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#Linguagem

"I believe that politics gains nothing from being fed by trivial matters raised by language pretentiousness, by almost political intrigue as a way of being and living. Who mentioned written agreements? It seems they now want to scare the country," declared Luís Montenegro upon arriving at a summit of southern EU countries (MED9) in Split, Croatia. #OE2027 #Política #Arrendamento (translated)

Montenegro acusa PS de querer "assustar" país
observador.pt

Laudelino responded "zero" and stated that, with that, the TSE continued to be held accountable for all the theories in circulation. He said that, since the election is electronic, the explanations should be technical, public, presented by the institution's technicians, and accompanied by evidence. #Eleições #Transparência #TSE (translated)

The Political Axis reported that Ana Elisa (PT-MG), elected federal deputy at 21 years old with 524 thousand votes, was arriving in Brasília to strengthen the digital communication of Lula's (PT) campaign in the second round. According to the profile, she had over 2 million followers on social media, had demanded changes in the campaign's language, and would meet that day with the president. #DeputadaFederal #Lula #Eleições2022 (translated)

In response to LVARTES, gilbs claimed that, besides "in addition" and "moreover", Portuguese also had casual and emphatic options to express the nuances of meaning of "by the way". #Linguagem #Palavras #Comunicação (translated)

Em seu Instagram, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a publicar na noite desta sexta-feira, 25 de setembro, o vídeo que transforma a captura de Nicolás Maduro numa advertência política. A montagem começa com Maduro desafiando Washington: “Venham me buscar”. Imediatamente depois, mostra a resposta americana; a operação em Caracas que terminou com Maduro e Cilia Flores capturados. Marco Rubio aparece recordando que Maduro “teve sua chance até que não teve mais” e apresenta a conclusão que Washington quer deixar registrada: Trump não é um presidente que apenas fala, escreve cartas e concede coletivas. Quando diz que está falando sério, afirma Rubio, está falando sério. E então vem o recado, que é impossível de ser ignorado: “Não brinquem com isso.” A América Latina atravessa uma nova disputa de poder com Washington, e o Brasil está em plena reta final da eleição presidencial. Lula acaba de elevar o confronto retórico com os Estados Unidos, falando na ONU em interferência externa e declarando que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”. Sua campanha também passou a acusar Trump de tentar “colonizar” o Brasil e interferir na eleição. É neste ambiente de confronto retórico que Trump decide jogar o destino de Maduro na cara de todos. Trump não pronuncia o nome de Lula e o vídeo não contém ameaça direta ao Brasil. Mas ignorar a linguagem política dessa publicação seria ignorar justamente aquilo que a torna relevante. Maduro aparece dizendo aos americanos: “Venham me buscar”. Trump, agora, volta a mostrar ao continente o que aconteceu quando eles foram. O vídeo não cita Lula. Mas o aviso é sério demais para ser ignorado em Brasília. #Trump #Maduro #AméricaLatina

