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#Flexibilidade
newscolina Sep 10

🚨 Negociação entre Vasco e Tottenham volta a evoluir, mas desfecho positivo depende de Richarlison. O atacante recuou na possibilidade de rescisão na justiça, mas também não vê com bons olhos assinar por quatro anos com o Vasco. O Cruzmaltino alcançou condições de pagamento iniciadas apenas em 2027, com um longo parcelamento pelos próximos 4 anos (tempo de contrato), e que agradaram ao Spurs. Os valores não impactariam o caixa do clube de forma irresponsável justamente pela flexibilidade de pagamento por 48 meses. Neste momento, a decisão está nas mãos de Richarlison e de seu estafe. O atacante já manifestou o desejo de jogar pelo Vasco e a negociação chegou a ficar próxima de um desfecho, mas o jogador recuou por não querer assinar um contrato de quatro anos, já que pretende analisar oportunidades em outros mercados a partir de janeiro. O Vasco segue trabalhando para convencê-lo e está disposto a incluir uma cláusula de saída flexível, caso surja uma proposta considerada vantajosa para o clube e para o atleta a partir de 2027. Internamente, o Cruzmaltino entende que, se uma nova oportunidade aparecer na próxima temporada, Richarlison poderia atuar pelo Vasco em 2026 praticamente “de graça”, já que o novo clube poderia assumir os valores que seriam pagos pelo Vasco ao Tottenham durante os quatro anos de vínculo. Para o Vasco, não existem obstáculos para que Richarlison vista a camisa do clube agora e tenha liberdade para seguir outro caminho em 2027, caso essa seja sua preferência. A definição depende principalmente do jogador e de seus representantes, enquanto o Cruz-Maltino já realizou um grande esforço financeiro e de negociação para viabilizar o acordo com o Tottenham. 📰 @pedrosa #Vasco #Richarlison #Tottenham

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Canal do Pedrosa Sep 10

⚠️ Vasco e Tottenham seguem negociando venda de Richarlison. Decisão depende do jogador Como informamos durante todo o imbróglio da possível rescisão de Richarlison com o Tottenham, este foi o pior caminho a se tomar para a negociação com o Vasco. O estafe, que flertou com a decisão, não vai pedir a rescisão de forma oficial e há uma nova perspectiva desenhada. Com isso a relação de clube para a clube, que já era positiva e caminhava para um acordo, volta a clarear no sentido da compra do Vasco junto ao Tottenham para ter o atacante. Durante as negociações com o clube inglês, o Vasco alcançou condições de pagamento iniciadas apenas em 2027, com um longo parcelamento pelos próximos 4 anos (tempo de contrato), e que agradaram ao Spurs. Os valores não impactariam o caixa do clube de forma irresponsável justamente pela flexibilidade de pagamento por 48 meses. DEPENDE DO ATLETA Atualmente a questão está nas mãos de Richarlison (e estafe) que, após afirmar sua vontade de jogar no Vasco, viu o negócio ficar perto de se concretizar, porém não quer assinar um vínculo de 4 anos com o clube e recuou, visto que pretende explorar outros mercados a partir de janeiro. O Vasco fez e está fazendo tudo para convencer o atleta, inclusive, também como informamos, disposto a adicionar uma cláusula bem flexível em caso de uma proposta vantajosa para o clube e jogador a partir de 2027. O Cruz-Maltino avalia ainda que, se chegar uma proposta na próxima temporada, Richarlison poderá ter jogado no ano de 2026 até “de graça”, visto que a oferta de um novo clube englobaria os pagamentos que o Cruz-Maltino teria que fazer ao Tottenham ao longo dos quatro anos de contrato. Pelo Vasco, hoje, não há empecilhos para Richarlison vestir a camisa do clube e seguir seu caminho em 2027, caso prefira assim. Depende mais do estafe e seu atleta do que do Cruz-Maltino, que fez uma grande engenharia financeira e de convencimento ao clube inglês para finalizar a operação. #CanaldoPedrosa #Vasco #Tottenham #Richarlison

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Rick Azevedo Sep 1

Se aprovassem a tal PEC da flexibilidade e da negociação com o patrão, ele faria isso com um ser humano. Boa noite. #PEC #Trabalho #Direitos

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Lula Jul 30

Continuamos empenhados em diversificar os mercados de exportação, pedindo apenas alguma flexibilidade para setores considerados sensíveis.

