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#Bicicleta

Se llama Igor Uriarte, era un etarra y se ha matado en un accidente de bicicleta. El muy inútil se despeñó con la bici y murió solo como una alimaña en la carretera. Dicen que los abertzales están muy afectados, se celebra. https://t.co/7NFpENfoSx #Accidente #Bicicleta #Noticias

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🇪🇸 | La Guardia Civil desarticula en el Mar Menor, Murcia, un grupo juvenil que sustraía bicicletas y patinetes eléctricos de gama alta. https://t.co/ygQtr9lPYw #España #Seguridad #Delincuencia

Juanjo Calvo, un vecino de Sestao de 74 años, ha completado un recorrido de casi 5.000 km en bicicleta alrededor de España en homenaje a su esposa fallecida por cáncer de mama, con el objetivo de recaudar fondos y aumentar la visibilidad sobre la investigación contra esta enfermedad. #Cáncer #Solidaridad #Sestao

Juanjo, de 74 años, da la vuelta a España en bici para lograr fondos contra el cáncer al perder a su mujer

Já são 1.480 ladrões de celular presos, daqueles que aterrorizavam a população quebrando vidros de carros e fugindo de bicicleta. E esse resultado não acontece por acaso. Estamos ampliando o Muralha Paulista, que já conecta 612 municípios e conta com quase 126 mil sensores inteligentes, capazes de identificar veículos roubados, placas clonadas e gerar alertas em tempo real para nossas forças de segurança. Em São Paulo, a inteligência artificial trabalha para proteger as pessoas. #Segurança #Tecnologia #SãoPaulo

Le cer locuitorilor să nu-și pună viața în pericol în aceste condiții. Le rog să fie prudenți atunci când călătoresc. Le recomand să folosească transportul public dacă este posibil și să nu meargă pe jos, cu bicicleta sau cu mașina prin apele inundate. Nicio destinație nu merită să-și riște viața.

Ploile torențiale și inundațiile au paralizat New York-ul înaintea finalei Cupei Mondiale. Străzi transformate în râuri, aeroporturi blocate și haos în transport
adevarul.ro

🚨🇦🇷🇪🇸🇺🇸 | #URGENTE La Selección Argentina tuvo que POSTERGAR su ÚLTIMO ENTRENAMIENTO por la TORMENTA ELÉCTRICA en Nueva Nersey y el plantel fue trasladado a un gimnasio para hacer bicicleta. https://t.co/HZTMCuaHSv #Argentina #Fútbol #Tormenta

Mi jugador favorito siempre será el CR7 del 2008. Esa velocidad, potencia, bicicletas, tiros libres y juego aéreo eran una locura. Aunque en el Real Madrid ganó mucho más, el Cristiano del Manchester fue, para mí, el futbolista que más he disfrutado ver. https://t.co/sGMifVJMkK #CR7 #fútbol #ManchesterUnited

Laura Viktoria Härtig, una influyente alpinista de 30 años, murió tras un grave accidente en bicicleta durante su luna de miel en Italia, 19 días después de haber sido trasladada a cuidados intensivos tras colisionar con la motocicleta de un exesquiador olímpico. #LauraHärtig #accidente #lunaDeMiel

Muere a los 30 años la 'influencer' Laura Härtig tras sufrir un accidente en bici durante su luna de miel

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

El Gobierno utilizó tres aviones oficiales para trasladar a tres personas distintas para ir a la cumbre de la OTAN en Ankara. Pero luego tú no tienes que usar tú coche diesel e ir en bicicleta por el cambio climático. https://t.co/7tDhXlGyem #OTAN #CambioClimático #TransporteSostenible

Apu 2w

Los falcones los compraron entre González y Aznar, y el propio Aznar lo cogía para irse a jugar al pádel en Benicasim. Pero oye, qué vergüenza que Sánchez lo use para irse a una reunión de la OTAN. Tendría que viajar en bicicleta, como hacen todos los presidentes. #Política #España #OTAN

Un CEO din domeniul inteligenței artificiale oferă angajaților 18.000 de dolari pe an pentru chirie și trei mese pe zi, cu condiția ca aceștia să locuiască la maximum zece minute de mers cu bicicleta de birou, promovând astfel o cultură organizațională intensă care implică lucrul 12 ore pe zi, șase zile pe săptămână. #angajati #beneficii #chirieta

Un CEO oferă angajaților 18.000 de dolari pe an pentru chirie și asigură trei mese pe zi. Există însă o condiție
Digi24 3w

O fetiță de 6 ani a murit după ce a fost lovită de o autoutilitară în Vișeu de Jos, județul Maramureș, șoferul accidentului, speriat de reacția localnicilor, fugind la poliție pentru a anunța incidentul. #accident #Maramureș #bicicletă

Fetiță de 6 ani pe bicicletă, accidentată mortal de o autoutilitară în Maramureș. Speriat de localnici, șoferul a fugit la poliție

Un șofer a accidentat mortal o fetiță de 6 ani pe bicicletă în Vișeu de Jos, Maramureș, și, temându-se de reacția agresivă a localnicilor, a fugit la poliție pentru a raporta incidentul. #accidentmortal #fetitamorta #Maramureș

Un șofer care a accidentat mortal o fetiță de 6 ani în Maramureș a fugit la poliție pentru a nu fi linșat de localnici

Annie Londonderry, conocida como la primera mujer en dar la vuelta al mundo en bicicleta, emprendió su travesía en 1894 tras aceptar un reto de dos empresarios, completando el viaje en 15 meses y convirtiéndose en un símbolo de empoderamiento femenino. #AnnieLondonderry #ViajeEnBicicleta #MujeresPioneras

La increíble historia de Annie Londonderry, la primera mujer que dio la vuelta al mundo en bicicleta

Un copil de 7 ani a fost lovit de o maşină a Poliţiei pe trecerea de pietoni în Sânnicolau Mare, iar familia l-a transportat la spital pentru investigații medicale după ce a căzut de pe bicicletă în urma impactului. #accidentrutier #copilranit #Timișoara

Copil de 7 ani, lovit de o maşină a Poliţiei pe trecerea de pietoni. Cum s-a produs accidentul

O fetiță de 10 ani a fost ucisă pe bicicletă de unchiul ei, care conducea sub influența alcoolului, în timp ce prietena ei a supraviețuit accidentului tragic din Timiș. #Accident #Timiș #Fetiță

O fetiță de 10 ani, ucisă pe bicicletă de unchiul ei beat, în Timiș. Prietena ei a supraviețuit

The Minister of Environment and Energy, together with the President of the Municipal Chamber of Oeiras, participated today in a symbolic moment that marks the start of the *COP31 Bike Ride*, the bicycle relay that connects the United Nations Climate Conferences and where this year's edition... (translated)

O fetiță de 10 ani a murit și prietena ei de 11 ani a fost rănită grav după ce un șofer beat, în vârstă de 49 de ani, a lovit bicicleta pe care se aflau, fugind ulterior de la locul accidentului, dar fiind prins rapid de poliție. #AccidentTimișoara #ȘoferBeat #VictimeMinore

O fetiță de 10 ani aflată pe bicicletă a murit, după ce a fost spulberată de un șofer beat. Prietena ei a fost rănită

Un bărbat de 49 de ani, aflat sub influența alcoolului, a lovit cu mașina două fete aflate pe bicicletă în județul Timiș, rezultând moartea uneia dintre ele, în vârstă de 10 ani, și rănirea celeilalte, în vârstă de 11 ani. #accident #baut #Timiș

Accident grav în Timiș. Un bărbat băut a lovit cu mașina două fete aflate pe o bicicletă. Una dintre a murit