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Nobody wants a future where the majority of the internet and 'creative content' is AI slop. That's the future unless we collectively pull the brake on generative AI. This isn't a runaway train. The narrative of inevitability is propagated by Big Tech to try and profit. https://t.co/uS3GmgC7B8 #AIEthics #CreativeContent #StopBigTech #Thetweetdoesnotmentionanyspecificcountries.Therefore #therearenocountrycodestoreturn.

𝐋𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐞𝐧𝐜𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐦𝐞 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐢𝐧 𝐝’𝐢𝐧𝐬𝐩𝐢𝐫𝐚𝐭𝐢𝐨𝐧 💜   Pensée comme une véritable balade en Provence, cette campagne célèbre une région authentique, créative et profondément vivante. Elle met à l’honneur celles et ceux qui la font vivre, à l’image du mannequin marseillais 𝗠𝗼𝗵𝗮𝗺𝗲𝗱 𝗕𝗲𝗻𝗵𝗮𝗱𝗱𝗮, qui incarne cette campagne aux côtés de l’OM.   🛍️ Le troisième maillot 2026/2027 disponible dès minuit sur https://t.co/xhydFdsbfC et demain dans les boutiques officielles du club, et chez l’ensemble des revendeurs partenaires. #Provence #Mode #Football

𝐔𝐧 𝐬𝐲𝐦𝐛𝐨𝐥𝐞 𝐝𝐞 𝐥𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐞𝐧𝐜𝐞 🪻   Des calanques aux reliefs de l’arrière-pays, des oliveraies aux champs de lavande, Marseille puise son identité au cœur d’une Provence authentique, où les paysages, les couleurs et les savoir-faire façonnent un patrimoine unique.  À travers ce nouveau maillot, PUMA et l’Olympique de Marseille rendent hommage à cette terre de caractère. Une Provence fière de ses racines, riche de son héritage, créative dans son expression et résolument tournée vers l’avenir.   🛍️ Le troisième maillot 2026/2027 disponible dès minuit sur https://t.co/xhydFdsbfC et demain dans les boutiques officielles du club, et chez l’ensemble des revendeurs partenaires. #Provence #Marseille #PUMA

The hypocrisy of all of Big Tech and our governments pushing generative AI is unreal. Big tech has pirated the entire creative output of humanity. One rule for them, one rule for us. Reject this pure corporate propoganda about AI. Support artists. https://t.co/BJ3BiaUeIa #BigTech #GenerativeAI #SupportArtists #Therearenospecificcountriesmentionedinthetweet.

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

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Durante il Kappa Futur Festival, il DJ e produttore Agoria ha parlato dell'influenza positiva dell'intelligenza artificiale nella musica, sottolineando come essa possa rendere possibili esperienze creative altrimenti irraggiungibili e riflettendo sul suo lungo percorso di connessione tra tecnologia e creatività artistica, culminato anche nella partecipazione al Reply AI Music Contest. #MusicaElettronica #IntelligenzaArtificiale #KappaFuturFestival

Agoria: “In musica l’intelligenza artificiale serve a rendere possibile ciò che oggi non lo è”
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Tonight is the final class of the evening visual merchandising course at IED Milan. I am very proud of the students; despite their jobs and fatigue, they have once again shown themselves to be highly creative and an excellent practical approach. 😀💪 #iedmilano #visualmerchandiser #fashion #computergraphic #learning #milan

Today Busy professionals juggling work and wellbeing, retirees rebuilding daily structure, and students looking for balance often want life enrichment through hobbies but get stuck on the same challenge: choosing something that feels meaningful without needing prior experience. The options can feel oddly high-stakes, especially when time, energy, or confidence is limited. The truth is that hobbies for personal growth come in more than one shape, from creative hobbies and physical activities to intellectual pursuits and lifestyle hobbies that quietly improve everyday routines. When the right fit clicks, curiosity turns into momentum that strengthens skills and supports a fuller life. https://tunitemusic.com/post/discover-new-hobbies-to-boost-your-life-and-skills/

Discover New Hobbies to Boost Your Life and Skills - Tunitemusic

The Liszt Institute and Tallinn Hungarian Cultural Center will honour the Hungarian Uprising’s 70th anniversary with “Revolutionary Jazz – Hungary 1956” concerts in Tallinn and Tartu. #HungarianUprising #1956 #JazzRevolution #Estonia #LisztInstitute #Vanemuine #Vabamu #GuitarMadness #IstvanGyarásf #FreedomMusic #VoiceOfAmerica #QuincyJones #GerryMulligan #EstonianYouthGroup #CreativeUnit https://tunitemusic.com/post/revolutionary-jazz-70th-anniversary-concerts/