Brasil é o maior importador mundial de automóveis chineses
observador.pt
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Lula Jul 27

Mantive na noite deste domingo, 26 de julho, uma conversa telefônica de mais de uma hora de duração com o presidente da China, Xi Jinping. Durante o telefonema, tratamos da implementação das sinergias entre os projetos nacionais de desenvolvimento dos dois países. Reiteramos o propósito compartilhado de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia, como inteligência artificial, satélites, beneficiamento de minerais críticos e comércio de fertilizantes. Ressaltei que o nosso governo segue comprometido com a diversificação de mercados e parceiros comerciais. Coincidimos a respeito da importância de acelerar as tratativas para um acordo MERCOSUL-China, que contemple as necessárias flexibilidades. Destacamos também os bons resultados do comércio bilateral, bem como o impacto positivo das jornadas culturais em curso este ano nos dois países e do acordo para isenção de vistos de curta duração. Essas iniciativas vão ampliar o fluxo de turistas e as oportunidades de negócio. Ao discutir os principais desafios da agenda internacional, lamentamos a proliferação de conflitos ao redor do mundo e seus impactos sobre a segurança alimentar e energética global, além das graves perdas humanas e materiais. Ao abordar a crise no Oriente Médio, concordamos que as restrições à livre navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb têm efeitos nefastos sobre a economia mundial. Expressamos profunda preocupação com a continuidade da situação humanitária em Gaza. Concordamos que o Grupo de Amigos da Paz pode desempenhar um papel relevante na retomada das negociações para o fim da Guerra na Ucrânia. Criticamos a incapacidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas de responder adequadamente a essas crises e observamos que o próximo ou a próxima Secretária-Geral da ONU enfrentará um cenário internacional particularmente desafiador. Nesse contexto, reiteramos o compromisso de Brasil e China com a defesa do multilateralismo e concordamos em manter estreita coordenação sobre esse e outros temas da agenda internacional no mais alto nível na ONU, no BRICS e outros fóruns. #CooperaçãoInternacional #Comércio #Multilateralismo

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Observador Jul 21

Portugal aparece como um dos destinos favorecidos pela alteração dos fluxos turísticos em consequência da instabilidade geopolítica, com aumento da ocupação hoteleira no Algarve, Porto e Alentejo, de acordo com um estudo da McKinsey que revela a cautela dos viajantes ao considerar segurança e flexibilidade nas suas decisões de viagem. #Turismo #Destinos #Segurança

observador.pt
Portugal entre destinos favorecidos por mudanças no turismo
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Brooklyn Guy Jul 11

O San Antonio Spurs ofereceu um contrato máximo para Victor Wembanyama e o francês decidiu por conta própria abrir mão de mais de 50 milhões de dólares pra dar flexibilidade salarial pro time Ele poderia ganhar até 303 milhões de dólares e optou por 252 milhões https://t.co/eumcdN2cQR #NBA #VictorWembanyama #SanAntonioSpurs

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Coast to Coast Brasil | NBA Jul 10

Victor Wembanyama cogita assinar por menos que a extensão máxima contratual de US$ 251 milhões/5 anos para dar mais flexibilidade financeira ao San Antonio Spurs. 🗞️- @JakeLFischer https://t.co/8L7lnGYIPQ #VictorWembanyama #SanAntonioSpurs #NBA

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Kiritkumar Gentilal Jun 29

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

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Tomás da Cunha Jun 28

A Colômbia joga futebol e Miami não ajudou. Aceita-se. Menos aceitável é a falta de inteligência estratégica (avançados incapazes de dar tempo à equipa), que partiu sempre o jogo. Pedia-se outra flexibilidade para alterar características (Gonçalo Ramos e Trincão contam pouco). #Futebol #Colômbia #Miami

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Observador Jun 26

O parlamento aprovou um apoio financeiro excecional para os municípios afetados pelas tempestades que ocorreram entre janeiro e fevereiro de 2026, permitindo maior flexibilidade orçamental e a possibilidade de empréstimos sem autorização prévia até agosto, em resposta aos significativos danos e perdas causados pelos eventos climatéricos. #MauTempo #FinançasMunicipais #Meteorologia

observador.pt
Câmaras afetadas por tempestades com apoio aprovado
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Claudio Dantas Jun 13