Lula 3w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

Violência verbal e as manifestações de ódio nas redes sociais. A violência verbal e as manifestações de ódio nas redes sociais tornaram‑se um dos fenómenos mais preocupantes do espaço público digital. O que começa muitas vezes como um comentário impulsivo transforma‑se rapidamente num ambiente tóxico que afeta a dignidade humana, corrói a convivência democrática e normaliza práticas discriminatórias. O discurso de ódio — seja através de insultos, ameaças, difamação, racismo, sexismo ou desinformação — funciona como um veneno social, porque alimenta preconceitos, fomenta discriminação e pode até abrir caminho para violência real. 🧭 A lógica do ódio digital O ambiente das redes sociais favorece a impulsividade: anonimato, velocidade, ausência de contexto e mecanismos de recompensa (likes, partilhas) amplificam comportamentos agressivos. O ódio expressa-se tanto de forma explícita — insultos diretos, ataques pessoais — como de forma subtil, através de narrativas de desumanização, construção de grupos como ameaça ou linguagem codificada, tal como identificado no manual da APAV. As consequências são profundas: afetam a autoestima, o bem‑estar emocional e a saúde mental, sobretudo de crianças e adolescentes, que são mais vulneráveis a estes ambientes hostis . 🛡️ Como combater o ódio e a violência verbal O combate ao discurso de ódio exige ação simultânea em várias frentes — individual, comunitária, institucional e tecnológica. As principais recomendações internacionais e nacionais convergem em estratégias claras: Empatia ativa — colocar-se no lugar do outro antes de publicar, reconhecendo que palavras têm impacto real. Pensamento crítico — verificar informação, desconfiar de conteúdos manipulados e distinguir opinião de agressão. Diálogo construtivo — conversar sobre temas complexos com respeito, desmontando preconceitos e promovendo compreensão. Denúncia responsável — usar as ferramentas das plataformas para reportar conteúdos ofensivos, como recomenda a ONU . Educação digital — ensinar crianças e jovens a reconhecer ódio, proteger a privacidade e compreender que liberdade de expressão não inclui agressão . Confiança na informação — combater a desinformação, que alimenta discursos discriminatórios, como alerta a CIG . Apoio às vítimas — disponibilizar canais de ajuda legal, psicológica e institucional, como os oferecidos pela APAV . Responsabilidade individual — usar o espaço digital para criar oportunidades, fortalecer vínculos e não cair em provocações, evitando responder agressão com agressão . 🌐 Dimensão democrática O discurso de ódio não é apenas um problema de convivência: é uma ameaça direta à democracia. A ONU e o Conselho da Europa alertam que estas práticas minam o respeito pela diversidade, deterioram normas sociais e normalizam exclusão e hostilidade . A liberdade de expressão é essencial, mas não inclui o direito de humilhar, discriminar ou incitar violência. ✒️ Síntese final O ódio nas redes sociais não é apenas ruído: é um ataque à dignidade humana e à saúde democrática. Combatê-lo exige empatia, educação, denúncia, responsabilidade e políticas públicas firmes. Cada utilizador tem o poder — e o dever — de transformar o espaço digital num lugar mais seguro, mais humano e mais respeitador.

Gilmar ficou indignado, não com a roubalheira de R$ 200mi para a família Moraes, mas com a exposição de um dos seus aliados no STF. Ele achava que o assunto deveria ser tratado internamente, sem gerar constrangimentos até para a família de Moraes envolvida na ladroagem. Gilmar queria que o STF agisse igual a mafia, por isso se decepcionou com André Mendonça. Porém, faz tempo que até a imprensa pedia pela autocontenção do STF, num sinal claro que os abusos deveriam cessar, pois Bolsonaro já estava preso e inelegível, fora do jogo, sem representar mais ameaças. Não funcionou. Bastava ler um pouquinho da história de qualquer ditadura que já saberiam que um tirano jamais abre mão de seu poder voluntariamente. Desde sempre, conhecendo o inimigo, alertei que autocontenção não funcionaria, porque Moraes é bandido e eles só entendem uma linguagem: a da força. Não a toa o único momento que vimos o regime notoriamente acuado - e nestas oportunidades eles não cometem abuso de poder - e até mesmo um dos seus aposentando-se antecipadamente (Barroso) foi por conta das sanções americanas de retirada de visto e Magnitsky (OFAC). Assim sendo, seguiremos trabalhando aqui de fora, contra Moraes e seus aliados que como ratos corroem as instituições brasileiras. #STF #GilmarMendes #Corrupção

