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#Informática

Oana Gheorghiu a subliniat că atacurile cibernetice recente asupra instituțiilor statului evidențiază probleme de coordonare și securitate informatică, cerând standarde unitare și analize aprofundate pentru a preveni viitoare incidente. #ataccibernetic #securitatecibernetica #institutiipublice

Oana Gheorghiu: Atacurile cibernetice asupra instituțiilor statului arată probleme de coordonare și securitate

Esta noche anuncio la desclasificación y publicación inmediata de información de inteligencia crucial que revela vulnerabilidades alarmantes en nuestra infraestructura electoral. Esta evidencia demuestra que nuestro sistema electoral está peligrosamente expuesto, a niveles nunca antes imaginados, a la piratería informática, la explotación y la injerencia extranjera. Lo más preocupante es que esta información vital ha sido encubierta y ocultada durante muchos años. Los documentos que publicaremos a partir de esta noche han sido recopilados por el Grupo de Trabajo de Transparencia Gubernamental de la Casa Blanca, un excelente grupo de personas, junto con el personal del Consejo Asesor de Inteligencia del presidente, con el apoyo de los jefes de nuestras principales agencias de inteligencia, quienes han revisado personalmente los hallazgos. Los presentamos esta noche y confirmamos plenamente su autenticidad

Trump siembra dudas a cuatro meses de las 'midterms' y acusa a Pekín y al "estado profundo": "El sistema electoral está expuesto a la piratería informática, la explotación y la injerencia"
www.elmundo.es

Atentos. Los datos que nos revela la abogada @Tyche78Tyche son impresionantes. En un solo día, el 08 de diciembre de 2025, el SuperImputado creó cuatro (4) empresas, con él como único accionista. De derecho, minería e informática. ¿Qué pretendía? Y nos cuenta @santiagorendon que siendo Alcalde tenía estas sociedades de fachada: Intrasoft S.A.S. Movisoft Ltda. Fundación Piensa Verde Trópico Marketing S.A.S. One Future S.A. Fundación Medellín Imparable. Fundación ProMedellín. Sostech S.A.S. #Corrupción #EmpresasFachada #Transparencia

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Denuncio una vasta campagna informatica con finalità di sabotaggio e spionaggio condotta dalla Russia in una decina di paesi europei. Imporremo inoltre sanzioni a nove persone e quattro entità responsabili di questa campagna informatica, orchestrata dal servizio di sicurezza Fsb.

«Spie e sabotaggi, maxi cyber-attacco russo contro l'Europa». Parigi e Berlino convocano gli ambasciatori. Sanzioni dall'Ue
www.ilmessaggero.it

☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase! Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume. ➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política. É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade. Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado. Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa. ⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto. O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado. ➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️ Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado. Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸 o dono da cooperativa Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado. fotografia in Expresso [Estela Silva] #Educação #Mudança #Tecnologia

Frații Cristian și Cătălin Frâncu, foști angajați ai Google, s-au întors din California pentru a învăța elevii români informatică, promovând gândirea critică în educație și avertizând asupra limitărilor sistemului școlar bazat pe memorare. #Informatică #Educație #GândireCritică

„Românii de la Google” care au revenit din California și-i învață informatică pe elevi: „Să pleci din țară poate fi un lucru bun uneori. Dar să faci absolut orice ca să scapi din țară e o gândire nocivă”

România a obținut trei medalii de aur și una de argint la cea de-a XXXIII-a ediție a Olimpiadei de Informatică a Europei Centrale, desfășurată între 5 și 10 iulie 2026 la Ljubljana. #OlimpiadaDeInformatică #MedaliiDeAur #Educație

Trei medalii de aur şi una de argint pentru România, la Olimpiada de Informatică a Europei Centrale

România a obținut trei medalii de aur și o medalie de argint la cea de-a XXXIII-a ediție a Olimpiadei de Informatică a Europei Centrale, desfășurată la Ljubljana, evidențiind excelența elevilor români în domeniul informaticii. #România #OlimpiadaInformatică #medaliideaur

