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#CDS

Bomba del #CDS: vizio formale al momento dell’elezione di #Malagó, il Presidente del #CONI #Buonfiglio starebbe lavorando al commissariamento della #FIGC. E pare la questione sia parecchio avanti. Ahi Malagó: così ti bruci una carriera. #Sport #Calcio #PoliticaSportiva

Starting next week, thousands of families in Lisbon, with incomes below the national average income, will have to pay double for their children's school meals, by decision of the Moedas/PSD/CDS/IL management with the support of CH. (translated)

Perdieron el invicto clásico en el CDS contra el peor nacional en mucho tiempo. La actitud no se negocia. Vergüenza jugar y plantear un clásico así. #Fútbol #Clásico #Deportes

Martín 2w

Peor no se puede jugar. Es un asco el planteo de Aguirre, que le están ganando con la misma táctica de la final en el CDS, evidentemente no la estudió porque al otro día se fue de licencia y no tuvo tiempo. No nos hagan pasar más vergüenza. #Fútbol #Deportes #Aguirre

The debate analyzes the current situation of political parties in Portugal and their electoral prospects, questioning the future of the Left Bloc and the PCP, as well as the role of the CDS and the PSD in a changing political scenario. (translated)

Os partidos e as eleições que hão-de vir — Debate

The article analyzes the current state and future of political parties in Portugal, questioning the relevance of the CDS and the Left Bloc, and the perception that something will change in the political landscape, although the parties do not know exactly what to expect. (translated)

Partidos: na hora antes da mudança?

More than 30 people have died and about 400 are missing after a flood caused by an earthquake at the border between Nepal and China, while in Portugal, Chega and CDS oppose UN requests to review draft laws on gender identity. (translated)

As notícias das 15h

The proposed laws on gender identity in Portugal have drawn international criticism from the UN, which the parties Chega and CDS refuse to respond to, while Bloco de Esquerda is urging PSD to reconsider its positions. (translated)

As notícias das 14h

The United Nations calls for the withdrawal of projects from PSD, Chega, and CDS on gender identity, arguing that they contradict human rights and international treaties, and may negatively affect the self-determination and privacy of transgender people. (translated)

ONU apela à retirada de projetos do PSD, Chega e CDS

La Roma ha depositato le controdeduzioni e le integrazioni richieste nell’ambito della Conferenza dei Servizi sul nuovo stadio. A questo punto manca solo l’ultima seduta della CdS nei primi giorni di settembre @radio_romanista @ilRomanistaweb https://t.co/Tm8FsrQsa4 #ASRoma #Stadio #ConferenzaDeiServizi

Observador Aug 13

The PSD and the CDS requested a parliamentary hearing of Nuno Melo to clarify doubts about the purchase of three Italian frigates, following a report that indicated the exclusion of a Portuguese company from the acquisition process, while the Judicial Police detained 20 people on suspicion of supplying drugs to prisons. (translated)

16h. PSD e CDS querem ouvir Nuno Melo no Parlamento
Observador Aug 10

The article discusses the different opinions on the economic situation in Portugal, where Paulo Núncio (CDS) advocates for a positive moment based on employment and growth data, while Filipe Melo (Chega) criticizes the government and Miguel Costa Matos (PS) questions the real improvement of the economy, reflecting a debate on the perception of the country's economic reality. (translated)

Portugal está a viver um bom momento económico?

Es que si cae Rocha, se evidenciaría definitivamente el enlace entre AMLO y el CDS y a pesar de todas las pruebas que hay y son publicas, MORENA se va a morir en la raya defendiendo lo indefendible, no les queda de otra. #AMLO #MORENA #CDS

Amala Aug 5

CdS - #Romero ha scelto l’#Inter! Il passaggio dell’argentino all'Inter è verbalmente chiuso, intesa tra tutte le parti in causa. 35 mln + 5 di bonus al Tottenham, accordo fino al 2031 con il giocatore a 5,5 mln a stagione. Tutto dipende da Pavard, serve la cessione del francese. https://t.co/LZVWWsHBnw #Calcio #Calciomercato #Inter

🇺🇸 CDS Market Surges as Wall Street Picks AI’s Winners and Losers - Bloomberg https://t.co/ObkxZuVJje https://t.co/mrKZC0bwC9 #CDSMarket #WallStreet #AIWinners #US

In basic terms, CDS are pricing a higher probability of default by the issuer and/or lower expected recovery in the case of a default. Which puts some serious question marks around NVDIA's income statement and balance sheet - both. #CDS #NVIDIA #Default #Nospecificcountriesarementionedinthetweet.Therefore #therearenocountrycodestoreturn.

Muchas gracias a los diferentes medios nacionales que se hicieron eco de mis pronósticos a lo largo de todo el Mundial. Tienen claro quien es el original. Pueden leer mi pronóstico Argentina-España en: https://t.co/cDSKe467Wn https://t.co/4ttxlutSDE #Mundial #Pronósticos #Fútbol

Observador Jul 17

PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram a lei das burcas, que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, após negociações que destacaram a questão da segurança, apesar da oposição da esquerda parlamentar. #LeiDasBurcas #Política #Governo

PSD, Chega, IL e CDS aprovam "lei das burcas"

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas

Observador Jul 14

O Partido Socialista (PS) da Madeira pediu a redução do IVA para mitigar o aumento do custo de vida, destacando que os salários na região estão 86 euros abaixo da média do continente, enquanto o governo regional, liderado pelo PSD/CDS-PP, defendeu que a inflação acompanha as tendências internacionais e priorizou o crescimento económico. #CustoDeVida #IVAMadeira #EconomiaMadeirense

PS quer baixar IVA na Madeira, governo recusa