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#Demagogia

Ups! De qué se van a dibujar los periodistas ensobrados, los econochantas y los políticos demagogos repetidores de relatos estúpidos? CIAO! #Periodismo #Demagogia #Economía

El gobernador de Salta pide que entre todos le paguemos el 80% de la luz a los salteños durante el verano para que estén bien fresquitos. El nivel de demagogia y locura es absoluto. https://t.co/FApqgw66UN #Salta #Electricidad #Demagogia

La Malva-rosa is fed up with the fascist campaigns against migrants: "They are pure demagoguery". The far-right seeks to create tension in the neighborhood with campaigns against unaccompanied minors and plans to organize nighttime patrols. (translated)

"voy a subir las jubilaciones un 20% y subir los salarios" Con esta promesa de pura magia y demagogia Alberto Fernandez arrasaba en las urnas con un 47% en el 2019. Una vez mas hay que decir que la democracia universal en un pueblo subeducado e inmoral NO FUNCIONA. https://t.co/0zq9eUOTXJ #Política #Economía #Democracia

Analiza Demagoga wykazała, że żadna z ośmiu sprawdzonych wypowiedzi Romana Giertycha nie była prawdziwa. Wśród błędów znalazły się https://t.co/A9OwQwu64v. manipulowanie statystykami, błędna interpretacja prawa i nieprawdziwe informacje o bezpieczeństwie energetycznym. Materiał przygotował @wdparol. #Demagogia #FakeNews #Analiza

🚨 La Spagna sospende Schengen per l’Italia da domani e per un mese, reintroducendo i controlli alle frontiere aeree e marittime per la pressione migratoria. Demagogia nazionalista provoca demagogia nazionalista. Perdono i cittadini ordinari. #Italia #Schengen #Migrazione

L’idea che la linea di politica estera italiana si debba decidere nei gazebo fa capire quanto in basso siamo caduti . Demagogia contro responsabilità. #Politica #Italia #Democrazia

Este mensaje es impropio del Ministro de Exteriores de un país socio y amigo del que esperamos solidaridad europea y no demagogia partidista

Italia anuncia que suspende provisionalmente el acuerdo Schengen con España y que reintroduce controles en puertos y aeropuertos
www.eldiario.es

However, 25,000 irregular migrants who entered Ceuta yesterday have already returned to Morocco, a number higher than all the repatriations ever done by Italian governments. If only Meloni, Tajani, and Salvini could count to ten before shooting off demagoguery… (translated)

Da un Paese amico e partner ci aspettiamo solidarietà europea e non demagogia partitica

Almeno 49mila migranti entrati a Ceuta in 24 ore. 'Scontri con lanci di pietre alle frontiere'. Il bilancio dei morti sale a 18
www.ansa.it

Este mensaje es impropio del Ministro de Exteriores de un país socio y amigo del que esperamos solidaridad europea y no demagogia partidista

Meloni plantea el cierre del espacio Schengen con España y Albares convoca al embajador de Italia como protesta
www.eldiario.es

Crisi migranti a Ceuta, il ministro degli Esteri spagnolo José Manuel Albares ha annunciato di aver convocato per domani l’ambasciatore d’Italia dopo le dichiarazioni di Antonio Tajani. Albares ha definito le parole del ministro italiano “indegne” e ha affermato che Madrid si aspetta “solidarietà europea, non demagogia partitica” - #Migranti #Ceuta #Solidarietà

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

Un pueblo que trata así a su propia tierra luego llora en el exterior por las Malvinas cada vez que tienen la oportunidad. Así cuidan a su patria. País de 50 millones de demagogos. https://t.co/XL7XJlNEG8 #Malvinas #Patria #Demagogia

Aunque parezca increíble, puede haber alguien peor incluso que Pedro Sánchez. El video de ayer de Óscar Puente, obra maestra de la demagogia, lo demuestra. Le replico frase a frase aquí 👇🏼 https://t.co/izVh4upo9Y https://t.co/kTaHMejUjc #Política #Demagogia #España

Se tutti i minori tra i 14 anni e i 18 anni rientrano nel cosidetto decreto anti-maranza, stai dicendo che tutti i minori sono teoricamente maranza. Basta leggi ad cronacam, basta solo repressione, basta demagogia elettorale sulla pelle dei ragazzini #DirittiDeiMinori #Legge #Giustizia

@BostonTea84 To prawda - nie widzę. Polecam podróże każdemu po naszej pięknej Europie i sprawdzić prawdziwość prawicowej demagogii na własne oczy. #podróże #Europa #demagogia

