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#Krug

🚨AIK vill värva Robin Krügel från Sirius. Talangen har ”Gnaget” som förstaval om det blir en flytt från Uppsala-klubben. ⚫️🟡👇 https://t.co/FZEE2qSLGC #AIK #Fotboll #Transfermarkt

Deutsche Talkshows Darum geht’s in Deutschland bergab Dunning Kruger Effekt in Reinform https://t.co/CcCJ45beId #Talkshows #DunningKruger #Deutschland

Piegziu 1w

Mam nadzieję, że Antoni się nie obrazi, ale przypomniała mi się właśnie językowa historia. Miałem kiedyś w Edynburgu studenta z Ukrainy, dziecko oligarchy (Skąd wiem? Bo miał własnego szofera w dużym Mercedesie za pół bańki funtów), który lubił bardzo czarować dziewczyny. Głównie gdzie to nie mieszkał, czego nie próbował, no i jak bardzo nie jest światowy. Chłopak był zdecydowanie ponad przeciętną jak chodzi o intelekt, nie mogę mu tego odebrać. Ale też miał jedną słabość. Elementem jego popisywania się była rzekoma “biegła znajomość ośmiu języków obcych” w wieku 21 lat. Mówił super po angielsku. Czasami nawet ciężko było wychwycić akcent. Rosyjski i ukraiński jako języki ojczyste też odhaczone. Po tym jednak pojawiało się pytanie - co z pięcioma pozostałymi? Według jego autodeklaracji były to: polski, niemiecki, francuski, hiszpański i włoski. Chłopak błyszczał wśród szkockich studentów mówiących tylko po angielsku. Nie wiedział tylko, że jego sława dojdzie aż do kadry akademickiej. Mocno międzynarodowej, jak to bywa w UK na uczelniach. Pewnego dnia mój kolega Włoch, bardzo bezpośredni i wręcz onieśmielający (gadał nawet do mnie po włosku po tym jak powiedziałem, że chciałbym się nauczyć kiedyś), zagaił do niego w italiano. No i skucha. Bo on ledwo proste zdania był w stanie z siebie wykrzesać. To samo wkrótce okazało się z niemieckim, a moja koleżanka Niemka odpuściła sobie po dwóch pytaniach. Była też moja kolej. Dowiedziałem się, że mieszkał jakiś czas we Wrocławiu. No ale po polsku wyszło to bardzo nieskładnie. Potem jeszcze zapytałem go o ulubioną knajpę, ale nie wiedział zupełnie o czym mówię, więc odpuściłem, bo zaczynało się robić dziwnie. Jaki z tego morał? Nie nauczycie się języka obcego szybko i bezboleśnie, zaś wasze eksperckie samopoczucie po kilku lekcjach lub dwóch tygodniach wakacji to typowy efekt Dunninga-Krugera. #języki #DunningKruger #edukacja

Por que a imprensa está falando do Discord e omitiu que a live da menina foi no INSTAGRAM? Dunning-Kruger A gigantesca maioria dos jornalistas não entende nada de Internet e é incapaz até de proteger os próprios filhos. Esse povo acha que domina o tema e trata feito doido quem é da área. Arrogância é bicho que come o dono. #Discord #Instagram #Jornalismo

According to a new paper, we might have completely misunderstood the Dunning Kruger effect. Confident people actually do perform better. https://t.co/JQqcnAdXhG #DunningKruger #Psychology #Confidence #Nospecificcountriesarementionedinthetweet.

IndexHR 2w

The Israeli army carried out new air and artillery strikes on southern Lebanon despite the ongoing ceasefire, a few days after the latest round of peace talks between Lebanon and Israel, and reports indicate an attempt to continue the offensive with several targets and shelling of cities. (translated)

Izrael ponovno napao Libanon unatoč primirju

🏒 Marcus Krüger är tillbaka på Hovet.

