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#Desconfiança

Trump rejected Iran's proposal to reopen the Strait of Hormuz in seven days, citing distrust in Tehran's capabilities, while the resumption of attacks by the US could occur after the midterm elections. (translated)

Trump rejeita oferta do Irão para reabrir Ormuz em sete dias

Donald Trump rejected Iran's proposal to reopen the Strait of Hormuz in seven days, expressing distrust about Tehran's ability to meet the demands, while the Portuguese government faces criticism over rising fuel prices. (translated)

As notícias das 6h

The CPI of Banco Master is trapped in an institutional labyrinth. The request presented by Senator Alessandro Vieira on March 9 was filed with 35 signatures and later reached 41 - above the 27 required by the Constitution. Almost six months have passed without the Senate President, Davi Alcolumbre, taking action on the request. On Tuesday, September 22, another obstacle arose. Cristiano Zanin denied the injunction seeking to compel the Senate to establish the committee, arguing that the omission by Alcolumbre has not yet been proven in a "pre-constituted and unequivocal" manner. According to Zanin, it is necessary to clarify how other requests regarding Banco Master were treated and whether there is any overlap between them. Article 58 of the Constitution establishes three requirements for the creation of a CPI: support from one-third of the senators, a determined fact, and a certain deadline. And the jurisprudence of the Supreme Court itself asserts that, once these conditions are met, the creation of the committee is the right of the parliamentary minority and does not depend on the political convenience of the majority or the Presidency of the House. In 2021, the Supreme Court itself confirmed an injunction obliging the Senate to establish the Pandemic CPI. At the time, the Court explicitly stated that, having met the constitutional requirements, there could be no omission or political convenience analysis by the Senate Presidency. And in the Master case, there is not only this request. Another request related to the scandal garnered 53 signatures and was also brought to the Supreme Court due to the lack of progress in the Senate. The objective scenario painted by Zanin is embarrassing; requests with surplus signatures remain stagnant for months, and when parliamentarians turn to the Supreme Court, they are told that elements are still lacking to prove the omission. Let's be clear: in the Master case, there are no shortages of signatures, facts, or seriousness; what is lacking is for the CPI to get off the ground. Alcolumbre does not convene it, Zanin does not order its establishment, and the result is a stalled investigation, despite constitutional backing. In a scandal of this magnitude, preventing the light from coming in has already become part of the scandal itself - and only deepens the distrust of this Court. (translated)

The European Union faces significant challenges and must rediscover its roots of peace and solidarity so that Europeans can understand the importance of walking together amid the rise of nationalism and distrust in institutions. (translated)

Europa: unir o que a História não pode voltar a separar

In a Europe where voting for extremes and distrust in institutions is growing, it is at least a curious recipe to concentrate more decisions in the center and hope that citizens feel closer. The answer should be to transfer fiscal, economic, and social decisions from the states. (translated)

Os indícios de que Lula participa do processo decisório da banda podre do STF para tentar blindar Moraes e obstruir justiça no trabalho de Mendonça como relator da Compliance Zero. 1) Andrei Rodrigues atua contra o trabalho de Mendonça desde o começo. Disse um agente da PF ao jornalista Igor Gadelha, em 11 de setembro: “A decisão de não apresentar pedidos a Mendonça ocorreu por questão de estratégia e desconfiança em relação ao ministro.” Eles preferiram desrespeitar a relatoria e levar pedidos a Dino. Ficaram sete meses ignorando Mendonça, obstruindo justiça. Foi por isso que Andrei foi afastado por Mendonça: a serviço de Lula, ele estaria obstruindo justiça no caso Master. 2) Segundo o Poder360, o Planalto, ou seja, Lula, articulou a reação com Dino para reintegrar Andrei. No fim, Andrei acabou reintegrado quando Fachin cassou ambas as decisões monocráticas. 3) Zanin, ex-advogado pessoal de Lula, driblou a relatoria de Mendonça e pediu diretamente a Andrei cópia dos dados do celular de Vorcaro. Logo depois, começaram os vazamentos contra Nunes Marques e Fux, tentando evitar que votassem pela investigação contra Alexandre de Moraes. Logo, Lula está tentando salvar Moraes. 4) Para piorar, agora Fux e Mendonça — que é o relator! — precisaram pedir acesso ao celular de Vorcaro. #Lula #STF #Justiça

"A Suprema Corte tem que ser exemplo nesse país." Lula fala sobre o judiciário, que não pode ficar sob desconfiança da sociedade. https://t.co/mslYs2ifrr #SupremaCorte #Justiça #Judiciário

