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#Desemprego

O Senado priorizou a PEC do fim da escala 6x1 e enterrou nossa proposta, a PEC do Trabalho Flexível. Cerceiam o debate para empurrar a pauta ideológica do PT. O Brasil tinha um caminho melhor, mas escolheram populismo, desemprego e projeto de poder. Lamentável! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/qeUWQ66vdK #Trabalho #Política #Brasil

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Hoje tem Tariflávio Rachadinha na Globo e se ele não for encurralado sobre: - 61 milhões do Vorcaro - rachadinha - tentativa de golpe de Estado - ataque às instituições democráticas - interferência na PF para proteger a familícia - negacionismo na pandemia e 700 mil mortes - fila do osso - desemprego - inflação - escala 7x0 - mansão de R$ 6 milhões em Brasília - 51 imóveis pagos em dinheiro vivo - relação com a milícia, Adriano da Nóbrega e crime organizado - traição à Pátria, tarifaço, entreguismo e submissão aos EUA… A Globo terá escolhido de que lado ela está nestas eleições! #Rachadinha #Tariflávio #Democracia

Se Bolsonaro tivesse sido reeleito em 2022 jamais estaríamos passando por essa quebradeira recorde Desemprego caiu pela metade, redução de impostos, caixas do governo federal e municípios no azul, recorde em abertura de empresas etc Teremos +1 chance agora,com @FlavioBolsonaro https://t.co/JymneTdCOX #Bolsonaro #Economia #Emprego

🙉🙊🙈 Tá um silêncio ensurdecedor dos anjos do apocalipse hoje em relação aos dados de inflação hein, tadinhos passando mais vergonha. Aí sempre tem os picaretas funcionais que falam: “ah mas o IBGE”, essa frase é bem ignorante pois significa que não sabem pesquisar outras fontes como a FGV ou secretarias dos estados da oposição… O Tarcísio tá mandando maquiarem dados de inflação e desemprego também?! Além disso o IBGE tem muita gente técnica e competente, além de obviamente Bolsonaristas. #Inflação #Economia #DadosEconômicos

Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook

A sensação ataca novamente! Dessa vez é porque estamos comprando mais... O roteirista dele esqueceu que o povo está reclamando que não consegue comprar o básico, que está caro. A energia está cara, tudo em relação a sobreviver está caro. E o juro? Lá nas alturas. Demitam-no! https://t.co/xEt3BFqMST #Economia #CustoDeVida #Desemprego

The CGTP demands the removal of the unemployment social subsidy from the Unique Social Benefit (PSU) to prevent the unemployed from becoming more unprotected, arguing that the integration of this subsidy into the current system results in unequal treatment and violation of rights, reductions in the duration and value of benefits, and negative impacts on pension contributions. (translated)

CGTP exige retirada do subsídio social de desemprego da PSU
Lula 2w

Geramos mais empregos. O salário mínimo voltou a ter aumento real, depois de anos sem ganho acima da inflação. O desemprego chegou à menor taxa da série histórica. Criamos o Pé-de-Meia para ajudar milhões de jovens a permanecer na escola. E, em 2026, quem ganha até R$ 5 mil passou a ter o imposto de renda zerado. É disso que estamos falando quando falamos de futuro: emprego, salário, educação, saúde e oportunidade para o povo brasileiro. É por esse futuro que eu continuo lutando. Porque o Brasil já mostrou que pode avançar. E está pronto para avançar ainda mais. #Emprego #Educação #Futuro

The law of the PSU is published. After the seventh month of unemployment, minus 161 euros. Families with a minimum wage at home, zero. And unpaid work as a condition for support. They promised that no one would lose. They lied. We will seek the necessary dialogues for parliamentary review. (translated)

"o homem não aceitou ganhar 1 salário mínimo fiel infelizmente não teve como renovar, tentamos de tudo" #SalárioMínimo #Emprego #Desemprego