🚨 O IGNORANTE DO SABER, nada notável. É alarmante continuar assistindo a um ministro do Supremo tão descontrolado e que não sabe escrever! Além de gritar usando o Caps Lock indiscriminadamente e escrever “WhatsApp” errado, ele comete graves erros de concordância… “WHATZAP” / “WHATZAAP” 📍Correto: WhatsApp. “NÃO EXISTE DIÁLOGO, que pressupõem…” Há erro de concordância. O sujeito é singular: 📍 Correto: “NÃO EXISTE DIÁLOGO, que pressupõe a existência de dois interlocutores…” “COM MENSAGEM REALMENTE ACHADAS” Há erro de concordância. 📍Correto: “COM MENSAGENS REALMENTE ACHADAS” #Educação #Linguagem #Justiça

Jogadores são batizados na linguagem de sinais 🧏🏽‍♂️ Como parte das ações do Atlético voltadas ao mês da pessoa com deficiência, conhecido como Setembro Verde e dedicado à inclusão e à conscientização sobre as PCDs, alguns atletas do elenco foram batizados na linguagem de sinais, recebendo um sinal próprio. Um gesto único, exclusivo do atleta e que o identifica na comunidade surda, como explica Davi Cesar, coordenador de acessibilidade e inclusão da Arena MRV. Confira! #Inclusão #Acessibilidade #SetembroVerde

O que se vê hoje no Supremo Tribunal Federal não é um “desentendimento institucional”, como repetem os comentaristas de plantão, mas a exposição pública daquilo que há anos se operava nos bastidores: um órgão que deixou de ser tribunal para se tornar comitê revolucionário permanente. A crise detonada pelas mensagens do banqueiro Vorcaro, pelos relatórios da Polícia Federal e pelas liminares contraditórias de Dino e Moraes não revela um acidente de percurso; revela o caráter mesmo da Corte. Quando ministros passam a investigar uns aos outros, a cassar decisões uns dos outros e a disputar o comando da polícia como se fosse um ministério de gabinete, o que resta da ideia clássica de jurisdição? Resta apenas o poder nua e crua, aquele que os antigos chamavam de potentia sem auctoritas. Alexandre de Moraes, durante sete anos, usou o inquérito das fake news como instrumento de governo extra-constitucional. Abriu, fechou, prendeu, desprendeu, censurou e intimidou segundo o critério de conveniência política do momento. Agora que o mesmo mecanismo se volta contra ele — ou ao menos ameaça fazê-lo —, a Corte se estremece. Fachin, no papel de bombeiro tardio, tira-lhe a relatoria, suspende liminares cruzadas e convoca o plenário para o dia 15 como quem tenta tapar o sol com a peneira. Não se trata de restauração da legalidade; trata-se de contenção de danos. O monstro que alimentaram durante anos começou a morder a própria mão. O espetáculo seria cômico se não fosse trágico para o país. De um lado, o ministro nomeado por Bolsonaro tenta, ainda que tardiamente e de forma limitada, mostrar que existem vínculos entre um dos mais poderosos juízes da República e um esquema de fraudes financeiras. Do outro, o bloco que há muito se considera dono do Estado reage como se a mera divulgação de documentos fosse um atentado à “democracia”. Essa inversão de linguagem é o sinal mais claro da revolução cultural que Olavo denunciava: o direito deixou de ser medida objetiva para se tornar arma de facção. Quem controla a narrativa controla o inquérito; quem controla o inquérito controla o adversário. Enquanto isso, o cidadão comum assiste à cena com a mesma perplexidade dos animais que, no final de A Revolução dos Bichos, já não distinguiam o homem do porco. Sessões canceladas, pronunciamentos desmarcados, prazos dados e retirados, confiança pública em queda livre. A Suprema Corte, que deveria ser o último reduto da estabilidade jurídica, tornou-se o palco principal da instabilidade política em ano eleitoral. Não é coincidência. Instituições capturadas não suportam o exame da realidade; elas só sobrevivem no escuro dos procedimentos sigilosos e das decisões monocráticas. O Brasil não enfrenta apenas uma crise de corte. Enfrenta a consequência lógica de ter permitido que um grupo de homens, sem mandato popular e sem freio efetivo, se arrogasse o papel de tutor permanente da nação. Enquanto o povo discute candidatos e plataformas, o verdadeiro poder continua sendo exercido por quem não se apresenta às urnas. A sessão do dia 15 poderá produzir algum recuo tático. Não produzirá a reforma moral e intelectual de que o país precisaria. Essa reforma começa quando se deixa de tratar o STF como oráculo intocável e se passa a enxergá-lo pelo que ele se tornou: um dos principais instrumentos da revolução permanente que há décadas corrói as bases da civilização brasileira. #STF #Justiça #Política