Trei medalii de aur pentru România la Olimpiada de Informatică a Europei Centrale. Elevii români, printre cei mai buni din competiție

Procurorii DIICOT au reținut opt persoane implicate într-o rețea de fraudă informatică din Vâlcea, care a creat un prejudiciu de peste un milion de euro prin preluarea controlului asupra a 400 de conturi de firme legitime și postarea de anunțuri false, în urma cărora cumpărătorii au fost înșelați. #frauda #Valcea #DIICOT

Fraudă informatică de peste un milion de euro. Opt persoane, reținute de DIICOT în Vâlcea

La verdad prevalece en el tiempo, la mentira se esfuma, y después viene el guayabo por lo que ya es irreversible. La verdad ha sido mi guía de trabajo intelectual, por eso descubrí en 10 años de trabajo profundo de investigación parlamentaria, como lo hizo Bobby Kennedy, las relaciones de la mafia de la cocaína con el poder político concreto de las familias políticas dueñas de votos en las regiones y como penetró el poder nacional, cooptándolo en lo que llamé el poder mafioso que domina a Colombia. La gobernanza paramilitar que dominó a Colombia dejando un genocidio de 200.000 colombianos Me dijo "payaso" un senador de Sucre que fue el primero en caer preso por una Corte Suprema de Justicia de verdad independiente y no cooptada Esa corte fue arrasada por el cartel de la toga que configuró el procurador Ordóñez y el fiscal Néstor Humberto Mertínez con anuencia de Vargas Lleras que era investigado por para política por su relación con la junta del narcotráfico nacida de los esmeralderos que se volvieron narcos. La junta del narcotráfico multinacional es hoy una realidad que denunció antes que nadie, un agente de la CIA estadounidense que puso la evidencia en Youtube. Yo no desvarío conozco la realidad y profundamente, sin caer en vanidades intelectuales aristocráticas, porque he hecho investigación con fuentes directas y documentos archivados de procesos judiciales que quedaron en la impunidad y logré revivir en mis debates parlamentarios y recogió aquella Corte Suprema que fue perseguida e interferida sus comunicaciones. Soy un parresiasta y se porque leí el libro de Michel Foucault que transcribe la vida de Socrates como parresiasta y que se llama "el coraje de la Verdad". Para el parresiasta, dice Sócrates solo hay dos alternativas, dice Sócrates, o convence al tirano o el ostracismo de su país o de la vida. Así que como parresiasta busco la verdad y se autoconvocaron y los apoyé 70.000 testigos digitales que rastrearon la metadata de los E14 que se escrutaron la verdad que no encontraron los jueces de escrutinio porque no saben de las nuevas tecnologías de la informática y la inteligencia artificial Así que 70.000 testigos no desvarían, aciertan y buscan la verdad #Verdad #Justicia #Colombia

O artigo discute o caos nos exames nacionais em Portugal, causado por falhas informáticas na nova plataforma de correção digital, resultando em atrasos e problemas com as provas, levando o ministro da Educação a manter uma postura otimista apesar das dificuldades enfrentadas. #ExamesNacionais #Educação #Digitalização

O que explica este caos nos exames nacionais?
E

El artículo detalla cómo la combinación de la crisis de semiconductores durante la pandemia, los aranceles impuestos por EE. UU. y la creciente demanda de memoria para centros de datos han llevado a un aumento significativo de precios en la electrónica, transformando el mercado de la informática y la telefonía móvil. #Tecnología #AumentoDePrecios #CrisisDeMemoria

Cronología de la inaccesibilidad: así es como la electrónica barata nos ha abandonado

El Tribunal Supremo ha confirmado una multa de 13,5 millones de euros a la multinacional española Indra por su participación en un cártel que manipuló licitaciones de contratos públicos de informática, donde se repartieron más de 324 millones de euros entre 2005 y 2015, implicando a varios organismos públicos. #Indra #Cártel #ContratosPúblicos

El Supremo confirma la multa de 13,5 millones a Indra por el cártel que amañó contratos públicos de informática

Io, i cubi giocattolo e un pc in bianco e nero. Così Ivrea ha rivoluzionato l’informatica