Combater a apologia do fascismo exige ação política, educação crítica, mobilização social e defesa firme dos valores democráticos. 🧠 1. Educação histórica e crítica - Ensinar o que foi o fascismo: regimes como os de Mussolini e Hitler devem ser estudados com profundidade, destacando seus métodos autoritários, repressivos e genocidas. - Desconstruir mitos e revisionismos: combater narrativas que romantizam ou relativizam crimes fascistas é essencial para evitar sua banalização. - Promover cultura democrática: incentivar o pensamento crítico, o respeito à diversidade e a valorização dos direitos humanos desde a escola. 📢 2. Ação política e institucional - Legislação clara contra apologia ao fascismo: fortalecer leis que punem incitação ao ódio, símbolos fascistas e discursos antidemocráticos. - Fiscalização e responsabilização: exigir que autoridades tomem medidas contra grupos que promovem o fascismo, inclusive nas redes sociais. - Defesa das instituições democráticas: proteger o funcionamento livre do parlamento, do judiciário e da imprensa contra ataques autoritários. 🤝 3. Mobilização social e cultural - Organizar frentes amplas antifascistas: unir partidos, movimentos sociais, sindicatos e intelectuais em torno da defesa da democracia. - Criar espaços de resistência cultural: livros como Como Travar o Fascismo, de Paul Mason, e Fascismo – História e Teoria, de David Renton, ajudam a formar consciência crítica. - Denunciar publicamente manifestações fascistas: não normalizar discursos de ódio, mesmo quando travestidos de “opinião” ou “liberdade de expressão”. 🧩 4. Combater o ressentimento e o medo - Enfrentar as causas sociais do fascismo: desemprego, desigualdade e insegurança são terreno fértil para discursos autoritários. - Promover políticas públicas inclusivas: garantir acesso à educação, saúde, moradia e cultura reduz a adesão a soluções simplistas e violentas.

The global youth unemployment rate reaches 12.4%, affecting 67 million people between the ages of 15 and 24, due to economic stagnation and the impact of Artificial Intelligence, with the possibility of 5.6 million young people losing their jobs if 10% of jobs exposed to AI disappear. (translated)

Desemprego jovem cresce globalmente face a desafios da IA

Importante a gente honrar a palavra que dá numa campanha. O Presidente Lula prometeu isentar as pessoas que ganham até R$ 5 mil de Imposto de Renda e nós executamos. O governo do Tarcísio, do campo poliítico dele, prometeu a mesma coisa e não entregou nada. Entregou desemprego, fila do osso, 33 milhões de pessoas passando fome. São Paulo não pode mais ficar pra trás. São Paulo sempre foi vitrine de políticas públicas importantes. Nosso plano de governo vai ser lançado essa semana, nós vamos ter oportunidade de divulgar item por item e nós vamos cumprir. Nós vamos cumprir porque o nosso compromisso é com você. #HaddadNaBand #Debate #Política #Compromisso #SãoPaulo

The unemployment rate in Portugal fell to 5.3%, the lowest level since 2011, driven by an increase in summer seasonal jobs, especially in the services sectors in the tourist areas of the Algarve and Greater Lisbon. (translated)

Empregos de Verão fazem cair desemprego para mínimos

The Portuguese government, represented by the Minister of Economy and Territorial Cohesion, Manuel Castro Almeida, stated that it is open to immigration for people who are fit to work but rejects the idea of open doors for the indiscriminate entry of migrants, emphasizing that there is virtually no unemployment in Portugal. (translated)

Governo sem "portas escancaradas" na imigração mas recetivo

Portugal recorded its lowest unemployment rate in the last 15 years between April and June, with a 1.9% increase in the employed population, while the president of Ukraine renews requests for missile defense after intense Russian attacks. (translated)

13h. Taxa de desemprego mais baixa dos últimos 15 anos

The unemployment rate in Portugal fell to 5.3% in the second quarter of 2026, the lowest level since 2011, with a 1.9% increase in the employed population compared to the previous quarter. (translated)

INE. Taxa de desemprego desce para 5,3% no 2.º trimestre

🚨GRAVE - Fábrica da Gerdau em Recife anuncia desligamentos de centenas de funcionários https://t.co/Nh5QlfzYt3 #Emprego #Recife #Desemprego

Não foram poucas as conquistas deste último período. Nosso governo recolocou no orçamento da saúde 100 bilhões, que o Bolsonaro surrupiou, colocou no orçamento da educação outros 100 bilhões, que o Bolsonaro surrupiou, fez o Brasil crescer o dobro do que vinha crescendo, com inflação controlada e com desemprego na mínima histórica. Fez ajuste, mas não fez ajuste no lombo do trabalhador. Reajustou o salário-mínimo e a tabela do imposto de renda, garantindo a promessa de campanha de que salário não é renda e quem ganha até 5 mil não paga mais imposto de renda no Brasil. #ConvençãoLula #Brasil #Política #Saúde