 📰 I en längre intervju med Mattias Ek berättar han om skadeperioden, rehaben och vägen mot en comeback.
 🔍 Läs hela artikeln på https://t.co/81KFrua4p1

 #DIFHockey | #AlltidOavsett https://t.co/scAkPjm9x9 #Hockey #Comeback #Sport

Moin, Kathleen Krüger und Eric Huwer! 🔷️ Unser Vorstandsduo begrüßt die Mannschaft beim Training und gemeinsamen Abendessen auf dem @adidas Home Ground. 🤝 https://t.co/JHapX2FCiD #TeamSpirit #Training #adidas

🙌 Marcus Krügers comebackförsök väcker stor glädje i spelargruppen. 💬 ”Han är en stor del av det här laget”, säger Jacob Josefson. 📰 Fler röster i Mattias Eks artikel på https://t.co/81KFrua4p1

 #DIFHockey | #AlltidOavsett https://t.co/qDZXJZD1YG #DIFHockey #Hockey #Comeback

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In an analysis of the current economic situation in Europe, Nobel Prize winners Paul Krugman and Philippe Aghion argue against each other on whether Europe is actually falling behind America, with Krugman dismissing the pessimism about the European economy as unfounded, while Aghion warns of the dangers of stagnant productivity growth for wealth in Europe. (translated)

Raakt Europa achterop bij Amerika, of praten Europeanen zichzelf de put in?

👊 Marcus Krüger kliver in i gruppen igen. 🏒 Lagkaptenen ansluter till lagets rehabgrupp under torsdagen och påbörjar nu vägen tillbaka. ▶️ Läs mer på https://t.co/81KFrua4p1 #DIFHockey | #AlltidOavsett https://t.co/nKvMrpy7D2 #DIFHockey #Hockey #Rehab

Unser Kader für das Trainingslager im @adidas Home Ground 🔷 ℹ️ Jean-Luc #Dompe wird nicht mit der Mannschaft ins Trainingslager nach Herzogenaurach reisen. Dies wurde dem 30-jährigen Flügelspieler in einem persönlichen Gespräch von Vorständin Sport Kathleen #Krüger und Sportdirektor Claus #Costa mitgeteilt. Weitere Infos und Zitate 👉 https://t.co/ZwM4EqJOQe #nurderHSV #HSV #Training #Fußball

Najavio sam novi krug razgovora s iranskim predstavnicima za ponedjeljak. Otkazao sam napade nakon što su mi američki saveznici rekli da se čini da je dogovor blizu; planirani napad "bio bi najveći napad od Drugog svjetskog rata i bio bi katastrofalan za njih."

Trump najavio nove razgovore s Iranom za ponedjeljak
www.vecernji.hr

Studies at Bath University and LSE claim that the well-known Dunning–Kruger effect, according to which foolish people are unaware of their foolishness, may actually be based on false statistics, and confident people may be those who possess greater competence. (translated)

VAAT KUS LOPS! ⟩ Levinud ja populaarne teooria rumalate inimeste enesekindlusest osutus lihtsalt statistliseks veaks
Onet.pl 4w

Steve Krug, author of the key book on internet usability Don't Make Me Think!, critically assesses the impact of social media on modern life, claiming that they are the worst thing that has happened in the last forty years, and praises people trying to free themselves from it, although he notes that it is not his design philosophy that is to blame for the internet crisis, but the bad practices of technology creators. (translated)