Contradições expostas na fala do diretor-geral, que não conversam com impróprio relatório da PF‼️ Andrei afirma que o material seria apenas um texto sem caráter institucional, mas o conteúdo traz linguagem, estrutura e conclusões típicas de relatório de inteligência, além de sugerir monitoramento e punição de servidores, algo que a PF agora nega publicamente. #PF #transparência #corrupção

A educação brasileira não pode continuar sendo usada como instrumento de formação político-partidária de nossas crianças e adolescentes. Combato esse problema há mais de uma década, não apenas no discurso, mas por meio de propostas concretas apresentadas durante minha atuação parlamentar. Fui autor do projeto que instituiu o Programa Escola sem Partido, defendendo o direito do aluno de não ser submetido à propaganda político-partidária dentro da sala de aula e o direito das famílias de participarem ativamente da formação de seus filhos. Também apresentei proposta de adesão a uma política de alfabetização baseada em evidências científicas, buscando priorizar métodos que efetivamente ensinem nossas crianças a ler e escrever. Defendi ainda o homeschooling, garantindo às famílias a possibilidade de escolher a educação domiciliar dentro de regras estabelecidas e ampliando a liberdade dos pais sobre a formação educacional de seus filhos. Durante a pandemia, propus reconhecer escolas públicas e privadas como serviços essenciais, porque sempre entendi que a educação não pode ser colocada em segundo plano. Também apresentei iniciativas para preservar o correto ensino da língua portuguesa e combater alterações ideológicas impostas à linguagem dentro de instituições públicas e escolares. Outra proposta de minha autoria buscou impedir que conteúdos relacionados a marxismo, socialismo, comunismo, gramscismo e outras correntes ideológicas fossem utilizados como instrumentos de militância na educação infantil e fundamental, estabelecendo que esses assuntos fossem tratados dentro do conteúdo pedagógico adequado e oficialmente previsto. Também me posicionei contra mecanismos que fortaleciam o monopólio da UNE na concessão de benefícios estudantis e participei de propostas voltadas à prevenção às drogas entre crianças e jovens. Minha linha de atuação sempre foi clara: liberdade das famílias, respeito aos alunos, combate à militância político-partidária, alfabetização de qualidade, proteção das crianças e valorização do conhecimento. E é exatamente essa luta que quero levar ao Senado Federal. Em Brasília, quero ampliar a participação dos pais na educação de seus filhos, defender a liberdade de consciência dos estudantes, avançar na regulamentação nacional do homeschooling, fortalecer políticas de alfabetização baseadas em evidências, fiscalizar os recursos destinados à educação e enfrentar qualquer tentativa de transformar escolas em espaços de doutrinação político-partidária. A escola deve ensinar português, matemática, ciências, história, geografia, tecnologia e preparar nossos jovens para a vida. Professor deve ensinar. Aluno deve aprender. E os pais jamais podem ser afastados da educação dos próprios filhos. Nossas crianças pertencem às suas famílias, não a partidos políticos, movimentos ideológicos ou projetos de poder. Educação é conhecimento, liberdade, responsabilidade e futuro. É pelo futuro de nossos filhos e netos que essa batalha precisa ser enfrentada também no Senado Federal. 🇧🇷 #Educação #Liberdade #Alfabetização