A SPACEX NUNCA SAIRIA DO CHÃO NA ESCALA 5X2 👇🚨 O IPO da SpaceX é uma lição prática contra os teóricos de gabinete. Elon Musk criou 4.400 milionários em um dia. E não são banqueiros. São soldadores, mecânicos e funcionários da cantina que receberam ações por 20 anos. Quem arriscou e trabalhou, colheu. ​Casos como o do soldador Juan Hernandez, imigrante mexicano que embolsou US$ 880 mil, ou de Trevor Hise, que já pode se aposentar aos 37 anos com US$ 13,5 milhões. A verdadeira ascensão social vem da geração de valor e do livre mercado, não de decretos estatais, @ErikakHilton ​Enquanto a política insiste no ressentimento e na divisão da miséria, o capitalismo real enriquece quem de fato aperta o parafuso e entrega resultado. Vc acha que consegue construir algo assim trabalhando menos? O regime de trabalho na SpaceX sempre foi conhecido por ser extremamente intenso, focado em alta produtividade e com uma cultura de dedicação total, operando sob as regras do mercado de trabalho dos Estados Unidos. A dinâmica profissional da empresa se estruturava em torno dos seguintes pilares: 1. Carga Horária Elevada A SpaceX adota uma cultura de "ritmo de startup", mesmo sendo uma gigante do setor aeroespacial. Equipe de Engenharia e Desenvolvimento: de 60 a 80 horas semanais (ou mais, dependendo da proximidade de lançamentos e testes) Chão de Fábrica (Mecânicos, Soldadores e Técnicos): O regime costuma envolver escalas de turnos longos (como 12 horas por dia), muitas vezes incluindo fins de semana e trabalho noturno para manter as linhas de produção e as plataformas de lançamento operando 24/7. 2. Contratação e Isenções (Padrão Americano) Nos EUA, a legislação trabalhista divide os funcionários principalmente em duas categorias, e a SpaceX utiliza ambas intensamente: Exempt (Isentos de Hora Extra): Engenheiros, designers e gerentes recebem um salário fixo anual. Eles não ganham por hora trabalhada, o que significa que as jornadas de 70 horas semanais não geram custo extra direto de salário para a empresa. Non-Exempt (Não Isentos): Técnicos, soldadores e pessoal de suporte operacional que recebem por hora trabalhada. No caso deles, as horas que ultrapassam a jornada padrão de 40 horas semanais são pagas como hora extra (*overtime*, geralmente com valor 50% superior à hora normal). 3. Modelo de Remuneração: Salário Médio + Ações Esse é o ponto central que explica o enriquecimento dos funcionários citados no texto anterior: Salário base: Historicamente, a SpaceX pagava salários fixos que ficavam na média ou um pouco *abaixo* do mercado aeroespacial tradicional (como Boeing ou Lockheed Martin). Compensação em Equity (Ações): Para atrair e reter talentos dispostos a encarar a rotina exaustiva, a empresa distribuía pacotes de opções de ações (*Stock Options*) ou unidades de ações restritas (RSUs) para praticamente todos os níveis de funcionários. 4. Flexibilidade Contratual (At-Will) Como a maior parte das empresas privadas nos EUA, os contratos são baseados no regime de *At-Will Employment*. Isso significa que o funcionário pode pedir demissão a qualquer momento, e a empresa também pode demiti-lo sem necessidade de justa causa ou aviso prévio longo, baseando a permanência estritamente na entrega de resultados e na adaptação à cultura de alta pressão. Em resumo, o regime na SpaceX funciona como uma balança de alto risco e alta recompensa: exige-se um nível de entrega física e mental muito acima do mercado tradicional, mas oferece-se, em troca, a oportunidade de participação direta na valorização da empresa — o que acabou transformando os funcionários operacionais em milionários. A esquerda quer te convencer a trabalhar menos, com a desculpa de que vc precisa ter maos qualidade de vida. Na verdade, ela só quer te empobrecer para te dominar. #SpaceX #Capitalismo #ElonMusk

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Observador Jun 11

Portugal ativará a cláusula de salvaguarda da União Europeia para temporariamente excluir despesas energéticas das regras orçamentais, permitindo assim uma maior flexibilidade fiscal em resposta à atual crise de preços de energia. #FinançasPúblicas #Orçamento #Energia

observador.pt
Portugal aciona cláusula para energia ficar fora das regras
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Valdis Dombrovskis Jun 3

As medidas para reforçar a resiliência estrutural do sistema energético europeu e acelerar a transição face aos combustíveis fósseis podem beneficiar da flexibilidade existente no quadro orçamental.