Napisał biblię współczesnego internetu. Jest zaniepokojony tym, co widzi

"Porque Somos Governados por Tolos" Porque razão a confiança vence sempre o conhecimento? Uma reflexão sobre o efeito Dunning-Kruger, as ficções colectivas e o poder das narrativas nas nossas sociedades." A Ilusão da Confiança Gostamos de pensar que os mais inteligentes acabam sempre por chegar ao topo e que o saber vence a ignorância. Acreditamos que quem governa ou lidera são as pessoas que realmente percebem das coisas. No entanto, a realidade é outra: muitas vezes, quem sabe pouco está nos lugares de destaque e fala com muita certeza, enquanto quem é especialista num assunto prefere ficar calado ou fala baixinho, cheio de dúvidas. Isto não acontece por acaso. Faz parte da forma como o cérebro humano funciona — e essa é a parte mais difícil de aceitar. O cérebro que confunde confiança com competência E há uma razão muito simples para isto acontecer, que vem desde o tempo dos nossos antepassados. Durante centenas de milhares de anos, a humanidade viveu em pequenos grupos rodeados de perigos constantes. Quando aparecia um predador, não havia tempo para discutir opções. Alguém tinha de gritar "Sigam-me!" com total certeza, e o grupo tinha de obedecer imediatamente. Quem hesitava, acabava por morrer. Quem seguia cegamente uma voz confiante, sobrevivia. Ao longo de gerações, o nosso cérebro gravou esta ideia simples: quem mostra muita confiança, deve saber o que está a fazer. O problema é que os desafios de hoje são muito diferentes de um leão ou de uma tempestade. São temas complexos — como a economia, o clima, a inteligência artificial ou a política internacional — que exigem o oposto do nosso instinto antigo: pedem paciência, reflexão e a capacidade de aceitar que não há respostas fáceis. No entanto, continuamos a premiar quem fala com a mesma certeza absoluta de um líder da tribo perante o perigo. Isto vê-se todos os dias na televisão ou nas redes sociais. Imagine dois comentadores a discutir uma crise financeira: • O primeiro diz: "Isto tem várias causas e os especialistas ainda não concordam sobre o que vai acontecer a longo prazo." • O segundo diz: "A solução é simples! Está tudo errado menos eu. Sigam-me e eu resolvo isto." Racionalmente, o primeiro está a ser honesto e correcto. Mas, psicologicamente, é o segundo que ganha as audiências, as atenções e os votos. O paradoxo de quem sabe menos Na psicologia, este fenómeno tem um nome: o efeito Dunning-Kruger. Funciona de forma muito simples: • Quem sabe pouco sobre um assunto não percebe o suficiente para notar a sua própria ignorância — por isso, sente-se superseguro do que diz. • Quem estuda muito um tema descobre tantas camadas e detalhes que se torna cada vez mais prudente a dar certezas. A ironia é dura: quanto mais sabemos, mais hesitados; quanto menos sabemos, mais convictos ficamos. E quando o público confunde a cautela de quem sabe com fraqueza, acaba quase sempre por escolher o ignorante confiante em vez do especialista prudente. As redes sociais vêm piorar ainda mais a situação. Os algoritmos não foram feitos para espalhar a verdade, mas sim para prender a nossa atenção (que depois é vendida aos anunciantes). O conteúdo que mais prende a atenção não é uma explicação calma e detalhada, mas sim o medo, a revolta e as frases marcantes. Um texto bem explicado sobre economia exige tempo e esforço para ser lido. Já uma frase feita e simplista espalha-se para milhões de pessoas em segundos. Quando as vozes mais confiantes e barulhentas repetem a mesma coisa vezes sem conta, essa repetição começa, aos poucos, a parecer verdade. As ficções que nos unem — e que nos podem enganar Mas há algo ainda mais profundo por trás disto tudo. O que tornou os seres humanos a espécie dominante na Terra não foi a força nem a inteligência de cada pessoa sozinha — foi a nossa capacidade de acreditar em grupo nas mesmas histórias. Pense nisto: um chimpanzé só consegue cooperar com cerca de cinquenta indivíduos que conheça bem. Já um ser humano consegue cooperar com milhões de desconhecidos porque todos acreditam nas mesmas ideias "invisíveis": o dinheiro, os países, as leis ou as empresas. Uma nota de vinte euros não mata a fome nem veste ninguém; ela só tem valor porque todos nós concordamos em silêncio que ela vale alguma coisa. Esta capacidade incrível tem um custo: quem consegue contar a melhor história passa a controlar como as pessoas vêem o mundo. E essa história não precisa de ser verdadeira ou exacta para funcionar — só precisa de ser simples e de mexer com as nossas emoções. Por exemplo, um conflito internacional pode envolver dezenas de razões históricas, económicas e culturais complexas. No entanto, uma boa história reduz tudo a um "vilão" e a uma "solução mágica". Quando alguém se apega emocionalmente a essa narrativa, ela deixa de ser uma questão de lógica e passa a fazer parte da sua própria identidade — e contestar essa ideia deixa de parecer uma simples conversa para passar a ser visto como um ataque pessoal. Quando o medo substitui a análise A emoção — e não a razão — é o que decide a grande maioria das nossas escolhas em grupo. O medo, em particular, é uma ferramenta poderosa: quando as pessoas se sentem ameaçadas, o cérebro entra em modo de sobrevivência e passa a preferir líderes fortes e soluções simples, em vez de conversas calmas e detalhadas. Vemos isto acontecer constantemente nas eleições: • Raramente ganha quem explica melhor os pormenores técnicos de uma lei ou de uma reforma dos impostos. • Ganha quase sempre quem conta a história que mais mexe com os sentimentos das pessoas, definindo claramente quem é o "vilão" e quem é o "herói" — mesmo que essa história ignore a realidade e simplifique tudo ao extremo. O que fazer com esta consciência A boa notícia é que não estamos condenados a viver na ignorância para sempre. Só o facto de percebermos como este mecanismo funciona já nos dá um enorme poder. Quando nos habituamos a questionar "Quem ganha com esta história?" ou "Que provas existem para apoiar isto e o que é que nos estão a esconder?", começamos a resistir ao erro automático de achar que quem fala com confiança tem necessariamente razão. Isto não apaga os nossos instintos antigos — o cérebro não muda de um dia para o outro —, mas dá-nos tempo para pensar. E é nessa capacidade de parar e reflectir que está o verdadeiro progresso da sociedade. O futuro não depende de termos máquinas cada vez mais inteligentes ou líderes super populares, mas sim do nosso esforço em nos tornarmos pessoas mais conscientes. No fundo, o maior perigo nunca foi a ignorância — porque essa resolve-se com tempo e estudo. O verdadeiro perigo é a ilusão de que já sabemos tudo. É nesse momento que deixamos de fazer perguntas e permitimos que as vozes mais altas, e não as mais correctas, decidam o nosso futuro.

