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#Božo
IndexHR 2d

Božo Kovačević warns that we are one step closer to an open war between Russia and Europe due to the escalation of conflict and the rejection of diplomacy from the European side. (translated)

Kovačević: Na korak smo bliže otvorenom ratu Rusije i Europe
IndexHR 3d

Božo Kovačević emphasized in the show Novi dan that organized crime in Gospić is connected to the highest levels of government, warning about the nexus between transnational crime and state institutions, and criticizing the lack of accountability of the authorities regarding the issue of illegal waste disposal. (translated)

Kovačević: Pipci organiziranog kriminala u Gospiću sežu do vrha vlasti

Essa raiva que o Consta nutre pelo Eduardo ainda vai lhe fazer muito mal, se é que já não faz. O que existe é apenas o Bolsonarismo, nenhum filho seria capaz de mudar o nome do movimento nascido de, e por causa de Bolsonaro, muito menos pegar a militância do “Bozo” apagando o “Bozo”. BBB: Bolsonaro - Bolsonarismo - Bolsonarista Assim foi, assim é e assim será. #Bolsonaro #Bolsonarismo #BBB

»Prišlo je do možnosti, da je članica EU in Nata varnostno izpostavljena.« Upokojeni diplomat Božo Cerar opozarja, da afere o »ruski navezi« predsednice ni mogoče odpraviti kot napihnjeno notranjepolitično obračunavanje. O tem priča tudi mednarodni odmev afere: o njej poročalo kar 30 tujih medijev v 14 državah👇 https://t.co/Dwfc2G6jqw #EU #NATO #politika

EDUARDISTAS, OS ANTI-CARONEIROS Não é coincidência que eu apoie os nomes que desde o primeiro dia declararam apoio a Flávio, lá em DEZ/2025, quando nosso líder Jair Bolsonaro fez a carta oficializando a sua pré-candidatura. Eu gosto de pessoas decentes, que trabalham baseadas em princípios, pois estas pessoas não mudam ao sabor do vento político e eu acho que elas representam melhor o povo que justamente reclama de políticos que mudam após eleitos. Há um movimento natural de pessoas fartas de gente que é eleita com o apoio de Bolsonaro e depois escondem Bolsonaro. São pessoas sem caráter, ou que no mínimo não sabem contra quem estamos lutando, ingênuas, que nos farão perder mais 4 anos ou, quando não, viram Joices, Frotas e Soraias Trambiques. Por eu estar dentro da político as vezes enxergo fatos e nuances que as pessoas comuns não enxergam. Assim, sinto-me no dever de jogar luz a estes ocorridos e permitir que cada um tome a sua decisão de apoiar e votar, ou não, em Fulano ou Beltrano bolsonarista - e também labuto para que os verdadeiros fiéis não sejam bloqueados nos bastidores, pois sim, há este movimento propositalmente obscuro para passar longe dos olhos de vocês. A imprensa, na tentativa de desqualificar este movimento natural, que não é pre-ordenado tal qual os que querem se desgarrar do Bozo sem perder os votos do Bozo, covarde e justamente no seu momento mais sensível, foi atribuída a pecha de EDUARDISMO a este movimento espontâneo. Como somos seguidores do Prof. Olavo sabemos lutar a batalha cultural. Transformamos o rótulo em meme, em movimento, tal qual no jiu jitsu se aproveita a força do oponente como alavanca para o contra-golpe. Isso é algo que a essa altura do campeonato todos já deveriam saber, ocorreu com a música “meu amigo Flávio” lá do humorista, com a “mug shot” do Trump sendo fichado na polícia da Georgia e inúmeras vezes com meu pai. Se trabalhar para impulsionar aqueles que nunca esqueceram de onde vieram, que não querem deletar Bolsonaro agora que está injustamente preso é chamado de Eduardismo, pois bem, aceito a pecha com orgulho. E seguirei botando em palanques eleitorais, buscando por ferramentas para serem eleitos, dando notoriedade nas redes a este grupo, que está aberto e tem muito mais gente do que somente os excelentes Gil Diniz e Paulo Mansur em SP, Filipe Pedri no RS, Caporezzo em MG ou Paulo Figueiredo em MG. Sigam-me nas redes, pois aos poucos vou divulgando os candidatos que eu, filho do JB e que visto a camisa do Bolsonaro, enxergo como realmente fiéis e merecedores do seu voto. Nós somos a reação natural, os anticorpos, o antídoto contra os caroneiros. Não há mais tempo a perder. #Eduardismo #Bolsonaro #Política