É sempre delicioso ver quem defende "taxar grades fortunas" fazendo manobra tributária pra pagar menos ou não pagar impostos. PS: sou 100% favorável a manobras tributárias e 100% contra demagogos. #Impostos #JustiçaFiscal #Demagogia

Las declaraciones de Ivan Cancino, ministro de Justicia designado por Abelardo de la Espriella, deben encender todas las alertas. Que no engañe el tono sosegado. Esa moderación no resulta creíble en el contexto de una agenda ultra que Abelardo de la Espriella no esconde. Primera alerta: hablar de mejorar el “acceso a la justicia” mientras se anuncia una motosierra fiscal es pura demagogia. El desguazamiento del Estado que proponen es incompatible con descongestionar los juzgados, fortalecer la Rama Judicial y garantizar justicia en todo el territorio nacional. Segunda alerta: no debe tranquilizar a nadie que digan que no acabarán la JEP. Para hacerlo necesitarían mayorías calificadas que probablemente no tienen. Por eso, cuando hablan de revisar “temas de gasto” que no tengan “respaldo constitucional y convencional”, lo que anuncian de manera solapada es el intento de asfixiarla presupuestalmente, incluso hasta volver inviable su funcionamiento. Tercera alerta: las mega cárceles y la privatización penitenciaria. La evidencia internacional muestra que se trata de una política para enriquecer rentísticamente a grandes empresarios a costa del erario. En Estados Unidos, donde se han aplicado diversos esquemas de cárceles privadas, el modelo no ha generado ahorros fiscales significativos, ha mostrado peores indicadores que las prisiones públicas, ha amarrado al Estado a contratos que reducen su margen de maniobra en política criminal y ha creado incentivos perversos para el encarcelamiento. No bajaremos la guardia un solo minuto en defensa de la justicia transicional y restaurativa, de la independencia de la Rama Judicial, de su financiación adecuada y de una política criminal que no sea capturada por grandes intereses particulares y empresariales. #Justicia #DerechosHumanos #Política

Zoltán Jul 7

Néztem Kapitány Istvánt és azt vettem észre, hogy a szakmai dumát valamint ezeket az összetett válaszokat Toroczkai, Rétvári, stb. nemhogy felfogni, hanem megérteni is képtelenek! Ott beszél az ember a pulpituson, nyomja fejből a hálózati terhelhetőséget, a felvevő oldalt meg a fizikai korlátokat, mintha csak a reggeli kávéját inná. Látszik, hogy nem a faliújságról olvassa, benne van a szakma. A túloldalon meg ott ül a Nemzeti Érettségizett Statiszta, és az arcára van írva a teljes egzisztenciális krízis. A harmadik összetett mondat után az agya végleg elengedte a fonalat, és átváltott abba a tipikus, üres nézésbe, amit legutóbb a középiskolai fizikaórán produkált a hátsó padban, mielőtt megkapta a kettesét jófejségből. ​Aztán persze megkapja a mikrofont, mert a demokrácia nagy ajándéka, hogy a gombnyomáson kívül beszélni is szabad. ​Mit kapunk a hálózati szűk keresztmetszetekre válaszul? Semmit. Jön a menetrendszerű magánszám, egy az egyben lehozva a családi bulik kötelező, pálinkaszagú konteós rokonának a szintjét. Azt a figurát, akit a lagziban is csak azért nem vezetnek ki a kertbe, mert mégiscsak a családhoz tartozik, így inkább mindenki bólogat megmosolyogva, amikor elkezdi magyarázni, hogy a háttérhatalom mérgezi a kutakat. Na, pont ezen a szellemi szinten dörren meg a parlamenti mikrofon. ​A legnagyobb fricska az egészben mégis az a társaság, amelyik 16 évig abban szocializálódott, hogy a lojalitás mindent visz, a szakértő meg egy gyanús ellenség, akit el kell kussoltatni. Most meg ott ülnek az ellenzéki padsorokban, és fogalmuk sincs, mit kellene csinálni. A gyári beállításukban csak a parancsteljesítés volt benne, most meg hirtelen intellektuális munkát kellene felmutatni... Hát, olyan is. Úgy pislognak abban a patkóban, mint akik teljesen eltévedtek. ​A lényeg, hogy a fizikát nem lehet politikai lojalitással hajlítani, a hálózatot meg mérnökök fogják összerakni, nem a demagógia. A többieknek meg marad a pózolás, meg a dörgedelmes semmi... #magyar2026 #Tisza2026 #politika #szakma #demokrácia