A drone was shot down in Lithuania by NATO fighters, marking the first incident of this type in the country, which occurred 30 minutes after the detection of the device that entered Lithuanian airspace from Belarus. (translated)

A drone was shot down in Lithuania by NATO fighters, marking the first incident of this type in the country, which occurred 30 minutes after the detection of the device that entered Lithuanian airspace from Belarus. (translated)

Russia has positioned Oreshnik missiles with nuclear capability in Belarus, raising concerns in Kiev about the escalation of the conflict and military support from Minsk to Moscow. (translated)

The article discusses the presence of Russian missiles in Belarus, characterizing it as a form of psychological coercion, and analyzes the recent meetings between US envoys and leaders of Russia and Ukraine in the context of the ongoing conflict. (translated)

Russia is considering escalating attacks in Ukraine, a decision attributed to the stalemate in peace negotiations, while the Kremlin is leveraging criticism from a former Ukrainian minister to highlight political divisions in Kiev, and a new exchange of prisoners of war between the two countries took place in Belarus. (translated)

Russia has built ten secret drone bases along its borders with Belarus and Ukraine, capable of attacking NATO, which raises concerns about a possible armed provocation against Poland, as indicated by an investigation by the British newspaper The Telegraph. (translated)

Latvian authorities discovered a secret tunnel used by 15 immigrants to cross the border from Belarus to Latvia illegally, which led to increased border control to combat irregular immigration and prevent destabilization caused by hybrid threats. (translated)

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história
Russia updated the agreement on military cooperation with Belarus, aimed at reducing the delivery times of new military equipment, in the context of Belarus's increasing involvement in the conflict in Ukraine and recent joint nuclear drills. (translated)

A ONU instou a Rússia e a Ucrânia a evitarem ações que possam expandir a guerra, expressando alarmes sobre a escalada do conflito e seus possíveis impactos regionais e globais, após um ataque com um alegado drone ucraniano na Bielorrússia. #GuerraNaUcrânia #ONU #Rússia

O Kremlin condenou o ultimato do presidente ucraniano Zelensky a Lukashenko, exigindo a desativação de sistemas russos na Bielorrússia, considerando a declaração uma escalada agressiva e uma violação da soberania bielorrussa. #GuerraTraduzida #Ucrânia #Kremlin

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, chamou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de Fuehrer e o acusou de tentar envolver a Bielorrússia no conflito, ridicularizando sua atuação como se ele tivesse sido recrutado de um grupo de teatro amador para seu papel político. #GuerraUcrânia #Rússia #Zelensky

O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, pediu desculpas a Volodymyr Zelensky por críticas excessivas, reconhecendo que foi duro e que a Bielorrússia não representa uma ameaça para a Ucrânia, enquanto expressa preocupação com o impacto da guerra em seu país. #GuerraNaUcrânia #Lukashenko #Zelensky

A Rússia está a preparar um novo ataque em grande escala e não descarto que a Bielorrússia possa ter algum tipo de envolvimento.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy alertou sobre a preparação da Rússia para um ataque em grande escala, mencionando informações de inteligência e a possibilidade de envolvimento da Bielorrússia, enquanto também destacou a preocupante situação na central nuclear de Zaporíjia e condenou um ataque russo que atingiu um prédio na Romênia. #GuerraUcraniana #Zelensky #DefesaAérea

O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko e o presidente francês Emmanuel Macron discutiram por telefone questões regionais e relações da Bielorrússia com a UE e a França, com Macron pedindo a Lukashenko que não permita que o país seja arrastado para a guerra na Ucrânia, logo após um bombardeio russo que deixou mortos e feridos na região. #GuerraNaUcrânia #Bielorrússia #Macron

No artigo, João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, analisa a desconfiança sobre a abertura da Bielorrússia para negociação e critica a credibilidade dos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, que é marcado por constantes avanços e recuos nas suas estratégias no Médio Oriente, especialmente em relação ao Irão e às tensões com Israel. #RelaçõesInternacionais #ConflitosMédioOriente #Geopolítica

Putin declarou a intenção de adquirir armas nucleares para uso excecional após conversas com Alexandr Lukashenko e exercícios nucleares conjuntos entre Rússia e Bielorrússia, visando garantir a segurança nacional dos dois países. #GuerraTraduzida #Putin #SegurançaNacional

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, advertiu a Bielorrússia de que a Ucrânia responderá firmemente a qualquer ação agressiva, durante uma visita à fronteira entre os dois países, enquanto ocorrem exercícios conjuntos da Rússia e Bielorrússia com armamento nuclear. #GuerraNaUcrânia #Zelensky #Bielorrússia

O Presidente ucraniano, Zelensky, alertou para a possibilidade de novos ataques russos ao norte da Ucrânia e a Kiev, afirmando que estão sendo preparadas respostas defensivas e que a Bielorrússia, ao realizar exercícios militares nucleares com a Rússia, poderia ser um ponto de origem desses ataques. #Zelensky #Ucrânia #Bielorrússia

Zelensky upozorňuje na potenciální společné útoky Ruska a Běloruska na severní Ukrajinu, včetně Kyjeva, s tím, že se útoky mohou plánovat z ruské oblasti Bryansk a Běloruska, a ujistil, že Ukrajina pracuje na obraně a prevenci proti těmto hrozbám. #GuerraNaUcrânia #Rússia #Bielorrússia