Democracy cannot be taken for granted. It is built and protected every day through freedom, participation, strong institutions, and respect for the rule of law. In a time marked by disinformation, polarization, and growing distrust in... (translated)

Enquanto a gente está justificadamente preocupado com o STF no Brasil, parece que uma merda ainda maior está acontecendo no mundo. Os chefes das três IAs mais poderosas do Ocidente - Anthropic (Claude), OpenAI (ChatGPT) e xAI (Grok, do Elon) - acabaram de se alinhar em público para desacelerar o avanço da fronteira da tecnologia. Dario Amodei publicou hoje o texto pedindo para "segurar o ritmo". Altman respondeu que concorda. Musk: "Dario is right." Quando esses três concordam em alguma coisa, alguma cagada já aconteceu. Não foi um acordo formal assinado à mesa. Foi pior: um alinhamento público, do nada, no sábado. O pedido não é parar a IA. É desacelerar a melhoria das capacidades de ponta porque, segundo o próprio Amodei, a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade deles de entender e controlar o que criaram. A Anthropic já admite que o Claude escreve a maior parte do código da própria empresa. Ou seja: a IA está cada vez mais construindo a próxima IA. Já tínhamos relatos de agentes saindo do sandbox, se comunicando entre si, invadindo sistemas, trapaceando em testes e mentindo para os próprios criadores - no estilo HAL 9000. O episódio mais citado envolve agentes da OpenAI que, em avaliação interna, escaparam, se coordenaram e atacaram infraestrutura externa. Amodei foi além: avisou que, em 6 a 12 meses, um enxame desse tipo poderia tomar pedaços da internet e causar prejuízo de centenas de bilhões. Três cenários daqui para frente: 1. Segunda na bolsa. Quase toda a valorização de Nvidia, Microsoft, Google e das próprias labs foi precificada no avanço exponencial da IA. Se o mercado ler isso como freio real, e não só discurso de segurança, pode ser banho de sangue. Se ler como teatro para acalmar Washington, o tombo fica menor - mas a desconfiança fica. 2. A China não vai fazer o mesmo. Enquanto Ocidente discute "pacing", Pequim trata isso como oportunidade. O risco estratégico é óbvio: o lado que freia por medo entrega vantagem para o lado que não freia. 3. O pior cenário não é o crash de segunda. É o motivo do freio ser verdadeiro. Se os caras que ganham trilhões acelerando agora pedem para desacelerar juntos, o cálculo deles mudou. Ou viram algo que o público ainda não viu, ou sabem que o próximo salto - autoaperfeiçoamento recursivo - pode sair do controle. A coisa está realmente assustadora. #IA #Tecnologia #SegurançaDigital

Sr. Fachin: nem pense em sessão fechada, “no segredinho”. Fechamento das portas em julgamentos que envolvem membros da alta cúpula do Judiciário fomentaria ainda mais desconfiança social e afrontaria a transparência e a impessoalidade. Os documentos já estão públicos. Não existe mais qualquer motivo para limitar a publicidade do ato. Ao contrário: neste momento histórico, em que a imagem do STF foi completamente destruída, penso que o escrutínio público seria um primeiro passo para uma tentativa de reconstrução institucional. #transparência #justiça #STF

"Chegamos a um ponto em que qualquer sessão fechada será um elemento gerador de máxima desconfiança sobre o comportamento do tribunal. E qualquer deliberação estará sobre a desconfiança da sociedade", comenta o professor de Direito Constitucional Gustavo Sampaio sobre a reunião marcada para próxima terça-feira (15), no STF. ️➡️#GloboNewsemPonto de segunda a sexta, às 06h30, na #GloboNews #STF #Direito #Justiça