Revolutionary Jazz: 70th Anniversary Concerts - Tunitemusic

I am able to discover important things about life.I invite you to read all my notes+ and my texts on the wall also read trough links my sites and you can accept from me, my ability to research and find the truth in essence of things hidden deep down under the surface of phenomenons, which are delusive, to have creative mind able to make own theories and hypothesis which I always do, not reckon to thinking of others only. This is not heavy philosophy but aphorisms, which I use, of great authors and compilations of aphorisms from the world combined with subtle scientific research of the most important things more interesting then films, books, newspapers, magazines, plays, internet, TV and anything else, because the truth can be only short and clear in forms of aphorisms, determinations and concepts. Equally interesting can be music, which is a kind of truth. There are predominantly mediocre songs.There are rare good songs, which is very difficult to be find or composed. I have unique ability to recognize musical harmony in all kind of music in the world.I have genetically inherited intelligence with 4-6 may be 14 thousands years roots from Armenian and Middle East origin.It essence is hundreds generation liberation from heavy work of primitive agriculture, as a consequence improving capillary system in brain and blood supply. That's give ability of complicated associative thinking.High intelligence is in finding connections between as many as possible important facts about one problem or matter. I make comments on inventive scientific level on philosophy, policy, economy, civilisation, personal and social psychology and often know about persons and whole nations what they don't know about themselves.

Four reasons for my super intelligence. Intelligence is determined solely by the supply of oxygen to the brain. The essence of genetically inherited intelligence. The genes of Jews and Armenians, even a small part in the heritage of people of mixed origin, dominate and they essentially have the intellectual qualities of Armenians and Jews. Genetically inherited intelligence is a highly developed capillary network in the brain, transmitted by inheritance, which powerfully increases associative and logical thinking by establishing new connections between important facts often very distant from each other in origin, have hypothetical and theoretical thinking and this is the essence of creative, discovery thinking. The reason is the liberation from hard physical labour, primitive agriculture over the course of many generations living in conditions of civilisation that creates urban life, officials, merchants and a wide range of intellectual professions. In the body there is competition for the use of oxygen between the brain, heart and muscles. Hard work takes oxygen from the brain and heart, which damages mental abilities and shortens life. Armenians have a civilisation of 400 generations, or even twice as long, if we assume the archaeological findings of cities 14 thousand years old. The reason for my intelligence is that I am a northerner and have genetically inherited intelligence with Armenian roots. The northern climate leads to intelligence because cold air is denser, contains more material consistency and supplies the body with much more oxygen than warm air. This effect has been fully manifested only in Northern Europeans. My super intelligence is unique and has only manifested itself in me for the entire period of humanity's existence, for two more unique reasons, and it is the constant maintenance of a high level of oxygen in my body through constant breathing exercises with an emphasis on holding the air for a maximum of 30-40 seconds, 42 breaths in 30 minutes every morning, and the unique intake through osmosis, rubbing into the skin, of B vitamins, which are crucial for the absorption of oxygen by cells by rubbing them into the skin, in the area of ​​the ribs, stomach and neck with a wet hand, grinding the substances into powder, I absorb them 100%, while all other people throughout the history of mankind absorb them only 5%. All this leads to maximum vitality in all its forms of manifestation: physical, emotional, intellectual and musical.