O relatório que Moraes usou contra Mendonça: -Sem valor probatório, sem data, sem assinatura e sem timbre da PF. -Linguagem de IA: “não é X, é Y”. Análises indicam fortes sinais. -O próprio texto avisa que não serve para instruir processo. -Dezenas de trechos com “confiança baixa” e relatos anônimos. -Pedido feito dentro do inquérito das fake news, que o próprio Moraes relata. -Sem aval de Fachin e sem vista prévia à PGR. O mesmo problema que Moraes atribui a Mendonça. E mais. E ainda querem que levemos isso a sério? Mais um motivo para investigar Moraes: suspeita de denunciação caluniosa. #Justiça #FakeNews #Investigação

Observador Sep 4

O artigo discute como a sociedade contemporânea considera as crianças não como um complemento natural da vida, mas como um fardo, refletindo na linguagem e nas percepções sobre maternidade e carreira, evidenciando uma visão distorcida que deslegitima a parentalidade em favor de uma imagem idealizada da liberdade individual. #Maternidade #Carreira #Sociedade

A sociedade que odeia crianças

Alexandre de Moraes era o destinatário da mensagem em que Daniel Vorcaro pedia a proteção do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu a Polícia Federal, segundo Andreza Matais. A mensagem do print anexo, escrita no bloco de notas, citava ambos: “É importante reforçar com Andrei e Paulo pra nao deixar ninguer [sic] de baixo fazer uma sacanagem que aí vai tudo pro saco.” Sacanagem, em linguagem de mafioso que posa de vítima, é medida gravosa contra si, em razão de seus esquemas criminosos. Vorcaro tentava acionar seus camaradas de cima - ou seja, a turma do clube do uísque - para não ser preso por alguém “de baixo”. O dono do Master não queria ficar nas mãos de agentes cujas esposas não tinham feito contrato de R$ 130 milhões com ele. O relator André Mendonça, do STF, agora pede informações complementares à PGR, comandada pelo próprio Paulo Gonet. O clube do uísque vai conseguir bloquear Mendonça e blindar Moraes? #Política #Justiça #Criminalidade

Byanu Aug 30

🚨 GTA IV PROIBIDO NO BRASIL Estou protocolando uma representação perante o Ministério Público para solicitar a aplicação efetiva do ECA Digital — Lei nº 15.211/2025, popularmente conhecida como “Lei Felca” — em todo o território nacional. O pedido busca impedir que transmissões, vídeos, cortes e reproduções de GTA 6 classificados como conteúdo adulto sejam disponibilizados a menores de 18 anos sem avisos ostensivos, restrição etária e mecanismos adequados de confirmação de idade. Em razão do grande alcance, canais como Alanzoka, BRKsEDU, Velberan e Cellbit serão mencionados para fins de apuração e orientação preventiva, sem acusação antecipada de irregularidade. A medida também deverá alcançar outros canais e plataformas que transmitam conteúdo inadequado ao público infantojuvenil. Não se trata de censurar criadores nem de proibir adultos de assistir. Trata-se de exigir que as plataformas e os responsáveis pelas transmissões utilizem as ferramentas necessárias para evitar que conteúdos envolvendo violência intensa, criminalidade, drogas, linguagem imprópria, sexualidade e outros temas adultos sejam entregues livremente a crianças e adolescentes. Pais e responsáveis também podem apresentar representações e cobrar providências das autoridades. Estou à disposição para disponibilizar o modelo do documento e orientar quem deseja exercer sua cidadania e contribuir com essa iniciativa. Crianças e adolescentes têm direito à proteção também no ambiente digital. QUEREMOS A LEI APLICADA — COM RESPONSABILIDADE, TRANSPARÊNCIA E URGÊNCIA. #GTANoBrasil #ECA #ProteçãoInfantil