Noite!!! Vitória histórica lá na altitude. A gente falava sobre a satisfação de voltar com um empate, alguns até aceitavam uma desvantagem de apenas 1 gol no agregado. Mas o Flamengo reservou algo especial pra essa noite. Vitória espetacular em Quito, contra uma adversário difícil. Hoje pela manhã aproveitei pra ir no supermercado. Mundial da Lapa, sempre concorrido, dependendo do dia vira uma simulação de aniversário Guanabara. Em determinado momento, no corredor dos sucos, uma senhorinha que até lembrava a minha falecida avó me pediu pra pegar um de laranja pra ela, na última prateleira, a mais alta. Quando vi o rótulo, logo tratei de desconversar. Contei horrores (mentiras) sobre uma dor de barriga terrível da última vez que bebi aquela marca… Hoje não era dia pra Del Valle… Não sei se era o que ela queria, mas consegui convencê-la a ir de Maguary mesmo, na primeira prateleira, mais acessível, “nível do mar”… Atende e mata a sede, da mesma forma!!! Certas vitórias são construídas nos pequenos gestos do dia a dia, essa foi uma delas, Libertadores da América… Aquela sensação discreta de que você fez a sua parte pela vitória… Dito tudo isso, resultado absurdo a 3.000m de altitude. Raro um time brasileiro conseguir tal feito. Leonardo Jardim, rodeado de desconfiança, naturalmente, está com o time na mão. O trabalho é muito bom, muito mesmo. Seria injusto falar sobre esse jogo e não enaltecer a atuação do Ayrton Lucas. A gente critica quando tem que criticar, mas também é preciso elogiar quando é merecido. Muita raça, salvou um gol num corte providencial. Royal colocou na cabeça do Léo Pereira. Jorge Luiz Frello Filho, O Jorginho, não cansa de nos mostrar como sua contratação foi um divisor de águas na história recente do Flamengo. Jogou até o final contra Botafogo, Mirassol, Remo (temporal + gramado pesado) e hoje, na altitude. Faz 35 aninhos em dezembro. Não tem migué, não escolhe jogo. Altitude??? ⛰️🇪🇨 Respire melhor no nariz. Número 27 nas costas. Manga comprida. Bruno Altitude Henrique. 2019, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26… Nessa altura do campeonato já não tem mais mistério… A Geração 2019 não cansa de nos presentear. Quando o calor aperta, comida na mesa! Seguimos mais vivos do que nunca no sonho do PENTA. Hoje, mais do que nunca, o Flamengo RESPIRA. Seremos campeões! 🏆🏆🏆🏆👹🫳🏽🏆 #Flamengo #Libertadores #Vitória

The article by Luís Campos Ferreira discusses how the lack of effective responses from the State to complex social problems, such as violent crime and the slowness of justice, generates distrust and resignation in society, highlighting the importance of institutional credibility. (translated)

A lei do menor esforço

The Russian Foreign Minister, Sergei Lavrov, stated that the pre-war relations between Russia and the West will never exist again, citing distrust towards Western countries that, according to him, lied and continue to lie. (translated)

Kremlin: relações pré-guerra com Ocidente "nunca mais"
VEJA 3w

Chefe da PF enfrenta desconfiança de que estaria repassando ao Planalto informações de investigações sigilosas https://t.co/mbmdDxp1Kg #PF #investigações #Brasil

Critiquei André Mendonça quando avalizou, como AGU, o inquérito das fake news, agora usado por Moraes contra ele próprio. Comentei que era melhor abrir mão do cargo que compactuar com o passe-livre ao autoritarismo. Em 2019, Jair Bolsonaro saiu em defesa de Mendonça pelo aval. Desde então, Moraes explora sua relatoria infinita e exorbitante - em nome da “democracia” - contra todos que ousam trazer à tona verdades comprometedoras sobre ele e seus pares do Centrão do STF. Faz isso há mais de 7 anos com veículos de comunicação, jornalistas, auditores fiscais e, dessa vez, com um colega de Corte que ousou não esconder o nome dele mesmo: o destinatário dos pedidos de blindagem feitos por um banqueiro criminoso que havia contratado sua esposa por R$ 131 milhões. Neste sentido, talvez seja o ato não só mais bizarro, mas também o de maior hipocrisia da história do Poder Judiciário brasileiro, que esse mesmo Moraes peça, na condição simultânea de juiz e pretensa vítima, investigação de outro relator por abuso de autoridade e crime de responsabilidade, apontando “quebra da imparcialidade judicial” e direcionamento de alvos “por motivos pessoais e políticos”. Não que Mendonça seja o exemplo máximo de isenção. Anos antes dos casos Master e INSS, ele blindou, com manobras processais, o deputado federal bolsonarista Silas Câmara, que estava prestes a ser preso por “rachadinhas” e que havia apoiado seu nome para o STF, quando Mendonça o chamava de “ombro amigo”. Mas, a despeito da desconfiança de não dar ao caso “Dark Horse” a mesma celeridade que aos de Lulinha e Moraes, nada há de concreto até o momento que torne sua supervisão judicial mais anômala que as de Moraes ou de Toffoli (sócio-oculto do resort Tayayá), jamais alvos de pedido de investigação apresentado por colegas. Tanto é assim que, para desqualificar Mendonça, Moraes se baseia em um relatório interno da PF que se define como “sem caráter decisório e sem valor probatório”; que não tem cabeçalho oficial da corporação, nem é assinado por delegado algum; e que apresenta relatos anônimos sem provas documentais, com grau de confiança de “baixa a moderada”. De sólido, o relatório aponta que as suspeitas apresentadas pela PF contra a relação de Toffoli com Vorcaro eram graves e não foram alvos de apuração no STF. Toffoli também foi blindado por Gilmar Mendes - em relatoria ainda mais esdrúxula, ressuscitada pelo decano três anos depois do arquivamento do caso original - contra quebra de sigilo da empresa Maridt determinada pela CPI do Crime Organizado. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira, virou até alvo de Gilmar em ação na PGR de seu amigo e ex-sócio, Paulo Gonet. A casta do sistema é assim: permite-se toda sorte de extrapolações, mas retalia desafetos sem qualquer evidência igual ou maior de abuso. O que fica evidente, dessa vez, é o absoluto desespero de Moraes. #Justiça #STF #Democracia