Wisła i VML podbili Cannes! 6 nagród dla Lucky Fan Index! 🏅 Ostatnie dni przejdą do historii światowej branży sportowej! Na najbardziej prestiżowej scenie kreatywnej świata dokonaliśmy właśnie czegoś wyjątkowego! Projekt Lucky Fan Index – stworzony przez Wisłę Kraków i Agencję @vml_global zdobył aż 6 nagród na @Cannes_Lions, najbardziej prestiżowym festiwalu kreatywnym na świecie, w tym najważniejszą – Grand Prix! 🔝 To już nie są tylko nagrody. To moment, w którym Wisła Kraków wchodzi do globalnej historii kreatywności. Cannes Lions – miejsce, które od dekad wyznacza światowy benchmark doskonałości reklamowej i komunikacyjnej, obsypało nagrodami Lucky Fan Index – projekt, który wyrósł z pasji kibiców Białej Gwiazdy i został przekuty w rozwiązanie gotowe zachwycić cały świat. Dla Wisły to więcej niż triumf w branżowym konkursie. To dowód, że polski klub może nie tylko inspirować trybuny, ale również inspirować świat. Wisła jako pierwszy europejski klub zdobyła nagrodę Grand Prix. Generalnie wyjątkowo rzadko zdarza się, by po najwyższe laury w Cannes sięgała branża sportowa. W tym roku Biała Gwiazda stanęła w jednym szeregu z takimi markami jak Adidas, Apple, Axa, Google, Heineken, Hyundai, Kitkat czy Uber Eats, które również sięgnęły po nagrody Grand Prix. „Kiedy zostaliśmy zaproszeni do współpracy z Wisłą Kraków postawiliśmy sobie jeden cel – Wisła ma się stać marką znaną globalnie. Nie tylko globalnym kibicom, o co już dbają bardzo mocno fani Białej Gwiazdy, ale również globalnym dyrektorom marketingu, ludziom odpowiadającym za największe budżety na świecie. Nie ma większej sceny, na której można się pokazać tym ludziom, a osiągamy dziś na niej wielki sukces” – podkreśla Dawid Szczepaniak, Creative Chairman VML Poland. Lucky Fan Index zgarnął w Cannes łącznie sześć nagród: – Grand Prix w kategorii w kategorii Creative Commerce / Customer Acquisition & Retention – Złoty Lew w kategorii Entertainment Lions for Sport – Złoty Lew w kategorii Brand Experience & Activation / Tech-Led Brand Experience – Złoty Lew w kategorii Creative Commerce / Entertainment Commerce – Srebrny Lew w kategorii Creative Data – Brązowy Lew w kategorii Direct „Grand Prix w Cannes zdobywa tylko 0,07% zgłaszanych projektów. W tym elitarnym gronie znalazła się Wisła, która zawsze gra do końca. Cannes jest dziś Wiślackie! Jest pięknie! A to dopiero początek i metafora większych zmian, które zachodzą w Wiśle” – mówi Eugeniusz Licznarowski, Przewodniczący Rady Nadzorczej Wisły Kraków, który jako członek klubowej delegacji miał przyjemność odbierać nagrody na festiwalowej scenie. Wisła Kraków jest jedną z nielicznych polskich marek w historii, pierwszym polskim klubem sportowym oraz zaledwie jednym z kilku na świecie nagrodzonym w historii liczącego sobie już ponad 70 lat festiwalu Cannes Lions, tym samym wynosząc polski futbol na scenę, na której o uznanie rywalizują największe marki, agencje i platformy technologiczne globu. To sukces, który wykracza daleko poza marketing. To międzynarodowe potwierdzenie, że Wisła Kraków potrafi nie tylko rozpalać emocje na trybunach, lecz także wyznaczać nowe standardy dla całego świata sportu. „Jesteśmy niezwykle dumni, że Lucky Fan Index, projekt stworzony wspólnie przez Wisłę Kraków i VML, został doceniony na absolutnie najwyższym światowym poziomie. Cannes Lions to dla branży kreatywnej scena porównywalna z piłkarską Ligą Mistrzów, dlatego Grand Prix, kolejne Złote Lwy i wcześniejsze nagrody są dla nas momentem historycznym. To dowód, że Wisła Kraków jest klubem odważnym, nowoczesnym i gotowym wyznaczać kierunki również poza boiskiem. Najważniejsze jednak, że sercem tego projektu są nasi kibice – ich emocje, lojalność i wiara w Klub. Dlatego traktujemy ten sukces jako wspólne zwycięstwo Wisły, VML oraz całej społeczności Białej Gwiazdy” – mówi Florentyna Kulig, Dyrektor Zarządzająca Wisły Kraków. To wyjątkowa chwila dla całej społeczności Wisły Kraków. Dziękujemy agencji VML za współpracę, która wyniosła nas na najwyższy światowy poziom. Dziękujemy wszystkim kibicom Białej Gwiazdy – to Wasze zaangażowanie i pasja leżało u podstaw projektu Lucky Fan Index i jego sukcesu. #CannesLions #WisłaKraków #SportMarketing

🥇🥇🥇 Jest złoty hat-trick w Cannes! Tym razem Złoty Lew w kategorii Creative Commerce / Entertainment Commerce! Co tutaj się dzieje?! 🤯 https://t.co/xHUzgrt7JB #CannesLions #CreativeCommerce #Entertainment

Nous pensons avoir trouvé un modèle qui fonctionne vraiment bien, tant pour les entreprises que pour la communauté créative. Il est très simple, indépendant, inviolable, ce qui est extrêmement important

Face à l'IA, Cate Blanchett lance un site pour faire valoir les droits de chacun
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Tous les leaders mondiaux de la tech, de la publicité et du marketing sont à Cannes, désignée ville la plus créative de France par Adobe. 9,6/10. Première place, largement. Ce n'est pas un hasard. Le campus de la Bocca dédié aux industries créatives. La Malmaison rénovée. Le Suquet des Artistes créé… Tout ça en baissant la dette chaque année. En diminuant la fiscalité. Être créatif c'est avoir de l'audace, savoir se réinventer, prendre des risques. Aujourd'hui plus que jamais, Cannes gagne. Bientôt la France avec Nouvelle Energie. #Cannes2023 #Innovation #IndustriesCréatives