Europa infuocata, oggi e lunedì le giornate più calde: in Italia temperature fino a 40 gradi
www.lastampa.it

Io, i cubi giocattolo e un pc in bianco e nero. Così Ivrea ha rivoluzionato l’informatica

La canicola, Parigi e le verità sul clima
www.lastampa.it

Nós acreditamos no potencial de cada paulista! E aqui na nova Praça da Cidadania de Diadema, vamos muito além disso. Com cursos gratuitos de gastronomia, beleza, moda, informática, construção civil e muito mais, estamos dando às pessoas a chance de conquistar seus sonhos e construir um novo futuro. Unindo esporte, lazer e qualificação profissional, queremos transformar vidas. E quando vocês crescem, São Paulo cresce junto. Essa é a verdadeira cidadania. #Educação #Cidadania #Empoderamento

Secondo il Rapporto AlmaLaurea, le lauree in ingegneria, informatica e sanità offrono maggiori opportunità di lavoro grazie alla forte domanda di professionisti con competenze tecnico-scientifiche e digitali nel mercato attuale. #Laurea #Occupazione #Competenze

Con quale laurea è più facile trovare lavoro? Cosa sapere prima di scegliere un corso di università

Le pedí al registrador, y al procurador la accion positiva a mi solicitud, que permitieran la auditoría técnica del software antes de primera vuelta y en segunda vuelta demandé que se recuperara inmediatamente el candado Hash y la estampilla del tiempo, para asegurar que no se cambiarán los formularios E14 después de subirlos, tal como se hizo en mi elección. Pues me dijeron loco y antidemocrático, cómo si la transparencia electoral fuera cosa de violentos que quieren incendiar el país. Lo que incendia es la falta de transparencia electoral. Aquí se demuestra que muchos formularios E14 fueron cambiados después de subirlos y que efectivamente, contrario a lo que dijo el registrador, quitaron la estampilla del tiempo y el candado Hash de los algoritmos para cambiarlos premeditamente y desde las oficinas de los hermanos Bautista. Esto es ya un asunto penal, un delito contra el voto. Los testigos digitales, institución popular creada en estos días por ciudadanía y con alta experiencia informática. Cómo dice el video que demuestra este delito, creyeron que somos brutos y olvidaron que con nosotros está la ciudadanía del siglo XXI y no la del siglo XIX, en la que aún está la registraduría haciendo trampas para amigos politicos por dinero, pero que no pensó que esa práctica iba a llegar a la pérdida total de la soberanía nacional. Toca hacer el conteo digital de los 122.000 formularios E14 y testigos digitales debe fortalecerse con más expertos digitales. El registrador causó una gran herida en lo profundo del corazón de Colombia y un daño que la historia no borrará. El software de los hermanos Bautista tal como dijo la sentencia del consejo de estado del año 2018, desacatada, es vulnerable a acciones internas y externas contra el voto. Más adelante mostraré con exactitud en que sistemas algorítmicos del software de los Bautista están las fallas que permiten que sea atacado desde afuera si el atacante tiene la capacidad computacional posible con un estado/ nación con dinero para ello. Creyeron que se trataba la soberanía nacional de un juego de izquierdosos y esa es la base de una nación, pued cuyas élites burocráticas de hace 200 años no se sienten colombianas. Un acuerdo nacional implica la reforma profunda del sistema electoral colombiano para garantizar la transparencia y la soberanía, lo demás es traicionar la idea inicial por la que se fundó la república. https://t.co/G7btJrtmDs #TransparenciaElectoral #DerechosCiviles #Colombia

E
EL MUNDO Jun 18

David H., un joven estudiante de informática, fue asesinado en agosto de 2022 por José Jurado, conocido como 'Dinamita Montilla', un criminal con antecedentes de asesinato, después de que David lo alertara a sus amigos y a su padre sobre su inquietante encuentro con él, justo antes de ser sorprendido y disparado. #DinamitaMontilla #asesinato #justicia

Los audios de David a su familia y amigos tras cruzarse con 'Dinamita Montilla', "un pintas y un viejo hecho mierda" que le mató a tiros