September 11 transformed the global perception of America, shifting from an unquestionable moral reference to a focal point of distrust and criticism, culminating in a crisis of credibility for American elites and the emergence of political movements that challenge the traditional establishment. (translated)

25 depois do 11 de Setembro

A bomba-relógio de Roberta Luchsinger André Marsiglia/@Poder360 Em março deste ano, a coluna Radar, de Robson Bonin, na revista Veja, publicou um bastidor importante: um emissário de Roberta teria levado a auxiliares de Lula o recado de que ela exigia proteção e avisava que não “cairia sozinha”, se fosse abandonada.  Na sabatina do Jornal Nacional, na última quinta-feira, Lula fez exatamente o que o aviso recomendava que não fizesse e negou conhecer Roberta três vezes. No dia seguinte, a imprensa em peso expôs diversas fotografias em que ela aparecia ao lado de Lula, além de lembrar que ela participou de jantares com o presidente, foi candidata pelo PT e até mesmo tentou doar dinheiro a Lula, em 2017. Lula reservou tratamento amigável a todos os personagens do escândalo. Manifestou confiança na inocência de Lulinha e de Marcola, seu ex-chefe de gabinete. No entanto, a sócia de seu filho recebeu como recompensa ser chamada de pilantra, ao vivo, na Globo. Segundo relatos publicados depois da entrevista, ela teria ficado possessa e aliados do presidente correram para tentar evitar que concedesse entrevistas. Roberta teria muito a dizer. Até mesmo sobre Lula. Em um dos episódios relatados nas investigações, Roberta afirmou que Lulinha conseguira uma reunião do governador do Maranhão no Planalto. Um mês depois, Lula despejou R$ 59 bilhões em investimentos no Estado. Alguém, além do Estado do Maranhão,  teria ganhado com isso? Essas são perguntas potencialmente comprometedoras que Roberta poderia esclarecer. Lula se encontra preso a um dilema criado por ele mesmo. Se abandonar Roberta, pode empurrá-la a revelar o que sabe sobre tudo e todos, eventualmente, até sobre o presidente. Se tentar aproximar-se dela, enfrentará sua desconfiança e agirá sob os holofotes da imprensa, que aguarda o próximo movimento do tabuleiro. Depois de afirmar que nunca a viu e chamá-la de pilantra, qualquer movimento de conciliação será notado. Lula pode abandonar a bomba e correr o risco de vê-la explodir. Ou tentar desarmá-la diante das câmeras. Para o presidente, já não existe saída segura. Só resta escolher de que maneira Roberta Luchsinger poderá causar mais estragos a ele e à sua campanha.  https://t.co/YlH9jfZzY5 #Lula #Política #Escândalo

Renan Santos foi muito claro e objetivo em sua entrevista ontem ao JN. Prometeu ao Brasil um “futuro glorioso” desde que possa, se eleito, determinar quais decisões da Justiça são legais e quais não são, quem é bandido e quem não é e quais procedimentos inconstitucionais são aceitáveis. A história, entretanto, mostra que um governante que busca mais poder entrega apenas um regime autoritário, com mais corrupção, menor alternância de poder e menos liberdade para o cidadão. Os graves problemas que enfrentamos hoje, como o crime organizado, as altas taxas de juros e a desconfiança das instituições, não serão resolvidos com atalhos ou salvadores da pátria. A construção de uma nação próspera exige o respeito às leis, o cumprimento da Constituição, o fortalecimento das instituições, menos poder aos políticos e a eleição de lideranças que tenham equilíbrio e histórico de entregas. Um caminho diferente do apresentado por Renan. #Política #Justiça #Liberdade

Observador Aug 26

The article by Nuno Nabais Freire discusses the importance of openly addressing the uncertainties and mistakes of institutions, arguing that a society that prohibits doubt in the name of truth generates distrust and polarization, emphasizing the need for a healthy dialogue that does not confuse questioning with disinformation or an attack on democracy. (translated)

Porque precisamos de falar do que nos assusta?