Cannes a été désignée ville la plus créative de France. Le site Adobe, qui a mené l’étude, a analysé les villes selon de nombreux critères par rapport à leur population : nombre de musées, d’événements, nombre d’emplois liés aux industries créatives… et avec une moyenne de 9,6/10, Cannes décroche assez largement la première place. Ce n’est pas un hasard. Partout dans notre ville, nous développons l’économie créative et la culture, et partout je rencontre des esprits créatifs. Ils peignent, produisent, dansent, réalisent, écrivent. Ils permettent le bon accueil et l’organisation des plus grands festivals au monde. Être créatif, c’est avoir de l’audace. C’est savoir se réinventer sans se reposer sur ses acquis. C’est prendre des risques. Ce n’est pas un hasard, car c’est aussi le fruit de tout ce que nous mettons en place à Cannes depuis des années pour stimuler la créativité. Ce n’est pas un hasard si nous avons créé à la Bocca un campus universitaire entièrement dédié aux industries créatives, et ce n’est pas un hasard s’il accueille aujourd’hui plus de 1200 étudiants et de nombreuses start-ups directement liées aux formations sur un même lieu. Au profit de la création de valeur et d’emplois. Nous menons aussi un gros travail pour pérenniser les grands événements et en attirer de nouveaux. Nous entretenons nos lieux culturels, avons rénové et agrandi la Malmaison, développé les médiathèques et bibliothèques, créé le Suquet des Artistes à la place de l’ancienne morgue. Nous menons une politique 100% Éducative et Culturelle pionnière et ambitieuse. Aujourd’hui Cannes est ainsi la ville la plus créative de France et quadruple championne du monde du tourisme événementiel. Tout cela en baissant la dette chaque année, en diminuant la fiscalité, en protégeant les contribuables et les générations futures, en investissant. Aujourd’hui plus que jamais, Cannes gagne. #Cannes #Créativité #Culture

The denial of reality will not prevent us from getting out of fossil fuels, capturing carbon, and restoring biodiversity. To achieve this, it will take the creative youth to take power against the rentiers and the dependents of all ages. The longer we delay this (translated)

The denial of reality will not prevent us from moving away from fossil fuels, capturing carbon, and restoring biodiversity. To achieve this, creative youth must take power against the rentiers and the dependents of all ages. The longer we delay this (translated)

Stirile ProTV Jun 18

Un studiu recent realizat de cercetătorii de la University College London sugerează că persoanele care frecventează muzee sau participă la activități creative pot experimenta un proces de îmbătrânire biologică mai lent, fenomen asociat cu îmbunătățirea sănătății mintale și sociale. #muzee #îmbătrânire #stiinta

Studiu: Persoanele care vizitează regulat muzee sau participă la activități creative ar putea îmbătrâni mai lent

et pour avoir regardé ca hier c'est assez dingue. ils intègrent les LLM et l'IA a tout les niveaux genre maintenant tu peux juste dire "Hey créé moi un salon, ambiance moderne, high standing avec un canapé, une table basse et des vieux vêtement par terre" et le truc fait tout pour toi (en allant chercher dans la gallerie d'asset mais imo c'est qu'une question de mois avant que ca soit techniquement capable d'en créer en 3D à partir d'un prompt textuel) Pareil pour l'éclairage genre "hey fait moi l'éclairage de Bogota à 9h30 du mat" et il va chercher les infos pour toi de a quoi ca ressemble Bogota à 9h30 du mat. Ils essaient vraiment de tendre le métier vers des gens qui savent parler en prompt à leur logiciel sans forcement avoir de bagage technique. Du coup on va avoir beaucoup de gens qui vont pouvoir créer des jeux basique qui ressemblent à du quasi AAA même sans avoir fait d'études juste en utilisant les outils de base de Unreal. L'avantage c'est que quelqu'un qui aurai vraiment une idée créative très bonne pourrait se lancer dans le JV même sans venir du métier, ca devient à la portée de plus en plus de gens. Mais le risque, c'est de un, d'avoir une vraie perte de connaissance d'ici quelques années, et de deux on risque d'avoir une surabondance de "Unreal Slop" qui utilisent les outils de base et qui vont tous se ressembler un peu (et c'est déjà un peu le maintenant) surtout que de l'autre coté la nouvelle génération de joueur sont de plus en plus bloqué sur 4 ou 5 titres qui ont des taux de rétention très forts et n'en sortent pas. Donc on va ouvrir en grand les vannes d'une offre massiveet qui sera probablement de qualité très moyenne et de l'autre une demande qui ne grossit pas aussi vite. ca me fait un peu penser aux ingrédients du crash du JV des années 80. #IA #JeuxVidéo #Technologie