Versão ajustada OS HERÓIS DE 1932: PAULISTAS QUE MORRERAM POR TODOS NÓS Em 9 de julho de 1932, São Paulo se levantou contra o Governo Provisório de Getúlio Vargas, que havia concentrado poderes, dissolvido o Congresso, suspendido garantias constitucionais e governava sem plena ordem democrática. Foi o grito de um povo que disse basta em nome da liberdade, da ordem constitucional e do Brasil. A Revolução Constitucionalista foi uma das maiores revoltas armadas da história brasileira no século XX. Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, mortos nos confrontos de 23 de maio, tornaram-se símbolo da resistência paulista no MMDC. Mas a coragem de 1932 também viveu em homens simples como Paulo Virgínio, lavrador de Cunha, capturado por tropas governamentais. Torturado para revelar a posição das forças paulistas, ele não entregou seus companheiros. Segundo a tradição, morreu dizendo: “Morro, mas São Paulo vence!” A revolução durou quase três meses e terminou com a derrota militar paulista, mas não com uma derrota moral. O movimento pressionou e consolidou o caminho da reconstitucionalização do país: em 1933, o Brasil elegeu uma Assembleia Nacional Constituinte, e em 1934 uma nova Constituição foi promulgada. São Paulo perdeu a guerra, mas ajudou o Brasil a reencontrar a Constituição. Que os jovens de hoje conheçam os jovens de 1932 e saibam: houve um tempo em que paulistas morreram para que o Brasil voltasse a votar. Viva os Heróis de 32. Viva São Paulo. #RevoluçãoConstitucionalista #HeróisDe32 #SãoPaulo