Chief 4w

Percebam que eu nem falo de Flávio Bolsonaro direito no meu perfil, não defendo as cagadas, mas também não vou ficar atacando o cara 24h em época de eleição, pq eu entendo A REALIDADE de que ele é o ÚNICO com capital político para tirar o Lula de lá. (Nem acredito que vá, mas é o que tem alguma chance) Se eu quero o LULA FORA, não faz sentido eu ficar minando o Flávio, minha estratégia é minar os que estão ajudando o Lula. Eu sou da turma dos que não acredita em salvação do Brasil, mas, acredito que tem os menos piores, que podem diminuir impostos, burocracias etc... e principalmente sigo o ensinamento do Olavo de Carvalho: "Vc não precisa gostar do Bolsonaro, pra escolher um lado, basta ver quem odeia ele." Dito isso, tá muito engraçado nas minhas postagens a militância do MBL, não conseguem defender o Renan de NADA do que aponto: ou me xingam e imputam crime, ou falam "e o bozo?" " e o Flávio?" 😂😂😂 Nisso eu tenho que dar créditos, MBL conseguiu um amontoado de cadelas trabalhando de graça (comandados pelos que mamam em gabinetes). O trabalho de lavagem cerebral e adestramento é muito bom, tenho que reconhecer. #Política #Eleições #Brasil

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Chief Aug 3

Pra quem não sabe, foi por causa do apoio do MBL a todos crimes contra as nossas liberdades na época do Covid, que eu comecei a ir pra cima deles. > apoiaram lockdown > vacinas obrigatórias > passaporte de vacina pra poder entrar nos lugares > chegaram a sair de casa pra denunciar pra polícia festa privada. > estavam subindo em palanque com Dória e Orlando Silva do PCdoB pra pedir "fora bozo" pq o Bolsonaro estava defendendo nossa liberdade. Eu tenho tudo documentado e vou postar nessa thread. Um cidadão comum que teve uma lavagem cerebral feita pela globo e afins, eu até passo pano pra ele ter defendido esses crimes, a mídia colocou muito medo na população. Agora um político? É imperdoável. #Liberdade #Covid19 #Política

Até o final de 2022 qualquer evento climático anormal o pessoal culpava o BOZO... Alguém lembra? Bons tempos... #Clima #Política #Brasil

Chief Jul 29

Renan Santos do MBL tá sentido demais que o pessoal descobriu que ele é um semi analfabeto inútil que nunca produziu nada na vida. Fez um vídeo falando que "trabalhou com o pai, mas o PT destruiu a empresa" KKKKKKKKKKKKKKKKKK Provavelmente daqueles casos que o pai coloca o filho pra fazer qualquer coisa na empresa, pro playboy maconheiro parar de ficar vagabundeando em casa. Ele tenta jogar a culpa toda no PT, mas tava junto com eles pedindo "fora bozo", pregou voto nulo contra o Lula e apoiou o lockdownn que ferrou milhares de empresas. É muito vagabundo bicho, dá não. #MBL #Política #Brasil

Toda eleição a mesma coisa… unidos, fazem de tudo para derrubar o Bozo eleger o PT e depois fazem cara de “paisagem”, sem a mínima vergonha! Essa eleição seguem o mesmo roteiro usando nova roupagem…. #Eleições2024 #PolíticaBrasil #PT

Kanadát felelősnek tartjuk azért, mert nem gondozza megfelelően az erdőit és az azokban található bozótot. Az Egyesült Államokba most ezért áramlik be mocskos, szennyezett és egészségre káros levegő, amelynek minősége veszélyes, ez teljességgel elfogadhatatlan!