Luís Reis Aug 17

A célebre afirmação de que «a cultura é tudo o que o homem acrescenta à natureza» sintetiza uma das distinções mais fundamentais do pensamento humano: a fronteira entre o mundo onde nascemos e o mundo que construímos. Enquanto a natureza representa o dado original — as leis da física, a biologia, os ciclos da Terra e a matéria bruta —, a cultura é a pegada consciente da humanidade sobre a realidade. É o resultado da nossa capacidade de transformar, interpretar e atribuir significado ao meio que nos cerca. A Transformação do Dado no Construído A natureza dá-nos a árvore; a cultura transforma-a em mesa, em papel ou numa escultura. A natureza concede-nos a voz e a audição; a cultura transforma o som em linguagem, em poesia e em sinfonia. A diferença essencial reside na intenção e no significado: A dimensão material: Inclui todas as ferramentas, infraestruturas e tecnologias que criamos para moldar o ambiente físico. A dimensão imaterial: Abrange os sistemas de crenças, a moral, as leis, a arte, os costumes e os conhecimentos acumulados ao longo de gerações. O Homem como Ser Incompleto sem Cultura Diferente de outros animais, cujos comportamentos são amplamente determinados pelo instinto biológico, o ser humano é um ser essencialmente cultural. Nasce "incompleto" do ponto de vista puramente natural. É através da cultura que aprendemos a alimentar-nos, a comunicar, a amar e a compreender a nossa própria existência. A cultura é o filtro através do qual olhamos para o mundo e o espelho no qual descobrimos quem somos. Ao acrescentar algo à natureza, o homem transforma também a sua própria essência. A cultura torna-se a nossa "segunda natureza" — um ecossistema de símbolos e significados sem o qual não conseguiríamos viver em sociedade. O Desafio da Harmonia Compreender a cultura como um "créscimo" traz também uma reflexão crítica: o que acrescentamos tem o poder de enriquecer ou de destruir. Durante muito tempo, a ação cultural do homem focou-se no domínio e na exploração desmedida do meio natural. Hoje, torna-se evidente que a cultura mais urgente que precisamos de cultivar é a da responsabilidade e coexistência, onde aquilo que acrescentamos à natureza não a anule, mas a dignifique e preserve.

RDT Lady Gaga Aug 16

QUE LINDO! Sam Smith menciona Lady Gaga como uma figura fundamental para sua formação e autoexpressão na adolescência. 🏳️‍🌈 Em entrevista ao “The New Yorker”, Sam contou que encontrou em Gaga grande parte da linguagem e da coragem necessárias para se expressar como uma pessoa queer ainda na adolescência. O divo também relembrou sua relação intensa com a artista naquela época: chegou a passar a noite na fila para assistir à “The Monster Ball Tour” e até faltou à escola para ir aos shows. “Sinceramente, grande parte da linguagem que encontrei e da coragem que adquiri para me expressar como adolescente queer veio, na verdade, da Lady Gaga. Quando ela surgiu, havia muita história da comunidade gay em torno de tudo o que ela trazia, e eu aprendi muito com ela e com todas as pessoas incríveis com quem ela trabalhava. Semi Precious Weapons era a banda que fazia a abertura da turnê dela, com Justin Tranter. E eu tive a oportunidade de conhecê-los e trabalhar com eles algumas vezes. Eles significam muito para mim. Quando eu ia às turnês da Gaga, ficava na fila durante a noite para entrar na Monster Ball, conhecia pessoas incríveis, faltava à escola para ir e acabava tendo problemas na escola por causa disso. Mas Justin Tranter subia ao palco e aquilo explodia a minha cabeça. Eu ficava pensando: a coragem que essa pessoa tem, o quanto é sexy e confiante no palco... isso realmente me inspirava. Acho que foram as garotas do pop e as divas pop que realmente me inspiraram a ter coragem e a me expressar quando eu era mais jovem.” Mais alguém se indentifica com o Sam Smith e aprendeu a ser mais confiante com a Mother Monster na época da Monster Ball? 🥹 #LadyGaga #SamSmith #Pride

Assistam! Campanha do Flávio, coloquem o Gaspar para falar até em quermesse! A linguagem dele vai convencer quem está fora da política!! #Política #Comunicação #Campanha