24sata 4w

Predstavnici Izraela i Libanona sastat će se u Rimu 4. kolovoza 2026. na novom krugu izravnih pregovora pod vodstvom SAD-a, s ciljem ostvarivanja napretka u implementaciji okvirnog sporazuma o miru i sigurnosti, dok Hezbolah nije uključen u ove razgovore. #Izrael #Libanon #pregovori

Predstavnici Izraela i Libanona sastaju se u Rimu na novom krugu izravnih pregovora

Ovaj sastanak velika je čast, ali i velika odgovornost. Razgovarat ćemo o svim temama (...), a prije svega o Iranu. Naš je cilj, naravno, zajamčiti našu sigurnost, ali i proširiti krug mira oko nas.

Netanyahu i Zelenski danas stižu k Trumpu, otkriveno o čemu će razgovarati
www.jutarnji.hr

Ovaj sastanak velika je čast, ali i velika odgovornost. Razgovarat ćemo o svim temama (...), a prije svega o Iranu. Naš je cilj, naravno, zajamčiti našu sigurnost, ali i proširiti krug mira oko nas

Trump danas prima Netanyahua i Zelenskog. Razgovarat će o Iranu i Ukrajini
www.index.hr

Razgovarat ćemo o svim temama (...), a prije svega o Iranu. Naš je cilj, naravno, zajamčiti našu sigurnost, ali i proširiti krug mira oko nas

Prometno u Bijeloj kući: Trumpu dolaze Zelenski i Netanyahu
www.24sata.hr