Trump újabb vámokkal fenyegeti Kanadát, mert az erdőtűzeik miatt „mocskos” az amerikai városok levegője
telex.hu
444 Jul 7

Dél-Európában tomboló erdő- és bozóttüzek miatt ezrek hagyták el otthonaikat, a hatóságok pedig a Tour de France nézőinek eltiltották a jelenlétét, miközben a lángok Portugáliában, Spanyolországban, Franciaországban és Görögországban már csaknem 20 ezer hektárt perzseltek fel, és a hőség miatt a tűzoltók küzdelme tovább nehezedik. #globálisfelmelegedés #erdőtűz #Európa

Lángokban áll Dél-Európa

⚠️ CENAS FORTES: Militante do MBL foi em comício do Haddad para denunciar campanha eleitoral antecipada do petista e acabou sendo vítima de tentativa de homicídio. "Lula e Bozo são tudo a mesma coisa" diz leitor. https://t.co/qAOFkcywwX #Eleições2024 #Política #Justiça

⚠️ DESABAFOU: Atriz da Globo entra em choque com o custo de vida, mas não cita o governo Lula. "Culpa do Bozo" diz leitor. https://t.co/eYdhOU1jQc #CustoDeVida #Desabafo #PolíticaBrasileira

rmf24.pl Jun 30

W dniach 29 czerwca 2026 roku Wielki Zderzacz Hadronów (LHC) zakończył swoją trzecią fazę pracy, rozpoczynając długie wyłączenie techniczne, podczas którego zmodernizowane zostaną kluczowe elementy infrastruktury, aby przygotować się do uruchomienia High-Luminosity LHC w 2030 roku, co zwiększy jasność zderzeń i umożliwi prowadzenie bardziej precyzyjnych badań nad bozonem Higgsa oraz innymi zjawiskami w fizyce cząstek. #CERN #BozonHiggsa #LHC

Wielki Zderzacz Hadronów CERN wyłączony. Oto co przyniesie przyszłość
Vecernji.hr Jun 29

Gradonačelnik Konavala, Božo Lasić, upozorio je roditelje na opasnosti električnih romobila nakon tragične nesreće u Metkoviću, dijeleći uznemirujuću snimku djeteta na romobilu i pozivajući na strožu regulaciju ili potpunu zabranu njihove prodaje zbog povećanog rizika od nesreća. #električnir mobil #sigurnost #apel roditeljima

VIDEO Gradonačelnik podijelio uznemirujuću snimku djeteta na romobilu i uputio apel roditeljima

Lideranças das torcidas organizadas do Vasco estiveram reunidas ontem. Fabinho - Força Jovem Ítalo - Mancha Negra Foca - GDA Bozo - Ira Jovem Todos unidos buscando o melhor para o Vasco da Gama. https://t.co/ZiSMw316Qa #Vasco #Torcida #Futebol

🚨 DESCOLAR DO ‘BOZO’? | Kim Paim classificou o vídeo de Michelle Bolsonaro como um gol contra e repetição dos mesmos erros do passado. “Ela achou que ia ser diferente da Joyce, do Frota, do Moro, do Weintraub, da Campagnolo… Não vai acontecer nada diferente”, disse Kim. Ele lembrou que nem o próprio Bolsonaro consegue se descolar do “Bozo” (a vontade do povo), e Michele errou ao achar que poderia. “Não aprendeu nada com a história.” #Política #Brasil #MichelleBolsonaro

MarioFrias Jun 25

Cazé fez o L, comprou os direitos da Copa, desafiou a hegemonia da Globo, viu Lula sancionar as bets e, no final, virou alvo do governo que ajudou a eleger. “Mas ainda bem que tiramos o Bozo”👍🏼 https://t.co/AqYMpSde2C #Copa #Lula #Globo