/G7btJrtmDs #TransparenciaElectoral #DerechosCiviles #Colombia

Aquí puedes inscribirte como testigo digital para cuidar el voto desde la casa. No dejar que se reformen los formularios E14 y si sucede denunciarlo de inmediato El registrador no le puso los algoritmos de estampilla del tiempo y del candado Hash a la mega data que está en cada formulario que se sube en la página de la Registraduría y eso los hace manipulables aún cuando.ya se han subido a la página. El registrador debe mostrar antes de terminar las elecciones el software de preconteo y escrutinio en cero para garantizar que no se modificó #VotoSeguro #TestigosDigitales #TransparenciaElectoral