Gastos com medidas energéticas fora das regras orçamentais
observador.pt
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Observador Jun 3

A reforma laboral proposta pelo governo deve ser vista como uma oportunidade de alinhar a legislação com a realidade das empresas e trabalhadores, promovendo flexibilidade e escolhas que beneficiem ambos, em vez de um embate ideológico entre forças políticas. #ReformaLaboral #DireitosTrabalhadores #EconomiaPortugal

observador.pt
Uma novela chamada reforma laboral
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Guardiões dos Miraculous🐞 May 30

A Zag, em vez de fazer o básico, que é enviar os episódios para as emissoras, parece mais preocupada em tentar gerar engajamento com postagens de teorias que, na prática, acabam sendo spoilers disfarçados. Porque convenhamos: a maioria das "teorias" divulgadas pelo Gloob são, na verdade, spoilers. E isso só serve para encher linguiça, porque simplesmente não querem enviar os episódios para o Gloob. Aí aparecem influencers ligados à Zag dizendo que o problema é a demora do Gloob para dublar. Não, meu querido. O Gloob dubla assim que recebe o material. A própria Mayra Góes, diretora de dublagem, já afirmou que houve episódio que chegou cerca de um mês após a estreia mundial. Além disso, o próprio Gloob já informou que não recebeu os episódios finais, e é bem possível que ainda nem tenha recebido "Os Titãs Acorrentados". Por quê? Porque a Zag parece querer priorizar a estreia em algum canal francês ou na Disney. Se eu estiver errado, que a própria Zag @zagtoon ou o CEO da Miraculous Corp @andy_yeatman venha me desmentir. Porque enquanto a emissora que mais dá atenção para Miraculous e trata a série como um produto principal não for valorizada, a franquia vai continuar perdendo força aos poucos. Ninguém aguenta mais esse modelo de estreias picotadas, anos de espera por novas temporadas e promessas que nunca se concretizam. E ainda aparece influencer francês XENOFÓBICO, como o Blue, que o mesmo que vazou todo o desfecho de Miraculous World: Tóquio, dizendo que "os episódios já foram enviados para as principais emissoras". O arquivo deve ser pesado demais para demorar semanas para chegar ao sistema do Grupo Globo, né? Está na hora de dar o devido valor a quem realmente trata Miraculous como merece. Porque, apesar de todos os seus problemas, Miraculous continua sendo uma boa série. Mas enquanto a própria empresa continuar negligenciando quem mais apoia a franquia, fica difícil acreditar que ela chegará à tão sonhada 12ª temporada. Esqueçam a Disney, que muitas vezes só encaixa a série na programação. Esqueçam a TF1, que não tem flexibilidade. Esqueçam a RTS. Comecem a valorizar de verdade o Gloob. #Miraculous #Engajamento #Dublagem

elpais.com
Daniela Guillén, campeona del mundo de motocross: “De esto no vivo, sobrevivo”
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poponze May 30

Flávio Bolsonaro e outros 35 senadores assinaram a PEC das “horas flexíveis”, que prevê a flexibilização da jornada de trabalho por acordos entre empregadores e empregados. O texto pode permitir escalas como a 7x0, sem dias obrigatórios de descanso na semana. https://t.co/QLVCTtgLc3 #Trabalho #Legislação #Flexibilidade

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Maria Graça Carvalho May 22

🇵🇹⚡ O Governo aprovou um novo regime de gestão dinâmica da capacidade de ligação à Rede Elétrica de Serviço Público (RESP), reforçando a eficiência, flexibilidade e transparência no acesso à rede num momento de forte crescimento das energias renováveis. A nova legislação cria https://t.co/D4rb1ptTk4 #EnergiasRenováveis #EficiênciaEnergética #Transparência #PT

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SAPO May 21

O artigo critica a nova legislação laboral em Portugal, apelidada de flexibilidade, argumentando que ela promove a exploração dos trabalhadores, levando a uma precariedade crescente e a condições de trabalho desumanas em um país onde o trabalho exaustivo não garante dignidade ou estabilidade financeira. #TrabalhoDigno #Precariedade #ExploraçãoLaboral

sapo.pt
Chamam-lhe flexibilidade. Nós chamamos exploração.
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SAPO May 19

A proposta de reforma laboral Trabalho XXI do Governo português introduz medidas de flexibilidade laboral, mas ignora a necessidade de aumentar a segurança e os subsídios de desemprego, essenciais para assegurar uma transição justa e para realmente melhorar a competitividade e os salários, revelando que a reforma permanece incompleta sem um investimento significativo em políticas ativas de mercado de trabalho. #ReformaLaboral #InteligênciaArtificial #Flexisegurança

sapo.pt
Reforma Laboral Trabalho XXI, ou a reforma a meio caminho?
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